Questões de Concurso
Para técnico
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Leia abaixo, a respeito da Segurança Alimentar.
“A Segurança Alimentar e Nutricional possui ___________ dimensões, a disponibilidade de __________, o acesso ao alimento, a utilização dos alimentos e __________ e a estabilidade.”
(Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação
(FAO). O estado da segurança alimentar e nutricional no Brasil:
um retrato multidimensional. Relatório 2014.)
Assinale a alternativa que completa correta e respectivamente as lacunas.
De acordo com o Programa de Aquisição de Alimentos que dispõe sobre o acesso aos alimentos das populações em situação de insegurança alimentar, bem como as necessidades dos agricultores familiares de conseguir mercado para seus produtos, analise as afirmativas abaixo e assinale a alternativa correta.
I. Visa o suporte da rede pública de equipamentos de alimentação e nutrição e da rede de instituições socioassistenciais.
II. Visa estruturação de circuitos internacionais de abastecimento.
III. Visa formar estoques para prestar assistência alimentar a populações específicas, populações atingidas por catástrofes e populações escolares em situação de insegurança alimentar
Um dos princípios da Política Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural é garantir, com exclusividade aos agricultores familiares, assentados por programas de reforma agrária, extrativistas, ribeirinhos, indígenas, quilombolas, pescadores artesanais e aquiculturas, povos da floresta, seringueiros, o acesso a serviço de assistência técnica e extensão rural pública, gratuita, de qualidade e em quantidade suficiente, tendendo ao fortalecimento da agricultura familiar. Considerando o exposto sobre os princípios, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiros (V) ou Falso (F).
( ) Colabora para a promoção do desenvolvimento rural sustentável, com ênfase em processos de desenvolvimento endógeno, apoiando os agricultores familiares e demais públicos descritos anteriormente.
( ) Aplica uma abordagem multidisciplinar e interdisciplinar, estimulando a adoção de novos enfoques metodológicos participativos e de um paradigma tecnológico baseado nos princípios da Agroecologia.
( ) Estabelece um modo de gestão capaz de democratizar as decisões, contribuindo para a construção da cidadania e dificultando o processo de controle social no planejamento, monitoramento e avaliação das atividades, de maneira a permitir a análise e melhoria no andamento das ações.
( ) Desenvolve processos educativos permanentes e continuados, a partir de um enfoque dialético, humanista e construtivista, visando a formação de competências, mudanças de atitudes e procedimentos dos atores sociais, que potencializem a qualidade de vida e de promoção do desenvolvimento rural sustentável.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
O Marco de referência de educação alimentar e nutricional para políticas públicas tem como um dos princípios para ações de educação alimentar e nutricional a sustentabilidade social, ambiental e econômica. Considerando o disposto, analise as afirmativas abaixo, dê valores Verdadeiros (V) ou Falso (F).
( ) A sustentabilidade é fundamental ao desenvolvimento e padrões de produção, abastecimento, comercialização, distribuição e consumo de alimentos.
( ) Não se atém as dimensões ambientais, mas amplia-se às relações humanas, sociais e econômicas.
( ) A necessidade alimentar não deve implicar no sacrifício de recursos renováveis e não renováveis.
( ) As relações econômicas e sociais devem ser estabelecidas nos parâmetros éticos, de justiça, de equidade e da soberania.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Relacione a coluna da esquerda com o respectivo componente da coluna da direita:
(1) Hardware (A) banco de dados.
(2) Software (B) memórias RAM e ROM.
(C) placa-mãe
(D) editor de texto.
O número “dez” na notação do sistema decimal significa: uma dezena e zero unidades. O número 152 por sua vez - uma centena, cinco dezenas e duas unidades: 1x100+5x10+2x1 =152.
Pode-se, entretanto, agrupar os números em conjuntos com número diferente de unidades como por exemplo, dois (o chamado sistema binário ou de base-2). Assim, o número “três” no sistema binário recebe a representação: uma unidade-de-2 e uma unidade: 1x2+1x1=11. O número “doze”, por sua vez: 1x8+1x4+0x2+0x1 = 1100.
Assinale a alternativa que indica a representação do número “vinte e três” em notação do sistema binário
A lógica proposicional emprega um conjunto de símbolos que possibilitam expressar de maneira sintética um conjunto de proposições lógicas relacionadas por conectivos. Considere a tradução simbólica mais comum representada na tabela.

A proposição composta: “Se João mentiu e Jorge não
falou a verdade então Jonas não mentiu ou Joaquim
estava confuso”, pode ser decomposta em quatro
proposições simples: P, Q, R e S, onde: P = João mentiu;
Q = Jorge não falou a verdade; R = Jonas não mentiu;
S= Joaquim estava confuso. Assinale a alternativa que
representa simbolicamente a proposição composta
Carta ao Leitor
Nunca te vi, sempre te amei
(...)
De todas as tarefas que fazem parte da rotina de redação de Galileu, a mais prazerosa certamente é ler as cartas dos leitores. Os fãs da revista são de fato especiais e suas cartas traduzem isso. São criativos, curiosos, observadores e não deixam passar nada. Fazem perguntas tão difíceis quanto imprevisíveis.
Querem saber de tudo: do monstro do Lago Ness ao Projeto Genoma Humano. E não se contentam com respostas pela metade. Ler as dúvidas que aparecem nas cartas, os comentários sobre as reportagens passadas e as sugestões de futuras é gratificante para qualquer jornalista. Ainda mais para nós, jornalistas de Galileu, que adoramos um bom desafio.
Felizmente, a revista conta com uma arma secreta para satisfazer tantas pessoas exigentes. Vou apresentá-la agora: Luiz Francisco Senne, nosso secretário de produção, professor de português, roqueiro, colecionador de discos de vinil e livros usados, e responsável pelo atendimento aos leitores. Kiko, como é muito mais conhecido, sabe também driblar as angústias dos nossos jovens amigos em apuros.
Muitos pedem ajuda a Galileu quando recebem dos professores uma tarefa complicada e não sabem a quem recorrer. Kiko responde delicada mas firmemente: não dá para fazer o trabalho escolar no lugar do aluno (é festa agora?). Mas simpatiza com o drama de leitores como este cuja mensagem é reproduzida acima: “Vocês não poderiam dar uma dica de como ir bem numa prova de física porque o meu cérebro está cansado?” Atendendo ao apelo levado aos repórteres por Kiko, Galileu oferece a seus leitores a matéria “Os cientistas alertam: não deveríamos existir”, do editor Marcelo Ferroni. Ela mostra que a física pode ser criativa em vez de uma aula chata. Quer ver?
Martha San Juan França, Diretora de Redação
Naquele tempo descobri que todo mundo gosta que alguém conte histórias. Todos querem sair da realidade um momento e viver esses mundos de ficção dos filmes, das radionovelas, dos romances. Gostam até que alguém lhes conte mentiras, se essas mentiras forem bem contadas. Essa é a razão do êxito dos embusteiros de fala hábil.
Sem nem ter pensado nisso, para eles eu tinha me transformado numa fazedora de ilusões. Numa espécie de fada, como dizia a vizinha. Minhas narrações de filme os tiravam daquele amargo nada que era o deserto, e mesmo que fosse por um instante os transportava a mundos maravilhosos, cheios de amores, sonhos e aventuras. Em vez de vê-los projetados numa tela, em minhas narrações cada um podia imaginar esses mundos ao seu bel prazer.
Certa vez li por aí, ou vi num filme, que quando os judeus eram levados pelos alemães naqueles vagões fechados, de transportar gado – com apenas uma ranhura na parte alta para que entrasse um pouco de ar –, enquanto iam atravessando campos com cheiro de capim úmido, escolhiam o melhor narrador entre eles e, subindo-o em seus ombros, o elevavam até a ranhura para que fosse descrevendo a paisagem e contando o que via conforme o trem avançava.
Eu agora estou convencida de que entre eles deve ter havido muitos que preferiam imaginar as maravilhas contadas pelos companheiro a ter o privilégio de olhar pela ranhura.
Naquele tempo descobri que todo mundo gosta que alguém conte histórias. Todos querem sair da realidade um momento e viver esses mundos de ficção dos filmes, das radionovelas, dos romances. Gostam até que alguém lhes conte mentiras, se essas mentiras forem bem contadas. Essa é a razão do êxito dos embusteiros de fala hábil.
Sem nem ter pensado nisso, para eles eu tinha me transformado numa fazedora de ilusões. Numa espécie de fada, como dizia a vizinha. Minhas narrações de filme os tiravam daquele amargo nada que era o deserto, e mesmo que fosse por um instante os transportava a mundos maravilhosos, cheios de amores, sonhos e aventuras. Em vez de vê-los projetados numa tela, em minhas narrações cada um podia imaginar esses mundos ao seu bel prazer.
Certa vez li por aí, ou vi num filme, que quando os judeus eram levados pelos alemães naqueles vagões fechados, de transportar gado – com apenas uma ranhura na parte alta para que entrasse um pouco de ar –, enquanto iam atravessando campos com cheiro de capim úmido, escolhiam o melhor narrador entre eles e, subindo-o em seus ombros, o elevavam até a ranhura para que fosse descrevendo a paisagem e contando o que via conforme o trem avançava.
Eu agora estou convencida de que entre eles deve ter havido muitos que preferiam imaginar as maravilhas contadas pelos companheiro a ter o privilégio de olhar pela ranhura.