Questões de Concurso Para professor de educação básica

Foram encontradas 4.409 questões

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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1237427 Pedagogia
A Resolução CNE/CEB n.º 04/10, que define as diretrizes gerais para a Educação Básica, ao estabelecer formas para a organização curricular, assume que o currículo se configura como o conjunto de valores e práticas que proporcionam a produção, a socialização de significados no espaço social e contribuem intensamente para a construção de identidades socioculturais dos educandos. Afirma que a transversalidade
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1235627 Geografia
Sobre o heliocentrismo, é correto afirmar que
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1229172 Pedagogia
Para introduzir o tema microrganismos com os alunos de um segundo ano do ensino fundamental, um professor decidiu acoplar um microscópio a um projetor e, na lâmina de microscopia, inserir uma gota de água obtida em um prato usado sob um vaso de planta. Inicialmente, nada podia ser observado a olho nu. No entanto, ao ligar o aparelho e focar a imagem, uma “criatura imensa, cheia de cílios, em ‘alta velocidade’, cruzou o campo de projeção” (CAMPOS; NIGRO, 2009, p. 100). Pelas características descritas, é provável que o organismo observado seja:
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1229055 Nutrição
O botulismo é causado pela ingestão da toxina botulínica produzida pelo Clostridium botulinum, uma bactéria que pode estar presente em alimentos industrializados mal processados (enlatados, conservas e embutidos, como salsichas). Essa doença
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1221157 Meio Ambiente
Nas últimas décadas, a discussão sobre a sociedade de consumo ganhou ênfase na tentativa de compreensão das mudanças ocorridas nas sociedades contemporâneas, afetando a identidade das pessoas e a construção das relações sociais. Ao se reconhecer que estilos de vida diferentes contribuem de forma diversa para a degradação ambiental, a proposta de consumo sustentável passa a permear o discurso ambientalista. Qualquer estratégia de consumo sustentável deve ter como características essenciais:
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1221011 Engenharia Ambiental e Sanitária
Para um adequado gerenciamento dos resíduos sólidos urbanos, é preciso que haja sistemas eficientes de coleta, tratamento e disposição final dos resíduos. O tratamento tem como objetivo minimizar a geração de lixo e reduzir a sua periculosidade e volume para a disposição final. Entre os processos de tratamento elencados a seguir, o mais indicado para lidar com a matéria orgânica putrescível e que pode ser realizado em residências é
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1208858 Pedagogia
Para Hoffmann, numa concepção mediadora de avaliação, a subjetividade inerente à elaboração e correção de tarefas avaliativas não é um problema, mas um elemento a trabalhar positivamente. Nesse sentido, para a autora, o momento de correção passa a existir como
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Ano: 2013 Banca: VUNESP Órgão: Prefeitura de Ribeirão Preto - SP
Q1208808 Pedagogia
Em seus estudos, Hoffmann afirma que a avaliação, na perspectiva de construção do conhecimento, parte de duas premissas básicas: confiança na possibilidade de os educandos construírem suas próprias verdades e valorização de suas manifestações. Para a autora, a avaliação é
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Q475972 Português
     Considerando-se a literatura brasileira em suas realizações maiores, de meados ao fim do século passado, vê-se que é alto o valor das obras e grande a sua diversidade. Na prosa, há que se destacar uma polarização: o intimismo dos romances de Clarice Lispector, cujos narradores tanto mergulham no fundo mesmo da pessoa quanto sondam o valor das palavras mesmas, e o modo épico-poético das páginas de Guimarães Rosa, que se rendeu à complexidade do mundo sertanejo sem abrir mão das mais ousadas invenções linguísticas. Na poesia, a fase definitivamente madura de Carlos Drummond de Andrade, em versos que vão da investigação mais profunda do sujeito até o plano das memórias longínquas, e a maturação da poesia de João Cabral de Melo Neto, mestre do poema dramático ou narrativo e senhor da linguagem disciplinada e ordenada de uma original “geometria" artística. Está nesse quarteto, possivelmente, a prova de que nossa literatura dialoga de igual para igual com outras grandes literaturas nacionais. O fato mesmo de nenhum desses autores reivindicar para si qualquer atributo de nacionalismo é sintomático: parece que já não temos vergonha de pleitear nosso quinhão do universal.

                                                                                                                             (Bolívar Gomide, inédito)

Sem indicar propriamente uma polaridade, o texto acusa uma diferença entre as fases maduras de Drummond e João Cabral:
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Q475968 Português
                                               Prólogo da terceira edição

       A primeira edição destas Memórias póstumas de Brás Cubas foi feita aos pedaços na Revista Brasileira, pelos anos de 1880. Postas mais tarde em livro, corrigi o texto em vários lugares. Agora que tive de o rever para a terceira edição, emendei alguma coisa e suprimi duas ou três dúzias de linhas.
      O que faz do meu Brás Cubas um autor particular é o que ele chama de “rabugens de pessimismo". Há na alma deste livro, por mais risonho que pareça, um sentimento amargo e áspero, que está longe de vir de seus modelos. Não digo mais para não entrar na crítica de um defunto que se pintou a si e aos outros, conforme lhe pareceu melhor e mais certo.


                                                                                                                                      Machado de Assis
                                                                      (Machado de Assis. Obra completa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1986)

Neste prólogo, há uma clara referência ao fato de que
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Q475961 Literatura
        Num país sem tradições, é compreensível que se tenha desenvolvido a ânsia de ter raízes, de aprofundar no passado a própria realidade, a fim de demonstrar a mesma dignidade histórica dos velhos países. Nesse afã, os românticos compuseram uma literatura para o passado brasileiro, estabelecendo troncos a que se pudesse filiar (...)

                                                                                                                                       (Antonio Candido)

No trecho crítico acima, há elementos que ajudam a compreender
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Q475960 Português
    (...) nesses dias descobri que, de todas as ideias que não funcionam, a mais estéril é decidir com antecedência o tema de uma crônica. Crônicas são como cogumelos, brotam onde querem, espontaneamente, e não convém colhê-las muito antes da hora nem demorar para tirá-las da terra, sob o risco de secarem e perderem o sabor.

                                                                                          (Antonio Prata. Folha de S. Paulo, 5/10/2011)

A seguinte consideração acerca do gênero crônica é compatível com a concepção que faz dela o autor do texto:
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Q475952 Pedagogia
Ao tratar de atividades realizadas com revistas, as Orientações Pedagógicas da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa estabelecem como primeira condição para o aprendizado [...] fazer do espaço escolar um lócus de circulação desse suporte, o que tem como pressuposto
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Q475947 Pedagogia
Para a gramática normativa, a língua corresponde às formas de expressão produzidas por pessoas cultas, de prestígio. Nas sociedades que têm língua escrita, é principalmente esta modalidade que funciona como modelo, acabando por representar a própria língua. Eventualmente, a restrição é ainda maior, tomando-se por representação da língua a expressão escrita elaborada literariamente. É a essa variante que se costuma chamar “norma culta” ou “variante padrão” ou “dialeto padrão”. Na verdade, em casos mais extremos, mas não raros, chega-se a considerar que esta variante é a própria língua.

(adaptado de Sírio Possenti, Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, Mercado de Letras, 1996, p.74)

À gramática normativa, a que se refere Sírio Possenti, pode ser contraposta a gramática descritiva, que
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Q475946 Pedagogia
Para a gramática normativa, a língua corresponde às formas de expressão produzidas por pessoas cultas, de prestígio. Nas sociedades que têm língua escrita, é principalmente esta modalidade que funciona como modelo, acabando por representar a própria língua. Eventualmente, a restrição é ainda maior, tomando-se por representação da língua a expressão escrita elaborada literariamente. É a essa variante que se costuma chamar “norma culta” ou “variante padrão” ou “dialeto padrão”. Na verdade, em casos mais extremos, mas não raros, chega-se a considerar que esta variante é a própria língua.

(adaptado de Sírio Possenti, Por que (não) ensinar gramática na escola. Campinas, Mercado de Letras, 1996, p.74)

Considerando o fragmento transcrito em conjunto com as diretrizes expostas na Proposta Curricular – CBC da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa, é correto afirmar que a escola tem como tarefa ensinar
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Q475945 Pedagogia
Um enunciado ou um texto nunca é somente uma informação: nele estão envolvidos processos de subjetivação, de argumentação, de construção do real. Em outras palavras, todo uso que se faz da linguagem é ideológico; logo, as informações que recebemos – inclusive as do domínio jornalístico – não são uma simples reprodução do real.

As afirmações acima transcritas, retiradas das Orientações Pedagógicas da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa, implicam o reconhecimento de que
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Q475943 Português
      Existe uma história, talvez apócrifa, do ilustre biólogo britânico J. B. S. Haldane, quando se encontrava na companhia de um grupo de teólogos. Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido: “Uma predileção desmesurada por besouros."

(G. Evelyn Hutchinson, citado por Stephen Jay Gould, Dinossauro no palheiro, S.Paulo, Cia. das Letras, 1997, p.453)

“Uma predileção desmesurada por besouros."

A frase de Haldane, dada em resposta à pergunta feita pelos teólogos, pode ser vista corretamente como
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Q475942 Português
                                                        O que é uma espécie? 

     Se você visitar o Parque Provincial de Algonquin, em Ontário, Canadá, poderá ouvir os uivos solitários dos lobos e, com um pouco de sorte, observará ao menos de relance uma alcateia correndo, ao longe, através da floresta. Mas quando chegar em casa todo contente por ter avistado aqueles animais, qual a espécie de lobo você dirá ter encontrado? Se for tirar a dúvida com dois ou três cientistas, talvez ouça diferentes respostas. Pode até acontecer de um deles ficar em dúvida e lhe dizer que se trata dessa ou daquela espécie.
     É surpreendente ver o quanto os cientistas vêm debatendo para chegar a um consenso sobre algo tão simples e decidir se esse ou aquele grupo de organismos constitui ou não uma espécie. Talvez isso se deva ao latim, que deu nomes às espécies, carregados de uma certeza absoluta, levando o público a pensar que as regras são muito simples. 
     Charles Darwin se divertia com essa questão. "É engraçado ver como diferentes ideias se manifestam nas diferentes mentes dos naturalistas, quando eles falam em 'espécies' ", escreveu em 1856. "Tudo isso resulta da tentativa de definir o indefinível." As espécies, de acordo com Darwin, nunca foram entidades fixas que surgiram quando da criação. Elas evoluíram. Cada grupo de organismos que chamamos de espécie surgiu como uma variedade a partir de espécies mais antigas. Com o passar do tempo, a seleção natural os transformou, enquanto se adaptavam ao ambiente. Entretanto outras variedades se tornaram extintas. Uma variedade antiga, no final, torna-se completamente diferente de todos os outros organismos - e isso é o que entendemos como uma espécie em si. "Eu vejo o termo 'espécie' como um conceito arbitrário, cunhado apenas por mera conveniência, para designar um grupo de indivíduos muito semelhantes entre si", disse Darwin. 

(Fragmento adaptado de Carl Zimmer, Scientific American Brasil, edição 111, agosto de 2011, http://www2.uol.com.br/sciam/aula_aberta/o_ que_e_uma_especie_html) 


      Existe uma história, talvez apócrifa, do ilustre biólogo britânico J. B. S. Haldane, quando se encontrava na companhia de um grupo de teólogos. Ao ser perguntado o que se poderia concluir da natureza do Criador pelo estudo de sua criação, Haldane teria respondido: “Uma predileção desmesurada por besouros."


(G. Evelyn Hutchinson, citado por Stephen Jay Gould, Dinossauro no palheiro, S.Paulo, Cia. das Letras, 1997, p.453)

Da leitura conjunta dos textos é possível fazer a seguinte inferência:
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Q475936 Português
Texto para a  questão.

     Num texto narrativo, o leitor é obrigado a optar o tempo todo. Na verdade, essa obrigação de optar existe até mesmo no nível da frase individual – pelo menos sempre que esta contém um verbo transitivo. Quando a pessoa que fala está prestes a concluir a frase, nós como leitores ou ouvintes fazemos uma aposta (embora inconscientemente): prevemos sua escolha ou nos perguntamos qual será sua escolha (pelo menos no caso de frases de impacto como “Ontem à noite no campo-santo do presbitério eu vi...").

(Umberto Eco. Seis passeios pelos bosques da ficção. S.Paulo: Cia. das Letras, 2010. p. 12)

“Ontem à noite no campo-santo do presbitério eu vi..."

Tendo em vista as estratégias de organização do discurso argumentativo, como expostas nas Orientações Pedagógicas da SEE/MG para o ensino de Língua Portuguesa, é correto afirmar que, ao inserir em seu texto o segmento acima transcrito, Umberto Eco se vale da
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Q475935 Português
Texto para a  questão.

     Num texto narrativo, o leitor é obrigado a optar o tempo todo. Na verdade, essa obrigação de optar existe até mesmo no nível da frase individual – pelo menos sempre que esta contém um verbo transitivo. Quando a pessoa que fala está prestes a concluir a frase, nós como leitores ou ouvintes fazemos uma aposta (embora inconscientemente): prevemos sua escolha ou nos perguntamos qual será sua escolha (pelo menos no caso de frases de impacto como “Ontem à noite no campo-santo do presbitério eu vi...").

(Umberto Eco. Seis passeios pelos bosques da ficção. S.Paulo: Cia. das Letras, 2010. p. 12)

Os segmentos tomados ao próprio texto de Umberto Eco em que o autor emprega um verbo como transitivo direto e outro como bitransitivo são, respectivamente:
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Respostas
4321: B
4322: C
4323: E
4324: B
4325: C
4326: C
4327: D
4328: B
4329: A
4330: B
4331: A
4332: C
4333: D
4334: D
4335: B
4336: D
4337: D
4338: B
4339: D
4340: A