Questões de Concurso Para professor - educação básica i

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Q3320737 Português
Leia o  texto a seguir para responder à questão.

Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

De acordo com a norma-padrão da língua portuguesa, há inadequação da colocação pronominal no excerto: 
Alternativas
Q3320736 Português
Leia o  texto a seguir para responder à questão.

Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

O tipo de figura de linguagem utilizada em “Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.” é: 
Alternativas
Q3320735 Português
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Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

No penúltimo parágrafo do texto, o narrador: 
Alternativas
Q3320734 Português
Leia o  texto a seguir para responder à questão.

Sumido 

        Me dei disseram “Você anda sumido” e me conta de que era verdade. Eu também, fazia tempo que não me via. O que teria acontecido comigo? Não me encontrava nos lugares em que costumava ir. Perguntava por mim e as pessoas diziam que havia tempo não me viam. E faziam  a pergunta: “Que fim você levou?”. Eu não tinha a menor ideia. A última vez que me vira fora, deixa ver... Eu não me lembrava!

      Eu  teria morrido? Impossível, na última vez em que me vira eu estava bem. Não tinha, que eu soubesse, nenhum problema grave de saúde. E, mesmo, eu teria visto o convite para o meu enterro no jornal. O nome fatalmente me chamaria a atenção.

        Eu podia ter mudado de cidade. Era isso. Podia ter ido para outro lugar, podia estar em outro lugar naquele momento. Mas por que iria embora assim, sem dizer nada para ninguém, sem me despedir nem de mim? Sempre fomos muito ligados. 

    No  outro dia fui a um lugar que eu costumava frequentar muito e perguntei se tinham me visto. Não era gente conhecida, precisei me descrever. Não foi difícil porque me usei como modelo. “Eu sou um cara, assim, como eu. Mesma altura, tudo.” Não tinham me visto. Que coisa. Pensei: como é que alguém pode simplesmente desaparecer desse jeito? Foi então que comecei, confesso, a pensar nas vantagens de estar sumido.

       Não me encontrar em lugar algum me dava uma espécie de liberdade. Podia fazer o que bem entendesse, sem o risco de dar comigo e eu dizer “Você, hein?” e eu ser obrigado a me dizer alguma coisa como “Vai ver se eu não estou lá na esquina”. Mudei por completo de comportamento. Me tornei outro! Que maravilha. Agora, mesmo que me encontrasse, eu não me reconheceria. Comecei a fazer coisas que até eu duvidaria, se fosse eu. O que mais gostava de ouvir das pessoas espantadas com a minha mudança era: “Nem parece você”. Claro que não parecia eu. Eu não era eu. Eu era outro! Passei a me exceder, embriagado pela minha nova liberdade.

       A verdade é que estar longe dos meus olhos me deixou fora de mim. Ou fora do outro. E um dia ouvi uma mulher indignada com o meu assédio gritar: “Você não se enxerga, não?.” Foi uma revelação. Claro, era isso. Eu não estava sumido. Eu simplesmente não me enxergava. Como podia me encontrar nos lugares onde me procurava se não me enxergava? 

     Todo aquele tempo eu estivera lá·, presente, embaixo, por assim dizer, do meu nariz, e não me vira. Por um lado, fiquei aliviado. Eu estava vivo e bem, não precisava me preocupar. Por outro lado, foi uma decepção. Concluí que não tem jeito, estamos sempre, irremediavelmente, conosco, mesmo quando pensamos ter nos livrado de nós. A gente não desaparece. A gente às vezes só não se enxerga. 




VERISSIMO, L. F. Verissimo antológico: meio século de crônicas, ou coisa parecida. São Paulo: Objetiva, 2020. 

O desaparecimento retratado no texto é uma forma figurada de se referir: 
Alternativas
Q3316748 Pedagogia
A influência de Paulo Freire na modalidade da Educação de Jovens e Adultos é extremamente rica e positiva, face à metodologia criada por ele, a qual permite um elo entre aprendiz e o mundo em que vive, causando a sensação de pertencimento. A referida metodologia tem como objetivo:
Alternativas
Q3316747 Pedagogia
O Programa Alfabetização na Idade Certa – PAIC, foi instituído pelo governo do Estado do Ceará, em cumprimento ao regime de colaboração, e por meio do qual poderá prestar cooperação técnica e financeira aos municípios cearenses, com vistas à melhoria dos resultados de aprendizagem. O Programa tem por finalidade o estabelecimento de condições necessárias, para que todos os alunos cearenses cheguem, sem distorção idade-série e com domínio das competências de leitura, escrita, cálculo e ciências adequadas à sua idade e ao seu nível de escolarização ao:
Alternativas
Q3316746 Pedagogia
Segundo alguns autores, ainda permanecem obstáculos à implantação da interdisciplinaridade nas salas de aula. Leia as afirmações a seguir e marque (V) paras as VERDADEIRAS e (F) para as FALSAS.

( ) Formação muito específica dos docentes.
( ) Distância de linguagem, perspectivas e métodos entre as disciplinas.
( ) Ausência de espaços e tempos nas instituições para refletir, avaliar e implantar inovações educativas.
( ) Crença na importância da socialização das disciplinas, que pensadas como livros abertos, podem ser lidos e anotados por diferentes agentes.
( ) Reflexão crítica sobre práticas pedagógicas e busca por melhorias nas estratégias de ensino e as relações com os alunos.

Marque a opção que apresenta a sequência CORRETA.
Alternativas
Q3316745 Pedagogia

A imagem a seguir, ilustra uma metodologia em sala de aula:



Imagem associada para resolução da questão



A relação entre as diferentes áreas do Conhecimento, abrangendo um objeto de estudo em comum, uma grande temática, que contempla características específicas incentivando um trabalho coletivo entre o corpo docente, possibilitando o desenvolvimento de práticas conjuntas e estimulando a promoção de um ensino contínuo e interrelacionado, dá-se o nome de:

Alternativas
Q3316744 Pedagogia
Texto base para responder a questão


Uma proposta para fomentar um maior diálogo educativo, [...] dá-se através da compreensão do uso e da definição dos recursos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem, considerando que estes precisam ser constantemente reavaliados, de forma a beneficiar principalmente a transposição didática dos saberes, acreditando, assim, que o caminho para a construção de um novo pensar e de um novo fazer se edifica no questionamento, na pesquisa, no revisitar e analisar os modelos existentes para então propor novos indicativos.

(BOSSE, 2018, p.01) https://dh2018.adho.org/transposicao-didatica-e-atuais-recursos-pedagogicosconvergencias-para-o-dialogo-educativo/
Segundo as reflexões de estudiosos sobre o tema, a transposição didática envolve mais especificamente a transposição interna e a transposição externa. A transposição interna ocorre:
Alternativas
Q3316743 Pedagogia
Texto base para responder a questão


Uma proposta para fomentar um maior diálogo educativo, [...] dá-se através da compreensão do uso e da definição dos recursos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem, considerando que estes precisam ser constantemente reavaliados, de forma a beneficiar principalmente a transposição didática dos saberes, acreditando, assim, que o caminho para a construção de um novo pensar e de um novo fazer se edifica no questionamento, na pesquisa, no revisitar e analisar os modelos existentes para então propor novos indicativos.

(BOSSE, 2018, p.01) https://dh2018.adho.org/transposicao-didatica-e-atuais-recursos-pedagogicosconvergencias-para-o-dialogo-educativo/
A transposição didática exige do professor um conhecimento profundo do conteúdo que será transposto ou ensinado. Não dominar esse conteúdo implica um risco muito sério de a transposição não acontecer realmente, ou não se realizar, proporcionando ao aluno a uma visão sem aprofundamento e sem consistência e, ainda, o professor ao desgaste em sua atuação. Observe, a seguir, os princípios mais específicos da transposição didática referentes ao ensino-aprendizagem.

I. A questão da legitimidade do conhecimento científico a ser transposto, visto que a credibilidade deste põe em questão sua ciência de base.
II. A questão de certas disciplinas - ciências da natureza, ciências humanas e ciências sociais - apresentarem um corpo de conhecimentos já relativamente estáveis e organizados, mesmo que possam surgir conceitos ainda em discussão.
III. A questão de a linguística dispor de teorizações particulares que são frequentemente questionadas e/ou contestadas, ou ainda, se encontrarem em estado de concorrência com outras teorias sobre o mesmo objeto, a exemplo dos diferentes tipos de análise de textos à disposição dessa ciência. 

Pode-se afirmar que são desafios a serem enfrentados pelo professor para trabalhar positivamente a transposição didática, na escola a(s) afirmação(ões) indica(s) na opção:
Alternativas
Q3316742 Pedagogia
Texto base para responder a questão


Uma proposta para fomentar um maior diálogo educativo, [...] dá-se através da compreensão do uso e da definição dos recursos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem, considerando que estes precisam ser constantemente reavaliados, de forma a beneficiar principalmente a transposição didática dos saberes, acreditando, assim, que o caminho para a construção de um novo pensar e de um novo fazer se edifica no questionamento, na pesquisa, no revisitar e analisar os modelos existentes para então propor novos indicativos.

(BOSSE, 2018, p.01) https://dh2018.adho.org/transposicao-didatica-e-atuais-recursos-pedagogicosconvergencias-para-o-dialogo-educativo/
Para alguns autores, a transposição didática divide-se em dois momentos, transposição didática externa e transposição didática interna. A primeira está relacionada à/ao:
Alternativas
Q3316741 Pedagogia
Texto base para responder a questão


Uma proposta para fomentar um maior diálogo educativo, [...] dá-se através da compreensão do uso e da definição dos recursos pedagógicos no processo de ensino e aprendizagem, considerando que estes precisam ser constantemente reavaliados, de forma a beneficiar principalmente a transposição didática dos saberes, acreditando, assim, que o caminho para a construção de um novo pensar e de um novo fazer se edifica no questionamento, na pesquisa, no revisitar e analisar os modelos existentes para então propor novos indicativos.

(BOSSE, 2018, p.01) https://dh2018.adho.org/transposicao-didatica-e-atuais-recursos-pedagogicosconvergencias-para-o-dialogo-educativo/
Por Transposição Didática, entende-se que seja:
Alternativas
Q3316740 Pedagogia
A prática da educação bancária é totalmente contrária a uma educação problematizadora. Analise as características a seguir.

I. Assistencialista.
II. Domesticação.
III. Crítica.
IV. Submissão.
V. Liberdade
VI. Criatividade.

Os atributos relacionados a uma educação problematizadora estão contidos em:
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Q3316739 Português
Métodos de alfabetização têm um material pronto: cartazes, cartilhas, cadernos de exercício. A cartilha é um saber abstrato, pré-fabricado e imposto por meio do qual, um operário, depois de uma jornada de trabalho, na sala de aula e tem que repetir no meio da noite: “Eva viu a uva.” “A ave é do Ivo.” “Ivo vai na roça.” Já Paulo Freire pensou que um método de educação construído num diálogo entre educador e educando. Para os adeptos da concepção de Freire, a cartilha pode ser comparada a um(a):
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Q3316738 Pedagogia
Uma importante influência na Educação de Jovens e Adultos, no Brasil, que inspirou programas de alfabetização numa perspectiva de educação popular, propôs parcerias com diversas instituições e associações com o objetivo de alfabetizar adultos, além de atender necessidades educacionais e culturais, estamos falando de:
Alternativas
Q3316737 Pedagogia
O professor, ao utilizar as provas e exames, no processo da aprendizagem escolar, com o objetivo de verificar o nível de desempenho do educando em determinado conteúdo e classificá-lo em termos de aprovação ou reprovação, por conceitos, notas ou algo semelhante realiza uma prática seletiva, na qual aqueles que conseguem atingir os objetivos são incluídos e os demais são excluídos. A avaliação da aprendizagem realizada nesse contexto indica:
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Q3316736 Pedagogia
A concepção de avaliação proposta pelos Parâmetros Curriculares Nacionais (Brasil, 1997) pretende superar a concepção tradicional de avaliação, compreendendo-a como parte integrante e intrínseca do processo educacional. Ela se contrapõe à avaliação conservadora que foca nos sucessos e fracassos do aluno. Uma das orientações proposta pelo referido documento é:
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Q3316735 Pedagogia
Ao trabalhar temas como potência ou as conexões que se estabelecem entre os diferentes axiomas matemáticos, as regras como as de Arquimedes, demografia e as regras que se relacionam a ela, romantismo, impressionismo, enfim, termos abstratos, as relações estabelecidas entre eles e as de causa-efeito, esses conteúdos têm como fator comum a necessidade de compreensão, e são chamados de:
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Q3316734 Pedagogia
O Professor Rafael, ao utilizar o recurso didático sólidos geométricos, realizou um jogo em que os alunos deveriam dizer o nome do sólido, seguindo coluna e linha de uma roleta com regras de pontuação. O docente percebeu a irritação exagerada de alguns alunos ao perder pontos, mas com a mediação e a orientação dele, logo tentaram outra partida, permitindo ao aluno passar por um processo de reflexão sobre seus valores e atitudes. Os alunos, também, perceberam a presença das normas do jogo, e entenderam que não podiam burlar regras e que só tinham a pontuação se localizassem o sólido e discriminassem o nome. Nesse aspecto da aula, o professor Rafael estava trabalhando conteúdos:
Alternativas
Q3316733 Pedagogia
A Coordenadora Pedagógica, após assistir às aulas da Professora Ana, chamou-a com a finalidade de orientá-la quanto ao uso inadequado do ábaco no ensino de matemática, com o qual deveria resgatar a historicidade dele, sua importância para o ensino do componente curricular e promover atividades que os ajudaria a perceber melhor o sistema de numeração e suas técnicas operatórias, tornando uma ferramenta imprescindível no ensino da contagem e das operações básicas na educação fundamental. Mas, deixou os alunos apenas brincarem com o objeto. Quanto à utilização do referido recurso didático, pode-se dizer que a professora Ana:
Alternativas
Respostas
1781: E
1782: C
1783: A
1784: A
1785: A
1786: D
1787: C
1788: A
1789: B
1790: E
1791: B
1792: C
1793: D
1794: A
1795: B
1796: E
1797: D
1798: B
1799: D
1800: C