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A linguística é o estudo científico das línguas naturais e humanas e se divide em áreas que estudam os vários aspectos da linguagem. Estudos linguísticos sobre as línguas de sinais demonstram que
De acordo com a Lei n.10.436 de 24/04/2002 e Quadros e Karnopp (2004), a Libras deve ser entendida como
Vários aspectos históricos e sociais contribuíram para o desenvolvimento da Libras no Brasil, dentre esses destaca- se:
De acordo com a Lei Federal n.10.436, de 24/04/2002, a Libras deve ser ensinada como parte integrante dos Parâmetros Curriculares Nacionais – PCN, conforme legislação vigente. Segundo o Decreto Federal n.5.626, de 22/12/2005, a língua portuguesa deve ser ensinada
Segundo o Decreto n.5.626, de 22/12/2005, a Libras deve ser inserida como disciplina curricular obrigatória
O Art. 58 do Capítulo IV do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prescreve que “no processo educacional respeitar-se-ão os valores culturais, artísticos e históricos próprios do contexto social da criança e do adolescente, garantindo-se a estes a liberdade da criação e o acesso às fontes de cultura”.
Em Goiás, o Conselho Estadual de Educação, pela Resolução n.07/2006, estabelece normas e parâmetros para a educação inclusiva e educação especial no sistema educativo. Nesta resolução, estão inscritas atribuições para o instrutor de Libras, as quais levam ao cumprimento do Art. do ECA, supracitado. Nesse sentido, as atribuições do instrutor conferidas pela Resolução n.07/2006 são:
O processo de modernização agrícola no Sudoeste Goiano ocorreu de forma desigual e concentrada. Entre os fatores que explicam essa modernização são citados, frequentemente, aqueles de ordem ambiental, com destaque para
Leia o texto a seguir para responder às questões de 01 a 06.
LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No trecho: “Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa”, o lançamento de estampas e inscrições é
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Ao falar da versão espanhola do produto, o autor do texto pretende mostrar que
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a consideração de que a história publicada tem boa qualidade é atestada pelo
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
No texto, a palavra “exemplares” aparece entre aspas porque
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
Um dos motivos pelos quais o escritor japonês quis publicar uma história de horror num rolo de papel higiênico está relacionado
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LITERATURA PARA CURTIR NO BANHEIRO
O escritor japonês Koji Suzuki, autor da trilogia O Chamado, conseguiu que uma marca de papel higiênico no Japão publicasse uma de suas histórias de horror. Intitulado Drop, o conto fala de uma superstição japonesa sobre espíritos que habitam vasos sanitários. Cada rolo terá o conto impresso repetidas vezes. O representante da marca de papéis Hayashi Paper Corp não vê nada de anormal no lançamento, com a diferença que se pode ler uma boa história antes de usar o papel. Embora a empresa já tenha lançado outros tipos de papel com estampas e inscrições, é a primeira vez que o lançam com uma história impressa. Cerca de mil “exemplares” estão à venda em lojas, supermercados e pela internet. A ideia, no entanto, não é nova. Na versão espanhola do produto, já foram impressos trechos de literatura, teatro, poesia e até salmos da Bíblia.
Literatura para curtir no banheiro. Língua Portuguesa. S. Paulo: Segmento, Ano 4. n. 47. set. 2009. p. 9. Vírgulas.(Adaptado)
O principal objetivo do texto é
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.
De 1984 a 2010
No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".
Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.
A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.
O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.
E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.
Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".
O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.
Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.
Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.
Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.
Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.
Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.
O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.
PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.
Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.
No livro 1984, George Orwell mostra como uma sociedade oligárquica coletivista é capaz de reprimir qualquer um que se opuser a ela. Tal sociedade controla não só a economia, mas a mente e o coração das pessoas. A frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” pode ser assim explicada:
Leia o texto abaixo para responder às questões de 01 a 04.
De 1984 a 2010
No romance "1984", de George Orwell, o personagem principal trabalha alterando os arquivos históricos para moldar as consciências para o bom convívio social. Chegamos à época em que essa distopia (contrário de utopia) virou realidade. Só que, desta vez, pelas mãos dos herdeiros dos projetos utópicos "mais bem-intencionados".
Porém, antes, um reparo. A política é um mal necessário, mas existem formas e formas de política. A minha pode ser entendida como uma política herdada de autores como Isaiah Berlin, filósofo e historiador das ideias do século 20, judeu nascido em Riga, Letônia, radicado na Inglaterra. Em matéria de política, prefiro sempre os britânicos aos franceses ou alemães. Tal como ele diz em seu recém-publicado no Brasil "Idéias Políticas na Era Romântica" (Cia. das Letras), prefiro a liberdade à felicidade.
A felicidade se declina no plural, porque os valores são conflitantes e não acredito em nenhuma forma de resolver essas diferenças. A melhor sociedade é a sociedade na qual ninguém tem razão (ninguém sabe a verdade definitiva sobre o bem e o mal), mas um número significativo de pessoas consegue conviver razoavelmente, mesmo sem saber a verdade sobre o bem e o mal.
O furor coletivo de "verdades do bem" deve ser mantido sob controle rígido assim como delírios de um serial killer numa noite de calor insuportável. A sociedade é o lugar do apenas tolerável.
E a profecia de Orwell? Todo mundo já tinha ouvido falar que na China o governo estaria alterando os livros de história das escolas para que a Revolução Cultural Chinesa (uma das maiores monstruosidades cometidas na história da humanidade) desaparecesse da memória das gerações mais jovens. Vale lembrar que muitas das pessoas que entre nós se preparam para assumir o governo concordavam com aquelas atrocidades: matar, saquear, sequestrar gente inocente.
Mas o que dizer de países democráticos como o Canadá? Recentemente, estudantes e professores "amantes da liberdade" quase lincharam uma intelectual americana, Ann Coulter, e impediram que ela falasse numa universidade. Não ouvi nenhum dos intelectuais de plantão defendê-la. Era de esperar que muitas mulheres do mundo das letras não o fizessem, uma vez que ela é loira e gostosa, pecados imperdoáveis para intelectuais feias e azedas. A causa da fúria da "comunidade intelectual" da universidade no Canadá era porque essa loira conservadora é conhecida por não rezar na cartilha dos opressores "do bem".
O Canadá é um dos países mais totalitários no que se refere à repressão ao uso livre da linguagem e à crítica aos costumes da nova casta fascista que empesteia o mundo.
Lá, de repente, você pode ser preso porque usou uma palavra que esta casta julga inapropriada. Toda vez que estamos diante do controle oficial da língua, estamos diante de um regime opressor.
Mas fiquemos em nossa cozinha e deixemos os canadenses afogados em seu fascismo do detalhe.
Outro dia vi na mão de uma colega uma foto do "novo Saci". Tiraram o cachimbo da boca do Saci. Eu, que sou um amante de cachimbos e charutos cubanos (e viva la Revolución!!), me senti diretamente afetado. Meu irmão de fé, o Saci, está sendo reprimido. A ideia é que, com cachimbo, ele é um mau exemplo para as crianças. Imagino que esses caras acham que bom exemplo é mulher vestida de homem coçando o saco.
Outro caso recente é a perseguição a velhas cantigas de roda e histórias infantis. Por exemplo, o "atirei o pau no gato" deve virar "não atire o pau no gato" para que as crianças não cresçam espancando gatos por aí. O fascismo "verde" chega ao ponto de tirar das crianças uma música divertida para torná-las defensoras dos gatos.
Lembro-me de meninas na minha infância que cantavam essas músicas e ainda assim choravam quando os meninos ensaiavam torturar pequenos animais só para vê-las chorar e assim chegar perto delas. Como era bom jogar baratas mortas no lanche das meninas só para ver elas pularem deliciosamente das suas cadeiras em lágrimas.
O Lobo Mau não pode mais ser mau e comer a vovozinha da Chapeuzinho Vermelho. Muito menos o Caçador pode salvá-la, porque estaria estimulando às meninas sonharem com príncipes encantados. O novo fascismo quer que os lobos sejam bonzinhos (pobres lobos) e que as meninas não sonhem com caçadores que as protejam (coitadas). Sim, 1984 é agora.
PONDÉ, Luiz Felipe. De 1984 a 2010. In: Folha de S. Paulo. 5 abr. 2010.
Considere a frase conclusiva “Sim, 1984 é agora” do texto de Pondé para responder às questões 01 e 02.
Considerando que o romance 1984 de Orwell foi publicado em 1949, a constatação final, “Sim, 1984 é agora”, produz uma ironia por meio de
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se:
Assim como as palavras usadas nas línguas orais, os sinais, na LIBRAS, podem sofrer alterações decorrentes das necessidades comunicativas da geração que os utiliza.
Na LIBRAS, há verbos específicos para expressar tempo e modo, favorecendo a escrita em segunda língua.
Os verbos ir, viajar e avisar são verbos com concordância.
A LIBRAS possui variações linguísticas, como sotaque, itens lexicais e gírias próprios de cada região, tal como na língua portuguesa.