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Q3475972 Psicologia

Julgue o item subsequente, de acordo com o Código de Ética Profissional dos Psicólogos. 


Em ocasiões de greves ou paralisações dos profissionais de psicologia, deve-se garantir a continuidade das atividades de emergência, sendo emergência o que os psicólogos destacam como tal, ainda que outros profissionais não o reconheçam, visto que o conceito de crise, emergência e urgência, em psicologia, é de difícil definição e se caracteriza sempre por uma avaliação mais contextual dos casos envolvidos. 

Alternativas
Q3475971 Psicologia

Julgue o item subsequente, de acordo com o Código de Ética Profissional dos Psicólogos. 


Ao psicólogo é proibido intervir na prestação de serviços psicológicos que estejam sendo efetuados por outro profissional.

Alternativas
Q3472919 Atualidades
A década de 2010 foi marcada por intensas mudanças no cenário político brasileiro, incluindo protestos de massa, investigações de corrupção de grande escala, mudanças no Poder Executivo e novas diretrizes nas políticas ambientais e de segurança. Esses eventos influenciaram fortemente a percepção pública das instituições e a dinâmica democrática no país.
Com base nesse panorama histórico, assinale a alternativa que apresenta corretamente um fato político ocorrido no Brasil entre 2010 e 2020. 
Alternativas
Q3472918 Legislação dos Municípios do Estado de Santa Catarina
Segundo a Lei Orgânica de Belmonte/SC, o servidor público estável só perderá o cargo em virtude de: 
Alternativas
Q3472917 Ciência Política
 A administração municipal de Belmonte passou por diferentes gestões desde sua criação. Assinale a alternativa que apresenta uma afirmação INCORRETA sobre o histórico político do município.
Alternativas
Q3472916 Legislação Municipal
No Artigo 89 da Lei Orgânica de Belmonte/SC, estão previstos alguns dos direitos dos servidores municipais. De acordo com este artigo, a remuneração do trabalho noturno, inclusive o extraordinário, deve ser:
Alternativas
Q3472915 Direito do Trabalho
A jornada de trabalho conhecida como escala 6×1, que prevê seis dias consecutivos de trabalho seguidos por um dia de descanso, tem sido objeto de debate no Brasil. Sobre as discussões recentes a respeito dessa escala, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3472914 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Com a dor crônica, você "tem" uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3472913 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
 A coceira crônica é diferente porque ela "não deixa você" descansar.
De acordo com as regras de colocação pronominal, a forma correta do pronome oblíquo para substituir o termo destacado é:
Alternativas
Q3472912 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri, os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno sofriam a fúria ardente da feroz coceira.
Sintaticamente, é correto afirmar que, nesta frase:
Alternativas
Q3472911 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
O resultado é que "houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos".
Sintaticamente, é correto afirmar que, na oração destacada: 
Alternativas
Q3472910 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência.
Assinale a alternativa correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
Alternativas
Q3472909 Psicologia
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Uma em cada cinco pessoas sofre de coceiras crônicas, que duram semanas ou meses. Mas novos tratamentos estão a caminho.
Com base no texto apresentado, assinale a alternativa correta em relação às consequências e aos tratamentos da coceira crônica, assim como sua comparação com outros tipos de dor.
Alternativas
Q3472908 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Mas os anti-histamínicos não "apresentam" efeito sobre a coceira crônica.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
Alternativas
Q3472907 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo insuficiência e doença renal e linfoma.
De acordo com as regras de acentuação, é correto afirmar que: 
Alternativas
Q3472906 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez "se identifiquem" com a descrição do inferno de Dante.
A norma-padrão de colocação pronominal destacada na frase denomina-se:
Alternativas
Q3472905 Português
Coceira crônica, distúrbio dermatológico que afeta uma em cada cinco pessoas


A coceira crônica é associada a distúrbios dermatológicos como eczemas, urticária e psoríase, mas também a outras condições médicas, incluindo doença renal crônica, insuficiência renal e linfoma. Em alguns casos, a coceira crônica dura anos e a sensação é enlouquecedora.


No livro A Divina Comédia, de Dante Alighieri (1265-1321), os pecadores condenados ao oitavo círculo do inferno - os fraudadores - sofriam "a fúria ardente da feroz coceira que nada consegue aliviar".


Muitas pessoas que sofrem de psoríase talvez se identifiquem com a descrição do inferno de Dante. A coceira decorrente dessa condição já foi comparada com um ataque de formigas-de-fogo.


Pacientes com doenças hepáticas chegaram a ser submetidos a transplantes por não conseguirem lidar com a sensação de coceira. E alguns pacientes com câncer param de tomar medicações que salvariam suas vidas por não suportarem a coceira que esses remédios lhes causam.


"Estudos demonstraram que a coceira crônica é tão debilitante quanto as dores crônicas, mas, na verdade, eu defendo que é ainda pior", afirma o médico e neuroimunologista Brian Kim, da Escola de Medicina em Mount Sinai de Nova York.


"Com a dor crônica, você tem uma sensação de dor monótona, uma espécie de dor nível seis de dez que simplesmente não desaparece", explica ele. "Mas você consegue dormir."


A coceira crônica é diferente porque ela não deixa você descansar. As pessoas afetadas se coçam a noite toda. Deste ponto de vista, ela é consideravelmente mais debilitadora.


Até recentemente, os cientistas não compreendiam, na verdade, o que causa a coceira crônica, mesmo com sua alta incidência. Já as causas da coceira aguda são relativamente bem conhecidas.


Se você for picado por um mosquito ou encostar em hera venenosa, as células imunológicas da pele liberam histamina e outras substâncias, que se ligam a pequenos receptores na superfície dos nervos sensoriais.


Essas substâncias ativam os receptores, que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro.


A coceira aguda é irritante, mas é tratada com anti-histamínicos ou esteroides de uso tópico. Mas os anti-histamínicos não apresentam efeito sobre a coceira crônica.


O resultado é que houve poucos avanços no tratamento da coceira nos últimos anos, desde que ela foi definida pela medicina pela primeira vez.


Um motivo é que os cientistas acreditavam que a coceira seria apenas uma forma suave de dor. Este conceito errôneo pode ser visto em um estudo do início dos anos 1920.


O fisiologista austríaco-alemão Max von Frey (1852-1932) arranhou levemente a pele dos participantes de um estudo de laboratório com objetos pontiagudos chamados espículas. Ele concluiu que a sensação inicial de dor era seguida por outra sensação posterior de coceira.


Em 2007, cientistas liderados por Zhou-Feng da Universidade Washington, identificaram um receptor dedicado à coceira em um subconjunto de neurônios na medula espinhal. Seu estudo concluiu que camundongos que não tinham esse receptor eram incapazes de sentir coceira. Não importa o quanto se fizesse cócegas ou se causasse irritação neles, eles não se coçavam. Mas os animais sentiam dores normalmente.


Em outras palavras, os cientistas descobriram um conjunto de neurônios na medula espinhal que transmitem especificamente a sensação de coceira para o cérebro.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9822p5jz05o.adaptado.
Essas substâncias ativam os receptores, "que enviam um sinal de coceira para a medula espinhal e para o cérebro".
Na frase destacada, tem-se a presença de: 
Alternativas
Q3472904 Psicologia
O acompanhamento de famílias em descumprimento de condicionalidades dos programas de transferência de renda exige ações articuladas entre os serviços da rede de proteção social, especialmente nas áreas da saúde, educação e assistência social. O objetivo não é apenas aplicar sanções, mas oferecer suporte para o enfrentamento das vulnerabilidades que dificultam o cumprimento das obrigações pactuadas. Acerca do tema, marque V, para as afirmativas verdadeiras, e F, para as falsas:

(__)O acompanhamento familiar deve priorizar o apoio às famílias, buscando compreender os motivos do descumprimento e ofertar orientações e encaminhamentos adequados aos serviços da rede.
(__)A suspensão imediata do benefício é a medida recomendada em qualquer caso de descumprimento, devendo ocorrer independentemente da realização de diagnóstico social da família.
(__)A atuação do CRAS limita-se a comunicar o descumprimento às instâncias federais, cabendo exclusivamente à saúde e à educação a oferta de alternativas de superação.
(__)O psicólogo no CRAS pode contribuir para a identificação de fatores emocionais, familiares ou sociais que interfiram no cumprimento das condicionalidades, promovendo estratégias de enfrentamento.

Após análise, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta dos itens acima, de cima para baixo:
Alternativas
Q3472903 Psicologia
Durante o atendimento psicológico em uma instituição pública, um profissional se deparou com a solicitação de um familiar para que restringisse o conteúdo da escuta de um adolescente, condicionando a continuidade do serviço à concordância com a interferência externa. Considerando o Código de Ética Profissional do Psicólogo e as responsabilidades éticas do exercício profissional, assinale a alternativa correta quanto à conduta esperada nesse contexto.
Alternativas
Q3472902 Psicologia
No campo da assistência social, diferentes abordagens psicológicas podem ser aplicadas de forma complementar para compreender as dimensões subjetivas, relacionais e comportamentais das situações de vulnerabilidade. Essas abordagens contribuem para a escuta qualificada, a mediação de conflitos e a construção de estratégias de intervenção. Sobre o tema, relacione corretamente os termos da Coluna A com as descrições da Coluna B:

Coluna A (termos)

1.Abordagem humanista. 2.Abordagem sistêmica. 3.Abordagem comportamental.

Coluna B (descrições)

(__)Considera o sujeito inserido em redes de interação, como família e comunidade, buscando compreender padrões relacionais e suas influências mútuas.
(__)Valoriza o autoconhecimento, a autorrealização e o desenvolvimento do potencial humano, enfatizando a escuta empática e o vínculo terapêutico.
(__)Enfatiza que o comportamento pode ser aprendido, mantido ou modificado por meio de estímulos, respostas e reforços observáveis.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência da associação correta dos itens acima, de cima para baixo: 
Alternativas
Respostas
11701: C
11702: E
11703: B
11704: B
11705: C
11706: D
11707: C
11708: D
11709: C
11710: B
11711: C
11712: B
11713: A
11714: D
11715: A
11716: B
11717: C
11718: B
11719: D
11720: B