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Q3406876 Direito Eleitoral
A Lei da Ficha Limpa, Lei Complementar nº 135/2010, estabelece critérios mais rigorosos para a elegibilidade de candidatos, impedindo a participação de indivíduos que tenham condenações por determinados crimes, tornando-se uma importante medida para promover a ética e a probidade na política brasileira. Assinale a alternativa que está de acordo com a Lei da Ficha Limpa (Lei Complementar nº 135/2010):
Alternativas
Q3406870 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV

É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado

A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico.
Em relação ao sinal indicativo de crase, é correto afirmar que esta é:
Alternativas
Q3406867 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

As Viagens de Marco Polo: a verdadeira história do livro do século XIV

É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Esta e outras questões igualmente válidas lançam dúvidas sobre a confiabilidade dos relatos de Marco Polo (1254-1324), desde que o livro As Viagens de Marco Polo se tornou um best-seller, no século XIV.
A obra foi traduzida para dezenas de idiomas, copiada à mão em incontáveis manuscritos e era disponível em qualquer local sofisticado da Europa.
O livro de Marco Polo é o primeiro relato europeu sobre a Rota da Seda. Suas histórias são repletas de maravilhas, especiarias, ouro e pedras preciosas.
Elas também descrevem hábitos extravagantes e fascinantes estratégias de guerra. Tudo isso faz com que a leitura do relato de viagem seja um verdadeiro prazer — mas também, em parte, algo "difícil de acreditar", como observou um copista particularmente escrupuloso ao lado da sua cópia.
Mas não é preciso ser tão cético. Atualmente, setecentos anos após a morte de Marco Polo, no dia 8 de janeiro de 1324, podemos dizer com bastante certeza de que o famoso comerciante, explorador, escritor e antropólogo autodidata veneziano, de fato, viu um unicórnio — ou, pelo menos, não teria mentido a respeito.
"Veneza era a Nova York do mundo da época", segundo o historiador italiano Pieralvise Zorzi. Sua família tem raízes que remontam aos tempos de Marco Polo e mais além.
A cidade era uma metrópole multicultural e receptiva — um centro comercial vibrante que conectava o Ocidente ao Oriente e onde a única religião verdadeira era o comércio. E a família Polo se destacou nesta atividade.
O pai de Marco Polo, Niccolò, e seu tio, Matteo, tinham um palácio muito próximo onde hoje fica o apartamento de Zorzi no Grande Canal de Veneza.
Eles também mantinham escritórios em Istambul, na Turquia, mas sua perspicácia os levou a fechá-los pouco antes que os gregos tomassem a cidade e expulsassem os venezianos.
Niccolò e Matteo Polo venderam tudo na hora certa e saíram para o Oriente, em busca de novos mercados. Eles comercializaram seda, especiarias, pedras preciosas e a cobiçada glândula de um pequeno animal, o veado-almiscareiro, usada no preparo de perfumes.
Eles voltaram a Veneza depois de alguns anos e, na sua segunda viagem à China, em 1271, levaram Marco Polo, então com dezessete anos de idade.
Segundo o relato de Marco Polo, eles viajaram por três anos ao longo da Rota da Seda, a partir de Israel. Eles cruzaram o Oriente Médio e boa parte da Ásia Central, até a corte do imperador mongol Kublai Khan, neto de Gengis Khan, em Pequim, na China.
Os viajantes passaram cerca de vinte anos na China, negociando e trabalhando como uma espécie de embaixadores do governo local.
A família Polo voltou à Europa via Sumatra e ilhas Andaman, no Oceano Índico. Eles contornaram a Índia pelo mar até chegar ao Iêmen, Istambul e, finalmente, Veneza.
Quando os três comerciantes chegaram, Marco Polo estava na casa dos quarenta anos. A lenda conta que, quando eles bateram à porta do seu palácio, o servo perguntou quem era e eles responderam: os donos.
Mas, um ano depois, Marco Polo foi preso. Ele foi capturado pelos genoveses em uma das batalhas entre as cidades marítimas rivais de Veneza e Gênova.
Na prisão, ele teve a sorte de conhecer o escritor e editor Rustichello de Pisa, que percebeu o potencial literário do relato de Marco Polo sobre um mundo que, na época, era bastante desconhecido dos europeus. Eles, então, escreveram a história.
O livro foi um sucesso. O texto era tão envolvente que foi copiado inúmeras vezes e traduzido para diversos idiomas.
E quanto ao unicórnio?
Marco Polo explicou que seu chifre é grosso e preto. Sua cabeça parece a de um javali selvagem, ele está sempre olhando para baixo e adora a lama.
"Ele é muito feio e não se parece em nada com o que imaginamos, nem com uma criatura que pudesse ser embalada por uma mulher virgem, pelo contrário", escreveu ele.
Marco Polo realmente viu esse animal. Era o que hoje chamamos de rinoceronte.

https://www.bbc.com/portuguese/articles/c8v2zrnqpe4o. Adaptado

É possível confiar em um homem que afirma ter visto um unicórnio na ilha de Sumatra, na Indonésia?
Diante das informações apresentadas sobre Marco Polo e suas viagens, avalie as afirmações abaixo e assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3271112 Noções de Informática
Assinale a alternativa que apresenta a descrição da função de um workspace no Power BI.
Alternativas
Q3271111 Segurança da Informação
Assinale a alternativa que apresenta a prática eficaz para proteger um computador (impedindo a infecção) contra vírus e outros tipos de malware.
Alternativas
Q3271110 Noções de Informática
No Windows 11, o componente (recurso) utilizado principalmente para navegar, organizar e gerenciar arquivos e pastas é denominado
Alternativas
Q3271109 Redes de Computadores
O conjunto de diretrizes que determinam como os pacotes de dados são formatados, endereçados, transmitidos, roteados e recebidos na rede recebe o nome de
Alternativas
Q3271108 Arquitetura de Computadores
Assinale a alternativa que apresenta o componente responsável pela realização de cálculos e de processar instruções no computador.
Alternativas
Q3271107 Raciocínio Lógico
Em uma reunião com 58 pessoas, o número máximo de pessoas que podem sair de modo a garantir que pelo menos 5 das pessoas restantes nasceram no mesmo mês do ano é de
Alternativas
Q3271106 Matemática
Ao selecionar um dos anagramas da palavra COSTELA ao acaso, a probabilidade de que o anagrama comece e termine com uma vogal é de
Alternativas
Q3271105 Matemática
Em uma sala, 20 crianças desenharam joaninhas em seus cadernos. Todos os meninos desenharam joaninhas com 7 pintinhas, enquanto todas as meninas desenharam joaninhas com 11 pintinhas. Considerando que no total foram contadas 192 pintinhas, a porcentagem de meninos na sala é de
Alternativas
Q3271104 Raciocínio Lógico
George desenhou 42 corações para Amanda, sua namorada. Ele pintou o primeiro coração de verde, o segundo de azul, o terceiro de vermelho, o quarto de rosa e o quinto de amarelo, e continuou repetindo essa sequência de cores. Com base nessa informação, é correto afirmar que a cor do último coração é
Alternativas
Q3271103 Raciocínio Lógico
Assinale a alternativa que apresenta a negação da proposição “Se Pedro usa óculos, então Mateus é daltônico”.
Alternativas
Q3271102 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Conclui-se do texto que
Alternativas
Q3271101 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a(s) classe(s) gramatical(is) em que estão empregadas as seguintes palavras no texto: “comunicação” (linha 2), “agravante” (linha 11) e “isolamento” (linha 11).
Alternativas
Q3271100 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Nas linhas 2 e 11, o sinal de dois-pontos introduz
Alternativas
Q3271099 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
Entende-se do primeiro parágrafo do texto que
Alternativas
Q3271098 Português
Texto para a questão.


Eduardo G. Losso. Multidão conectada. Revista Cult (com adaptações).
No texto, a palavra “cativo” (linha 26) tem o mesmo significado de
Alternativas
Q3271097 Português

Texto para a questão.



National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?

Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações). 

De acordo com o texto, a Global Footprint Network explica que ‘Uma região em déficit ecológico satisfaz a demanda importando, liquidando seus próprios bens ecológicos (como a pesca excessiva) e/ou emitindo dióxido de carbono na atmosfera’ (linhas 18-20). Com essa citação, o autor do texto busca
Alternativas
Q3271096 Português

Texto para a questão.



National Geographic Brasil. O que é o Dia de Sobrecarga da Terra e como ele é calculado?

Internet:< https://www.nationalgeographicbrasil.com> (com adaptações). 

A oração “Como a organização ressalta” (linha 21) veicula ideia de
Alternativas
Respostas
861: A
862: C
863: D
864: E
865: C
866: A
867: D
868: B
869: D
870: C
871: A
872: B
873: E
874: E
875: C
876: D
877: B
878: D
879: C
880: A