Questões de Concurso
Para engenheiro químico
Foram encontradas 2.717 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
Assinale a alternativa que completa, CORRETA e respectivamente, as lacunas do texto acima.

Quantos funcionários farão, apenas, um curso?
UMA LUZ QUE CHEGOU TARDE
As lâmpadas incandescentes de 60 watts, as mais tradicionais no país, deixarão de ser fabricadas e importadas a partir de 30 de junho. As incandescentes com potência mais alta saíram do mercado no fim do ano passado. Desde então, lojas e supermercados passaram a oferecer mais opções de lâmpadas com outras tecnologias, como fluorescentes ou halógenas de LED a preços cada vez mais baixos. Revista Época. Editora Globo. p.11. 16.06.2014.
Sobre CRASE, analise os itens abaixo:
I. "...deixarão de ser fabricadas e importadas a partir de 30 de junho." - neste contexto, a crase é facultativa.
II. “...lojas e supermercados passaram a oferecer mais opções de lâmpadas..." - neste caso, não se pode crase por estar diante de verbo.
III. "...a preços cada vez mais baixos."- se o termo "preços" fosse substituído por "taxas", a crase seria obrigatória.
IV. "...as mais tradicionais no país..." - neste caso, existe a presença do artigo "as", razão por que não existe crase.
Está CORRETO, apenas, o que se afirma em
UMA LUZ QUE CHEGOU TARDE
As lâmpadas incandescentes de 60 watts, as mais tradicionais no país, deixarão de ser fabricadas e importadas a partir de 30 de junho. As incandescentes com potência mais alta saíram do mercado no fim do ano passado. Desde então, lojas e supermercados passaram a oferecer mais opções de lâmpadas com outras tecnologias, como fluorescentes ou halógenas de LED a preços cada vez mais baixos. Revista Época. Editora Globo. p.11. 16.06.2014.
Assinale a alternativa em que ambos os textos (I e II) expressam o mesmo sentido.
MÚSICA NAS ESCOLAS
A Lei nº 9.394 prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório no currículo escolar. Nossas crianças e adolescentes estão realmente precisando ter noção do que é uma boa música e conhecer o trabalho dos grandes compositores e cantores. As letras de muitas músicas de sucesso atualmente contribuem para desconstruir a cultura e a evolução dos sentimentos nobres dos nossos jovens.
Jornal do Commercio. Voz do Leitor. 04 de julho de 2014. p.11.
Sobre Acentuação, analise os itens abaixo:
I. "que a música deve ser conteúdo obrigatório no currículo escolar."
II. “ter noção do que é uma boa música...”
É CORRETO o que se afirma na alternativa
MÚSICA NAS ESCOLAS
A Lei nº 9.394 prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório no currículo escolar. Nossas crianças e adolescentes estão realmente precisando ter noção do que é uma boa música e conhecer o trabalho dos grandes compositores e cantores. As letras de muitas músicas de sucesso atualmente contribuem para desconstruir a cultura e a evolução dos sentimentos nobres dos nossos jovens.
Jornal do Commercio. Voz do Leitor. 04 de julho de 2014. p.11.
Em uma das alternativas abaixo, existe uma mensagem que NÃO foi declarada no texto 02.
Assinale-a.
MÚSICA NAS ESCOLAS
A Lei nº 9.394 prevê, entre outros pontos, que a música deve ser conteúdo obrigatório no currículo escolar. Nossas crianças e adolescentes estão realmente precisando ter noção do que é uma boa música e conhecer o trabalho dos grandes compositores e cantores. As letras de muitas músicas de sucesso atualmente contribuem para desconstruir a cultura e a evolução dos sentimentos nobres dos nossos jovens.
Jornal do Commercio. Voz do Leitor. 04 de julho de 2014. p.11.
Após a leitura do texto 02, conclui-se que
"Precisamos dar um sentido humano às nossas construções. E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu."
(Érico Veríssimo)
Observe o trecho abaixo: :
"E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso nos estiver deixando cegos..."
Sobre ele, está CORRETO o que se declara na alternativa
TEXTO 01
"Precisamos dar um sentido humano às nossas construções. E, quando o amor ao dinheiro, ao sucesso nos estiver deixando cegos, saibamos fazer pausas para olhar os lírios do campo e as aves do céu."
(Érico Veríssimo)
Lya Luft
1.§ Fala-se muito na ascensão das classes menos favorecidas, formando uma “nova classe média”, realizada por degraus que levam a outro patamar social e econômico (cultural, não ouço falar). Em teoria, seria um grande passo para reduzir a catastrófica desigualdade que aqui reina.
2.§ Porém receio que, do modo como está se realizando, seja uma ilusão que pode acabar em sérios problemas para quem mereceria coisa melhor. Todos desejam uma vida digna para os despossuídos, boa escolaridade para os iletrados, serviços públicos ótimos para a população inteira, isto é, em educação, saúde, transporte, energia elétrica, segurança, água, e tudo de que precisam cidadãos decentes.
3.§ Porém, o que vejo são multidões consumindo, estimuladas a consumir como se isso constituísse um bem em si e promovesse real crescimento do país. Compramos com os juros mais altos do mundo, pagamos os impostos mais altos do mundo e temos os serviços (saúde, comunicação, energia, transportes e outros) entre os piores do mundo. Mas palavras de ordem nos impelem a comprar, autoridades nos pedem para consumir, somos convocados a adquirir o supérfluo, até o danoso, como botar mais carros em nossas ruas atravancadas ou em nossas péssimas estradas.
4.§ Além disso, a inadimplência cresce de maneira preocupante, levando famílias que compraram seu carrinho a não ter como pagar a gasolina para tirar seu novo tesouro do pátio no fim de semana. Tesouro esse que logo vão perder, pois há meses não conseguem pagar as prestações, que ainda se estendem por anos.
5.§ Estamos enforcados em dívidas impagáveis, mas nos convidam a gastar ainda mais, de maneira impiedosa, até cruel. Em lugar de instruírem, esclarecerem, formarem uma opinião sensata e positiva, tomam novas medidas para que esse consumo insensato continue crescendo – e, como somos alienados e pouco informados, tocamos a comprar.
6.§ Sou de uma classe média em que a gente crescia com quatro ensinamentos básicos: ter seu diploma, ter sua casinha, ter sua poupança e trabalhar firme para manter e, quem sabe, expandir isso. Para garantir uma velhice independente de ajuda de filhos ou de estranhos; para deixar aos filhos algo com que pudessem começar a própria vida com dignidade.
7.§ Tais ensinamentos parecem abolidos, ultrapassadas a prudência e a cautela, pouco estimulados o desejo de crescimento firme e a construção de uma vida mais segura. Pois tudo é uma construção: a vida pessoal, a profissão, os ganhos, as relações de amor e amizade, a família, a velhice (naturalmente tudo isso sujeito a fatalidades como doença e outras, que ninguém controla). Mas, mesmo em tempos de fatalidade, ter um pouco de economia, ter uma casinha, ter um diploma, ter objetivos certamente ajuda a enfrentar seja o que for. Podemos ser derrotados, mas não estaremos jogados na cova dos leões do destino, totalmente desarmados.
8.§ Somos uma sociedade alçada na maré do consumo compulsivo, interessada em “aproveitar a vida”, seja o que isso for, e em adquirir mais e mais coisas, mesmo que inúteis, quando deveríamos estar cuidando, com muito afinco e seriedade, de melhores escolas e universidades, tecnologia mais avançada, transportes muito mais eficientes, saúde excelente, e verdadeiro crescimento do país. Mas corremos atrás de tanta conversa vã, não protegidos, mas embaixo de peneiras com grandes furos, que só um cego ou um grande tolo não vê.
9.§ A mais forte raiz de tantos dos nossos males é a falta de informação e orientação, isto é, de educação. E o melhor remédio é investir fortemente, abundantemente, decididamente, em educação: impossível repetir isso em demasia. Mas não vejo isso como nossa prioridade.
10.§ Fosse o contrário, estaríamos atentos aos nossos gastos e aquisições, mais interessados num crescimento real e sensato do que em itens desnecessários em tempos de crise. Isso não é subir de classe social: é saracotear diante de uma perigosa ladeira. Não tenho ilusão de que algo mude, mas deixo aqui meu quase solitário (e antiquado) protesto.
Revista Veja, de 06 de junho de 2012.
A expressão empregada pelo autor para expressar sua opinião é