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Q3820479 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Mesmo após tratamento otimizado, o paciente evolui com rebaixamento do nível de consciência e bradipneia, necessitando intubação orotraqueal (IOT). Após IOT e ventilação mecânica, as pressões de pico estão elevadas (> 50 cmH2O), e o capnograma mostra hipercapnia persistente (PaCO2: 70 mmHg), com auto-PEEP visível. O ventilador está em volume controlado, VC: 6 mL/kg; FR: 20 irpm; PEEP: 8 cmH2O; FiO2: 60%.

Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
Alternativas
Q3820478 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Homem, 34 anos de idade, portador de asma desde a infância, chega à emergência com dispneia intensa, fala entrecortada e uso evidente de musculatura acessória. Relata início do quadro há cerca de 3 horas, sem melhora após várias nebulizações domiciliares com salbutamol. Ao exame físico: PA: 135 × 85 mmHg; FC: 128 bpm; FR: 36 irpm; SpO2: 88% em ar ambiente. Murmúrio vesicular muito reduzido bilateralmente, com sibilos difusos e fala monossilábica. Gasometria arterial: pH: 7,33; PaCO2: 47 mmHg; PaO2: 62 mmHg; HCO3: 23. Após três nebulizações sequenciais com β2-agonista e ipratrópio, permanece com dispneia grave, uso de musculatura acessória e dificuldade para falar.
Qual deve ser a conduta imediata e prioritária nesse momento?
Alternativas
Q3820477 Medicina
Na reanimação cardiorespiratória pediátrica (RCP) com ritmo não chocável (assistolia/atividade elétrica sem pulso), qual sequência de prioridades e medicação representa o manejo inicial conforme as diretrizes?
Alternativas
Q3820476 Medicina
Segundo as diretrizes da Global Initiative for Asthma (GINA), qual achado clínico indica intubação orotraqueal imediata na crise asmática?
Alternativas
Q3820475 Medicina
Paciente do sexo feminino, 45 anos de idade, em uso de sertralina por transtorno depressivo e amiodarona por antecedente de extrassitolia ventricular, chega ao pronto antedimento com história de síncope há 10 minuto, apresentando PA: 110 × 70 mmHg e SatO2: 96% aa. Realizou-se o eletrocardiograma a seguir:
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Qual é a conduta nesse caso?
Alternativas
Q3820474 Medicina
Paciente do sexo masculino, 35 anos de idade, politrauma, com traumatismo crânio encefálico grave, chega à sala de emergência trazido pelo serviço de resgate com escala de coma de Glasgow de 5, com pupilas anisocóricas e hipertensão intracraniana (PIC = 28 mmHg) no monitor, associado a PA: 150 × 90 mmHg e FC: 122 bpm.

Qual é a intervenção terapêutica imediata?
Alternativas
Q3820473 Medicina
Sobre o tratamento do choque anafilático, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3820472 Medicina
Sobre a arritmia evidenciada no eletrocardiograma de repouso a seguir, assinale a alternativa correta.
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Alternativas
Q3820471 Medicina
Paciente de 67 anos de idade, portadora de DPOC e diabetes mellitus tipo 2, comparece à consulta de revisão após alta hospitalar por pneumonia adquirida na comunidade. Encontra-se clinicamente estável, em seguimento ambulatorial, e relata calendário vacinal incompleto.

Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
Alternativas
Q3820470 Medicina
Paciente de 54 anos de idade, com história de febre, cefaleia intensa, vômitos e rebaixamento do nível de consciência há 24h. Glasgow 11; FC: 118 bpm; PA: 86 × 54 mmHg; Tax: 38,6 ºC; petéquias em tronco. SpO2: 96% em O2. Realizou-se a tomografia de crânio a seguir:
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Qual é a prioridade terapêutica inicial?
Alternativas
Q3820469 Medicina
Paciente de 10 anos de idade, antecedente de diagnóstico de diabetes mellitus tipo 1 há 2 anos, chega à sala de emergência com história contada pelos pais de vômitos, dor abdominal e sonolência progressiva de inicio há 18h. Ao exame fisico: FC: 138 bpm, PA: 94/62 mmHg, FR: 32 irpm, com padrão de respiração de Kussmaul, SpO2: 97%, Glasgow 14, perfusão lentificada.
O paciente apresentava exames laboratoriais: gasometria arterial: pH: 7,08; PaCO2: 20; HCO3 : 6; AG: 28. Glicemia: 456 mg/dL. Na+ corrigido: 134 mEq/L. K+: 4,8 mEq/L. Cetose positiva. Lactato: 2,0.
As medidas iniciais foram realizadas com hidratação e insulina endovenosa, porém a criança evolui 4h depois com rebaixamento do nível de consciência, para Glasgow 10, antecedido de cefaleia intensa, sem hipotensão ou convulsão, porém com bradicardia relativa (FC: 92 bpm).
Quais são o diagnóstico da complicação e a conduta imediata?
Alternativas
Q3820468 Medicina
Em um paciente com hiponatremia grave (Na < 120 mEq/L), qual sequência fisiopatológica e diagnóstica orienta a conduta inicial segundo as diretrizes?
Alternativas
Q3820467 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, de 16 anos de idade, há 6 dias com febre, com melhora há 24 h, associada a cefaleia, sonolência, sangramento gengival, mialgia, vômitos, dor abdominal intermitente e tontura ao levantar, chega à UPA. Ao exame físico: PA: 100 × 66 mmHg; FC: 112 bpm; abdome com hepatomegalia 2 cm; dor à palpação em FID, sem sinais de irritação peritoneal. Petéquias discretas, prova do laço positiva. Exames complementares iniciais: Ht: 44% (prévio 38% há 48 h); Hb: 13,8 g/dL; plaquetas: 58.000/mm3; leucócitos: 3.100/mm3; Na+: 132 mEq/L; K+: 3,6; Cr: 0,8; TGO/ TGP: 68/74 U/L. Albumina: 3,1 g/dL. Ultrassom: discreto derrame pleural direito e traço de líquido livre em fossa ilíaca direita.
O paciente persiste com baixo débito urinário, perfusão periférica diminuída e hipoperfusão.

Qual é a estratégia imediata de fluidoterapia?
Alternativas
Q3820466 Medicina
Leia o caso clínico a seguir para responder à questão:


Paciente, sexo masculino, de 16 anos de idade, há 6 dias com febre, com melhora há 24 h, associada a cefaleia, sonolência, sangramento gengival, mialgia, vômitos, dor abdominal intermitente e tontura ao levantar, chega à UPA. Ao exame físico: PA: 100 × 66 mmHg; FC: 112 bpm; abdome com hepatomegalia 2 cm; dor à palpação em FID, sem sinais de irritação peritoneal. Petéquias discretas, prova do laço positiva. Exames complementares iniciais: Ht: 44% (prévio 38% há 48 h); Hb: 13,8 g/dL; plaquetas: 58.000/mm3; leucócitos: 3.100/mm3; Na+: 132 mEq/L; K+: 3,6; Cr: 0,8; TGO/ TGP: 68/74 U/L. Albumina: 3,1 g/dL. Ultrassom: discreto derrame pleural direito e traço de líquido livre em fossa ilíaca direita.
Qual é a hipótese diagnóstica associada ao caso clínico?
Alternativas
Q3820465 Medicina
Em emergência hipertensiva com lesão de órgão-alvo, qual meta inicial de redução pressórica é adequada?
Alternativas
Q3820464 Medicina
Em pacientes com SDRA moderada a grave em ventilação mecânica invasiva, qual estratégia ventilatória está mais associada à redução de mortalidade segundo as diretrizes?
Alternativas
Q3820463 Medicina
Paciente do sexo masculino, 72 anos de idade, extabagista, DPOC (GOLD II), chega ao pronto-socorro com febre, tosse purulenta, dispneia progressiva e confusão mental. Ao exame físico: PA: 82 × 50 mmHg; FC: 118 bpm; FR: 28 irpm; SpO2: 90% com cateter 3 L/min; T: 38,7 ºC; tempo de enchimento capilar de 5 s; extremidades frias. Na abordagem terapêutica inicial, o paciente recebeu ringer lactato (2.100 mL EV) em 45 minutos e antibioticoterapia de amplo espectro (piperacilina-tazobactam 4,5 g EV).

Porém, após a reposição volêmica, o paciente apresenta PA: 86 × 52 mmHg; FC: 116 bpm; saturação venosa de O2: 61%; lactato: 4,6 mmol/L (antes 4,9). Gasometria venosa: pH: 7,31; PvCO2: 46 mmHg; HCO3: 22 mEq/L. Creatinina: 2,2 mg/dL (baseline 1,0); bilirrubinas normais; leucócitos: 17.800/mm3; PCR: 22 mg/dL. Realizou-se a radiografia de tórax a seguir:
Imagem associada para resolução da questão (Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)

Qual é a intervenção hemodinâmica apropriada nesse momento?
Alternativas
Q3820412 Medicina
Homem de 65 anos, sem comorbidades graves, independente para atividades da vida diária, comparece em consulta de rotina. Refere estar em bom estado de saúde, sem sintomas urinários ou ósseos. Em exames de rotina, teve PSA dosado com valor de 3,2ng/mL, valor que se manteve inalterado após 6 meses da primeira dosagem.
Em discussão com seu médico, e considerando as recomendações atuais sobre o rastreamento do câncer de próstata, optou-se pela realização de ressonância da próstata para complementar o diagnóstico.
Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3820411 Medicina
Homem de 32 anos procura atendimento por quadro de dor abdominal difusa, em cólica, associada a diarreia intermitente há 6 meses. Refere piora após períodos de estresse e melhora parcial após evacuação. Nega perda ponderal significativa, febre, hematoquezia ou manifestações extraintestinais.
Exames laboratoriais (hemograma, função renal, eletrólitos, provas de função hepática), PCR e VHS encontram-se dentro da normalidade. A tomografia de abdome não mostrou alterações relevantes. Calprotectina fecal: negativa.
Diante do quadro clínico e dos exames apresentados, qual é a conduta indicada nesse momento?
Alternativas
Q3820410 Medicina
Paciente, 39 anos, com diagnóstico de depressão maior, em seguimento ambulatorial há 3 anos, já utilizou dois antidepressivos de classes diferentes em doses terapêuticas adequadas, obtendo apenas resposta parcial. Atualmente, encontra-se em uso de duloxetina, 120 mg/dia, e lítio, 900 mg/dia, mantendo melhora de cerca de 40% dos sintomas, porém, ainda apresenta anedonia, fadiga marcante e prejuízo funcional no trabalho.
Diante da persistência de sintomas e considerando-se a disponibilidade da esketamina intranasal (Spravato®) no Brasil, qual é a conduta correta para o caso?
Alternativas
Respostas
5081: B
5082: C
5083: B
5084: C
5085: C
5086: A
5087: C
5088: C
5089: C
5090: B
5091: A
5092: C
5093: B
5094: C
5095: A
5096: E
5097: B
5098: D
5099: D
5100: B