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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1236195 Arquitetura
Visando proporcionar à maior quantidade possível de pessoas, independentemente de idade, estatura ou limitação de mobilidade ou percepção, a utilização de maneira autônoma e segura do ambiente, edificações, mobiliário, equipamentos urbanos e elementos, a Norma Brasileira de Acessibilidade (NBR-9050/2004) estabelece critérios e parâmetros técnicos a serem observados quando do projeto, construção, instalação e adaptação de edificações, mobiliário, espaços e equipamentos urbanos. Nessa norma, um dos mais importantes critérios refere-se à declividade máxima para rampas. Para novas construções, a máxima declividade admissível é de:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1235975 Arquitetura
A declividade se expressa normalmente como uma porcentagem (%), como uma razão entre uma distância horizontal e a variação de altitude que há entre esses pontos, ou como um ângulo. Assim, por exemplo, se duas curvas de nível tiverem 5 (cinco) metros de diferença entre elas, e estiverem a 100 (cem) metros de distância, a declividade poderá ser expressa como:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: NC-UFPR Órgão: Prefeitura de Curitiba - PR
Q1234021 Português
Olhos de insulfilm
1 Aprendi, no exercício do jornalismo, que olhar para ver é um ato de resistência cotidiana. O mais fácil, sempre, é não ver. 2 Ou enxergar apenas aquilo que nos dão para ver, como se essa fosse toda a verdade. Existe aquilo que não vemos, mas 3 gostaríamos de ter visto. E existe aquilo que não vemos porque escolhemos não ver. Como quando fechamos o vidro do carro 4 para impedir o contato com as pessoas que nos pedem alguma coisa do lado de fora. E colocamos insulfilm nos vidros, quanto 5 mais escuro melhor, para que nem mesmo elas possam nos ver. É mais fácil quando aqueles que querem entrar não enxergam 6 nosso rosto assustado, culpado ou com raiva. Nosso desamparo diante da dor do outro é oculto por camadas de insulfilm. E um 7 pouco mais: a película que permite a nossa cegueira impede os que pertencem ao lado de fora de ver que não estamos vendo.
8 Nos iludimos que estamos protegidos, mas a escolha de não ver – assim como a de não ser visto – vai nos brutalizando. E 9 logo nem precisamos mais da película sintética na janela. Porque um insulfilm orgânico já cobre nossos olhos, faz parte de nós. 10 Não ligamos mais. Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte 11 de estar dentro, que não faz mais diferença.
12 Todos os genocídios da história foram cometidos por poucos, mas só puderam ser consumados porque muitos fingiram não 13 ver. E fingiram com tanta ênfase que acabaram por acreditar que não viam. Às vezes, contra todos os meus esforços, acontece 14 comigo. Sucumbo à banalidade, me distraio e permito que o insulfilm me cubra os olhos. Iludo-me que estou vendo, mas não 15 estou.
(Eliane Brum – Revista Época, 29 jun. 2009, adaptado.)
Assinale a alternativa correta acerca das relações sintáticas presentes no período que segue: “Os que querem entrar já não importam, porque nos iludimos que são tão diferentes de nós, que temos a sorte de estar dentro, que não faz mais diferença” (linhas 10-11).
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1230009 Arquitetura
O combate a um princípio de incêndio só terá sucesso se o tipo de extintor utilizado for adequado ao tipo de fogo. Com relação à natureza do fogo em função do material combustível, verifique qual alternativa é incorreta. 
Alternativas
Q1229864 Arquitetura
Os projetos e obras de restauração e preservação são regidos por algumas premissas que visam manter a qualidade, a uniformidade e o respeito ao patrimônio artístico e histórico. Tais premissas são determinadas por manuais e recomendações do IPHAN (Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional). NÃO se aplica à metodologia adotada pelo órgão:
Alternativas
Q1229844 Arquitetura
Durante o século XIX, no Brasil, o estuque teve sua utilização, tanto em fachadas quanto nos interiores das edificações. Seu custo acessível e a grande variedade de formas com ele reproduzidas, o tornaram o substituto ideal para a ornamentação anteriormente feita em pedra. Sobre o estuque, NÃO se pode afirmar que: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1228840 Legislação Federal
O exercício da profissão de arquiteto é regido pelo Confea que, nos últimos 10 anos, tem realizado esforços no sentido de unificar os preceitos normativos a serem adotados nos estados da União, buscando a permanente integração do sistema Confea/CREA. 
Acerca da Anotação de Responsabilidade Técnica (ART), julgue os itens abaixo e, em seguida, assinale a opção correta. 
I – Criada pela Lei n.º 5.194/66, a ART serve para registro do acervo técnico do profissional, definindo suas responsabilidades em uma obra.   II – A ART substitui o contrato convencional, servindo de comprovante para questões do Código de Defesa do Consumidor. 
III – A ART é também um documento exigido pela Lei n.º 8.666/93 nos processos licitatórios de obras e serviços públicos. 
IV – A manutenção da ART é a única forma de evitar a ação de profissionais inescrupulosos e penalizar os que cometem erros. É por meio dos recursos  advindos de taxas cobradas que ela mantém a fiscalização do exercício profissional feita pelo Sistema Confea/CREA. 
Está(ão) certo(s) o(s) item(ns)
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IESES Órgão: FCC-SC
Q1226050 Arquitetura
A reabilitação das áreas centrais das cidades brasileiras tem sido objeto de grande importância para as administrações públicas. Alguns princípios e diretrizes estão relacionados abaixo:
I. Compatibilizar os planos, estratégias e ações de reabilitação com o Plano Diretor Municipal ou equivalente atualizado, atendendo as determinações de preservação ambiental e cultural.  II. Incentivar a construção de novos imóveis em áreas centrais.  III. Fortalecer os vínculos da população com os bairros onde moram como forma de aumentar a coesão social. IV. Estimular a consolidação da cultura de reabilitação urbana e de reaproveitamento do parque construído das áreas centrais. 
Assinale a alternativa que inclui os princípios e diretrizes de Reabilitação Urbana corretos:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1225095 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
A expressão destacada está corretamente analisada em: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1221407 Arquitetura
Ao projetar um espaço de recepção, o arquiteto percebeu que um determinado modelo de catracas de ponto eletrônico deveria ser especificado e que não estava disponibilizado pelo fabricante do equipamento na forma de BLOCO do Auto-CAD. 
Com a finalidade de otimizar o trabalho do arquiteto, utilizando as ferramentas do programa, assinale a opção que NÃO se aplica à situação acima descrita.
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de Itabaiana - SE
Q1211708 Português
TEXTO: Sobre simplicidade e sabedoria 
Pediram-me que escrevesse sobre simplicidade e sabedoria. Aceitei alegremente o convite sabendo que, para que tal pedido me tivesse sido feito, era necessário que eu fosse velho.
Os jovens e os adultos pouco sabem sobre o sentido da simplicidade. Os jovens são aves que voam pela manhã: seus voos são flechas em todas as direções. Seus olhos estão fascinados por dez mil coisas. Querem todas, mas nenhuma lhes dá descanso. Estão sempre prontos a de novo voar. Seu mundo é o mundo da multiplicidade. Eles a amam porque, nas suas cabeças, a multiplicidade é um espaço de liberdade. Com os adultos acontece o contrário. Para eles, a multiplicidade é um feitiço que os aprisionou, uma arapuca na qual nunca caíram. Eles a odeiam, mas não sabem como se libertar. Se, para os jovens, a multiplicidade tem o nome de liberdade, para os adultos, a multiplicidade tem o nome de dever. Os adultos são pássaros presos nas gaiolas do dever. A cada manhã dez mil coisas os aguardam com as suas ordens (para isso existem as agendas, lugar onde as dez mil coisas escrevem as suas ordens!). Se não forem obedecidas haverá punições. 
No crepúsculo, quando a noite se aproxima, o voo dos pássaros fica diferente. Em nada se parece com o seu voo pela manhã. Já observaram o voo das pombas no fim do dia? Elas voam numa única direção. Voltam pra casa, o ninho. As aves, ao crepúsculo, são simples. Simplicidade é isso: quando o coração busca uma coisa só.  
(...)   Na multiplicidade nos perdemos: ignoramos o nosso desejo. Movemo-nos fascinados pela sedução das dez mil coisas. Acontece que, como diz o segundo poema do Tao-Te-Ching, “as dez mil coisas aparecem e desaparecem sem cessar”. O caminho da multiplicidade é um caminho sem descanso. Cada ponto de chegada é um ponto de partida. Cada reencontro é uma despedida. É um caminho onde não existe casa ou ninho. 
(...)   O caminho da ciência e dos saberes é o caminho da multiplicidade. (...) Não há fim para as coisas que podem ser conhecidas e sabidas. O mundo dos saberes é um mundo de somas sem fim. É um caminho sem descanso para a alma. Não há saber diante do qual o coração possa dizer: “Cheguei, finalmente, ao lar”. Saberes não são lar. 
(...)   Diz o Tao-Te-Ching: “Na busca do conhecimento a cada dia se soma uma coisa. Na busca da sabedoria a cada dia se diminui uma coisa.” (...) Sabedoria é a arte de degustar. A arte de degustar, distinguir, discernir. O homem dos saberes, diante da multiplicidade, “precipita-se sobre tudo o que é possível saber, na cega avidez de querer conhecer a qualquer preço”. Mas o sábio está à procura das “coisas dignas de serem conhecidas”. (...). A sabedoria é a arte de reconhecer e degustar a alegria. Nascemos para a alegria. 
(...)   A saudade é o bolso onde a alma guarda aquilo que ela provou e aprovou. Aprovadas foram as expectativas que deram alegria. O que valeu a pena está destinado à eternidade. A saudade é o resto da eternidade refletido no rio do tempo. 
Ando pelas cavernas da minha memória. Há muitas coisas maravilhosas. Mas essas memórias, a despeito do seu tamanho, não me fazem nada. Não sinto vontade de chorar. Não sinto vontade de voltar. 
Aí eu consulto o meu bolso da saudade. Lá se encontram pedaços do meu corpo, alegrias. Observo atentamente, e nada encontro que tenhas brilho no mundo da multiplicidade. São coisas pequenas, que nem foram notadas por outras pessoas. 
Diz Guimarães Rosa que “felicidade só em raros momentos de distração...” Certo. Ela vem quando não se espera, em lugares que não se imagina. Dito por Jesus: “É como o vento: sopra onde quer, não sabe donde vem nem para onde vai...” Sabedoria é arte de provar e degustar a alegria, quando ela vem. Mas só dominam essa arte aqueles que têm a graça da simplicidade. Porque a alegria só mora nas coisas simples. (Adaptação, Rubem Alves, in Concerto para Corpo e Alma)
Está correta a seguinte afirmativa:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IPAD Órgão: SESC-PE
Q1210223 Raciocínio Lógico
André e seu pai fazem aniversário no mesmo dia. Esse ano aconteceu um fato interessante, no dia em que André completou 14 anos seu pai completou 41, ou seja, as suas idades possuem os algarismos invertidos. Se o pai viver cem anos, quantas vezes esse fenômeno ainda irá ocorrer?
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1208199 Arquitetura
Em Regionalismo Crítico: arquitetura modema e identidade cultural, Kenneth Frampton entende que o termo regionalismo crítico não pretende denotar o vernáculo como este foi, outrora, produzido espontaneamente pela interação combinada de clima, mito e artesanato, mas antes pretende identificar as “escolas regionais", cujo objetivo principal tem sido refletir os limitados elementos constitutivos nos quais se basearam.
Considerando as ideias deste autor, anteponha V (verdadeiro) ou F (falso) às assertivas sobre Regionalismo Crítico:
(   ) O regionalismo Critico deve ser entendido como prática marginal que, embora critica acerca da modernização, ainda assim se recusa abandonar os aspectos emancipatórios e progressista do legado arquitetônico moderno.
(   )O Regionalismo Critico favorece a realização da arquitetura como fato tectônico, e não como a redução do ambiente construído a uma série de episódios cenográficos desordenados.
(   ) Pode se afirmar que o Regionalismo Crítico é regional na medida em que invariavelmente enfatiza certos fatores específicos do lugar, que varia desde a topografia, vista como uma matriz tridimensional à qual a estrutura se amolda até o jogo variado da luz local que sobre ela incide.
(   )O Regionalismo Crítico tende a florescer nos interstícios culturais que, de modo ou de outro, são capazes de fugir ao cerco da investida otimizadora da civilização universal,
A sequência CORRETA, de cima para baixo:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1200868 Administração Financeira e Orçamentária
Com base na Constituição da República, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: MOVENS Órgão: Prefeitura de Manaus - AM
Q1196861 Arquitetura
De acordo com a prática de obra, ordene as etapas de acabamento para esquadrias de madeira, de 1ª à 5ª, na sequência correta em que acontece e, em seguida, assinale a opção correta.   ( ) Aplicar uma demão de massa grossa ( ) Lixar ( ) Aplicar uma demão de tinta a óleo fosca ( ) Aplicar uma demão de tinta esmalte de secagem rápida  ( ) Lixar
A sequência correta é:
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUMARC Órgão: Prefeitura de Caeté - MG
Q1196576 Português
Há “pecados” da língua que comprometem a vida social e as pretensões profissionais de qualquer cidadão. Assinale o item, cuja revisão linguística NÃO está adequada à norma culta padrão: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1186535 Arquitetura
[Dados questão anterior] "A execução de um piso de cozinha será feito com peças cerâmicas. Os tamanhos disponíveis são 9,5 x 9,5cm, 9,5 x 19,5cm, 19,5 x 19,5cm, 24,5 x 24,5cm e 24,5 x 39,5cm. Sabendo que o aplicador cobra respectivamente 30, 40, 50, 60 e 80 centavos por peça, usando a opção mais barata para a parcela de mão de obra por m² de 24,5 x 39,5 cm e a junta tenha espessura de 5mm."    
Utilizando os dados da questão anterior e admitindo que será feito rodapé de 4cm aproveitando as mesmas peças cerâmicas, sendo que cada peça original resulta em duas peças de rodapé, verifique qual opção poderá gerar o maior aproveitamento, objetivando resultar em menor área de material descartado. 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1185472 Arquitetura
A Lei do Plano Diretor nº. 6125, de 19/12/2006, adota como conceito territorial o espaço físico de domínio do município constituído pelas suas relações sócio-culturais e elementos de estruturação que compõe, EXCETO: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: FUNDATEC Órgão: CEEERS
Q1184247 Arquitetura
Verifique qual condição é necessária para pleitear o título de domínio de um imóvel através do chamado usucapião especial de imóvel urbano.     
Alternativas
Respostas
18621: A
18622: C
18623: E
18624: E
18625: E
18626: A
18627: E
18628: A
18629: B
18630: E
18631: C
18632: B
18633: C
18634: C
18635: A
18636: A
18637: D
18638: A
18639: B
18640: A