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Q4018345 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta



Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

A neurociência "explica" por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador.
Em relação à regência verbal do verbo destacado no período, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4018344 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta



Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

O texto apresenta uma explicação sobre reações humanas diante de opiniões divergentes, articulando conceitos e exemplos por meio de retomadas referenciais e conexões entre frases que garantem a continuidade temática.
Considere o trecho do texto-base:
Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade.
De acordo com o trecho apresentado, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q4018343 Português

O texto seguinte servirá de base para responder à questão.



O que acontece no cérebro quando ouvimos opiniões diferentes — e como treinar nossa capacidade de escuta



Ouvir uma opinião contrária à nossa quase sempre provoca alguma reação. Embora muitas vezes atribuamos essa dificuldade a fatores culturais ou pessoais, a ciência mostra que ela também está relacionada ao funcionamento do cérebro.


A neurociência explica por que ouvir ideias diferentes é tão desafiador. A discordância ativa sistemas cerebrais responsáveis por detectar conflitos e preservar a coerência interna do pensamento. Por isso, quando nos deparamos com ideias que entram em choque com nossas crenças, tendemos a reagir rapidamente e, muitas vezes, de forma defensiva.


Quando somos expostos a uma opinião que contradiz a nossa forma de pensar, o cérebro não começa avaliando argumentos de maneira racional. Antes disso, ele identifica que existe um conflito. Uma das regiões envolvidas nesse processo é o córtex cingulado anterior (CCA). Essa estrutura atua como um sistema de monitoramento responsável por detectar inconsistências entre expectativas e realidade, além de conflitos entre respostas ou entre crenças.


Estudos indicam que o córtex cingulado anterior participa de circuitos ligados tanto ao controle cognitivo quanto ao processamento da dor física e social. Por essa razão, uma opinião contrária pode ser percebida pelo cérebro como algo desconfortável ou potencialmente ameaçador, mesmo quando não há confronto direto entre as pessoas.


Outras regiões cerebrais também entram em atividade nesse processo. A amígdala está relacionada às respostas a ameaças, enquanto a ínsula participa da percepção de estados corporais de mal-estar. O resultado dessas ativações é familiar para muitas pessoas: tensão no corpo, sensação de desconforto e tendência a se defender ou a encerrar rapidamente a conversa.


Posteriormente, entra em ação o córtex pré-frontal dorsolateral, região associada a funções cognitivas superiores, como planejamento, inibição de impulsos e tomada de decisões. Essa área contribui para regular as reações emocionais e possibilita uma avaliação mais refletida da situação.


Aceitar um ponto de vista diferente do nosso exige esforço mental. O cérebro precisa manter simultaneamente dois modelos mentais incompatíveis: aquilo em que acreditamos e aquilo que o outro afirma. Em seguida, é necessário comparar essas representações e avaliar se alguma delas deve ser modificada.


Esse processo envolve também a chamada dissonância cognitiva, isto é, o mal-estar psicológico que surge quando uma informação ameaça a coerência da nossa visão de mundo ou da nossa identidade. Em muitas situações, esse desconforto leva as pessoas a reforçar as crenças que já possuem, em vez de considerar seriamente o ponto de vista contrário.


Além disso, diversas crenças estão ligadas ao sentimento de pertencimento a determinados grupos sociais. Alterar uma perspectiva pode ser vivido, ainda que de forma inconsciente, como um risco social, como sentir constrangimento, perder status ou ser excluído. O cérebro social tende a evitar esse tipo de ameaça.


Outro elemento importante nesse processo é o estresse. Quando os níveis de estresse são elevados ou prolongados, o sistema nervoso entra em estado de alerta. Nessa condição, diminui a capacidade do córtex pré-frontal de regular as emoções e de lidar com divergências de forma equilibrada. Assim, ouvir com calma e refletir sobre argumentos diferentes torna-se mais difícil.


Apesar dessas dificuldades, há um aspecto positivo: os sistemas cerebrais envolvidos na regulação emocional e no controle cognitivo são maleáveis e se modificam com a experiência.


A dificuldade de ouvir opiniões divergentes aparece com frequência no debate social contemporâneo, especialmente em contextos nos quais decisões coletivas precisam ser tomadas, como equipes de trabalho, instituições ou espaços de liderança. Quando um desacordo não é bem conduzido, ele gera conflitos interpessoais, falhas de comunicação e deterioração do clima emocional.


Felizmente, é possível treinar a capacidade de escuta. Estudos desenvolvidos pelo grupo Neurociência do Bem-estar da Universidade de Sevilha mostram que o treinamento da regulação fisiológica e emocional está associado a uma maior capacidade de pensar antes de responder, ouvir com menor reatividade e conduzir conversas difíceis com mais clareza.


Assim, o objetivo não é evitar o desconforto provocado pela discordância, mas aprender a regulá-lo. Ouvir não significa concordar nem abandonar os próprios valores. Significa sustentar o desconforto pelo tempo necessário para ampliar a compreensão da situação.


Em um mundo cada vez mais polarizado, a capacidade de escutar opiniões é compreendida como uma habilidade a ser desenvolvida. Entender como o cérebro reage às divergências é um passo importante para substituir reações automáticas por respostas mais calmas, claras e conscientes.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/crm83ke7d4ro.adaptado.

O texto apresenta uma reflexão sobre as reações humanas diante de opiniões divergentes, relacionando aspectos do funcionamento cerebral, processos  cognitivos e comportamentos observados em situações de discordância.
De acordo com o texto-base, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q2071642 Educação Artística
Analise as afirmativas a seguir sobre arteterapia em pacientes pediátricos oncológicos e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) As crianças conseguem se comunicar melhor com a família e os provedores por meio da arte. ( ) A produção de arte cria uma saída para expressar emoções e sentimentos subjacentes. ( ) A arteterapia ajuda a desenvolver habilidades de enfrentamento em crianças em tratamento de câncer. ( ) As crianças apresentam sintomas e comportamento melhorados após a arteterapia. ( ) Uma maior qualidade de vida e plano de cuidados podem resultar da arteterapia.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q2071641 Psicologia
Leia abaixo, o trecho extraído de Malhotra, Anand e Kaimal (2022):

Lesões por queimaduras são consideradas agudamente ______. Diante de uma experiência traumática, os caminhos ______ para a produção da fala são bloqueados, o que codifica as memórias traumáticas visualmente muitas vezes descritas como terror mudo. Ao acessar os aspectos verbais e não verbais da memória, a ______ pode ser usada para fornecer uma maneira de comunicar e processar experiências traumáticas. A arteterapia em centros de queimados pode atender às necessidades ______ relacionadas ao manejo da dor por meio da distração com a arte e oferecer um meio de lidar com o estresse, trauma ou pensamentos e sentimentos que são difíceis de descrever simplesmente em palavras.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas. 
Alternativas
Q2071640 Educação Artística
Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).

( ) A arteterapia é um processo terapêutico que desconsidera as diferentes técnicas artísticas, a fim de auxiliar o cliente a se conhecer, por meio da pintura, escultura, desenho, dramatização e contação de histórias. ( ) O arteterapeuta mergulha junto com o cliente, num mundo imaginário e, ao mesmo tempo real, conduzindo-o na busca do autoconhecimento. ( ) E, neste processo, o cliente entra em contato com conteúdos submersos do inconsciente para reconhecê-los e aprender a viver da melhor maneira possível, preservando a saúde mental e corporal. ( ) Neste sentido, observamos que há um entrelaçamento entre a Arteterapia e a Psicologia Analítica, pois Jung (2011) ressalta que o homem deve ser visto por inteiro, ou seja, como um todo; pertencente a uma comunidade, num determinado momento, não poderia, portanto, ser visto dissociado do seu contexto social, cultural e universal.


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q2071639 Psicologia
Abaixo é apresentado o trecho do texto extraído de Wei & Zhong (2022):

“...Visitar museus pode inspirar autorreflexão e resultados ______ de longo prazo, especialmente em relação à consciência social. A experiência do ambiente do ______ desempenha um papel importante na recuperação psicológica das crianças. É um processo de aculturação que conta com métodos pedagógicos, desenvolvimento, realização e aquisição de novos ______. O museu tornou-se gradualmente um novo meio para ajudar os seres humanos a se conectarem com a ______ e a se moverem em direção à “igualdade e inclusão”.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2071638 Educação Artística
Dado o crescente interesse na prática e na pesquisa em arteterapia, é importante investigar como os arteterapeutas se envolvem com a tecnologia digital ou como (e se) a prática pode ser adaptada com segurança para incluir novos modos potenciais de entrega e novas mídias artísticas.
Desta forma, analise as afirmativas a seguir.

I. Pesquisas crescentes ilustram o aumento do uso da tecnologia digital por arteterapeutas, tanto para entrega on-line quanto para criação de arte digital. II. As oportunidades potencialmente imensas que a tecnologia traz para a arteterapia devem ser consideradas juntamente com limitações e desafios de natureza clínica, pragmática e ética. III. Tecnologia pode aumentar a relevância e o alcance da arteterapia sem comprometer a segurança dos clientes e os princípios fundamentais da profissão.

Assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q2071637 Artes Plásticas
De acordo com as estatísticas da Organização Mundial da Saúde (OMS), 1 em cada 8 homens e 1 em cada 10 mulheres desenvolverão câncer ao longo da vida. O diagnóstico pode causar sofrimento físico, sofrimento psicológico e interrupção do apoio social. Os pacientes com câncer sofrem de muitos sintomas, como ansiedade, depressão, fadiga, dor e sintomas relacionados à terapia. Interessantemente, a arteterapia, um dos tratamentos não farmacológicos disponíveis, torna-se cada vez mais popular. Sobre o uso de arteterapia na fase de tratamento câncer, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071636 Psicologia
O transtorno do espectro do autismo (TEA) é uma síndrome do neurodesenvolvimento heterogênea sem etiologia patológica ou neurobiológica unificada, caracterizada por dificuldades na interação social, problemas de comunicação e tendência a se envolver em comportamentos repetitivos. Analise as afirmativas a seguir.
I. A arteterapia é uma forma de expressão que abre as portas para a comunicação sem interação verbal. II. A arteterapia oferece aos terapeutas a oportunidade de interagir individualmente com indivíduos com autismo e fazer conexões amplas de maneira mais confortável e eficaz. III. Portanto, encorajar crianças com TEA a expressar sua experiência usando expressões não verbais é desnecessário para seu desenvolvimento.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071635 Saúde Pública
O grupo, como modalidade de cuidado coletivo à população, tem se tornado frequente nos serviços de saúde, devido ao seu reconhecimento enquanto prática de educação em saúde. Sobre a organização e planejamento de Grupo, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071634 Educação Artística
Sobre as ações do arteterapeuta na promoção, prevenção e atenção à saúde mental, analise as afirmativas a seguir.
I. Arteterapia, não é uma alternativa médica recomendada como terapia complementar. II. Arteterapia tem sido utilizada como uma das intervenções médicas com bons efeitos clínicos nos transtornos mentais. III. Esses distúrbios incluem principalmente transtornos de depressão e ansiedade, comprometimento cognitivo e demências, doença de Alzheimer, esquizofrenia e autismo. IV. Assim, a arteterapia pode servir não apenas como um método terapêutico útil para ajudar os pacientes a se abrirem e compartilharem seus sentimentos, pontos de vista e experiências, mas também como um tratamento auxiliar no diagnóstico de doenças para ajudar os profissionais de saúde a obterem informações complementares.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071633 Psicologia
Abaixo é apresentado o trecho extraído de Attard e colaboradores (2018):
A arteterapia permite que os indivíduos usem a ______ para se expressar criativamente e se comunicar de maneira diferente consigo mesmos, com os outros e com sua realidade. As diretrizes para tratamento de psicose e esquizofrenia sugerem que a arteterapia, são consideradas efetivas para melhorar os sintomas negativos da ______. Apesar de tais indicações, o suporte para a utilidade da arteterapia está enraizado na teoria e na ______ e muito em pesquisa precisa ser melhor explorado na temática.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2071632 Educação Artística
A arteterapia utiliza de diferentes materiais expressivos. Considerando as diferentes possibilidades de linguagens, considere a linguagem modelagem. Desta forma, assinale a alternativa correta quanto aos materiais utilizados na linguagem modelagem. 
Alternativas
Q2071631 Psicologia
No Rio de Janeiro, o Instituto municipal Nise da Silveira abriga várias experiências no campo da economia solidária, colaborativa e cooperativa. Uma delas é o Bloco Carnavalesco Loucura Suburbana, parte do complexo de cuidados em saúde mental da instituição, criada em 1999, onde antes funcionava o antigo Hospício. O Bloco nasceu do processo de desinstitucionalização do Centro Psiquiátrico Pedro II, que, com a municipalização da Saúde, passa a ser denominado Instituto Municipal de Assistência à Saúde Nise da Silveira. Desta forma, analise as afirmativas a seguir.
I. As experiências de empreendimentos artísticos/culturais compreendem dimensões distintas, conectadas entre si, no âmbito dos sistemas de saúde mental: acolhimento, inciativa e solidariedade, nos modos de trabalhar dos serviços. II. São abrigados e/ou fomentados por instâncias governamentais, mas apoiados por distintos setores da sociedade civil, acontecendo nos territórios das políticas de saúde, o que os torna objeto interessante de análise. III. Destaca-se a relevância da experiência do sujeito em sofrimento psíquico produzir cultura, comercializar seus produtos gerando renda, adquirir autonomia e fazê-lo entre – e atravessando as – instâncias das políticas públicas, do conselho municipal de saúde, do mercado de artesanato, do movimento social da economia solidária.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071630 Educação Artística
Sobre o uso de arteterapia com música para pacientes dependentes químicos, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071629 Educação Artística
Em 2006, um Grupo de Trabalho do Departamento de Saúde sobre Artes e Saúde da Escócia relatou que as artes têm “uma clara contribuição para dar e oferecer grandes oportunidades na entrega de melhor saúde, bem-estar e experiência aprimorada para pacientes, usuários de serviços e funcionários”. Desta forma, analise as afirmativas a seguir.
I. A arte em hospitais geralmente é vista positivamente por pacientes e funcionários. II. Pacientes hospitalizados frequentemente expressam uma preferência por paisagens e cenas da natureza - respostas emocionais positivas a ambientes naturais. III. Os efeitos podem ser mediados por respostas psicológicas ao brilho e saturação das cores. As cores que provocam altos níveis de prazer com baixos níveis de excitação são mais propensas a induzir um estado de calma.

Assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2071628 Psiquiatria
Abaixo é apresentado o trecho extraído de Chiang e colaboradores (2018):
        Tendências recentes na Psiquiatria em direção a uma abordagem mais ______ no tratamento de transtornos mentais têm colocado cada vez mais atenção em métodos como a ______. Embora os avanços da medicina, tenham mantido os agentes farmacológicos na vanguarda do tratamento de transtornos psiquiátricos, muitos medicamentos contribuem para a má qualidade de vida e ______, mesmo quando os medicamentos são capazes de aliviar os principais ______ de um distúrbio. Cada vez mais, os profissionais de saúde sugerem arteterapia para atender ______ dos pacientes.

Assinale a alternativa que preencha correta e respectivamente as lacunas.
Alternativas
Q2071627 Educação Artística
Embora influenciados por diferentes áreas de conhecimento, o arteterapeuta incorporou uma série de outras abordagens em seu trabalho, como atenção plena, foco na compaixão, cognitivo-analítico. Porém, o uso de evidências científicas sólidas, ainda podem ser melhor exploradas e incorporadas as atividades do arteterapeuta. Mesmo assim, diferentes estudos apontam que a arteterapia pode impactar positivamente pessoas com transtorno de estresse pós-traumático. Assinale a alternativa correta, considerando a alterações positivas da arteterapia no transtorno de estresse pós-traumático.
Alternativas
Q2071626 Artes Plásticas
Tanto no Brasil como em outros países a arteterapia tem sido usada na reabilitação. Analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
( ) Arteterapia, segundo a classificação da Organização Mundial da Saúde, está na categoria de técnicas complementares de saúde, por tratar-se de uma área com um saber específico que pode contribuir na prevenção, manutenção e recuperação da saúde. ( ) A arteterapia ainda não consta no elenco da Classificação Brasileira de Ocupações. ( ) A arteterapia está em uma área transdisciplinar que promove a interface da arte, da educação, da psicologia e da mitologia com os mais diversos sistemas de crenças, resgatando por meio das artes a possibilidade de utilizar recursos expressivos e criativos para auxiliar as pessoas a contatar sua interioridade. ( ) A arteterapia tem uma longa história no trabalho com dificuldades relacionadas ao trauma, incluindo transtorno de estresse pós-traumático.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Respostas
61: B
62: C
63: B
64: D
65: A
66: C
67: B
68: A
69: A
70: D
71: A
72: C
73: D
74: D
75: C
76: A
77: B
78: B
79: A
80: D