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Q3721593 Biomedicina - Análises Clínicas
Um laboratório de análises clínicas recebeu uma amostra de soro para dosagem de anticorpos. Durante o transporte, a amostra foi exposta a temperaturas extremas. A consequência dessa exposição para os resultados dos testes é representada por:
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Q3721507 Noções de Informática
No uso dos recursos do Windows 10 BR (x64) em um microcomputador Intel, um funcionário da prefeitura de Nobres está navegando em sites da internet usando o browser Microsoft Edge. Para acessar/ocultar a “Área de Trabalho”, ele deve executar um atalho de teclado. Para acessar o gerenciador de pastas e arquivos, conhecido como Explorer, ele deve executar outro atalho de teclado. Esses atalhos de teclado são, respectivamente, Tecla do logotipo do Windows e:
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Q3721506 Redes de Computadores
Atualmente, é comum a implementação de redes de computadores utilizando as modalidades cabeadas, implementadas por meio de cabos com conectores padronizados ou “wireless” sem fio. No caso da implementação cabeada, os pares de cabos usam conetores padronizados, cuja imagem e sigla estão indicadas na opção:
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Q3721505 Noções de Informática

A planilha da figura foi criada no Excel do pacote MS Office 2013 BR em um notebook Intel com Windows 10 BR (x64).


Imagem associada para resolução da questão


Em D11, foi inserida uma fórmula usando a função MAIOR que determina o maior número dentre todos nas células A9, A10, A11, A12 e A13. Em D13, foi inserida a fórmula =SE(MOD(D11;2)=0;"ROSÁRIO OESTE";"POSTO GIL").


Nessas condições, a fórmula inserida em D11 e o conteúdo mostrado na célula D13 são, respectivamente:

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Q3721504 Noções de Informática

No uso dos recursos do Powerpoint do pacote MS Office 2013 BR, um funcionário da prefeitura de Nobres encontra-se com uma apresentação de 13 slides, estando o slide de número 7 em modo de edição. Nesse contexto, foram realizados os procedimentos descritos a seguir.


I. Para fazer a apresentação a partir do slide 7, ele executou um atalho de teclado.

II. Em seguida, para fazer a apresentação dos slides a partir do começo, ele pressionou uma tecla de função específica.

III. Para finalizar, ele pressionou outra tecla de função que resultou na exibição de uma janela de diálogo com a inscrição Imagem associada para resolução da questão no canto superior esquerdo e consequente gravação e armazenamento da apresentação no hd com o nome PALESTRA.PPTX.


O atalho de teclado e as teclas de função são, respectivamente: 

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Q3721503 Noções de Informática
No uso dos recursos do Word do pacote MS Office 2013 BR (x64) em um microcomputador Intel com sistema operacional Windows 11 BR, um funcionário da prefeitura de Nobres precisa aplicar alinhamento centralizado ao título de um texto que está sendo digitado. Para isso, ele deve selecionar o título e executar um atalho de teclado ou, como alternativa, pressionar um ícone existente na “Faixa de Opções”, dentre os exibidos quando se aciona a guia “Página Inicial” na “Barra de Menu”. O atalho de teclado e o ícone são, respectivamente:
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Q3721502 Engenharia Agronômica (Agronomia)
O município de Nobres tem como uma de suas principais atividades econômicas a extração e o beneficiamento de calcário, devido à grande presença desse mineral na região. O calcário extraído de Nobres é importante para a:
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Q3721501 Geografia
Um dos elementos socioeconômicos marcantes perceptíveis no setor primário da economia do município de Nobres é a:
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Q3721500 Direito Administrativo
Gael é engenheiro agrônomo celetista em cargo científico contratado efetivo pela Petrobras S/A por meio de concurso público. Após atingir dez anos, considerando sua carga horária de plantão compatível, resolveu prestar concurso público para engenheiro ambiental organizado pelo município de Nobres/MT. Caso seja aprovado: 
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Q3721499 Legislação dos Municípios do Estado do Mato Grosso
Ao município de Nobres/MT, conforme disposto na Lei Orgânica, é vedado celebrar contrato com empresas que comprovadamente:
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Q3721498 Direito Eleitoral
Gael foi eleito prefeito de Nobres/MT e reeleito posteriormente com grande apoio popular. Liam, irmão de Gael, resolve se candidatar ao cargo de prefeito na eleição subsequente, uma vez que contará com grande apoio político. Nesse caso, a candidatura deverá ser:
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Q3721497 Matemática

Uma roda de raio de 40 cm gira 15 vezes sobre uma rua plana. Nessas condições, podemos dizer que a distância percorrida é igual a:


(Considere π = 3,14)

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Q3721496 Matemática
Em um triângulo retângulo, os catetos medem 15 cm e 20 cm. A altura relativa à hipotenusa é igual a:
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Q3721495 Matemática Financeira
Caio aplicou certa quantia por 8 meses a uma taxa de juros simples de 1,5% ao mês, obtendo um montante de R$ 9.600,00. Sabendo que o valor dos juros recebidos equivale a 25% do capital aplicado, conclui-se que o valor aplicado foi de:
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Q3721494 Matemática
Um cone circular reto tem 4 cm de raio da base e 6 cm de altura. Assim, o volume do cone, em mL, é igual a:
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Q3721493 Física
A altura, em metros, de um projétil lançado verticalmente para cima é dada por h(t) = – 5t2 + 20t + 1, onde t é medido em segundos. Dessa forma, podemos garantir que a altura máxima do projétil será:
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Q3721492 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

É possível que um país de ‘não leitores’ contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância” (6º parágrafo). A oração em destaque pode ser classificada como:
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Q3721491 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção” (4º parágrafo). Nesse trecho, a vírgula foi empregada para isolar:
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Q3721490 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

“Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral” (2º parágrafo). O conectivo em destaque tem valor:
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Q3721489 Português

Retratos de Leitura – Considerações sobre a 6ª edição da pesquisa 

Ricardo A. Fernandes


Nove anos é tempo suficiente para consolidar uma tendência iniciada em 2015: a queda no número de leitores no Brasil. Uma década atrás, eram 56% os brasileiros que, quando perguntados, haviam lido ao menos um livro, inteiro ou em partes, nos 3 meses anteriores. Caiu para 52% em 2019 e, em 2024, a sexta edição da pesquisa “Retratos de Leitura”, que deu origem a um livro lançado na última Bienal do Rio, mostra que o patamar bateu os 47%. Em nove anos, o país perdeu mais de 11 milhões de leitores. É a primeira vez, desde a primeira pesquisa realizada em 2007, que existem mais “não leitores” do que “leitores”.


Uma análise criteriosa desta diminuição deve considerar as características por região, faixa etária, nível educacional e gênero. Entretanto, seja qual for o segmento analisado, a queda é geral. Mulheres e homens, adultos e crianças, ricos e pobres, mais ou menos instruídos, no sul, nordeste, sudeste, norte ou centrooeste: todos estão lendo menos.


A situação se agravou nos últimos anos. Em 2019, as pessoas liam em média, total ou parcialmente, 2,60 livros a cada três meses. Em 2024, 2,04. Entre os leitores, a quantidade saiu de 5,04 para 4,36 livros. Ou seja: até os leitores estão lendo menos.


Neste universo de ignorância, dois aspectos chamam atenção. O primeiro é a diminuição da leitura de livros didáticos em 30% na última década. Outro ponto remete ao mundo online. Se em 2015 cerca de metade das pessoas preferia usar a internet no seu tempo livre, hoje são preocupantes 80%, enquanto apenas 20% preferem a leitura. E mais: durante a leitura, cerca de 7 em 10 pessoas entre 14 e 70 anos deixam o livro de lado para consultar mensagens no celular ou no computador. O resultado não poderia ser outro: cresceu o número de pessoas que declaram abertamente não ter paciência e não gostar de ler.


A pesquisa pode ser acessada pela internet. É possível perceber facilmente o aumento do número de leitores entre 2011 e 2015, seguida de queda, mais precisamente de 2019 em diante [...]


A iniciativa privada também pode fazer a sua parte. Com alguma criatividade e perseverança, grandes e médias editoras criariam canais de distribuição para vender livros mais baratos, que chegassem até as pessoas nos meios de transporte. Resta saber o quanto isso realmente interessa aos que comandam as organizações públicas e particulares. É possível que um país de “não leitores” contribua para aumentar o fluxo de caixa da ignorância. A ver.


Fonte: https://www.jb.com.br/brasil/2025/07/1056042-retratos-de-leituraconsideracoes-sobre-a-6-edicao-da-pesquisa.html. Excerto. Acesso em 06/07/2025.

Pelas suas características composicionais, o texto anterior é um exemplo de:
Alternativas
Respostas
4941: D
4942: A
4943: B
4944: B
4945: C
4946: D
4947: C
4948: B
4949: A
4950: D
4951: B
4952: A
4953: D
4954: X
4955: A
4956: B
4957: A
4958: C
4959: B
4960: D