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Q503976 Português
                               A ciência e o vazio espiritual
                                                                                                 Marcelo Gleiser

      Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista  ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi  marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush,  quando trabalhadores mais humildes estão voltando para  suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem  uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente  fazendo perguntas.
      O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim  do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O  Fim da Terra e do Céu". O fim do mundo visto pela ciência  pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais,  como no furacão que causou verdadeira devastação nas  Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do  futuro do universo como um todo.
      O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como  inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto  científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro  de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo,  no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus  (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas  incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro  ou de cometa na atmosfera) etc.
      Mencionei como a queda de um asteroide de 10  quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no  México, iniciou o processo que culminou na extinção  dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que  o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os
mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da  pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui  por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas
transformações na Terra e na história da vida sem qualquer  necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que  definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos  naturais.
      Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto,  de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?"
      Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa  a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias  àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida  desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira?
      Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e  as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para  tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo,  trazendo o encantamento das descobertas científicas para  as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam  à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não  como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com
algo maior do que somos. Temos que fazer da educação  científica um processo de   transformação, e não meramente  informativo.
      Respondi ao homem, explicando que a ciência não  quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas  queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas  vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem  sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural.
      Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando  em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião,  uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento  com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade  perante sua grandeza.

                                                  Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloglei
                                               ser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 
                                                                                                                                           nov2013.
“O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fm do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro ‘O Fim da Terra e do Céu’”.
A expressão destacada estabelece relação semântica de
Alternativas
Q503975 Português
                               A ciência e o vazio espiritual
                                                                                                 Marcelo Gleiser

      Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista  ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi  marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush,  quando trabalhadores mais humildes estão voltando para  suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem  uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente  fazendo perguntas.
      O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim  do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O  Fim da Terra e do Céu". O fim do mundo visto pela ciência  pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais,  como no furacão que causou verdadeira devastação nas  Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do  futuro do universo como um todo.
      O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como  inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto  científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro  de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo,  no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus  (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas  incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro  ou de cometa na atmosfera) etc.
      Mencionei como a queda de um asteroide de 10  quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no  México, iniciou o processo que culminou na extinção  dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que  o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os
mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da  pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui  por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas
transformações na Terra e na história da vida sem qualquer  necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que  definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos  naturais.
      Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto,  de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?"
      Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa  a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias  àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida  desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira?
      Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e  as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para  tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo,  trazendo o encantamento das descobertas científicas para  as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam  à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não  como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com
algo maior do que somos. Temos que fazer da educação  científica um processo de   transformação, e não meramente  informativo.
      Respondi ao homem, explicando que a ciência não  quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas  queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas  vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem  sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural.
      Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando  em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião,  uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento  com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade  perante sua grandeza.

                                                  Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloglei
                                               ser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 
                                                                                                                                           nov2013.
Em “O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto científicas.", as expressões destacadas expressam relação semântica de
Alternativas
Q503974 Português
                               A ciência e o vazio espiritual
                                                                                                 Marcelo Gleiser

      Alguns anos atrás, fui convidado para dar uma entrevista  ao vivo para uma rádio AM de Brasília. A entrevista foi  marcada na estação rodoviária, bem na hora do rush,  quando trabalhadores mais humildes estão voltando para  suas casas na periferia. A ideia era que as pessoas dessem  uma parada e ouvissem o que eu dizia, possivelmente  fazendo perguntas.
      O entrevistador queria que falasse sobre a ciência do fim  do mundo, dado que havia apenas publicado meu livro “O  Fim da Terra e do Céu". O fim do mundo visto pela ciência  pode ser abordado de várias formas, desde as mais locais,  como no furacão que causou verdadeira devastação nas  Filipinas, até as mais abstratas, como na especulação do  futuro do universo como um todo.
      O foco da entrevista eram cataclismos celestes e como  inspiraram (e inspiram) tanto narrativas religiosas quanto  científicas. Por exemplo, no antigo testamento, no Livro  de Daniel ou na história de Sodoma e Gomorra, e no novo,  no Apocalipse de João, em que estrelas caem dos céus  (chuva de meteoros), o Sol fica preto (eclipse total), rochas  incandescentes caem sobre o solo (explosão de meteoro  ou de cometa na atmosfera) etc.
      Mencionei como a queda de um asteroide de 10  quilômetros de diâmetro na península de Yucatan, no  México, iniciou o processo que culminou na extinção  dos dinossauros 65 milhões de anos atrás. Enfatizei que  o evento mudou a história da vida na Terra, liberando os
mamíferos que então existiam -- de porte bem pequeno -- da  pressão de seus predadores reptilianos, e que estamos aqui  por isso. O ponto é que a ciência moderna explica essas
transformações na Terra e na história da vida sem qualquer  necessidade de intervenção divina. Os cataclismos que  definiram nossa história são, simplesmente, fenômenos  naturais.
      Foi então que um homem, ainda cheio de graxa no rosto,  de uniforme rasgado, levantou a mão e disse: “Então o doutor quer tirar até Deus da gente?"
      Congelei. O desespero na voz do homem era óbvio. Sentiu-se traído pelo conhecimento. Sua fé era a única coisa  a que se apegava, que o levava a retornar todos os dias  àquela estação e trabalhar por um mísero salário mínimo. Como que a ciência poderia ajudá-lo a lidar com uma vida  desprovida da mágica que fé no sobrenatural inspira?
      Percebi a enorme distância entre o discurso da ciência e  as necessidades da maioria das pessoas; percebi que para  tratar desse vão espiritual, temos que começar bem cedo,  trazendo o encantamento das descobertas científicas para  as crianças, transferindo a paixão que as pessoas devotam  à sua fé para um encantamento com o mundo natural. Temos que ensinar a dimensão espiritual da ciência -- não  como algo sobrenatural -- mas como uma conexão com
algo maior do que somos. Temos que fazer da educação  científica um processo de   transformação, e não meramente  informativo.
      Respondi ao homem, explicando que a ciência não  quer tirar Deus das pessoas, mesmo que alguns cientistas  queiram. Falei da paixão dos cientistas ao devotarem suas  vidas a explorar os mistérios do desconhecido. O homem  sorriu; acho que entendeu que existe algo em comum entre sua fé e a paixão dos cientistas pelo mundo natural.
      Após a entrevista, dei uma volta no lago Sul pensando  em Einstein, que dizia que a ciência era a verdadeira religião,  uma devoção à natureza alimentada pelo encantamento  com o mundo, que nos ensina uma profunda humildade  perante sua grandeza.

                                                  Disponível em http://www1.folha.uol.com.br/colunas/marceloglei
                                               ser/2013/11/1372253-a-ciencia-e-o-vazio-espiritual.shtml. Acesso 22 
                                                                                                                                           nov2013.
De acordo com o autor,
Alternativas
Q503823 Nutrição
Assinale a alternativa que corresponde ao cálculo do requerimento energético para paciente do sexo feminino, sedentária, 50 anos, 60 kg e 1,60 m de altura, utilizando o EER (estimated energy requirement), devido à paciente não apresentar excesso de peso e o coeficiente de atividade física, onde: PA = 1,0 ( sedentária). EER = 354 – (6,91 x idade) + PA x [(9,36 x peso) + (726 x estatura)].
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Q503822 Nutrição
Paciente, de sexo feminino, 49 anos, profissão: cozinheira de restaurante, peso: 64kg, altura: 162cm, IMC: 24,4kg/m², cintura: 85cm. Diagnóstico nutricional: paciente com IMC dentro do esperado, mas o nível de atividade físico é baixo, sugerindo que apresenta alto percentual de gordura corporal e risco para doença cardiovascular, considerando- se a circunferência da cintura, além de apresentar consumo energético excessivo, indicando risco para aumento de IMC. Apesar de não menstruar mais, apresenta hemoglobina abaixo do normal, a qual pode ser resultado de reservas anteriormente exauridas. Risco para ingestão defciente de fibra alimentar e vitamina C. Constipação intestinal. Visto que os objetivos da intervenção nutricional são: reduzir o IMC ou aumentar massa magra; prevenção de doença cardiovascular; corrigir peristaltismo intestinal; repor reservas de ferro. Quais deverão ser as estratégias para o alcance dos objetivos?
Alternativas
Q503821 Nutrição
De acordo com ANDRIOLO (2005) assinale a alternativa que corresponde aos valores de referência dos seguintes exames laboratoriais: Glicemia pós- prandial, Colesterol Total e Triglicerídeos, respectivamente.
Alternativas
Q503820 Nutrição
Em relação a parâmetros nutricionais do exame físico, quando um paciente apresenta perdas musculares nas regiões supra e infraclaviculares (pescoço) e atrofia da musculatura bi e tricipital nos membros superiores, de acordo com (DUARTE; BORGES, 2007) isso é um possível significado de
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Q503819 Nutrição
O volume é um dos critérios segundo os quais as dietas hospitalares podem ser modificadas. Conforme a capacidade e a condição gástrica do indivíduo (pós-operatório gástrico), quanto maior o volume, maior a distensão, maior o trabalho gástrico, maior a dor abdominal do paciente. A dieta pode ser de volume normal, aumentada ou reduzida. No caso em que há necessidade de reduzir o volume, deve-se
Alternativas
Q503818 Nutrição
Em relação às fórmulas de TNE (Terapia de Nutrição Enteral) para uso por via oral: módulos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q503817 Nutrição
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. Terapia de Nutrição Enteral: em pacientes gravemente enfermos (Unidade de Terapia Intensiva), na fase aguda da doença, a oferta de ____________ é suficiente, geralmente na primeira semana. Nessa fase, a oferta de proteína varia de ___________ e pode ser maior em pacientes muito catabólicos, como queimados, sépticos e politraumatizados.
Alternativas
Q503816 Nutrição
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. A embalagem exerce um papel fundamental durante o processamento e conservação do alimento _____________. Ela é adaptada e moldada a certas tecnologias, onde é completamente indispensável para a conservação do alimento, como no processamento térmico, no acondicionamento ___________e na atmosfera modificada. As embalagens com atmosfera modificada permitem o acondicionamento do alimento com uma atmosfera composta, principalmente, de uma mistura de gases de oxigênio, ______________e nitrogênio, ou em alguns casos, é usado somente o nitrogênio como gás inerte. A composição dessa atmosfera é diferente do ar normal. Na maioria dos produtos, a conservação é também feita sob ____________.
Alternativas
Q503815 Nutrição
Sobre as diferenças entre educação e orientação nutricional, relacione as colunas e assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

1. Educação Nutricional.
2. Orientação Nutricional.

A. Ênfase na mudança imediata das práticas alimentares e nos resultados obtidos.
B. Ênfase no processo de modificar e melhorar o hábito alimentar a médio e longo prazo.
C. Preocupação com as representações sobre o comer e a comida, com o conhecimento, as atitudes e a valoração da alimentação para a saúde, além da mudança de práticas alimentares.
D. A preocupação precípua é a mudança de práticas e o seguimento da dieta.
E. O objetivo do processo é estabelecido em função de metas definidas pelo profissional, para controle dos processos patológicos.
F. O objetivo do processo é estabelecido em função das necessidades detectadas que são discutidas com o paciente e das perspectivas e esperanças do cliente ou paciente.
G. As mudanças necessárias ao controle das doenças, entre elas as relativas à alimentação, devem ser buscadas em uma perspectiva de integração e de harmonização nos diversos níveis: físico, emocional e intelectual.
H. As mudanças relativas à alimentação devem ser obtidas mediante o seguimento da dieta.
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Q503814 Nutrição
As necessidades de aminoácidos essenciais dos adultos foram estabelecidas com base em estudos cujo critério foi a adequação para obter um balanço nitrogenado positivo. A FAO/OMS (1985) mantém as recomendações de aminoácidos propostas em 1973 e acrescenta a histidina como aminoácido essencial para adultos, indicando de
Alternativas
Q503813 Nutrição
Em relação ao planejamento dietético de micronutrientes, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q503812 Nutrição
O método de isótopos estáveis e a análise de regressão linear foram utilizados pelo Institute of Medicine (2002) para desenvolver escores de aminoácidos para os diferentes grupos etários e estados fisiológicos, considerando a ingestão recomendada de proteínas e sua digestibilidade. Uma vez estabelecida a necessidade média estimada (EAR), assumiu-se um coeficiente de variação de
Alternativas
Q503811 Nutrição
No Brasil, a infecção por rotavírus ocorre, em geral, nos meses entre maio e setembro. Qual é o principal público atingido?
Alternativas
Q503810 Nutrição
Qual das seguintes alternativas diz respeito à forma vertical de transmissão dos vírus?
Alternativas
Q503809 Nutrição
Preencha as lacunas e assinale a alternativa correta. A infecção por Campylobacter jejuni pode manifestar-se de várias formas, sendo a _______________ a mais comum. A sintomatologia da campilobacteriose é clinicamente semelhante à causada por diversos outros patógenos entéricos. O período de incubação varia normalmente de dois a cinco dias, podendo se estender até _____. A doença caracteriza-se por causar diarreia acompanhada de febre baixa e dores abdominais. Em alguns casos, a febre pode ser alta e as fezes podem conter sangue, leucócitos e ________. Vômitos são raros. A fase aguda da diarreia dura de dois a três dias, mas as dores abdominais podem persistir por até ____________.
Alternativas
Q503808 Nutrição
A completa prevenção da contaminação dos alimentos, principalmente os de origem animal, é praticamente impossível em face à ampla distribuição da bactéria no ambiente e a existência frequente de portadores assintomáticos. Em relação às medidas importantes que contribuem para a redução dos níveis de contaminação, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q503807 Nutrição
Qual deverá ser o requerimento energético para criança de 2 anos, sexo masculino, pesando 13 kg? Considere: EER = 13 a 36 meses = (89 x Peso (kg) – 100) + 20kcal.
Alternativas
Respostas
1081: C
1082: B
1083: C
1084: C
1085: C
1086: D
1087: A
1088: E
1089: E
1090: D
1091: A
1092: D
1093: B
1094: A
1095: C
1096: B
1097: B
1098: A
1099: E
1100: D