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Texto para a questão.
Mulher, 24 anos de idade, sem comorbidades, procurou atendimento após achado incidental de massa na cauda do pâncreas, identificada em ultrassonografia de rotina. Foi realizada tomografia de abdome para complementação diagnóstica, apresentada a seguir:

Laudo: lesão expansiva localizada na cauda do pâncreas, medindo cerca de 9 cm com contornos bem definidos e cápsula aparente. A lesão apresenta áreas sólidas e císticas em seu interior, além de calcificações periféricas. Observa-se realce discreto a moderado das porções sólidas nas fases arterial e portal, após a administração do contraste iodado


Texto para a questão.
Homem, 59 anos de idade, hipertenso controlado, apresenta há 6 meses epigastralgia e perda ponderal de 13 kg no período (peso prévio 75 kg). Pontuação pela escala de desempenho do Eastern Cooperative Oncology Group (ECOG) 1. Realizou investigação, sendo encontrada, na endoscopia digestiva alta, lesão úlcero-infiltrativa, iniciando 4 cm abaixo da transição esofagogástrica e comprometendo até o antro proximal, lesão friável e com redução da distensibilidade gástrica. Piloro e duodeno livres de neoplasia. A biópsia revelou adenocarcinoma gástrico tipo difuso de Lauren, com células em anel de sinete. A tomografia computadorizada de abdome pode ser visualizada nas imagens a seguir:





Texto para a questão.
Homem, 65 anos de idade, sem comorbidades, em estado geral regular, com perda ponderal de 10 kg nos últimos três meses. Refere dor abdominal com irradiação dorsal. Evoluiu com icterícia, colúria e acolia fecal. Submetido à CPRE, com colocação de prótese biliar plástica, encontra-se, atualmente, anictérico. Dosagem de CA 19-9: 1.250 U/mL (valor de referência: até 37 U/mL). A tomografia computadorizada de abdome é mostrada na imagem a seguir:
Laudo: lesão sólida infiltrativa em processo uncinado do pâncreas, com envolvimento vascular da artéria e veia mesentérica superiores, em menos do que 180°, sem sinais de trombose. Tronco celíaco e seus ramos livres de acometimento tumoral.

Texto para a questão.
Após 12 meses de incômodo abdominal inespecífico, seguido de aumento do volume abdominal nos últimos 3 meses, mulher de 67 anos de idade realizou endoscopia digestiva alta que evidenciou abaulamento subepitelial de aproximadamente 7 cm junto à grande curvatura gástrica; as biópsias foram inespecíficas. A ecoendoscopia revelou uma massa predominantemente extra-gástrica e a punção coletou material cujo exame patológico revelou neoplasia fusocelular, com 10 mitoses por 50 campos de alta potência. A imunohistoquímica mostrou actina de músculo liso positiva, DOG-1 positivo, CD117 positivo.
No estadiamento, a tomografia computadorizada mostrou grande massa tumoral junto à grande curvatura gástrica, sem sinais inequívocos de invasão de estruturas adjacentes. Não havia indícios de carcinomatose ou metástase hepática, pulmonar ou óssea.

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Homem, 51 anos de idade, tabagista, com queixas de refluxo de longa data e disfagia progressiva há 4 meses, foi encaminhado para avaliação. Refere perda de 10% do seu peso habitual (86 kg anteriormente, para 77 kg no momento). Realizou os seguintes exames:

Endoscopia digestiva alta: no terço distal do esôfago, a cerca de 36 cm da ADS, nota-se lesão vegetante, circunferencial, friável e estenosante, que impede a passagem do aparelho convencional (9,8 mm). Biópsia: adenocarcinoma moderadamente diferenciado.

Tomografia de tórax e abdome: espessamento parietal do esôfago distal/transição esofagogástrica com pequenos linfonodos regionais, suspeitos para doença neoplásica. Linfonodos proeminentes no ligamento hepatogástrico e hilo hepático, medindo até 1,4 x 1,0 cm, suspeitos.

PET-CT com 18F-FDG: hipercaptação na região do esôfago distal e em linfonodos regionais.
Texto para a questão.
Homem, 51 anos de idade, tabagista, com queixas de refluxo de longa data e disfagia progressiva há 4 meses, foi encaminhado para avaliação. Refere perda de 10% do seu peso habitual (86 kg anteriormente, para 77 kg no momento). Realizou os seguintes exames:

Endoscopia digestiva alta: no terço distal do esôfago, a cerca de 36 cm da ADS, nota-se lesão vegetante, circunferencial, friável e estenosante, que impede a passagem do aparelho convencional (9,8 mm). Biópsia: adenocarcinoma moderadamente diferenciado.

Tomografia de tórax e abdome: espessamento parietal do esôfago distal/transição esofagogástrica com pequenos linfonodos regionais, suspeitos para doença neoplásica. Linfonodos proeminentes no ligamento hepatogástrico e hilo hepático, medindo até 1,4 x 1,0 cm, suspeitos.

PET-CT com 18F-FDG: hipercaptação na região do esôfago distal e em linfonodos regionais.


Homem, 62 anos de idade, com hipertensão arterial sistêmica apresenta-se com quadro de dor torácica intensa e súbita, com síncope no local. Encontra-se hipertenso no momento do exame no pronto socorro. Realizado a radiografia a seguir:



