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Q4130508 Português
Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.


Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.


Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?


A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.


Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.


O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres.


"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.


Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.


"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.


A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.


Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.


"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.


Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes. Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.


O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.


"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."


Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.


Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.


"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.


Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.


"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.


A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.


"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o

Considerando os recursos coesivos utilizados no texto, marque com V as afirmativas verdadeiras ou com F as falsas.


(__)Em 'Eles usam o som como qualquer mamífero faria', o pronome 'eles' estabelece coesão referencial ao retomar um elemento anteriormente mencionado no texto, identificado como 'os ouvidos humanos'.


(__)Em 'ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas', o verbo 'poder' estabelece coesão ao concordar adequadamente com 'golfinhos'.


(__)Em 'A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação...', o vocábulo 'descoberta' retoma a percepção científica dos sons infrassônicos dos elefantes e sua função comunicativa.


Assinale a sequência correta.

Alternativas
Q4130504 Português
Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.


Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.


Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?


A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.


Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.


O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres.


"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.


Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.


"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.


A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.


Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.


"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.


Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes. Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.


O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.


"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."


Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.


Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.


"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.


Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.


"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.


A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.


"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o
"Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes."
Com base nas regras de acentuação dos vocábulos presentes no texto-base, analise as afirmativas a seguir:
I.Os vocábulos 'zoológico' e 'bióloga' recebem acentuação por regras distintas, visto que o primeiro apresenta vogal tônica que forma hiato com a vogal precedente, situação diferente da verificada no segundo.
II.O vocábulo 'pode' ilustra um caso em que a distinção entre formas verbais homógrafas pode ser sinalizada graficamente por meio do acento gráfico, estabelecendo oposição temporal e influenciando o valor semântico do enunciado.
III.Tanto as oxítonas quanto os monossílabos tônicos terminados em "a" recebem acento gráfico, como exemplificam os vocábulos "será" e "já", embora as regras de acentuação sejam distintas.
IV.O vocábulo 'ruído' recebe acento pela regra que acentua as palavras 'saúde' e 'egoísmo'.

Assinale a alternativa que apresenta apenas as proposições corretas.
Alternativas
Q4130501 Português
Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.


Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.


Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?


A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.


Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.


O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres.


"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.


Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.


"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.


A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.


Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.


"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.


Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes. Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.


O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.


"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."


Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.


Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.


"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.


Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.


"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.


A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.


"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o

"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar."


Com base nas regras de colocação pronominal, caso o complemento do verbo 'observar' seja substituído por um pronome oblíquo átono, assinale a alternativa em que a forma correta de colocação pronominal seja respeitada.


Alternativas
Q4130500 Português
Estamos perto de entender o que os animais querem dizer para nós?


Em 2025, ocorreu o primeiro Desafio Coller Dolittle, oferecendo recompensas para pesquisas científicas sobre como se comunicar com os animais.


Uma equipe americana ganhou o prêmio, ao descobrir que certos assobios emitidos pelos golfinhos podem ter função similar às palavras humanas.


Conversar com os animais costumava ser tema de livros e filmes. Mas será que ainda é apenas um sonho ou pode se tornar realidade em breve? E como a inteligência artificial (IA) pode nos ajudar?


A tecnologia já ampliou nossa compreensão da comunicação animal.


Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos.


O ouvido humano pode escutar até cerca de 20 kHz, mas alguns morcegos podem fazer sons "de até 212 kHz", afirma a professora de Ecologia e Biodiversidade Kate Jones, do University College de Londres.


"Eles usam o som como qualquer mamífero faria, para dizer aos demais que estão preocupados ou assustados, ou como chamado de acasalamento", explicou ela ao programa de rádio The Documentary, do Serviço Mundial da BBC.


Como seres humanos, estamos acostumados a permanecer na bolha que os nossos sentidos podem perceber. Mas a nova tecnologia pode expandir este entendimento.


"Ela muda a forma de pensar na natureza e na percepção, pois sei que há muito mais além disso", afirma Jones.


A tecnologia também detecta sons muito baixos para a audição humana, com os emitidos por elefantes.


Em meados dos anos 1980, a bióloga Katy Payne visitou um zoológico em Portland, nos Estados Unidos, e presenciou uma sensação estranha quando estava perto dos elefantes.


"Observei todo tipo maravilhoso de comportamento social e, aos poucos, percebi que também estava sentindo algo um tanto estranho, algo pulsante no ar", contou ela à BBC em 2013.


Utilizando equipamento de gravação, ela percebeu que os elefantes produziam ruídos na faixa do infrassom. A descoberta foi revolucionária para a compreensão da comunicação entre os elefantes. Payne foi uma das fundadoras do Projeto Ouvindo os Elefantes, que documenta a vida de elefantes selvagens na África por meio dos seus sons.

Os cientistas continuam até hoje a usar seu banco de dados, preservado na Universidade Cornell, nos Estados Unidos. Agora, eles combinam as informações com o poder da IA.


O pesquisador Alastair Pickering trabalha com o University College de Londres. Ele usa o banco de dados de sons de elefantes catalogados por idade, sexo, comportamento e até estado emocional para treinar um algoritmo de IA.


"Nós executamos o áudio e dizemos: 'Nesta parte da imagem, existe um elefante macho com problemas'", explica ele. "E a IA aprende a associar os padrões das imagens àquelas marcas específicas."


Um aparelho de gravação tradicional pode ficar no campo por meses até que o áudio seja processado. Mas a IA permite o desenvolvimento de ferramentas para analisar as vocalizações dos elefantes em tempo real, segundo Pickering.


Isso pode nos ajudar, por exemplo, a prever as incidências cada vez maiores de elefantes entrando em aldeias e cidades, destruindo plantações.


"Ela ainda não faz isso, mas [um dia] poderá identificar padrões vocais que sinalizam estresse ou grandes estímulos emocionais, que poderemos interpretar como precursores de uma invasão de elefantes", sugere ele.


Mas as ferramentas de IA não são perfeitas e podem necessitar de colaboração humana para produzir dados precisos.


"Se você tiver instalado um desses aparelhos de gravação acústicos, ele irá gravar tudo — os tucanos ao fundo, as gotas de chuva", explica Pickering.


A ferramenta pode não saber quais sons são importantes. Se o mesmo tucano vocalizar sempre, junto com os elefantes, ela poderá associar inadvertidamente o som do tucano ao som do elefante.


"Por isso, você precisa tentar ajudar a rede a chegar ao resultado certo", ele conta.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/cn08g8nyjj9o

"Microfones especiais podem nos ajudar a detectar ruídos inaudíveis para o ouvido humano, como os sons ultrassônicos emitidos pelos morcegos."


Com base nas regras de emprego do hífen em palavras compostas, assinale a alternativa que apresenta a justificativa correta para o vocábulo 'ultrassônico'.


Alternativas
Q2457835 Pedagogia
Souza, Salgado, Querido e Arantes (2022) definem interdisciplinaridade, transdiciplinaridade, multidisciplinaridade e pluridisciplinaridade a partir do entendimento da produção do conhecimento.
Para esses teóricos, avalie as afirmativas a seguir.

I. Interdisciplinaridade seria, portanto, o movimento existente entre determinadas disciplinas. Ou seja, a partir desta análise, depreende-se que a interdisciplinaridade só existe porque existem as disciplinas e que ela ocorre justamente nos pontos de convergência (ou de ligação) entre elas.
I. A pluridisciplinaridade condiz com o cruzamento de disciplinas e se articula ao conceito de multidisciplinaridade.

III. A multidisciplinaridade refere-se a campos disciplinares que tratam de temas distintos, por isso não mantém relação com o tema elencado.


Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2457833 Pedagogia
De acordo com Pretto e Bonilla (2022), com a pandemia da Covid19, evidenciou-se a precariedade das políticas públicas de inserção das tecnologias digitais na educação […] A necessidade de fechamento das escolas e a suspensão das aulas presenciais, possibilitaram, por meio de legislações emergenciais, aulas a estratégia denominada de ensino remoto, que demandavam amplo e intenso uso das tecnologias digitais e de conexão à internet de qualidade.
Sobre este período é correto afirmar que
Alternativas
Q2457832 Pedagogia
A formação do educando é de suma importância para a escola; entretanto faz-se necessária a articulação de coletivos à integração ao espaço escolar. Neste sentido, a família ou os responsáveis pelo aluno podem contribuir com o processo ensino-aprendizagem sendo chamados à reunirem-se com a escola.
Nessa ação está a ideia de que
Alternativas
Q2457831 Pedagogia
De acordo com Hargreaves e Fullan (2000) a escola é uma organização social “aprendente”. Uma organização que se desenvolve à medida que seus professores também se desenvolvem. Nesse sentido, a autoridade e a distribuição de poder são ressignficadas na substituição dos processos centralizados e fundamentados em razões de ordem técnica e burocrática por decisões compartilhadas e nascidas da articulação dos interesses dos diversos coletivos da escola (Ferreira, 2004).
Neste contexto, avalie se as seguintes afirmativas estão corretas.


I. A coordenação constitui-se por um educador, e como tal deve estar no combate a tudo aquilo que desumaniza a escola: a reprodução da ideologia dominante, o autoritarismo, o conhecimento desvinculado da realidade, a evasão, a lógica classificatória e excludente [...], a discriminação social na e através da escola.
II. A concepção de uma formação docente descontextualizada do contexto cultural é responsável pela ineficácia do trabalho pedagógico, uma vez que é impossível dissociar o “jogo coletivo” da ação de cada indivíduo. Portanto, a organização do trabalho escolar implica, necessariamente, um processo coletivo, cuja articulação entre supervisores coordenadores, supervisores e professores faz-se necessária à organização social escolar contemporânea.

III. Na organização social escolar, encontram-se e se confrontam culturas e nela os indivíduos se constroem como sujeitos coletivos, mantendo, por vezes, relações contraditórias com a cultura escolar e também com os diferentes coletivos que nela circulam. Nesse cenário, muitas vezes marcado pelo dissenso, se estabelecem contínuas negociações de consenso, compromissos para o trabalho escolar que são reconstruídas em articulação pelos profissionais da educação compromissados com uma “escola aprendeste”.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2457830 Pedagogia
Ao longo da Educação Básica, as aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais, que consubstanciam, no âmbito pedagógico, os direitos de aprendizagem e desenvolvimento. O conceito de competência proposto por Perrenoud apresenta um olhar sobre as práticas pedagógicas e sobre a compreensão do tempo pedagógico.
Com base nos estudos de Perrenoud, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2457829 Pedagogia
Segundo Lima (2016), sobre o processo de democratização das escolas públicas, é correto afirmar que
Alternativas
Q2457828 Pedagogia
O brinquedo supõe uma relação com a criança a uma indeterminação quanto a ausência de um sistema de regras, que organizam a sua utilização. O brinquedo, portanto, está em relação direta com um aspecto da realidade e que a criança pode manipular
Acerca da relação brincadeira / ensino-aprendizagem / currículo no projeto pedagógico da escola, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2457827 Pedagogia
Sobre a ideia de organização, prévia ou não, de experiências, situações de aprendizagem realizadas por docentes, redes de ensino de forma de levar a cabo um processo educativo (LOPES, MACEDO, 2011, p.19) está o que tem sido denominado currículo.
Para Silva (2001), as teorias curriculares permitem questionar, ora se complementam e são necessárias para pensarmos nos rumos da educação e nas relações sociais, de modo geral.
Sobre as Teorias Tradicionais de Currículo, As Teorias Críticas e Teorias Pós-críticas avalie as afirmativas a seguir.

I. Teoria tradicional: o saber, expresso no currículo tradicional, está ligado à situação existencial das pessoas envolvidas no ato de conhecer, portanto o papel de uma educação consciente é adaptar os indivíduos de forma participativa à sociedade.
II. Teorias Críticas: problematizaram o que é considerado conhecimento escolar, entendendo que a seleção de conteúdos consiste no resultado de um processo envolvendo conflitos e disputas e relações de poder.
III. Teorias Pós-Críticas: articulam-se às Teorias Críticas ressignificando as relações saber-poder que operam via conhecimento escolar, pois os sujeitos que fixam sentidos de conhecimento escolar têm valor posicional e contingente. Um posicionamento teórico que questiona a ideia de uma modernidade, na qual os sujeitos, as relações e as instituições são percebidos de formas essencializadas e engessadas, passando a operar com a dinâmica de uma sociedade que desestabiliza os sentidos de verdade sobre sujeitos e “coisas deste mundo” até então hegemônicos.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2457826 Pedagogia
Na sociedade brasileira, o multiculturalismo faz referência às intensas mudanças demográficas e culturais, marcadas pela diversidade em termos de raça, etnia, gênero, sexualidade cultura, religião classe social, idade, necessidades especiais ou a outras dinâmicas sociais.
Em educação, ele diz respeito aos arranjos teóricos, às práticas e às políticas educacionais, marcando ainda a luta contra a opressão e discriminação dos grupos em minoria.
Sobre a organização do trabalho pedagógico pautado na perspectiva multicultural, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2457825 Pedagogia
Nos processos educativos na educação infantil a ação pedagógica de escutar as crianças desde a sua mais tenra idade tem a finalidade de 
Alternativas
Q2457823 Pedagogia
De acordo com Werner (2015, p. 35), a constituição do sujeito não é um processo mecânico e linear de ação do meio sobre um indivíduo passivo, nem, ao contrário, decorre da ação isolada de um indivíduo ativo sobre o meio, mas, como afirmam Smolka, Góes e Pino (1995, p. 179) envolve um processo constitutivo recíproco de imersão na cultura e emergência simultânea da individualidade singular no contexto da prática social.
Sobre a relação linguagem, pensamento e ação, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2457822 Pedagogia
O Sistema de Avaliação da Educação Básica (Saeb) é um conjunto de avaliações externas em larga escala que permite ao Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) realizar um diagnóstico da educação básica brasileira e de fatores que podem interferir no desempenho do estudante.
Por meio de testes e questionários, o Saeb reflete os níveis de aprendizagem demonstrados pelos estudantes avaliados, explicando esses resultados a partir de uma série de informações contextuais.

Com base nas provas que são aplicadas pelo Saeb, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Q2457821 Pedagogia
A pedagogia social de Paulo Freire consiste num contributo não só para a educação social, mas, para a educação popular e comunitária.

Avalie se suas principais contribuições à educação incluem

I. teorizar a prática para transformá-la. A prática como base para gerar pensamento. Os sujeitos populares como protagonistas do seu próprio aprendizado e atores de sua emancipação.
II. o reconhecimento da legitimidade do saber científico, necessário à cultura popular, para sobreviver num período de extremado elitismo (academicismo sem prática social).
III. uma teoria cujo ensino e a pesquisa partem da leitura da realidade (leitura da palavra mundo), da observação participante. O concreto, mundo vivido pelos sujeitos, orientam a relação ensino-aprendizagem, como elementos inseparáveis da pesquisa, da cultura popular e da participação da comunidade.
IV. uma teoria crítica do conhecimento, fundamentada numa antropologia do ser humano, como inacabado, incompleto e inconcluso, atribuindo importância às condições de aprendizagem com ênfase nos processos e não nos resultados.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2457820 Pedagogia
A Base Nacional Comum Curricular (BNCC) define o conjunto de aprendizagens essenciais que todos os alunos devem desenvolver ao longo das etapas e modalidades da Educação Básica. As aprendizagens essenciais definidas na BNCC devem concorrer para assegurar aos estudantes o desenvolvimento de dez competências gerais de modo a garantir os direitos de aprendizagem e desenvolvimento.
Conforme o texto da BNCC, avalie os itens a seguir.

I. A primeira tarefa de responsabilidade direta da União será a revisão da formação inicial e continuada dos professores para alinhá-las à BNCC.
II. A implementação da BNCC requer o monitoramento pelo MEC em colaboração com o Conselho Nacional de Educação (CNE), o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime).
III. Na BNCC, o Ensino Fundamental está organizado em quatro áreas do conhecimento.

Está correto o que se afirma em
Alternativas
Q2457819 Pedagogia
Pierre Bourdieu foi um importante intelectual do século XX e tornou-se uma referência nos estudos da sociologia da educação. Bourdieu utiliza três conceitos chave: campo, habitus e capital. O conceito de “capital” foi usado para descrever as vantagens socioeconômicas e/ou culturais que indivíduos ou famílias possuem e que lhes permite ou não a mobilidade ou permanência social. Bourdieu passa, então, a conceber a sociedade como hierarquizada com base numa relação de poder e privilégios determinada por diferentes capitais.
Acerca do conceito de capital cultural em Bourdieu, assinale a afirmativa correta. 
Alternativas
Q2457817 Pedagogia
O Decreto nº 7.037/2009 aprova o Programa Nacional de Direitos Humanos – PNDH. O Decreto nº 11.851/2023 institui o Comitê Nacional de Educação e Cultura em Direitos Humanos. O Plano Nacional de Educação em Direitos Humanos (PNEDH) (Brasil, 2018) é uma política pública que consolida um projeto de sociedade baseado nos princípios da democracia, da cidadania e da justiça social. A educação em direitos humanos é compreendida como um processo sistemático e multidimensional que orienta a formação do sujeito de direitos.
Com base nos referidos documentos, assinale a afirmativa correta.
Alternativas
Respostas
21: C
22: C
23: A
24: A
25: E
26: B
27: A
28: E
29: D
30: D
31: B
32: C
33: C
34: A
35: D
36: B
37: E
38: B
39: C
40: D