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Q3447109 Português
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala. 


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas. 


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
Considerando a progressão discursiva do Texto 1, o sexto parágrafo, cuja ideia central está
Alternativas
Q3447108 Português
A questão refere-se aos textos reproduzidos a seguir.


TEXTO 1


Cinemas sofrem com público que canta, faz baderna e fuma maconha nas salas

Guilherme Luis


O caos se anunciava desde o saguão. Dezenas de pessoas bradavam que estavam na fila do cinema só para admirar Lady Gaga na telona. Quem queria mesmo ver o filme "Coringa: delírio a dois" pedia licença e, com cautela, se espremia entre os fãs para alcançar a porta.


É cada vez mais comum presenciar tumultos assim nas salas. Em maio, uma sessão da cinebiografia de Bob Marley, em Pernambuco, foi interrompida pela Polícia Militar após jovens fumarem maconha no escuro. No TikTok, vídeos mostram gente brigando em sessões de "Divertida Mente 2", filme que reuniu multidões no país e deixou sentimentos à flor da pele.


O fenômeno é global. Exibições do musical "Wicked" pelo mundo todo estão sendo atrapalhadas por espectadores que entoam as canções em voz alta. Já se multiplicam os vídeos de cenas inteiras na internet, publicadas por pessoas que não se acovardaram em fazer gravações com o celular por minutos a fio, o que caracteriza pirataria.


A revista Variety publicou uma reportagem sobre esse novo comportamento do público diante de um filme, no cinema. Um executivo de Hollywood afirmou, em condição de anonimato, que a indústria já notou que as atitudes das pessoas mudaram drasticamente desde a pandemia. É o que afirma também Marcos Barros, presidente da Abraplex, a Associação Brasileira das Empresas Exibidoras Cinematográficas Operadoras de Multiplex. "Não sou otimista quanto ao comportamento das pessoas. É outra cabeça. Não vamos voltar para aquilo de todos prestarem atenção no filme", disse ele, num debate de um evento do setor.


Virais, os vídeos que registram cenas como essas divertem na mesma medida em que espantam. Nas redes sociais, usuários clamam pela volta da lanterninha, funcionário que monitorava as sessões para garantir que o público mantivesse a etiqueta. Há anos, o cargo foi extinto para redução de custos. Há também, cada vez mais, relatos de gente incomodada com quem usa celular na sala ou comenta em voz alta o que vê na tela. Essa desinibição tem a ver com novos tipos de vídeos exibidos pelos cinemas, como gravações de shows, que fazem o público cantar e dançar, afirma Luiz Fernando Angi, gerente de marketing da rede Cinépolis.


Em crise, com salas esvaziadas, os exibidores precisaram lembrar ao público por que uma telona, caixas de som superpotentes e sacos de pipoca engordurados casam tão bem. Para atrair os mais inquietos, redes, como a Cinemark e a Cinépolis, passaram a exibir conteúdos que remetem a eventos ao vivo. O mais emblemático deles foi a gravação da turnê de Taylor Swift, no ano passado. As sessões, cheias de fãs fantasiados, viraram uma extensão dos palcos por onde a cantora passava. Numa sessão vista por este repórter no Cinemark do shopping Eldorado, em São Paulo, os espectadores gritavam desde o início e não ficaram sentados. Logo estavam dançando pela sala. 


Um tumulto parecido ocorreu no Cine Marquise, na avenida Paulista, mas por causa de Beyoncé, que também levou um show às telas. Os funcionários, assustados com a multidão que se levantou para dançar, tiveram de instalar barreiras que os impedissem de chegar à tela, onde o chão é mais frágil.


Para desincentivar o mau comportamento nas salas, em especial o uso de celular, o Cine Marquise decidiu não compartilhar, nas suas redes, fotos e vídeos da tela publicados pelos clientes. "Surgiu uma falta de noção. Hoje tudo é ‘instragramável’", diz Marcelo Lima, diretor da rede. “Não é novidade que o celular e as redes viciam”, lembra a psicóloga Marcelle Alfinito. "O uso abusivo é associado a uma ansiedade social, e o celular vira mecanismo de fuga da realidade", diz ela, acrescentando que isso explica a vontade de mostrar que se está em um cinema.


Exibidores procuram formas de contornar o problema, mas não apresentam medidas sólidas. "A gente tem tentado criar campanhas para constranger quem não segue a etiqueta", conta Lima, do Cine Marquise, sem detalhar como serão as ações. Angi, da Cinépolis, diz que a rede desincentiva o uso de celular com o vídeo educativo exibido antes dos filmes — o que a maioria das exibidoras já faz —, e que recompensa o cliente que se sente lesado oferecendo outra sessão. Procurada, a Cinemark não quis comentar o assunto.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/ilustrada. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]


TEXTO 2


Terra de ninguém e de todo mundo

Ruy Castro


E pensar que, algumas vezes, neste espaço, me queixei de que, ao ir ao cinema, a sinfonia de maxilares triturando pipoca ao meu redor me impedia de escutar os diálogos. Pipoca no cinema nunca foi novidade, claro. Vem desde os tempos da manivela. Só não era obrigatória. Imagine comer pipoca em filmes como "M, o Vampiro de Dusseldorf" (1931), de Fritz Lang, ou "O Silêncio" (1962), de Ingmar Bergman, com aquelas longas pausas silenciosas cheias de significado. O próprio roedor de pipoca ficaria sem jeito ao ouvir-se a si mesmo.


Estou ciente de que cada um come o quê, quem, quanto, quando e onde quiser, e os incomodados que se mudem. O que me intrigava era se as pessoas estavam comendo tanta pipoca fora dos cinemas — na rua, em casa, no escritório — quanto dentro. Ao saber que 90% do consumo mundial de pipoca se dá nas salas de projeção, convenci-me de que os filmes tinham se tornado só um pretexto para o consumo do principal produto dos estúdios: a pipoca.


Mas recente e assustadora reportagem de Guilherme Luis na Folha ("Sessões sofrem com público, que não sai do celular, fala alto e até canta no filme", 14/12) fez-me suspeitar que fui injusto com o pessoal que se limitava a britar grãos de milho com seus molares. De fato, não era tão incômodo assim, mesmo porque os cinemas compensavam elevando a música a volumes centibélicos, capazes de abafar até o ronco de uma betoneira no palco.


Segundo a matéria, o problema, hoje, é que, conforme os proprietários das salas, cada espectador acha que pode fazer o que quiser dentro do cinema. Gravar trechos inteiros do filme e jogá-los nas redes. Ir lá na frente e tirar selfies com os atores na tela. Participar do filme, vaiando, aplaudindo ou discutindo-o com a turma em voz alta. Se for um musical, cantar junto com o artista e dançar nos corredores ou em cima das poltronas. Fumar vape ou um baseado em certas cenas. 


Não sei se a sério, alguém sugeriu a volta do lanterninha, aquele antigo funcionário que passeava pelo escurinho para inibir os casais mais excitados. Hoje, ser lanterninha será uma profissão de risco.

Disponível em: https ://www1.folha.uol.com.br/colunas /ruy castro. Acesso em: 10 fev. 2025. [Adaptado]
O primeiro parágrafo do Texto 1 apresenta verbos no
Alternativas
Q3411473 Biblioteconomia
O processo de Avaliação e Desenvolvimento de Coleções é essencial para garantir que as bibliotecas e centros de informação atendam de forma eficaz às necessidades dos seus usuários. Assinale a alternativa correta sobre essas práticas:
Alternativas
Q3411472 Biblioteconomia
Na Classificação Decimal de Dewey (CDD), as tabelas de notação de autor têm a função de organizar e identificar as obras de um autor de forma sistemática dentro do sistema de classificação. Analise as afirmativas abaixo: I. As tabelas de notação de autor são usadas exclusivamente para organizar livros de autores que escrevem sobre temas de literatura e história. II. Na CDD, as obras de um autor são classificadas de acordo com o tema principal do seu trabalho, com uma notação adicional que permite identificar especificamente as obras de um autor dentro da área do conhecimento correspondente. III. A notação de autor é usada apenas para identificar obras de autores consagrados, não sendo relevante para obras de autores contemporâneos ou novos. IV. A CDD não utiliza notações numéricas para autor, mas sim apenas uma classificação baseada no nome completo do autor. Na Classificação Decimal de Dewey (CDD), as tabelas de notação de autor têm a função de organizar e identificar as obras de um autor de forma sistemática dentro do sistema de classificação. Analise as afirmativas abaixo:

I. As tabelas de notação de autor são usadas exclusivamente para organizar livros de autores que escrevem sobre temas de literatura e história.
II. Na CDD, as obras de um autor são classificadas de acordo com o tema principal do seu trabalho, com uma notação adicional que permite identificar especificamente as obras de um autor dentro da área do conhecimento correspondente.
III. A notação de autor é usada apenas para identificar obras de autores consagrados, não sendo relevante para obras de autores contemporâneos ou novos.
IV. A CDD não utiliza notações numéricas para autor, mas sim apenas uma classificação baseada no nome completo do autor.
V. A CDD não permite a adição de notações de autor, pois ela segue um sistema rígido e fixo, sem flexibilidade para modificações.

Assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3411471 Marketing
No contexto do Marketing de Serviços, o foco nas necessidades e satisfação do cliente é essencial para o sucesso das estratégias.

Assinale a alternativa que apresenta uma das principais estratégias de marketing aplicáveis a serviços, visando a melhoria da experiência do cliente:
Alternativas
Q3411470 Biblioteconomia
A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema de organização de livros e documentos baseado em dez grandes classes, que são subdivididas em categorias mais específicas. Essa classificação é amplamente utilizada em bibliotecas de diversos tipos, sendo uma das mais conhecidas no mundo inteiro.

Sobre o número 100 da CDD, assinale CORRETAMENTE: 
Alternativas
Q3411469 Biblioteconomia
A Classificação Decimal de Dewey (CDD) é um sistema utilizado para organizar e classificar livros e documentos em bibliotecas.

Com base na estrutura dessa classificação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3411468 Biblioteconomia
A NBR 6023:2018, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), trata da elaboração de referências bibliográficas.

Com base nas diretrizes dessa norma, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3411467 Biblioteconomia
Sobre os fundamentos de documentação, ciência da informação e biblioteconomia, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3411466 Biblioteconomia
De acordo com a legislação brasileira, o Conselho Federal de Biblioteconomia (CFB) e os Conselhos Regionais de Biblioteconomia (CRBs) têm como uma de suas principais funções:
Alternativas
Q3411465 Biblioteconomia
De acordo com a Lei nº 8.160/1991, que regulamenta a profissão de bibliotecário, assinale a alternativa que apresenta um direito ou dever do bibliotecário: 
Alternativas
Q3411464 Biblioteconomia
A Lei nº 4.084/1962 regulamenta a profissão de bibliotecário no Brasil, definindo suas competências e atribuições. Assinale a alternativa que apresenta uma das principais competências do bibliotecário, conforme estabelecido pela referida lei:
Alternativas
Q3411463 Biblioteconomia
No contexto da indexação de documentos, diferentes métodos podem ser aplicados para facilitar a recuperação da informação. Assinale a alternativa que corretamente descreve um dos métodos de indexação mencionados:
Alternativas
Q3411462 Biblioteconomia
.A catalogação tem como objetivo principal a organização e disponibilização de informações para que possam ser facilmente recuperadas pelos usuários. Para garantir a eficiência desse processo, existem vários princípios fundamentais que orientam as práticas de catalogação em bibliotecas e outros repositórios de dados.

Assinale a alternativa que não descreve CORRETAMENTE um dos princípios da catalogação:
Alternativas
Q3411461 Biblioteconomia
Sobre os princípios da Recuperação da Informação, assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3411460 Biblioteconomia
Em relação à indexação e à recuperação da informação, assinale a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q3411459 Biblioteconomia
No contexto da Biblioteconomia, o processo de planejamento, organização e administração de bibliotecas é essencial para garantir a eficiência dos serviços prestados à comunidade.

Assinale a alternativa que apresenta CORRETAMENTE uma prática associada à etapa de planejamento em uma biblioteca:
Alternativas
Q3410133 Noções de Informática
João trabalha com edição de vídeos e percebeu que seu computador tem apresentado lentidão ao executar programas mais pesados, como editores de vídeo e gráficos em alta resolução. Ele procurou um técnico, que indicou algumas atualizações de hardware para melhorar o desempenho da máquina.

Sobre a relação do componente de hardware com sua função e possível impacto no desempenho do computador, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3410132 Segurança da Informação
A respeito do uso de correio eletrônico, o cliente de email Mozilla Thunderbird e práticas de segurança da informação, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Q3410131 Segurança da Informação
“Software malicioso, ou malware, é qualquer código de software ou programa de computador, incluindo ransomware, cavalos de Troia e spyware, escrito intencionalmente para prejudicar os sistemas de computador ou seus usuários.”

A respeito dos diferentes tipos de malware e suas características, analise as alternativas e assinale a CORRETA:
Alternativas
Respostas
2341: D
2342: B
2343: D
2344: B
2345: B
2346: A
2347: E
2348: E
2349: C
2350: B
2351: D
2352: B
2353: E
2354: C
2355: C
2356: A
2357: C
2358: E
2359: D
2360: B