Questões de Concurso Para arquiteto

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Ano: 2013 Banca: CETAP Órgão: SANEPAR
Q1195131 Arquitetura
Considerando as normas vigentes de acessibilidade para a construção de um sanitário acessível, marque a alternativa errada:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1194370 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
...................................................................................
A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
A circunstância expressa pelo adjunto adverbial em destaque está indicada com evidente equívoco em:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1194349 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
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A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
A alternativa em que a próclise do pronome átono em destaque está apoiada na mesma norma de colocação pronominal acatada em “[...] que se estendem no longo prazo [...]” (§ 8) é:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1190395 Português
O velho ditado – a pressa é inimiga da perfeição – foi virado pelo avesso. Agora nada é perfeito se não for instantâneo.
A aceleração, o fenômeno contemporâneo mais vivenciado e menos compreendido, permeia o cotidiano como uma condenação coletiva e provoca reações ambíguas. De um lado o sentimento lúdico de concorrer consigo mesmo e ganhar o jogo de multiplicar atividades ao longo das inarredáveis horas de um dia. De outro o sentimento de esfacelamento, de nunca pousar em nada, vivendo uma temporalidade de zapping. Nos espíritos sobrecarregados, uma atividade deleta a outra e banaliza todas.
Viciado na aceleração, o psiquismo, por adaptação, se transforma e, na urgência do instantâneo, vai perdendo a capacidade de reflexão. Daí ser mal percebida a revolução cultural que está moldando dimensões essenciais da vida como o trabalho e as relações de amor e de amizade. Esses sentimentos, que amadureciam no tempo de convivência, encolheram em relações virtuais, efêmeras e indolores.
A impaciência que nos ataca quando um clique não produz imediatamente o resultado esperado é uma espécie de regressão infantil, resquício do tempo em que a criança quer tudo, aqui e agora. Corre a lenda que, em Hong Kong, o botão mais usado no elevador é o que apressa o fechamento das portas para ganhar uma infinitesimal fração de segundo.
A parafernália tecnológica, celulares e computadores, o milagroso em particular, nos habituaram a receber respostas imediatas a toda e qualquer pergunta. Uma falha de conexão é vivida como uma frustração intolerável. Instaurou-se uma relação perigosa entre informação e conhecimento. A informação estocada, que pode a qualquer momento ser acessada, não precisa ser memorizada para se tornar conhecimento. Em seu sábio Livro das Ignorãças, Manoel de Barros sentencia: “as coisas me ampliaram para menos”.
Para os jovens, o ritmo dos grandes clássicos do cinema é insuportável. Hollywood adotou a estética frenética dos clipes de publicidade em que a mensagem deve passar em segundos, antes que a atenção se desvaneça.
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A economia financeira viceja no reino da urgência. Na era industrial a confecção de um produto obedecia aos tempos e ritmos incontornáveis de transformação da matéria. Os produtos negociados no mercado financeiro são, em sua imaterialidade, de confecção instantânea e as fortunas que nele se fazem, meteóricas. Cada investidor se acredita destinado a um dia banhar-se em dinheiro como os bilionários texanos se banhavam em petróleo. O exemplo dos meninos do Silicon Valley, que, em vinte anos, se fizeram os mais ricos do mundo, excita a urgência de enriquecer.
A aceleração, que até aqui foi vivida como fator de progresso, atinge um momento em que pode se tornar fator de retrocesso.Acultura do imediato, do eterno presente, da volatilidade e da fugacidade, não favorece a compreensão de problemas que se estendem no longo prazo, a exemplo da crise ecológica, talvez o maior desafio colocado à inteligência humana. Que mentes viciadas na satisfação instantânea, no estilo zapping , serão capazes de reconhecer e equacionar um problema que se enuncia em décadas e cuja solução exige, hoje, renúncias em nome de amanhã? É mais fácil olhar para o umbigo do que para o horizonte.
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(OLIVEIRA, Rosiska Darcy de. “Paradoxo tragicômico”. O Globo: 13/05/2012.)
Para encaminhar o leitor à conclusão que pretende, a autora recorre a diversas figuras de linguagem, entre as quais o paradoxo – figura presente na seguinte passagem:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNDEPES Órgão: Prefeitura de Brumadinho - MG
Q1185486 Arquitetura
Onde você mora?
Não tente achar um endereço no Japão. Os endereços por lá são quase tão indecifráveis quanto os ideogramas. Os bairros são subdivididos em pequenas regiões numeradas. Dentro de uma região, cada quarteirão tem um número, mas também dentro de cada quarteirão, cada casa ou edifício tem o seu número. Por exemplo: o endereço Shibuya 10-3-20 significa que o que você procura está na vigésima casa da terceira quadra da décima microrregião do distrito de Shibuya. Detalhe: nenhum desses números está visível nos nossos algarismos.
Pense duas vezes antes de reclamar. Talvez o fato de os japoneses adorarem viajar em grupo se deva a uma total incapacidade de entender o sistema ocidental de endereçamento. Como assim, Faria Lima com Rebouças? Qual é a lógica de essas duas avenidas fazerem esquina?
Na Inglaterra, um mesmo nome pode ser atribuído a uma street¹, a uma road² e a uma lane³, todas pertinho umas das outras – mas, até você descobrir qual é qual, lá se vão 15 minutos debaixo de chuva. O sistema perfeito seria o americano, com ruas e avenidas dispostas em grades numeradas em sequência perfeita e organizadas por ponto cardeal. O problema é que nós, brasileiros, temos problemas com norte, sul, leste e oeste. Nossos pontos cardeais são seis: à esquerda, à direita, na frente, atrás, em cima e embaixo. Quer uma prova? Nossa cidade com o sistema de endereçamento mais perfeito, Brasília, tem o mapa mais errado do planeta: a Asa Sul aparece no oeste, e a Asa Norte, no leste. Ano passado passei uma semana em Palmas, que teoricamente seguiu o sistema de Brasília. Quanto mais eu me deslocava, menos entendia a lógica da coisa. Acredito que se orientar na cidade requer o mesmo tipo de talento necessário para decifrar um manual de TV a cabo.
Mas o troféu de cidade brasileira onde é mais difícil achar um endereço vai para a bela, próspera e animadíssima Goiânia. Suas ruas são numeradas, mas não obedecem a nenhuma grade ou lógica. No fim das contas nem é preciso: basta decorar que a rua 146 do Setor Marista passa a se chamar Dom Emanuel Gomes e tudo o que você precisava saber sobre a noite da cidade está resolvido.
FREIRE, Ricardo. Revista GOL. n.136, Jul.2013, p.140. Disponível em: <http://www.voegol.com.br/pt-br/servicos/entretenimento-a-bordo/paginas/default.aspx> Acesso em: 10 ago. 2013.
De acordo com o texto, infere-se que,
I. nos Estados Unidos, se adotam seis pontos cardeais para o endereçamento.
II. em Brasília, a Asa Sul deveria aparecer no sul e a Asa Norte, no norte.
III. em Palmas, o sistema de endereçamento obedece a mesma lógica que o de Goiânia.
IV. em Goiânia, uma mesma rua pode mudar de nome.
Estão CORRETAS as assertivas
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1182489 Raciocínio Lógico
Todos os engenheiros mecânicos do DAE-CE são bons calculistas. Paulo não é bom calculista.
Então, pode-se concluir que:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: FUNCAB Órgão: DAE-CE
Q1182470 Raciocínio Lógico
Três amigos, Antônio, Cláudio e Elias, cada um com uma única profissão. Um deles é arquiteto, um é engenheiro e o outro é cadista.
Considere as seguintes afirmativas:
Antônio é arquiteto. Cláudio não é engenheiro. Elias não é arquiteto.
Se apenas uma das três afirmativas acima é verdadeira, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783618 Arquitetura
“A cidade não é apenas um objeto de percepção para milhões de pessoas de classe e de caráter muito diferentes; é também o produto da atividade de numerosos construtores que modificam constantemente sua estrutura” (Choay apud Lynch, Kevin. 1960. p. 308). Sobre esse tema, numere a coluna da direita de acordo com sua correspondência com a coluna da esquerda. 1. Caminhos. 2. Nós. 3. Limites. 4. Marcos. 5. Bairros. ( ) São pontos estratégicos da cidade onde o observador pode alterar o foco de atividade. ( ) São os elementos lineares que servem de fronteira entre duas fases. ( ) Vias pelas quais o observador circula de modo habitual, ocasional ou potencial. ( ) Fragmentos da cidade, mais ou menos vastos, concebidos como se se entendessem sobre duas dimensões e com forte identidade. ( ) São objetos físicos utilizados a partir da escolha de um elemento entre muitos outros possíveis.
Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783617 Arquitetura
A norma NBR 6492:1994 fixa as condições exigíveis para representação gráfica dos projetos de arquitetura, visando à sua boa compreensão. Sobre esse assunto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783616 Arquitetura
A NBR 9283:1986 define mobiliário urbano como sendo todos os objetos, elementos e pequenas construções integrantes da paisagem urbana, de natureza utilitária ou não, implantados mediante autorização do poder público, em espaços públicos e privados. Com relação a mobiliário urbano, numere a coluna da direita de acordo com as categorias e subcategorias elencadas na coluna da esquerda. 1. Circulação e Transporte. 2. Cultura e Religião. 3. Esporte e Lazer. 4. Segurança pública e proteção. 5. Abrigo. ( ) Guarita. ( ) Caramanchão. ( ) Coreto. ( ) Churrasqueira. ( ) Parquímetro. Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783615 Arquitetura
A Norma NBR 10068:1987 padroniza as características dimensionais das folhas em branco e pré-impressas a serem aplicadas em todos os desenhos técnicos. Acerca dessa padronização, considere as seguintes afirmativas: ( ) O formato de folhas da série “A” derivam-se da bipartição do formato básico designado A0. ( ) O formato A3 possui dimensões, em milímetros, de 430 x 580. ( ) A margem esquerda das folhas da série A será sempre de 25 mm. ( ) A legenda deve ter 178 mm de comprimento nos formatos A4, A3 e A2. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783614 Arquitetura
Considere as seguintes definições de termos empregados em desenho técnico de acordo com a Norma NBR 10647:1989: ( ) Vistas ortográficas são figuras resultantes de projeções cilíndricas ortogonais do objeto, sobre planos convenientemente escolhidos. ( ) Diagramas são desenhos projetivos no qual valores funcionais são representados em um sistema de coordenadas. ( ) Perspectivas são figuras resultantes de projeção cilíndrica ou cônica, sobre um único plano. ( ) Esquemas são desenhos não projetivos que representam não a forma dos objetos, mas as suas relações e funções. Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta, de cima para baixo.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783613 Arquitetura
Em relação à dimensão funcional na Arquitetura, considere as seguintes afirmativas: 1. A noção da origem das funções deve vir do sujeito, seja ele individual ou coletivo, e não do objeto. 2. Na tipologia de funções de Mukarovsky, todas as possíveis interações sujeito-objeto podem ser agrupadas sob quatro funções: prática, teórica, simbólica e estética. 3. A arquitetura funcionalista parte da premissa de que cada artefato arquitetônico tem uma função única e precisamente definida, consequência do propósito para o qual é construído. 4. O arquiteto Louis Sullivan tinha a premissa de que a função segue a forma, uma relação única entre um objeto concreto e seu propósito. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783612 Arquitetura
Compete ao CAU/BR: 1. aprovar e divulgar tabelas indicativas de honorários dos arquitetos e urbanistas. 2. firmar convênios entre entidades públicas e privadas. 3. fiscalizar o exercício das atividades profissionais do ramo da construção civil. 4. Cadastrar empresas ou profissionais estrangeiros de arquitetura e urbanismo. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783611 Arquitetura
Constituem sanções disciplinares previstas no Código de Ética e Disciplina do CAU/BR: 1. Advertência por escrito. 2. Suspensão temporária do exercício da atividade de arquitetura e urbanismo em todo o território nacional. 3. Cancelamento do registro. 4. Multa no valor entre 1 e 10 anuidades. Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783610 Arquitetura
Na concepção dos projetos e definição dos materiais e sistemas construtivos de um edifício, é importante a preocupação com a eficiência energética da edificação. Sobre o processo de etiquetagem de edificações no Brasil estabelecido pelo PROCEL-EDIFICA, é correto afirmar:
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783609 Arquitetura

A norma NBR 9050:2004 estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos às condições de acessibilidade. O dimensionamento de rampas deve seguir os limites estabelecidos por essa norma. Nesse sentido, considere os desenhos abaixo, sendo C = 9,00 m e h = 0,80 m:

Imagem associada para resolução da questão

Com base nas figuras, assinale a alternativa correta.

Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783608 Arquitetura
Segundo a NBR 9050:2004, que normativa o dimensionamento de guarda-corpos e corrimãos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783607 Arquitetura
A norma RDC nº 306, de 7 de dezembro de 2004, dispõe sobre o regulamento técnico para o gerenciamento de resíduos de serviços de saúde. Na elaboração do projeto de abrigo temporário de resíduos, os tipos de resíduos devem ser armazenados separadamente. Com base nessa norma, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Ano: 2013 Banca: TJ-PR Órgão: TJ-PR Prova: TJ-PR - 2013 - TJ-PR - Arquiteto |
Q783606 Arquitetura
O gás liquefeito de petróleo (GLP) tem requisitos mínimos para sua armazenagem em recipientes estacionários dentro de centrais de gás predial. Esses abrigos devem conter aberturas com área mínima de:
Alternativas
Respostas
18721: A
18722: D
18723: C
18724: A
18725: C
18726: E
18727: C
18728: A
18729: C
18730: A
18731: D
18732: B
18733: C
18734: C
18735: D
18736: B
18737: A
18738: C
18739: D
18740: A