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A busca por assumir as diferenças e o empoderamento como forma de preservar a identidade da pessoa com deficiência é uma forma de combater a vulnerabilidade criada socialmente, podendo criar ativos que axuliam na superação e administração de situações que as impeçam de progredir.
É necessário pontuar que, na perspectiva conceitual da inclusão escolar, o termo integração consiste em algo com significado diferente da forma como foi utilizado por Paulo Freire em suas abordagens.
Alunos surdos e com deficiência auditiva, por apresentarem maiores dificuldades em realizar anotações, ou até mesmo durante o uso dos dispositivos adicionais, acabam se tornando dependentes do professor intérprete de LIBRAS, que faz essas atividades por eles.
A nomenclatura "Pessoa com Deficiência" não é algo novo, porém, para se compreender sua origem, é preciso revisar diretrizes históricas da legislação nacional e internacional, que acabam conceituando as pessoas com deficiência como "indivíduos de capacidade reduzida", "excepcionais" e tantos outros termos.
Na Língua Portuguesa, fazemos o uso de intensificadores como "muito", "pouco", e contamos com o acréscimos de sufixos nos adjetivos para designar quantidades e/ou intensidade. Já na LIBRAS, o "muito" também é usado, mas não conta com as configurações das mãos para que seu efeito seja notado na oração.
O Tadoma, um dos tipos de comunicação utilizados por pessoas surdocegas, acontece por meio de toques realizados nas costas da pessoa surdocega, por exemplo, podendo ser realizado em outras partes sensíveis do corpo também.
Tanto na LIBRAS quanto na Língua Portuguesa utilizamos os fonemas como unidade mínima para a formação das palavras, pois a comunicação ocorre mesma forma.
A partir do momento em que os sistemas de ensino universalizam o acesso, mas continuam excluindo os indivíduos e os grupos considerados fora dos padrões homogeneizadores da escola, o processo de democratização da educação evidencia o paradoxo inclusão/exclusão, apresentando características comuns nos processos e segregação e integração que pressupõem a seleção, naturalizando o fracasso escolar.
No Antendimento Educacional Especialidado, o professor intérprete de LIBRAS precisa ter seu trabalho sempre articulado ao do professor da sala de aula comum, visando também à disponibilidade de serviços, recursos pedagógicos e acessibilidades que promovam a participação do auno nas atividades escolares.
O professor intérprete de LIBRAS atua como mediador dentro da sala da aula, transmitindo os conteúdos diretamente ao aluno surdo. Dessa forma, o professor regular é isolado do processo educacional, não participando das relações de inclusão do aluno surdo no meio educacional.
O Corpus de Libras é o que inclui o inventário da LIBRAS, constituindo um instrumento de identificação, reconhecimento, valorização e promoção da Lingua Brasileira de Sinais no contexto da Linguística.
A gestão escolar tem a gestão pedagógica como pilar fundamental, pois é nela que o diretor atua como peça-chave para o pleno funcionamento do planejamento escolar.
Cabe ao profissional intérprete de LIBRAS realizar a interpretação da língua falada para a língua sinalizada e vice-versa, observando-se alguns aspectos: confiabilidade, parcialidade e discrição.
No eixo da linearidade, a LIBRAS apresenta uma combinação sequencial de vários elementos, além das sequências que compõem os sinais e as orações, porém sem uma sequência linear, com suspensões e movimentos.
As Diretrizes Operacionais da Educação Especial para o Atendimento Educacional Especializado são regulamentadas pelas normas estabelecidas em 2005. Esse tipo de atendimento tem como objetivo promover a formação, a autonomia e a independência do aluno, tanto dentro quanto fora da escola.
Foi somente no final do século XIX e início do século XX que os grupos formados por deficientes de diversas categorias, incluindo os surdos, passaram a participar de forma mais intensa nos movimentos em busca de seu espaço nas camadas sociais.
(_) o sistema educacional inclusivo não precisa ser implementado em todos os níveis de ensino; (_) não é obrigatório institucionalizar o atendimento educacional especializado para garantir igualdade de condições; (_) a oferta de educação bilíngue, em Libras como primeira língua, é uma diretriz a ser seguida.
I. Crianças, adolescentes, mulheres e idosos com deficiência são considerados especialmente vulneráveis e merecem proteção adicional. II. A deficiência não afeta a plena capacidade civil da pessoa, garantindo-lhe o direito de casar-se, exercer direitos sexuais e reprodutivos, decidir sobre o número de filhos, conservar sua fertilidade, ter acesso à família e convivência familiar, bem como exercer direitos de guarda, tutela, curatela e adoção em igualdade de oportunidades. III. É dever de todos comunicar à autoridade competente qualquer forma de ameaça ou violação aos direitos da pessoa com deficiência. IV. As pessoas com deficiência são incapazes de realizar certas tarefas ou alcançar certos objetivos. Portanto, são totalmente dependentes de outras pessoas para realizar atividades cotidianas.
Estão CORRETOS: