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Q3819874 Medicina
Criança de 7 anos é trazida ao pronto-socorro após colapso súbito durante uma partida de futebol. Chega inconsciente, sem respiração e sem pulso palpável. Monitor cardíaco é conectado e mostra ritmo de taquicardia ventricular sem pulso (TVSP). Enquanto a equipe ventila com bolsa-válvula-máscara e oxigênio a 100%, a compressão torácica é iniciada. Após 2 minutos de reanimação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, o ritmo continua sendo taquicardia ventricular sem pulso.

Nesse momento, segundo as Diretrizes de Reanimação Cardiopulmonar Pediátrica da Sociedade Brasileira de Pediatria, qual a próxima conduta indicada?
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Q3819873 Medicina
Recém-nascido, sexo feminino, idade gestacional de 39 semanas, parto cesáreo por sofrimento fetal agudo. Ao nascimento, o recém-nascido está flácido, não respira e apresenta coloração cianótica. É posicionada sob fonte de calor, seca e estimulada, sem melhora. Iniciada ventilação com pressão positiva (VPP) em ar ambiente (FiO2 21%) com máscara bem ajustada. Após 30 segundos de VPP eficaz, observa-se: frequência cardíaca: 50 bpm; saturação pré-ductal: 68%; expansão torácica visível.

Considerando o quadro clínico apresentado e as Diretrizes de Reanimação Neonatal da Sociedade Brasileira de Pediatria, a próxima conduta a ser realizada é
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Q3819832 Nutrição
Paciente do sexo masculino, de 64 anos, com choque séptico secundário a pneumonia, encontra-se em ventilação mecânica há 48 horas, sob uso de noradrenalina 0,08 µg/kg/min, PAM de 68 mmHg e débito urinário de 0,6 mL/kg/h. Evolui com glicemia capilar estável, sem acidose, e já apresenta trânsito intestinal presente à ausculta.

De acordo com as Diretrizes da Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral (BRASPEN) de 2024, qual deve ser a conduta nutricional inicial apropriada para esse paciente crítico?
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Q3819831 Medicina
De acordo com as recomendações da AMIB e os critérios de Berlim para SDRA, é indicada a ventilação mecânica protetora isolada (sem necessidade imediata de manobras de recrutamento ou estratégias avançadas) como tratamento inicial da síndrome do desconforto respiratório agudo (SDRA) quando houver SDRA
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Q3819830 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, previamente hígido, é admitido na UTI com cefaleia holocraniana há doze horas, seguida de instalação súbita de disartria e fraqueza à direita. Relata ausência de trauma, febre ou perda de consciência. Tem histórico de hipertensão arterial controlada e dislipidemia mista. Não faz uso de anticoagulantes ou drogas ilícitas. Ao exame físico: PA: 152 × 88 mmHg; FC: 84 bpm; SatO2: 97%; temp: 36,8 °C. Escala de NIHSS: 5 (disartria, hemiparesia leve direita). Sem sopros carotídeos, com bulhas rítmicas, sem sinais de insuficiência cardíaca. Exames complementares: TC de crânio sem contraste: normal; angioTC: sem oclusão de grandes vasos; RM com difusão: isquemia aguda em topografia cortical do lobo parietal esquerdo; ecocardiograma transtorácico e doppler de carótidas: sem alterações significativas; holter 24 horas: ritmo sinusal, sem fibrilação atrial.

Diante do quadro e dos achados iniciais, é correto afirmar que o diagnóstico sindrômico de acidente vascular cerebral (AVC) associado é o de AVC
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Q3819829 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, de 52 anos, IMC igual a 41 kg/m2, portador de diabetes mellitus tipo 2, em uso de semaglutida 2,4 mg/semana há três meses e rosuvastatina 20 mg/dia, é admitido na UTI com dor epigástrica intensa irradiada para dorso, taquipneia e oligúria há dezoito horas. Relata náuseas e vômitos persistentes, sem etilismo recente há 32 horas. Ao exame físico: PA: 88 × 54 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 32 irpm; SpO2 91% em O2 nasal: 3 L/min; T: 38,7 °C. Abdome distendido, doloroso difusamente, sem defesa peritoneal franca. Exames laboratoriais iniciais: leucócitos: 22.300/mm3; amilase: 1.040 U/L; lipase: 1.350 U/L; creatinina: 2,2 mg/dL (prévia: 0,9 mg/dL); lactato: 3,8 mmol/L; PCR: 42 mg/dL; triglicerídeos: 210 mg/dL; AST/ALT: discretamente elevadas; pH: 7,28; HCO3: 18; PaO2: 62 mmHg; FiO2: 0,4. TC de abdome com contraste mostrado a seguir:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Em relação à abordagem intensiva e às decisões terapêuticas nesse caso, assinale a alternativa que apresenta corretamente a conduta adequada.
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Q3819828 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo masculino, de 52 anos, IMC igual a 41 kg/m2, portador de diabetes mellitus tipo 2, em uso de semaglutida 2,4 mg/semana há três meses e rosuvastatina 20 mg/dia, é admitido na UTI com dor epigástrica intensa irradiada para dorso, taquipneia e oligúria há dezoito horas. Relata náuseas e vômitos persistentes, sem etilismo recente há 32 horas. Ao exame físico: PA: 88 × 54 mmHg; FC: 124 bpm; FR: 32 irpm; SpO2 91% em O2 nasal: 3 L/min; T: 38,7 °C. Abdome distendido, doloroso difusamente, sem defesa peritoneal franca. Exames laboratoriais iniciais: leucócitos: 22.300/mm3; amilase: 1.040 U/L; lipase: 1.350 U/L; creatinina: 2,2 mg/dL (prévia: 0,9 mg/dL); lactato: 3,8 mmol/L; PCR: 42 mg/dL; triglicerídeos: 210 mg/dL; AST/ALT: discretamente elevadas; pH: 7,28; HCO3: 18; PaO2: 62 mmHg; FiO2: 0,4. TC de abdome com contraste mostrado a seguir:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Considerando o quadro clínico, qual mecanismo fisiopatológico explica as correlações clínicas nesse paciente?
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Q3819827 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 76 anos, portadora de hipertensão arterial e diabetes mellitus do tipo 2, é admitida na UTI por dispneia intensa e edema agudo de pulmão. O ecocardiograma à beira do leito mostra fração de ejeção do ventrículo esquerdo (FEVE) de 60%, hipertrofia concêntrica e átrio esquerdo dilatado. A monitorização invasiva com cateter de artéria pulmonar evidencia:

•  pressão capilar pulmonar de oclusão (PCP): 26 mmHg;
•  pressão arterial pulmonar média (PAPm): 35 mmHg;
•  índice cardíaco (IC): 2,2 L/min/m2;
•  pressão venosa central (PVC): 12 mmHg;
•  resistência vascular sistêmica (RVS): 1.700 dinas/seg/cm5.

Apesar da congestão, a paciente mantém lactato sérico de 1,6 mmol/L e saturação venosa central (ScvO2) de 70%.
Com base na fisiopatologia micro-hemodinâmica da ICFEP descompensada, assinale a alternativa correta.
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Q3819826 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
Paciente evolui com piora súbita da dispneia, uso de musculatura acessória e aumento do trabalho respiratório, apresentando gasometria arterial inicial de pH igual a 7,28 e PaCO2 igual a 58 mmHg, além de dessaturação ao ar ambiente. Está consciente, cooperativo e sem contraindicações formais para suporte ventilatório.

Qual é a intervenção inicial recomendada na UTI para manejo da exacerbação aguda desse paciente?
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Q3819825 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente de 72 anos, do sexo masculino, ex-tabagista de 40 anos-maço, encontra-se internado na UTI por piora aguda da dispneia em contexto de infecção respiratória. Relata que, há cerca de cinco anos, apresenta dispneia progressiva, tosse crônica produtiva com escarro esbranquiçado e limitação funcional importante, com acentuada piora no último ano. Teve duas exacerbações no último ano, uma delas tratada com corticoide oral, sem necessidade de internação prévia. Na UTI, o exame físico revela expiração prolongada, roncos difusos e leve cianose labial. A espirometria prévia confirma DPOC obstrutiva grave e mostra: VEF1: 40% do previsto; VEF1/CVF: < 0,7. Escalas de avaliação antes da internação: mMRC: 3, CAT: 18.
De acordo com a classificação GOLD 2025, considerando sintomas e risco de exacerbações, esse paciente deve ser enquadrado no grupo
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Q3819824 Medicina
Durante a internação em UTI, o reconhecimento de padrões cognitivos e motores prévios é essencial para o diagnóstico diferencial de delirium.

Considerando uma doença neurodegenerativa que cursa com flutuações cognitivas marcantes, alucinações visuais recorrentes e parkinsonismo, assinale a alternativa que descreve corretamente suas bases fisiopatológicas e manifestações clínicas.
Alternativas
Q3819823 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 62 anos, portadora de diabetes mellitus do tipo 2 há quinze anos, com histórico de hipertensão arterial e dislipidemia, comparece ao pronto-socorro com fraqueza progressiva, náuseas e sonolência nas últimas 24 horas. Refere poliúria intensa há dias e ingestão hídrica aumentada. Em uso domiciliar de metformina 2.000 mg/dia; dapagliflozina 10 mg/dia; linagliptina 5 mg/dia; losartana 100 mg/dia e rosuvastatina 20 mg/dia. Ao exame: sonolenta, desidratada, PA: 92 × 60 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 28 irpm, SpO2: 96% em ar ambiente. Ritmo cardíaco regular, sopro sistólico em foco aórtico +/6+, murmúrio vesicular presente com discreta diminuição em bases pulmonares. Exames complementares: glicemia: 488 mg/dL; pH: 7,12; HCO3: 10 mEq/L; lactato: 1,8 mmol/L; Na+: 134 mEq/L; K+: 4,9 mEq/L. Osmolaridade plasmática: 314 mOsm/kg. Cetonas séricas: fortemente positivas.
A conduta inicial prioritária na UTI deve incluir
Alternativas
Q3819822 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 62 anos, portadora de diabetes mellitus do tipo 2 há quinze anos, com histórico de hipertensão arterial e dislipidemia, comparece ao pronto-socorro com fraqueza progressiva, náuseas e sonolência nas últimas 24 horas. Refere poliúria intensa há dias e ingestão hídrica aumentada. Em uso domiciliar de metformina 2.000 mg/dia; dapagliflozina 10 mg/dia; linagliptina 5 mg/dia; losartana 100 mg/dia e rosuvastatina 20 mg/dia. Ao exame: sonolenta, desidratada, PA: 92 × 60 mmHg, FC: 122 bpm, FR: 28 irpm, SpO2: 96% em ar ambiente. Ritmo cardíaco regular, sopro sistólico em foco aórtico +/6+, murmúrio vesicular presente com discreta diminuição em bases pulmonares. Exames complementares: glicemia: 488 mg/dL; pH: 7,12; HCO3: 10 mEq/L; lactato: 1,8 mmol/L; Na+: 134 mEq/L; K+: 4,9 mEq/L. Osmolaridade plasmática: 314 mOsm/kg. Cetonas séricas: fortemente positivas.
O diagnóstico associado ao quadro clínico é
Alternativas
Q3819821 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 12 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico com nefrite lúpica classe IV confirmada há seis meses, é internada na UTI pediátrica com febre alta, hipotensão, confusão mental e pancitopenia. Os exames laboratoriais mostram: Hb: 8,1 g/dL; leucócitos: 1.800/mm3; plaquetas: 60.000/mm3; ferritina: 12.000 ng/mL; triglicerídeos: 450 mg/dL; fibrinogênio: 90 mg/dL. A PCR está moderadamente aumentada, e as culturas são negativas.
Qual é a conduta terapêutica inicial correta nesse contexto?
Alternativas
Q3819820 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 12 anos, portadora de lúpus eritematoso sistêmico com nefrite lúpica classe IV confirmada há seis meses, é internada na UTI pediátrica com febre alta, hipotensão, confusão mental e pancitopenia. Os exames laboratoriais mostram: Hb: 8,1 g/dL; leucócitos: 1.800/mm3; plaquetas: 60.000/mm3; ferritina: 12.000 ng/mL; triglicerídeos: 450 mg/dL; fibrinogênio: 90 mg/dL. A PCR está moderadamente aumentada, e as culturas são negativas.
Considerando o quadro clínico e laboratorial, qual é o diagnóstico relacionado ao quadro agudo?
Alternativas
Q3819819 Medicina
Paciente do sexo masculino, de 58 anos, portador de diabetes mellitus do tipo 2, dislipidemia e doença arterial coronariana, é admitido no pronto-socorro com cefaleia intensa, turvação visual e dispneia súbita há dois horas. Ao exame físico: PA: 220 × 130 mmHg, FC: 96 bpm, SpO2: 94% em ar ambiente, crepitações bibasais e B3 audível. A gasometria arterial demostra hipoxemia leve, e a radiografia de tórax é mostrada a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Com base no quadro clínico, é correto afirmar que o diagnóstico e a conduta inicial são, correta e respectivamente: 
Alternativas
Q3819818 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 65 anos, portadora de hipertensão arterial e dislipidemia mista, chega à sala de emergência com história de dor torácica há três horas, sem fatores de piora. Nega irradiação. Realizou eletrocardiograma mostrado a seguir, com troponina ultrassensível elevada:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a abordagem terapêutica inicial conforme diretrizes?
Alternativas
Q3819817 Medicina
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 65 anos, portadora de hipertensão arterial e dislipidemia mista, chega à sala de emergência com história de dor torácica há três horas, sem fatores de piora. Nega irradiação. Realizou eletrocardiograma mostrado a seguir, com troponina ultrassensível elevada:

(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a estratégia correta de estratificação de risco na sala de emergência para orientar conduta invasiva?
Alternativas
Q3819816 Medicina
Paciente do sexo feminino, de 72 anos, portadora de nefropatia diabética com disfunção renal grave (clearance de creatinina de 14 mL/min/1,73 m2) e insuficiência cardíaca de classe funcional II (NYHA), apresenta dor torácica atípica há uma semana, irradiada para dorso, com melhora em posição sentada e piora ao decúbito. Refere febre baixa e cansaço progressivo na chegada à UPA. Ao exame físico: PA: 110 × 68 mmHg, FC: 98 bpm, bulhas normofonéticas com atrito pericárdico audível, sem sopros, ausculta pulmonar limpa. Exames laboratoriais iniciais: ureia: 198 mg/dL; creatinina: 4,8 mg/dL; potássio: 4,9 mEq/L; troponina levemente aumentada, sem elevação dinâmica. Realizou o eletrocardiograma mostrado a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Diante do quadro clínico, a estratégia terapêutica correta é
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Q3819815 Radiologia
Analise o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente do sexo feminino, de 78 anos, portadora de fibrilação atrial crônica, em uso irregular de anticoagulante oral (apixabana 2,5 mg duas vezes ao dia), é admitida na UTI com dor abdominal intensa e difusa há oito horas, desproporcional aos achados do exame físico. Relata náuseas e evacuação de fezes com sangue escuro há doze horas. Ao exame físico: pressão arterial: 90 × 60 mmHg, FC: > 112 bpm, abdome flácido, sem sinais de irritação peritoneal, mas com dor difusa à palpação. Exames laboratoriais iniciais: lactato sérico: 6,1 mmol/L; leucócitos: 19.000/mm3. Gasometria: pH: 7,28; bicarbonato: 16 mEq/L.
Qual é o exame de escolha para confirmar o diagnóstico nesse contexto?
Alternativas
Respostas
5421: C
5422: B
5423: C
5424: B
5425: D
5426: B
5427: B
5428: C
5429: A
5430: C
5431: E
5432: C
5433: E
5434: B
5435: B
5436: B
5437: E
5438: A
5439: C
5440: A