Questões de Concurso Para enfermeiro

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Q3509241 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No que se refere aos aspectos linguístico-discursivos do texto, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q3509240 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No que trata dos aspectos gramaticais, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) saco vazio (linha 9) é uma expressão que compõe o sujeito da oração.
( ) A repetição do pronome onde nesse texto é um recurso coesivo que pretende reforçar uma ideia.
( ) Os vários usos do vocábulo como nesse texto denota comparação.
( ) A narrativa foi escrita na 3ª pessoa do discurso.
( ) Os vocábulos procurando e buscando (linha 1) têm uma relação de sinonímia.

Assinale a sequência correta.
Alternativas
Q3509239 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Nesse excerto, o autor do texto constrói uma narrativa fortemente marcada pela presença de que recurso?
Alternativas
Q3509238 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
Infere-se desse texto que
Alternativas
Q3509237 Português
Instrução: Leia atentamente o texto e responda à questão.


Meu povo seguiu rumando de um canto para outro, procurando trabalho. Buscando terra e morada. Um lugar onde pudesse plantar e colher. Onde tivesse uma tapera para chamar de casa. Os donos já não podiam ter mais escravos, por causa da lei, mas precisavam deles. Então, foi assim que passaram a chamar os escravos de trabalhadores e moradores. Não poderiam arriscar, fingindo que nada mudou, porque os homens da lei poderiam criar caso. Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, porque davam abrigo aos pretos sem casa, que andavam de terra em terra procurando onde morar. Como eram bons, porque não havia mais chicote para castigar o povo. Como eram bons, por permitirem que plantassem seu próprio arroz e feijão, o quiabo e a abóbora. A batata-doce do café da manhã. "Mas vocês precisam pagar esse pedaço de chão onde plantam seu sustento, o prato que comem, porque saco vazio não fica em pé. Então, vocês trabalham nas minhas roças e, com o tempo que sobrar, cuidam do que é de vocês. Ah, mas não pode construir casa de tijolo, nem colocar telha de cerâmica. Vocês são trabalhadores, não podem ter casa igual a dono. Podem ir embora quando quiserem, mas pensem bem, está difícil morada em outro canto."


(VIERIA JÚNIOR, Itamar. Torto arado. São Paulo: Todavia, 2019.)
No excerto Passaram a lembrar para seus trabalhadores como eram bons, a expressão ‘eram bons’ refere-se 
Alternativas
Q3500078 História e Geografia de Estados e Municípios
Considerando como fundador do município de Brejo da Madre de Deus: 
Alternativas
Q3500072 Matemática
Em uma escola, há (1+2) x (3+4) x (4+6) +  10 alunos no total. Se 2/5 de 3/4 dos alunos são meninos, quantas meninas há na escola? 
Alternativas
Q3500071 Matemática Financeira
Se um investimento de x reais é feito a uma taxa de juros simples anual de 8%, quantos meses levará para o investimento dobrar?
Alternativas
Q3500067 Português
A frase em que ocorre desvio da norma padrão é: 
Alternativas
Q3500064 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

        "Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela regido — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar politicas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada as investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de politicas publicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 

"(.] um documento que embasasse essa nossa percepção [..]." 6°§


A forma verbal nessa frase esta no modo: 

Alternativas
Q3500061 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

        "Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela regido — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar politicas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada as investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de politicas publicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 
[..] a gente começou a receber um volume de denuncias muito maior de jornalistas e comunicadores gue atuam na região amazônica." 6°§
A oração destacada exprime uma ideia de 
Alternativas
Q3500060 Português
Leia o texto a seguir para responder a questão.

Estudo relata violência contra jornalistas e comunicadores na Amazônia.
Agência Brasil
23/04/24

        Alertar a sociedade sobre a relação de crimes contra o meio ambiente e a violência contra jornalistas na Amazônia é o objetivo do estudo Fronteiras da Informação — Relatório sobre jornalismo e violência na Amazônia, lançado hoje (23) pelo Instituto Vladimir Herzog (IVH), em Belém.
    
    O material traça um panorama sobre a situação na região amazônica, palco de crescente onda de violência, atingindo diretamente os profissionais de imprensa.

        Dados da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj) revelam a ocorrência de 230 casos de violência contra liberdade de imprensa nos nove estados da Amazônia Legal, nos últimos dez anos. Segundo a Fenaj, o Pará é o estado mais violento para repórteres na Amazônia, com 89 casos registrados em uma década, seguido por Amazonas (38), Mato Grosso (31) e Rondônia (20). 

        Um dos casos mais emblemáticos e que chocou o Brasil e o mundo foi o assassinato do jornalista inglês Dom Phillips e do indigenista Bruno Pereira, em 2022.

         Segundo o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, Giuliano Galli, a morte brutal dos profissionais levou o instituto a se debruçar com maior atenção aos casos de violência na região. O instituto desenvolve projetos relacionados à proteção de jornalistas em todo o país.

        "Especificamente, nos últimos anos, principalmente após o assassinato do Bruno e do Dom, a gente começou a receber um volume de denúncias muito maior de jornalistas e comunicadores que atuam na regido amazônica. Então, a grande motivação foi produzir um documento que embasasse essa nossa percepção — de ter um número de casos maior naquela regido — para que a gente pudesse utilizar para um trabalho de incidência junto a atores do Estado brasileiro para que possa adotar medidas e criar politicas públicas de proteção aos jornalistas e comunicadores na Amazônia.", disse Galli a Agência Brasil.

        O relatório traz diversos relatos de casos em que a violência contra os profissionais aparece diretamente ligada as investigações sobre crimes ambientais. [...] "Os relatos que a gente recebe é que, especificamente no Vale do Javari, a situação ainda continua bastante perigosa e pouco foi feito desde então. Então, não deixa de ser uma motivação para evitar que casos parecidos como o do Bruno e do Dom se repitam, não só no Vale do Javari, mas em toda a Amazônia e em todo o pais”, acrescentou Galli.

        Para o coordenador de Jornalismo e Liberdade de Expressão do Instituto Vladimir Herzog, o relatório é claro ao apontar a relação de atividades ilegais como garimpo, mineração, ocupação de territórios indígenas e a ausência de politicas publicas de proteção. Ele destaca ainda que a violência não é sofrida apenas por jornalistas e comunicadores, mas também por defensores de direitos humanos em geral.

Adaptado
https://istoedinheiro.com.br 
De acordo com a tipologia textual, a intenção do autor foi: 
Alternativas
Q3500058 Segurança e Saúde no Trabalho
Entende-se por Saúde do Trabalhador, um conjunto de atividades que se destina, através das ações de Vigilância Epidemiológica e Vigilância Sanitária, à promoção e proteção da saúde dos trabalhadores, assim como visa a recuperação e reabilitação da saúde dos trabalhadores submetidos aos riscos e agravos advindos das condições de trabalho, abrangendo:
|. Assistência ao trabalhador vitima de acidentes de trabalho ou portador de doença profissional e do trabalho;
Il. Avaliação do impacto que as tecnologias provocam à saúde;
III. Participação na normatização, fiscalização e controle dos serviços de saúde do trabalhador nas instituições e empresas públicas apenas, excluindo-se as privadas.

Estão corretos os itens: 
Alternativas
Q3500057 Saúde Pública
O Sistema Único de Saúde (SUS) é o conjunto de todas as ações e serviços de salde prestados por 6rgaos e Instituições Publicas Federais, Estaduais e Municipais, da Administração direta e indireta e das Fundações mantidas pelo Poder Publico. São Princípios Doutrinários do SUS: 
Alternativas
Q3500056 Enfermagem
Maria Catarina compareceu hoje à Unidade Básica de Saúde, trazendo sua filha Cecília de 12 meses de idade para receber as vacinas deste mês. Considerando que Cecília já tenha tomado todas as vacinas anteriores, conforme o Calendário Nacional de Vacinação, quais são as doenças virais prevenidas com as vacinas que foram administradas hoje?
Alternativas
Q3500055 Enfermagem
Na prática da Enfermagem, a implementação de métodos eficazes de controle antimicrobiano é essencial para garantir a biossegurança dos pacientes, prevenindo infecções e promovendo uma assistência de saúde segura e de qualidade. A partir disso, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3500054 Enfermagem
As seis metas internacionais de segurança do paciente estabelecem diretrizes fundamentais para promover a excelência nos cuidados de saúde, visando garantir a segurança e a qualidade dos serviços prestados. Sobre esse tema, assinale a alternativa INCORRETA
Alternativas
Q3500053 Enfermagem
Na prática da Enfermagem, a administração de medicamentos requer precisão, atenção aos detalhes e rigoroso cumprimento dos protocolos de segurança, garantindo assim a eficácia do tratamento e o bem-estar dos pacientes. A partir disso, assinale a alternativa correta sobre as vias de administração de fármacos. 
Alternativas
Q3500052 Enfermagem
Oxigenoterapia é uma técnica que emprega dispositivos para suprir a deficiência de oxigênio no organismo, atendendo à demanda de alguns pacientes. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3500051 Enfermagem
João Almeida, 53 anos, comparece à unidade de pronto atendimento com intensa dor precordial, em aperto, intensidade 9 em 10, sem irradiações. Ao examinar o senhor João, você constatou que sua frequência respiratória era de 25 incursões respiratórias por minuto, sua frequência cardíaca era 130 batimentos por minuto, sua pressão arterial no membro inferior direito era de 110 por 80 mmHg e sua temperatura axilar de 38,7°C. Nesse caso, considerando esse primeiro momento de avaliação, o paciente se encontra:
Alternativas
Respostas
12581: A
12582: C
12583: D
12584: D
12585: B
12586: B
12587: D
12588: X
12589: X
12590: A
12591: C
12592: X
12593: A
12594: B
12595: C
12596: C
12597: D
12598: A
12599: X
12600: X