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Q839097 Português

Atenção: A questão refere-se a este fragmento de uma obra célebre, escrita na segunda década do século XVI. 


                              De um poder concedido


      Aqueles que somente por sorte se tornam príncipes pouco trabalho têm para isso, é claro, mas se mantêm assim muito penosamente. Não têm dificuldade nenhuma em alcançar o posto, porque para aí voaram; surge, porém, toda sorte de dificuldades depois da chegada. (...) É o que acontece quando o Estado foi concedido ao príncipe ou por dinheiro ou por graça de quem o concede. Tais príncipes estão na dependência exclusiva da vontade e da boa situação de quem lhes propiciou o poder, isto é, de duas coisas extremamente volúveis e instáveis.

(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Lívio Xavier. São Paulo: Abril Editora, Os Pensadores, 1973, p. 33) 

Está correto o emprego de ambos os elementos sublinhados na frase:
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Q839096 Português

Atenção: A questão refere-se a este fragmento de uma obra célebre, escrita na segunda década do século XVI. 


                              De um poder concedido


      Aqueles que somente por sorte se tornam príncipes pouco trabalho têm para isso, é claro, mas se mantêm assim muito penosamente. Não têm dificuldade nenhuma em alcançar o posto, porque para aí voaram; surge, porém, toda sorte de dificuldades depois da chegada. (...) É o que acontece quando o Estado foi concedido ao príncipe ou por dinheiro ou por graça de quem o concede. Tais príncipes estão na dependência exclusiva da vontade e da boa situação de quem lhes propiciou o poder, isto é, de duas coisas extremamente volúveis e instáveis.

(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Lívio Xavier. São Paulo: Abril Editora, Os Pensadores, 1973, p. 33) 

Esclarece-se adequadamente, em redação correta e clara, o sentido de um segmento do texto em:
Alternativas
Q839095 Português

Atenção: A questão refere-se a este fragmento de uma obra célebre, escrita na segunda década do século XVI. 


                              De um poder concedido


      Aqueles que somente por sorte se tornam príncipes pouco trabalho têm para isso, é claro, mas se mantêm assim muito penosamente. Não têm dificuldade nenhuma em alcançar o posto, porque para aí voaram; surge, porém, toda sorte de dificuldades depois da chegada. (...) É o que acontece quando o Estado foi concedido ao príncipe ou por dinheiro ou por graça de quem o concede. Tais príncipes estão na dependência exclusiva da vontade e da boa situação de quem lhes propiciou o poder, isto é, de duas coisas extremamente volúveis e instáveis.

(MAQUIAVEL, Nicolau. O Príncipe. Trad. de Lívio Xavier. São Paulo: Abril Editora, Os Pensadores, 1973, p. 33) 

O pensador Maquiavel trata, neste fragmento, do específico poder de um príncipe que,
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Q839094 Português

                                  Da morte para a vida


      Um velho professor e médico cardiologista foi abordado pelo jovem aluno: − Mestre, dizem as estatísticas que é altíssima a incidência de mortes por causas cardíacas. O professor respondeu prontamente: − E do que você preferiria que as pessoas morressem? Lembrava ao discípulo, com isso, os limites do homem e da ciência, que fazem frente às aspirações ideais das criaturas, ao seu anseio de imortalidade.

      Sendo inevitável, nem por isso deixa a morte de prestar algum serviço aos vivos. Não, não me refiro à morte dos monstros antropomórficos que volta e meia põem em risco nossa humanidade; falo dos corpos que continuam de alguma forma vivos nos órgãos transplantados, nas aulas de anatomia, corpos que, investigados, ajudam a esclarecer os caminhos da moléstia que os vitimou. Falo dos préstimos que os homens sabem tomar da morte.

      Também no plano filosófico a morte pode surgir como estímulo para viver melhor. É o que afirmavam os velhos pensadores estoicos, quando lembravam que o bem viver é também a melhor preparação possível para a morte. Lembrarmo-nos sempre de nossa finitude é mais do que uma lição de humildade: é um convite para intensificar o sentido do tempo de que dispomos para seguir na vida. É de Sêneca esta lição: “Vivo de modo que cada dia seja para mim a vida toda; e não me apego a ele como se fosse o último, mas o contemplo como se pudesse também ser o último”.

                                                                 (Anastácio Fontes Ribeiro, inédito

O verbo indicado entre parênteses deverá flexionar-se de modo a concordar com o elemento sublinhado na frase:
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Q839093 Português

                                  Da morte para a vida


      Um velho professor e médico cardiologista foi abordado pelo jovem aluno: − Mestre, dizem as estatísticas que é altíssima a incidência de mortes por causas cardíacas. O professor respondeu prontamente: − E do que você preferiria que as pessoas morressem? Lembrava ao discípulo, com isso, os limites do homem e da ciência, que fazem frente às aspirações ideais das criaturas, ao seu anseio de imortalidade.

      Sendo inevitável, nem por isso deixa a morte de prestar algum serviço aos vivos. Não, não me refiro à morte dos monstros antropomórficos que volta e meia põem em risco nossa humanidade; falo dos corpos que continuam de alguma forma vivos nos órgãos transplantados, nas aulas de anatomia, corpos que, investigados, ajudam a esclarecer os caminhos da moléstia que os vitimou. Falo dos préstimos que os homens sabem tomar da morte.

      Também no plano filosófico a morte pode surgir como estímulo para viver melhor. É o que afirmavam os velhos pensadores estoicos, quando lembravam que o bem viver é também a melhor preparação possível para a morte. Lembrarmo-nos sempre de nossa finitude é mais do que uma lição de humildade: é um convite para intensificar o sentido do tempo de que dispomos para seguir na vida. É de Sêneca esta lição: “Vivo de modo que cada dia seja para mim a vida toda; e não me apego a ele como se fosse o último, mas o contemplo como se pudesse também ser o último”.

                                                                 (Anastácio Fontes Ribeiro, inédito

Está clara e correta a redação deste livre comentário sobre o texto:
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Q839092 Português

                                  Da morte para a vida


      Um velho professor e médico cardiologista foi abordado pelo jovem aluno: − Mestre, dizem as estatísticas que é altíssima a incidência de mortes por causas cardíacas. O professor respondeu prontamente: − E do que você preferiria que as pessoas morressem? Lembrava ao discípulo, com isso, os limites do homem e da ciência, que fazem frente às aspirações ideais das criaturas, ao seu anseio de imortalidade.

      Sendo inevitável, nem por isso deixa a morte de prestar algum serviço aos vivos. Não, não me refiro à morte dos monstros antropomórficos que volta e meia põem em risco nossa humanidade; falo dos corpos que continuam de alguma forma vivos nos órgãos transplantados, nas aulas de anatomia, corpos que, investigados, ajudam a esclarecer os caminhos da moléstia que os vitimou. Falo dos préstimos que os homens sabem tomar da morte.

      Também no plano filosófico a morte pode surgir como estímulo para viver melhor. É o que afirmavam os velhos pensadores estoicos, quando lembravam que o bem viver é também a melhor preparação possível para a morte. Lembrarmo-nos sempre de nossa finitude é mais do que uma lição de humildade: é um convite para intensificar o sentido do tempo de que dispomos para seguir na vida. É de Sêneca esta lição: “Vivo de modo que cada dia seja para mim a vida toda; e não me apego a ele como se fosse o último, mas o contemplo como se pudesse também ser o último”.

                                                                 (Anastácio Fontes Ribeiro, inédito

Considerando-se o contexto, traduz-se adequadamente o sentido de um segmento do texto em:
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Q839091 Português

                                  Da morte para a vida


      Um velho professor e médico cardiologista foi abordado pelo jovem aluno: − Mestre, dizem as estatísticas que é altíssima a incidência de mortes por causas cardíacas. O professor respondeu prontamente: − E do que você preferiria que as pessoas morressem? Lembrava ao discípulo, com isso, os limites do homem e da ciência, que fazem frente às aspirações ideais das criaturas, ao seu anseio de imortalidade.

      Sendo inevitável, nem por isso deixa a morte de prestar algum serviço aos vivos. Não, não me refiro à morte dos monstros antropomórficos que volta e meia põem em risco nossa humanidade; falo dos corpos que continuam de alguma forma vivos nos órgãos transplantados, nas aulas de anatomia, corpos que, investigados, ajudam a esclarecer os caminhos da moléstia que os vitimou. Falo dos préstimos que os homens sabem tomar da morte.

      Também no plano filosófico a morte pode surgir como estímulo para viver melhor. É o que afirmavam os velhos pensadores estoicos, quando lembravam que o bem viver é também a melhor preparação possível para a morte. Lembrarmo-nos sempre de nossa finitude é mais do que uma lição de humildade: é um convite para intensificar o sentido do tempo de que dispomos para seguir na vida. É de Sêneca esta lição: “Vivo de modo que cada dia seja para mim a vida toda; e não me apego a ele como se fosse o último, mas o contemplo como se pudesse também ser o último”.

                                                                 (Anastácio Fontes Ribeiro, inédito

De acordo com os estoicos, cuja posição diante da morte está resumida na citação de Sêneca, deve-se viver
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Q839090 Português

                                  Da morte para a vida


      Um velho professor e médico cardiologista foi abordado pelo jovem aluno: − Mestre, dizem as estatísticas que é altíssima a incidência de mortes por causas cardíacas. O professor respondeu prontamente: − E do que você preferiria que as pessoas morressem? Lembrava ao discípulo, com isso, os limites do homem e da ciência, que fazem frente às aspirações ideais das criaturas, ao seu anseio de imortalidade.

      Sendo inevitável, nem por isso deixa a morte de prestar algum serviço aos vivos. Não, não me refiro à morte dos monstros antropomórficos que volta e meia põem em risco nossa humanidade; falo dos corpos que continuam de alguma forma vivos nos órgãos transplantados, nas aulas de anatomia, corpos que, investigados, ajudam a esclarecer os caminhos da moléstia que os vitimou. Falo dos préstimos que os homens sabem tomar da morte.

      Também no plano filosófico a morte pode surgir como estímulo para viver melhor. É o que afirmavam os velhos pensadores estoicos, quando lembravam que o bem viver é também a melhor preparação possível para a morte. Lembrarmo-nos sempre de nossa finitude é mais do que uma lição de humildade: é um convite para intensificar o sentido do tempo de que dispomos para seguir na vida. É de Sêneca esta lição: “Vivo de modo que cada dia seja para mim a vida toda; e não me apego a ele como se fosse o último, mas o contemplo como se pudesse também ser o último”.

                                                                 (Anastácio Fontes Ribeiro, inédito

Entende-se que no contexto do segundo e do terceiro parágrafos devem ser considerados préstimos que os homens sabem tomar da morte
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Q836289 Medicina Legal
São princípios técnicos e éticos que devem nortear o trabalho do perito médico-legista, EXCETO:
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Q836288 Medicina Legal

Sobre aborto e abortamento, analise as assertivas a seguir:


I. Uma vez diagnosticada a anencefalia, poderá a gestante, se for de sua vontade, submeter-se ao aborto, sem que tal comportamento seja entendido como criminoso.

II. O aborto é crime doloso contra a vida, julgado pelo Tribunal do Júri.

III. O Código Penal não exige autorização judicial prévia para que o médico pratique o aborto legal.

IV. Quando recebe o diagnóstico de gravidez de feto anecéfalo, é direito da gestante solicitar a realização de junta médica ou buscar outra opinião sobre o diagnóstico.


Quais estão corretas?

Alternativas
Q836287 Medicina Legal
Vítima de estupro, sexo feminino, 24 anos, chega para exame pericial. A vítima refere que o agressor ameaçou-a com arma branca e obrigou-a a manter com ele conjunção carnal. Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Alternativas
Q836286 Medicina Legal

Substâncias _____________ são ________________ do psiquisimo. Exemplos conhecidos são ____________, ________________ e ________________.


Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

Alternativas
Q836285 Medicina Legal
Sobre afogamento, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q836284 Medicina Legal

Sobre ferimentos produzidos por projéteis de arma de fogo, analise as assertivas a seguir:


I. O número de ferimentos de entrada encontrados no corpo da vítima deve ser igual ao número de projéteis que atingem o corpo da vítima.

II. A ordem em que penetraram os projéteis de arma de fogo no corpo da vítima, quando forem vários os tiros, deve sempre fazer parte do laudo.

III. Para caracterizar um ferimento como produzido por tiro à curta distância, o perito médico-legista deve demonstrar a presença, no ferimento, de orla de queimadura, orla de esfumaçamento e orla de verdadeira tatuagem.

IV. A orla de escoriação é uma característica dos ferimentos de entrada de projéteis de arma de fogo, não sendo encontrada nos ferimentos de saída de projéteis de arma de fogo.


Quais estão INCORRETAS?

Alternativas
Q836283 Medicina Legal

Sobre lesões e morte causadas por projéteis de arma de fogo de alta energia (tiros de fuzil, tiros de rifle), assinale a alternativa INCORRETA.

Alternativas
Q836282 Medicina Legal
Vítima apresenta em região frontal, linha média, 3 cm abaixo da linha de implantação dos cabelos, ferimento produzido por projetil de arma de fogo (tiro) com as seguintes características: estrelado, irregular, porção central circular em que a pele adjacente está escura e a parede óssea está recoberta por material pulverulento; a partir dessa porção central, irradiam-se fendas radiais e irregulares, com bordas não escoriadas; há enfisema subcutâneo. Na região occipital, observa-se, no couro cabeludo, ferimento produzido por projétil de arma de fogo (tiro), irregular, bordos evertidos, sangrante, de diâmetro menor que o ferimento descrito anteriormente; ausência de orlas e zonas. Assinale a alternativa correta sobre esse caso.
Alternativas
Q836281 Medicina Legal
O cadáver de uma vítima do sexo feminino chega à sala de necropsia do departamento de medicina legal. O perito médico-legista registra o horário de início da necropsia como 8:00 horas do dia 20 de janeiro. Observa o cadáver em estado de morte real, apresentando rigidez cadavérica até o tronco, livores de hipóstase fixos no dorso, temperatura retal de 28º Celsius. Assinale a alternativa correta com base nos conhecimentos de tanatologia forense e levando em conta o caso hipotético informado.
Alternativas
Q836280 Medicina Legal
Assinale a alternativa correta em relação ao preenchimento e fornecimento da declaração de óbito.
Alternativas
Q836279 Medicina Legal
Foi encontrado dentro de um automóvel parado ao lado de uma rodovia o corpo de um homem, aproximadamente 50 anos, em estado de morte real, apresentado cianose de face. Observou-se, também, ao exame externo, equimose amarelada na coxa direita. O veículo estava com o parachoque dianteiro encostado em uma árvore, ligeiramente amassado (danificado). Assinale a alternativa correta sobre essa situação hipotética.
Alternativas
Q836278 Medicina Legal
A respeito da perícia médico-legal em crimes contra a dignidade sexual, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
1641: C
1642: E
1643: C
1644: A
1645: C
1646: B
1647: E
1648: D
1649: B
1650: E
1651: A
1652: A
1653: E
1654: E
1655: A
1656: E
1657: C
1658: D
1659: D
1660: B