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Q3390704 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
Para Stanley Coopersmith, crianças com baixa autoestima costumam apresentar
Alternativas
Q3390703 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão

Autoestima: óbvio demais

    A questão da autoestima foi muito bem estudada por Stanley Coopersmith, que desenvolveu inúmeros trabalhos sobre o desenvolvimento humano, referindo-se a ela como “o valor que o indivíduo atribui a si mesmo”. Coopersmith iniciou sua investigação com uma amostra de meninos de 10 anos e seguiu-os até o início da vida adulta. Dividiu sua amostra em três grupos, que denominou de autoestima “alta”, “média” e “baixa”, verificando que os primeiros demonstravam possuir opinião extremamente positiva sobre si mesmos e sobre suas habilidades, apresentando-se confiantes, envolventes e pouco se importando com críticas negativas. Os de média autoestima apresentavam algumas dessas qualidades, mas eram menos seguros, mais conformistas e mais ansiosos quanto à sua relação social. Os de baixa autoestima formavam um grupo triste, isolado, inseguro e extremamente sensível às críticas, com tendência a apresentar baixo rendimento escolar.
    O que os tornava uns diferentes dos outros em relação à autoestima que possuíam ligava-se sempre aos lares de onde provinham. Os que tinham crescido entre pais que os consideravam interessantes, que demonstravam respeito por sua opinião, animando-os à curiosidade, mostravam excelente grau de confiança e serena capacidade de adaptação aos desafios, que se opunham aos crescidos em lares amargamente críticos, com limites disciplinares rígidos e padrões disciplinares irregulares. A autoestima, e isso é óbvio demais, não se atém a características biológicas ou a padrões materiais com que se cerca o crescimento, e sim à educação que se ministra.
(Celso Antunes. Novas maneiras de ensinar, novas formas de aprender, 2002. Adaptado)
De acordo com o texto, o que mais leva ao desenvolvimento da autoestima nas crianças é 
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Q3390702 Português
Assinale a alternativa em que as frases da mesma matéria, reescritas, obedecem à norma-padrão de concordância verbal e/ou nominal.
Alternativas
Q3390701 Português
Leia as frases retiradas de matéria publicada em O Estado de S.Paulo e assinale a alternativa em que o emprego do sinal indicativo de crase está de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3390700 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Assinale a alternativa em que a palavra em destaque expressa ideia de inclusão.
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Q3390699 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

Segundo o neurologista Eduardo J. Custódio e a SBP,
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Q3390698 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

A respeito da exposição das crianças às telas, o autor do texto afirma que
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Q3390697 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


    Uma pesquisa do Centro Regional de Estudos para o Desenvolvimento da Sociedade da Informação, divulgada em fevereiro, mostra que a porcentagem de crianças brasileiras com celular cresceu. Em 2015, 3% dos pequenos de 0 a 2 anos, 6% dos de 3 a 5 anos e 18% dos de 6 a 8 anos possuíam um aparelho próprio. Em 2024, esses indicadores alcançaram 5%, 20% e 36%, respectivamente.

    O celular, porém, é a pior tela para as crianças, segundo especialistas. Diferentemente do computador ou da televisão, ele concentra a atenção dos pequenos por mais horas e exige maior esforço dos músculos oculares. Além disso, o uso dos smartphones costuma ter menor controle dos pais, facilitando a exposição a matérias impróprias.

    “Esse tempo demasiado conectado traz consequências. A mais grave é a alteração na socialização e no desenvolvimento infantil. Muitas crianças passam a perder a oportunidade de uma série de experiências de vida que são importantes para o seu desenvolvimento por ficarem excessivamente no celular”, ressalta Eduardo Jorge Custódio, neurologista pediátrico da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

     De acordo com a SBP, o uso do celular está associado a atrasos no desenvolvimento da fala e da linguagem em bebês que ficam passivamente expostos à tela por períodos prolongados. Também pode atrasar o desenvolvimento dos cinco sentidos – visão, audição, olfato, paladar e tato – na infância.

(O Estado de S.Paulo, 08.03.2025. Adaptado)

De acordo com as informações do texto, em 2024, em relação ao ano de 2015, a porcentagem das crianças brasileiras com celular próprio, na idade de
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Q3390696 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


Levando-se em consideração o emprego e a colocação pronominal, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, os espaços, de acordo com a norma-padrão.
Alternativas
Q3390695 Português

Leia a tira a seguir para responder a questão: 


Considerando a linguagem verbal e a não verbal, é correto afirmar:
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Q3288637 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

“AS PESSOAS AINDA NÃO FORAM TERMINADAS...”

(Rubens Alves)


       As diferenças entre um sábio e um cientista? São muitas e não posso dizer todas. Só algumas.

      O sábio conhece com a boca, o cientista, com a cabeça. Aquilo que o sábio conhece tem sabor, é comida, conhecimento corporal. O corpo gosta. A palavra “sapio”, em latim, quer dizer “eu degusto”... O sábio é um cozinheiro que faz pratos saborosos com o que a vida oferece. O saber do sábio dá alegria, razões para viver. Já o que o cientista oferece não tem gosto, não mexe com o corpo, não dá razões para viver. O cientista retruca: “Não tem gosto, mas tem poder”... É verdade. O sábio ensina coisas do amor. O cientista, do poder.

     Para o cientista, o silêncio é o espaço da ignorância. Nele não mora saber algum; é um vazio que nada diz. Para o sábio o silêncio é o tempo da escuta, quando se ouve uma melodia que faz chorar, como disse Fernando Pessoa num dos seus poemas. Roland Barthes, já velho, confessou que abandonara os saberes faláveis e se dedicava, no seu momento crepuscular, aos sabores inefáveis.

     Outra diferença é que para ser cientista há de se estudar muito, enquanto para ser sábio não é preciso estudar. Um dos aforismos do Tao-Te-Ching diz o seguinte: “Na busca dos saberes, cada dia alguma coisa é acrescentada. Na busca da sabedoria, cada dia alguma coisa é abandonada”. O cientista soma. O sábio subtrai.

     Riobaldo, ao que me consta, não tinha diploma. E, não obstante, era sábio. Vejam só o que ele disse: “O senhor mire e veja: o mais importante e bonito do mundo é isto: que as pessoas não estão sempre iguais, ainda não foram terminadas — mas que elas vão sempre mudando...”

     É só por causa dessa sabedoria que há educadores. A educação acontece enquanto as pessoas vão mudando, para que não deixem de mudar. Se as pessoas estivessem prontas não haveria lugar para a educação. O educador ajuda os outros a irem mudando no tempo. (...) Parece que, ao nos criar, o Criador cometeu um erro (ou nos pregou uma peça!): deu-nos um DNA incompleto. E porque nosso DNA é incompleto somos condenados a pensar. Pensar para quê? Para inventar a vida! É por isso, porque nosso DNA é incompleto, que inventamos poesia, culinária, música, ciência, arquitetura, jardins, religiões, esses mundos a que se dá o nome de cultura.

    Pra isso existem os educadores: para cumprir o dito do Riobaldo... Uma escola é um caldeirão de bruxas que o educador vai mexendo para “desigualizar” as pessoas e fazer outros mundos nascerem…


(Revista Educação, edição 125) 
Qual é a função sintática do termo sublinhado na frase: "O sábio conhece com a boca"?
Alternativas
Q3288631 Pedagogia
No contexto das Políticas Públicas voltadas à Primeira Infância, é fundamental que os profissionais da Educação Infantil compreendam as diretrizes que norteiam o atendimento integral à criança. Considerando esse aspecto, qual ação está alinhada às políticas públicas vigentes para garantir o desenvolvimento pleno da criança na creche?
Alternativas
Q3288630 Pedagogia
Durante o horário do recreio, uma criança tropeça e sofre uma queda brusca no pátio, resultando em um corte profundo no joelho com sangramento ativo e sinais de dor intensa. Considerando os protocolos de primeiros socorros, a conduta imediata do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil é:
Alternativas
Q3288629 Pedagogia
De acordo com as responsabilidades e limites de cargo, assinale a alternativa que apresenta a ação CORRETA do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil em relação a uma criança de 03 anos que apresenta irritabilidade recorrente, choro frequente e dificuldade para interagir com os colegas.
Alternativas
Q3288628 Pedagogia
Assinale a alternativa que apresenta uma ação CORRETA do Auxiliar de Desenvolvimento Infantil para garantir a adaptação e a inclusão de uma criança com deficiência visual na rotina escolar.
Alternativas
Q3288627 Pedagogia
Para promover tanto o bem-estar físico quanto o fortalecimento socioemocional em ambientes organizados que equilibram liberdade de descoberta e segurança, permitindo o aprendizado por meio do brincar, é fundamental a adoção de medidas como:
Alternativas
Q3288626 Pedagogia
Considerando as disposições fundamentais do Estatuto da Criança e do Adolescente sobre o direito à educação e ao desenvolvimento integral, analise as afirmativas abaixo.

I. As crianças devem ter acesso prioritário a ambientes que promovam segurança, bem-estar e condições adequadas de aprendizagem.
II. A efetivação do direito à educação pode ser flexibilizada de acordo com a disponibilidade financeira da instituição, priorizando-se vagas para aqueles que apresentarem melhor rendimento.
III. O desenvolvimento integral implica a colaboração entre Estado, família e comunidade, garantindo oportunidades de crescimento físico, intelectual e moral.
IV.O dever do profissional é zelar pela individualidade das crianças, ainda que seja facultativa a adoção de princípios de igualdade nos espaços educativos.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3288625 Pedagogia
A interação entre família e escola na Educação Infantil impacta diretamente o desenvolvimento infantil e a adaptação ao ambiente escolar. Nesse contexto, a abordagem que favorece a relação da família com o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil, é:
Alternativas
Q3288624 Pedagogia
Leia a situação hipotética abaixo.

No Centro Municipal de Educação Infantil Clarisse Lispector as crianças de quatro anos exibem forte domínio motor em brincadeiras de correr e pular, contudo revelam pouco interesse em jogos simbólicos ou narrativas de histórias. Ao mesmo tempo, demonstram baixa participação em atividades de faz de conta e criação literária, indicando um descompasso entre o avanço físico e o desenvolvimento socioemocional.

Diante desse cenário, considerando as fases do desenvolvimento cognitivo, motor e socioafetivo, é CORRETO
Alternativas
Q3288623 Pedagogia
O impacto da tecnologia no desenvolvimento infantil é um tema amplamente debatido na Educação Infantil. Diante disso, o Auxiliar de Desenvolvimento Infantil deve adotar práticas que contemplem a:
Alternativas
Respostas
381: E
382: C
383: D
384: A
385: E
386: B
387: C
388: E
389: B
390: D
391: D
392: C
393: C
394: A
395: B
396: C
397: A
398: B
399: D
400: C