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Qual deve ser o ajuste ventilatório inicial para reduzir o risco de barotrauma e hiperdistensão dinâmica nesse paciente?
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização) Qual é a conduta nesse caso?
Qual é a intervenção terapêutica imediata?
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização) Considerando seu perfil clínico e o risco de complicações respiratórias e infecciosas, qual deve ser a prioridade em relação à vacinação para proteção contra desfechos graves segundo o calendário vacinal do adulto?
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a prioridade terapêutica inicial?
O paciente apresentava exames laboratoriais: gasometria arterial: pH: 7,08; PaCO2: 20; HCO3– : 6; AG: 28. Glicemia: 456 mg/dL. Na+ corrigido: 134 mEq/L. K+: 4,8 mEq/L. Cetose positiva. Lactato: 2,0.
As medidas iniciais foram realizadas com hidratação e insulina endovenosa, porém a criança evolui 4h depois com rebaixamento do nível de consciência, para Glasgow 10, antecedido de cefaleia intensa, sem hipotensão ou convulsão, porém com bradicardia relativa (FC: 92 bpm).
Quais são o diagnóstico da complicação e a conduta imediata?
Qual é a estratégia imediata de fluidoterapia?
Porém, após a reposição volêmica, o paciente apresenta PA: 86 × 52 mmHg; FC: 116 bpm; saturação venosa de O2: 61%; lactato: 4,6 mmol/L (antes 4,9). Gasometria venosa: pH: 7,31; PvCO2: 46 mmHg; HCO3: 22 mEq/L. Creatinina: 2,2 mg/dL (baseline 1,0); bilirrubinas normais; leucócitos: 17.800/mm3; PCR: 22 mg/dL. Realizou-se a radiografia de tórax a seguir:
(Arquivo pessoal; imagem usada com autorização)
Qual é a intervenção hemodinâmica apropriada nesse momento?
Em discussão com seu médico, e considerando as recomendações atuais sobre o rastreamento do câncer de próstata, optou-se pela realização de ressonância da próstata para complementar o diagnóstico.
Em face do exposto, assinale a alternativa correta.
Exames laboratoriais (hemograma, função renal, eletrólitos, provas de função hepática), PCR e VHS encontram-se dentro da normalidade. A tomografia de abdome não mostrou alterações relevantes. Calprotectina fecal: negativa.
Diante do quadro clínico e dos exames apresentados, qual é a conduta indicada nesse momento?
Diante da persistência de sintomas e considerando-se a disponibilidade da esketamina intranasal (Spravato®) no Brasil, qual é a conduta correta para o caso?