Questões de Concurso
Para educador infantil
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O texto a seguir é referência para a questão.
O que é lugar de fala?
Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.
(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
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O que é lugar de fala?
Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.
(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
O texto a seguir é referência para a questão.
O que é lugar de fala?
Numa sociedade como a brasileira, de herança escravocrata, pessoas negras vão experenciar racismo do lugar de quem é objeto dessa opressão, do lugar que restringe oportunidades por conta desse sistema de opressão. Pessoas brancas vão experenciar do lugar de quem se beneficia dessa mesma opressão. Logo, ambos os grupos podem e devem discutir essas questões, mas falarão de lugares distintos. Estamos dizendo, principalmente, que queremos e reivindicamos que a história sobre a escravidão no Brasil seja contada por nossas perspectivas também e não somente pela perspectiva de quem venceu, para parafrasear Walter Benjamin, em Teses sobre o conceito de história. Estamos apontando para a importância de quebra de um sistema vigente que invisibiliza essas narrativas.
(RIBEIRO, Djamila. O que é: lugar de fala? Belo Horizonte: Letramento: Justificando, 2017, p. 48. Adaptado.)
O texto a seguir é referência para a questão.
O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
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O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
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O nome Krenak é constituído por dois termos: um é a primeira partícula, kre, que significa cabeça, a outra, nak, significa terra. Krenak é a herança que recebemos dos nossos antepassados, das nossas memórias de origem, que nos identifica como “cabeça da terra”, como uma humanidade que não consegue se conceber sem essa conexão, sem essa profunda comunhão com a terra. Não a terra como um sítio, mas como esse lugar que todos compartilhamos, e do qual nós, os Krenak, nos sentimos cada vez mais desraigados – desse lugar que para nós sempre foi sagrado, mas que percebemos que nossos vizinhos têm quase vergonha de admitir que pode ser visto assim. Quando nós falamos que o nosso rio é sagrado, as pessoas dizem: “Isso é algum folclore deles”; quando dizemos que a montanha está mostrando que vai chover e que esse dia vai ser um dia próspero, um dia bom, eles dizem: “Não, uma montanha não fala nada”. Quando despersonalizamos o rio, a montanha, quando tiramos deles os seus sentidos, considerando que isso é atributo exclusivo dos humanos, nós liberamos esses lugares para que se tornem resíduos da atividade industrial e extrativista. Do nosso divórcio das integrações e interações com a nossa mãe, a Terra, resulta que ela está nos deixando órfãos, não só aos que em diferente graduação são chamados de índios, indígenas ou povos indígenas, mas a todos.
(KRENAK, Ailton. Ideias para adiar o fim do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, p. 24.)
O desenvolvimento infantil envolve diferentes aspectos da vida da criança pequena. Com relação às práticas do cotidiano, sobre a troca de fraldas e o controle dos esfíncteres na Educação Infantil, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) O início do controle das fezes e da urina, em geral, resulta em momentos de muita ansiedade para os adultos, o que pode ser minimizado colocando as crianças por um longo tempo no penico e também, se for preciso, expor a criança que não conseguiu se controlar diante dos funcionários, a fim criar uma memória sobre a sua atitude.
(_) Devemos estabelecer uma idade certa para que se dê o controle dos esfíncteres. A capacidade de controlar as fezes e a urina começa por volta dos dois anos, e isso deve ser invariável para um desenvolvimento adequado.
(_) A escola infantil deve estabelecer algumas combinações com a família para a tirada da fralda e a introdução do uso do penico, pois o ideal é que isso se dê de forma conjugada – tanto na escola quanto em casa.
De acordo com CRAIDY e KAERCHER, segundo Carvalho e Rubiano, considera-se o arranho especial de fundamental importância, na medida em que podemos organizá-lo através de espaços semiabertos, proporcionando às crianças e ao educador uma fácil visão de todo o espaço disponível, bem como o favorecimento das interações sociais. Por meio desse uso do espaço, pode-se promover o(a):
I. Identidade pessoal das crianças.
II. Desenvolvimento da competência.
III. Construção de diferentes aprendizagens.
Está(ão) CORRETO(S):
Segundo BARBOSA, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
A epistemologia genética afirma que as noções de tempo, espaço, objeto e causalidade são simultâneas e constroem-se solidariamente nos primeiros anos de vida, mas, para que isso ocorra, é necessário um ____________ que torne presentes esses aspectos e que os faça objeto de interesse e de necessidades das crianças.
De acordo com GONZALEZ-MENA, sobre Vygotsky, assinalar a alternativa INCORRETA:
De acordo com o manual Brinquedos e Brincadeiras de Creches, a entrada no mundo da matemática ocorre quando a professora sabe como encaminhar a criança para brincadeiras em que se vai descobrindo o significado dos números. Nesse sentido, em relação às brincadeiras para pensar sobre como medir e quantificar, assinalar a alternativa INCORRETA:
De acordo com Ministério da Educação: Orientações e Ações para a Educação das Relações Étnico-Raciais, sobre a Educação Infantil, assinalar a alternativa que preenche as lacunas abaixo CORRETAMENTE:
A Educação Infantil no Brasil caracteriza-se como primeira etapa da Educação Básica, dever do __________________ e direito da criança, _________________ obrigatória.
De acordo com MUNANGA, analisar a sentença abaixo:
É preciso identificar e corrigir a ideologia, ensinar que a diferença pode ser bela, que a diversidade é enriquecedora apesar de ser sinônimo de desigualdade (1ª parte). A desconstrução da ideologia abre a possibilidade do reconhecimento e aceitação dos valores culturais próprios, bem como a sua aceitação por indivíduos e grupos sociais pertencentes a outras raças/etnias, facilitando as trocas interculturais na escola e na sociedade (2ª parte). Corrigir o estigma da desigualdade atribuído às diferenças constitui-se tarefa de todos (3ª parte).
A sentença está:
Em conformidade com GOLEMAN, sobre QI e inteligência, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) O QI e a inteligência emocional são sempre capacidades que se opõem.
(_) As pessoas de alto QI e baixa inteligência emocional ou baixo QI e alta inteligência emocional são, apesar dos estereótipos, relativamente raras.
(_) Na medida em que a pessoa tem tanto inteligência cognitiva quanto emocional, essas imagens se confundem. Ainda assim, dentre as duas, é a inteligência cognitiva que contribui com um número muito maior das qualidades que tornam as pessoas mais humanas.
Considerando-se os principais pontos dos teóricos educacionais listados abaixo, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Jean Piaget.
(2) David Ausubel.
(3) Lev Vygotsky.
(_) Assimilação, acomodação e equilibração.
(_) Mediação simbólica.
(_) Aprendizagem significativa.
Conforme consta no Parecer CNE/CEB Nº 7/2010, sobre o Projeto Político Pedagógico (PPP), analisar os itens abaixo:
I. O PPP é um dos meios de viabilizar a escola democrática e autônoma para todos, com qualidade social.
II. Cabe à escola, considerada a sua identidade e a de seus sujeitos, articular a formulação do PPP com os planos de educação nacional, estadual, municipal, o plano da gestão, o contexto em que a escola se situa e as necessidades locais e as de seus estudantes.
III. É também um documento em que se registra o resultado do processo negocial estabelecido por aqueles atores que estudam a escola e por ela respondem em parceria (gestores, professores, técnicos e demais funcionários, representação estudantil, representação da família e da comunidade local).
Está(ão) CORRETO(S):
Em conformidade com a Lei nº 12.288/2010 - Estatuto da Igualdade Racial, marcar C para as afirmativas Certas, E para as Erradas e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(_) É assegurado aos remanescentes das comunidades dos quilombos o direito à preservação de seus usos, costumes, tradições e manifestos religiosos, sob a proteção do Estado.
(_) A população negra tem direito a participar de atividades educacionais, culturais, esportivas e de lazer adequadas a seus interesses e condições, de modo a contribuir para o patrimônio cultural de sua comunidade e da sociedade brasileira.
(_) À população negra, é garantido atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população.
De acordo com a Lei nº 9.394/1996 - LDB, os estabelecimentos de ensino, respeitadas as normas comuns e as do seu sistema de ensino, terão algumas incumbências. Sobre uma dessas incumbências, assinalar a alternativa que preenche a lacuna abaixo CORRETAMENTE:
Notificar ao Conselho Tutelar do Município a relação dos alunos que apresentem quantidade de faltas acima de _____ do percentual permitido em lei.
O software responsável por gerenciar os recursos do computador como um todo, servindo de conexão entre hardwares e demais programas instalados na máquina, é denominado:
Assinalar a alternativa na qual todas as palavras encontram-se CORRETAMENTE acentuadas: