Questões de Concurso Para agente de fiscalização

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Q3073219 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Considerando o que se afirma no texto, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3073218 Português
Avaliação Econômica em Saúde

A saúde no Brasil apresentou mudanças expressivas que provocaram um crescimento acelerado dos gastos nessa área, e uma das principais causas foi o desenvolvimento tecnológico de novas estratégias diagnósticas e terapêuticas – que, na grande maioria das vezes, são mais eficazes, mas ao mesmo tempo mais dispendiosas.
      Torna-se crítico, portanto, para qualquer serviço de saúde, estabelecer políticas bem definidas de adoção, manutenção e incorporação de novas tecnologias no sistema para minimizar os aspectos negativos e, assim, contribuir para uma maior qualidade dos serviços de saúde, maximizando-se os ganhos em saúde com o bom uso dos recursos disponíveis. A tomada de decisão deve apoiar-se em avaliações criteriosas que levem em consideração aspectos clínicos e econômicos. É nesse campo que se desenvolve a avaliação econômica em saúde, parte das avaliações de tecnologias em saúde. Países como a Inglaterra, País de Gales e Canadá criaram instituições que se dedicam a tais políticas. No Brasil, o Departamento de Ciência e Tecnologia do Ministério da Saúde tem estimulado o desenvolvimento da avaliação econômica e sua participação na tomada de decisões relacionadas à incorporação de novas tecnologias no Sistema Único de Saúde (SUS).
      A avaliação econômica em saúde visa a responder basicamente duas grandes questões: “A estratégia de saúde em questão é vantajosa quando comparada com alternativas que poderiam ser implementadas com esses recursos?” e “Estamos cientes e de acordo que os recursos sejam usados dessa maneira e não de outra?”.
      Os principais métodos de avaliação econômica utilizados na área da saúde são: a análise custo-benefício, análise de minimização de custos, análise custo-efetividade e análise custo-utilidade. Nosso foco central é a análise custo-benefício, que se destaca nas avaliações econômicas, por ser considerada mais abrangente e que contempla todos os aspectos da eficiência alocativa de determinado programa. Por ser um método no qual os custos e benefícios são relatados usando a métrica comum das unidades monetárias, resultados de diferentes estudos são comparáveis e permitem avaliar o quanto a sociedade está disposta a pagar pelos efeitos de programas ou políticas públicas.
      Nesse contexto de desigualdades sociais e escassez de recursos para o financiamento da saúde, a avaliação de custo-benefício de ações e de serviços é essencial para a elaboração de estratégias e programas que respondam às reais necessidades da população. Embora se possa avaliar eficácia (influência de inovações tecnológicas), efetividade (grau de aproximação aos aprimoramentos possíveis) e eficiência (economia de custos sem prejuízo de metas), a utilização de avaliações em saúde deve justificar estratégias e programas e auxiliar na racionalização dos gastos públicos, e o conceito de eficiência é o nosso foco.
      Pela utilização dos índices de morbidade e mortalidade infantil como importantes indicadores de saúde do país, observa-se que as causas infecciosas vêm decaindo como responsáveis pela taxa total de óbitos na infância. À medida que problemas infectocontagiosos estão sendo resolvidos e que se aumenta a capacidade de manter vivos maior número de recém-nascidos, os problemas de ordem congênita e hereditária se tornam pertinentes e de relevância na saúde pública, devendo ser alvo de ações e políticas de saúde específicas.

CAMELO JUNIOR, José Simon et al. Disponível em: https://www.scielo.br/j/csp/a/8MhgHV8m6HjTBQjfnDCJCkv/. Acesso em 08 de fev 2024. Fragmento adaptado.
Assinale a alternativa que melhor resume o texto. 
Alternativas
Q3059210 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


Nos casos de cancelamento decorrente do falecimento do profissional, os CAU‑UF exigem a devolução da carteira de identificação profissional do CAU.

Alternativas
Q3059209 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


O cancelamento do registro do profissional, efetuado pelos CAU‑UF competentes, pode decorrer de aplicação de sanção de natureza ético‑disciplinar e de cancelamento de registro, decorrente de decisão transitada em julgado em processo de mesma natureza.

Alternativas
Q3059208 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


O profissional com registro suspenso estará impedido de exercer atividades de arquitetura e urbanismo no Brasil e de utilizar o título de arquiteto e urbanista para fins do exercício profissional.

Alternativas
Q3059207 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


Ao efetivar a interrupção de registro, o profissional continuará tendo acesso ao ambiente profissional do SICCAU, com restrição à solicitação de registro de responsabilidade técnica (RRT) e emissão de certidão de registro e quitação de pessoa física (CRQPF).

Alternativas
Q3059206 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


A interrupção do registro é obrigatória ao profissional que não pretende exercer a profissão por tempo indeterminado.




Alternativas
Q3059205 Arquitetura

Considerando as alterações de registros de profissionais nos CAU‑UF, julgue o item a seguir.


São condições para alterações de registro do profissional a interrupção, a suspensão ou o cancelamento.

Alternativas
Q3059204 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O RRT cancelado permite devolução da taxa paga.

Alternativas
Q3059203 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


Concluída a atividade técnica de arquitetura e urbanismo objeto de RRT, a baixa do registro é facultativa quando se tratar de atividade técnica de materialização.

Alternativas
Q3059202 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O requerimento de RRT extemporâneo constituirá processo administrativo, a ser submetido à apreciação dos CAU‑UF, que deliberarão acerca do registro requerido, podendo, quando julgar necessário, efetuar diligências ou requisitar outros documentos para subsidiar a análise e a decisão acerca da matéria.

Alternativas
Q3059201 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O RRT retificador é aquele que se utiliza em razão da necessidade de retificação de RRT anteriormente efetuado, com vistas à correção de dados ou à alteração do objeto que o constituem, desde que não tenha sido procedida a baixa do mesmo.

Alternativas
Q3059200 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


No caso de RRT de equipe, somente um arquiteto deverá efetuar o RRT.

Alternativas
Q3059199 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O RRT denomina‑se social quando se constitui de atividades técnicas relacionadas a conjuntos habitacionais ou edificações residenciais multifamiliares, vinculados a programas de habitação de interesse social.

Alternativas
Q3059198 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O RRT denomina‑se mínimo quando se constitui de uma ou mais atividades técnicas e realizadas dentro do mesmo mês, vinculadas a um único contratante.

Alternativas
Q3059197 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


As providências relativas ao RRT são de responsabilidade do contratante do arquiteto e urbanista.

Alternativas
Q3059196 Arquitetura

Em relação ao registro de responsabilidade técnica (RRT), julgue o item seguinte.


O RRT deverá ser efetuado conforme a condição de tempestividade quando se tratar de atividade técnica do grupo execução, sendo efetuado antes do início da atividade.

Alternativas
Q3059195 Arquitetura

De acordo com o Código de Ética e Disciplina, julgue o item a seguir.


É uma recomendação que o arquiteto e urbanista, quando convidado a emitir parecer ou reformular os serviços profissionais de colegas, deve informá‑los previamente sobre o fato.

Alternativas
Q3059194 Arquitetura

De acordo com o Código de Ética e Disciplina, julgue o item a seguir.


O arquiteto e urbanista deve declarar‑se impedido de propor honorários ou quaisquer remunerações por serviços profissionais visando obter vantagem sobre propostas conhecidas, já apresentadas por colegas concorrentes para os mesmos objetivos.

Alternativas
Q3059193 Arquitetura

De acordo com o Código de Ética e Disciplina, julgue o item a seguir.


O arquiteto e urbanista deve recusar‑se a receber, sob qualquer pretexto, qualquer honorário, provento, remuneração, comissão, gratificação, vantagem, retribuição ou presente de qualquer natureza – quais sejam na forma de consultoria, produto, mercadoria ou mão de obra, oferecidos pelos fornecedores de insumos de seus contratantes.

Alternativas
Respostas
1261: D
1262: E
1263: E
1264: C
1265: C
1266: C
1267: E
1268: C
1269: E
1270: E
1271: C
1272: C
1273: E
1274: C
1275: E
1276: E
1277: C
1278: E
1279: C
1280: C