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Q3343302 Matemática
O gráfico indica o número de residências com focos de larvas do mosquito da dengue visitadas por um agente sanitário nos quatro primeiros dias úteis de uma semana.

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Após a contabilização dos dados das visitas desse agente sanitário na sexta-feira dessa semana, a média aritmética diária de residências com focos de larvas do mosquito da dengue que ele visitou nessa semana (2a a 6a feira) foi igual a 12. Sendo assim, o número de residências com focos de larvas do mosquito da dengue visitadas por esse agente na sexta-feira foi
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Q3343301 Matemática
A diluição de 2 mL de água sanitária por litro de água é suficiente para combate das larvas do mosquito da dengue. Uma caixa d´água com a forma de paralelepípedo reto-retângulo está quase que totalmente preenchida com água, como mostra a figura

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Sabendo-se que 1 m3 corresponde a 1000 L, a quantidade suficiente de água sanitária que deve ser adicionada nessa caixa d´água para o combate das larvas do mosquito da dengue é de
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Q3343299 Matemática
Segundo dados do site gov.br, em 2022 o Brasil registrou 174517 casos prováveis de Chikungunya, com uma taxa de incidência de 81,8 casos por 100 mil habitantes. Nessa estatística, considera-se que o total de habitantes do Brasil em 2022 era de, aproximadamente,
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Q3343298 Matemática
Segundo a Agência Brasil, o número de casos de dengue em gestantes aumentou cerca de 345% nas seis primeiras semanas de 2024, na comparação com o mesmo período de 2023. Se considerarmos que houve C casos de dengue em gestantes no período mencionado de 2024, então, o número de casos de dengue em gestantes no mesmo período de 2023 foi de
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Q3343297 Português

Leia a tira.


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A alternativa que reescreve uma das falas da personagem, de acordo com a norma-padrão de emprego e colocação do pronome, é:

Alternativas
Q3343296 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A alternativa redigida segundo a norma-padrão de concordância nominal e verbal é:
Alternativas
Q3343295 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa que dá sequência à frase, empregando os verbos de acordo com a norma-padrão.
Era provável que
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Q3343294 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
No contexto do quinto parágrafo, a conjunção destacada no enunciado – Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público. – introduz uma
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Q3343293 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na passagem – … o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. (5o parágrafo) –, os advérbios destacados expressam, nos respectivos contextos, as noções de
Alternativas
Q3343292 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
A passagem do texto em que a palavra destacada está empregada em sentido figurado é:
Alternativas
Q3343291 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Assinale a alternativa em que o trecho destacado está substituído, nos colchetes, por construção de acordo com a norma-padrão de emprego do sinal de crase.
Alternativas
Q3343290 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Nas passagens – “Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos …” (2o parágrafo) e “Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.” (5o parágrafo) – as palavras destacadas têm sinônimos adequados, respectivamente, em
Alternativas
Q3343289 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
Na afirmação – “O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.” –, defende-se a ideia segundo a qual
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Q3343288 Português
Leia o texto, para responder à questão.


              O Brasil é um dos países mais desiguais do mundo, e nada expõe mais a desigualdade do que o acesso à água e ao esgoto.

               Segundo o censo do IBGE, com dados de 2022, quase 50 milhões de brasileiros, 1/4 da população, não têm coleta de esgoto. Quase 40 milhões despejam seus dejetos em fossas rudimentares ou buracos e cerca de 4 milhões em rios, lagos ou no mar. Mais de 6 milhões de brasileiros não têm acesso à água e dependem de caminhões-pipa ou água da chuva, rios ou açudes sem o devido tratamento.

                Para adicionar insulto à injúria, 1,2 milhão de crianças estudam em colégios sem acesso à água potável.

         Além da incidência de doenças diretamente relacionadas à exposição a ambientes sem saneamento (leptospirose, disenteria, tifo, cólera), a falta de saneamento impacta o meio ambiente, a produtividade do trabalho, o aproveitamento escolar, os valores imobiliários e o turismo.

             Essa tragédia humanitária não é uma consequência natural da realidade socioeconômica do Brasil – o saneamento básico no País está bem abaixo da média de outros países de renda média-alta e mesmo de renda média. Portanto, é só incúria, pura e simples, do poder público.

          O Marco do Saneamento, aprovado em 2020, buscou reverter esse quadro, definindo metas para a universalização, obrigando a licitação para a escolha dos prestadores, garantindo mais segurança jurídica à privatização das companhias estaduais, estimulando a prestação regionalizada de serviços e conferindo à Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) o papel de padronizar a regulação e a fiscalização dos serviços.


(Opinião do Estadão. Disponível em: <estadao.com.br/opinao>.
Acesso em 28.02.2024. Adaptado)
É correto afirmar que o texto atribui a situação crítica do saneamento básico no Brasil 
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Q3247588 Engenharia Hidráulica
Um hidrômetro possui o seguinte número AL05120122. O que indica o primeiro caractere?
Alternativas
Q3247587 Metrologia
As figuras mostram o visor de um hidrômetro com duas leituras, feitas em junho (1) e em julho (2).
Captura_de tela 2025-03-17 154406.png (407×117)
Diante dos valores apresentados, o leiturista emitirá uma conta de água, cujo consumo será:
Alternativas
Q3247586 Engenharia Hidráulica
Qual o material mais comumente utilizado em cavaletes para instalação de hidrômetros residenciais?
Alternativas
Q3247585 Engenharia Hidráulica
Um usuário, ao encontrar com o leiturista, pede ajuda para entender o aumento muito grande no volume medido de um mês para o outro e se recusa a pagar. O leiturista, diante do problema, pode informar ao usuário que se trata de
Alternativas
Q3247584 Engenharia Hidráulica
A atividade referente à leitura do hidrômetro pode ser considerada
Alternativas
Respostas
341: C
342: A
343: D
344: C
345: B
346: B
347: E
348: A
349: B
350: A
351: D
352: C
353: D
354: C
355: C
356: C
357: C
358: B
359: A
360: E