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Q3346536 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Observando-se seu contexto de uso, pode-se afirmar que o vocábulo grifado em “Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo” (2º parágrafo) é uma ocorrência de:
Alternativas
Q3346535 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Qual é o sujeito do verbo destacado em “[...] porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino” (3º parágrafo)?
Alternativas
Q3346534 Português
Elucubrações sobre o cheiro

Vladimir Souza Carvalho | Membro das
Academias Sergipana e Itabaianense de
Letras | 18/05/2024

    Cheiro era sinônimo de perfume. Uma pessoa circulava entre os padrinhos e parentes dos noivos com um frasco na mão a oferecêlo. Quem quer cheiro? Era assim, como se fosse a oferta de um copo de água. Todos vinham de algum povoado, fazendo rancho em imóvel voltado para o oitão lá de casa. Eu, menino, e, ademais, curioso, via, da calçada, a fartura de pessoas a futricar minha atenção. E lá ficava a encher os olhos com sala e corredor povoados, todos arrumados, não me lembrando se os homens trajavam ternos ou só camisa de manga comprida. Noivo, de terno, noiva, de vestido branco, tenho certeza. Depois, enfileirados, devidamente encharcados de cheiro, e, então, cheirosos, os noivos à frente, sem a montaria, na perna, então, rumavam para a Igreja, ou para o cartório do registro civil, em prédios vizinhos, para sacramentar o casamento.
    Os que não tinham casa para se arranchar, usavam o cavalo, a caravana impoluta do povoado até a cidade, em ritmo lento, a noiva mal acomodada na montaria, o cuidado para não sujar o vestido, a alegria do casamento compensava o sacrifício da viagem, o cartório ou a Igreja a aguardá-los, o vestido branco denunciando se cuidar de casamento, dispensando qualquer estandarte a anunciá-lo. Do que me lembro, no meio da semana, retornando a caravana depois, onde, acredito, a festa ocorria fartamente, mesclada de bebida e de salgadinhos, o casamento se tornando motivo para uma comemoração, por mais pobres que fossem os noivos ou os pais, se fazia obrigatória, a despeito de qualquer norma. E o cheiro, onde aparece cheiro? É exigir demais, já que nunca fiz parte da caravana nem participei da festa. Acho que era na vinda para a cidade.
    Cheiro também carrega o significado de beijo, e como tal desponta, não de namorados, que é beijo de boca com boca, com saliva e tudo, beijador e beijado num caloroso abraço, eletricidade passando por todo o corpo, nada carregando de cheiro, que é sinônimo de carinho, fraternalmente dado nas papadas e/ou na testa, a boca sempre fazendo um bico em harmonia com o nariz, porque foi assim que cheiro muito recebi quando era menino, e, hoje, apenas um fato que ficou lá trás, onde a memória não consegue ressuscitar as gentis senhoras que me cheiravam. Fossem vivas, diante da paisagem que a idade me reveste, por certo, não se atreveriam a tanto.


CARVALHO, Vladimir Souza. Elucubrações sobre o cheiro. Diário de Pernambuco, 18 de maio de 2024. Disponível em: https://www.diariodepernambuco.com.br/noticia/opiniao/ 2024/05/elucubracoes-sobre-o-cheiro.html. Acesso em: 23 mai. 2024.
Nesse texto, o cheiro de que trata o cronista é sinônimo de:
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Q3344079 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Os órgãos e entidades da administração direta e indireta devem dispensar, no âmbito de sua competência e finalidade, tratamento prioritário e adequado à pessoa com deficiência. Em se tratando da área de saúde, entre as medidas determinadas pela Lei no 7.853/1989 estão: a criação de uma rede de serviços especializados em reabilitação e habilitação e a garantia de atendimento domiciliar de saúde ao deficiente
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Q3344078 Serviço Social
A educação permanente da pessoa idosa, proposta defendida por diferentes estudiosos do tema, foca na formação centrada no indivíduo, como possibilidade de solução dos seus problemas. Esse entendimento acaba por encobrir as condições reais de vida do idoso da classe trabalhadora. Com a perspectiva de universalização do atendimento, o Estatuto da Pessoa Idosa determina (art. 21, § 1 ) que o poder público criará oportunidades de acesso da pessoa idosa à educação, adequando currículos, metodologias e material didático aos programas educacionais a ela destinados. Os cursos especiais para pessoas idosas incluirão conteúdo relativo às técnicas de comunicação, computação e demais avanços tecnológicos, para sua
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Q3344077 Serviço Social
No Brasil, várias foram as experiências que serviram de referência para o aperfeiçoamento e ampliação dos programas de transferência condicionada de renda. Chega- -se a um modelo que, com tratamentos diferenciados para famílias pobres e extremamente pobres, o programa de transferência de renda brasileiro articula três dimensões específicas: a primeira dimensão é do alívio imediato da pobreza, a segunda é a contribuição para a redução da pobreza entre gerações. Já a terceira dimensão é a articulação com outras políticas públicas, de forma a permitir o desenvolvimento das capacidades das famílias, por meio das denominadas
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Q3344076 Serviço Social
A literatura profissional aborda os aspectos teóricos, éticos e políticos da realização de um estudo social para fins de emissão de parecer, laudo ou relatório social. Indica o caráter político do uso desse instrumental, não se restringindo o profissional a repassar ou traduzir uma determinada realidade, sem comprometimento com as questões e os desdobramentos sociais. Nessa perspectiva, é correto destacar o caráter privativo do estudo social e a necessidade de qualificá-lo para além de uma peça burocrática, componente de processos. Apesar de ser um estudo sobre uma situação específica, na medida em que envolve sujeitos individuais e coletivos e pode ser o início de um acompanhamento social, o estudo social é considerado um(uma)
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Q3344075 Serviço Social
A trajetória de discriminação e opressão experimentada pelas pessoas com deficiência é consequência de um sistema produtivo construído com base na acumulação, que visa ao lucro. A sociedade capitalista pressupõe um sujeito ideal, que seja útil à lógica de produção; aqueles que são desviantes do padrão de normalidade são discriminalizados e segregados da sociedade. A consolidação das políticas sociais foi responsável pela mudança deste contexto, na medida em que buscam a integração e a garantia da participação social da pessoa com deficiência, mediante o reconhecimento de seu status de cidadão.

Essa perspectiva de análise traz o entendimento da deficiência como expressão
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Q3344074 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
O Estatuto da Criança e do Adolescente apresenta três grandes dimensões: a política, a administrativa e a social. Na dimensão política, emergem novas relações de poder entre o governo e a sociedade, a exemplo da criação dos Conselhos e dos Fundos municipais, entre outros aspectos. Na dimensão administrativa, aponta para a descentralização do atendimento, ao determinar a criação dos Conselhos Tutelares e de programas de atendimento. Na dimensão social, provoca uma grande transformação por considerar a criança e o adolescente como sujeitos de direitos, de modo que as ações a eles dirigidas devem ser pautadas no compromisso e na vontade política de atender ao paradigma da
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Q3344073 Serviço Social
A Tipificação Nacional dos Serviços Socioassistenciais segue uma Matriz Descritiva que orienta a leitura dos atributos dos serviços da Assistência Social, apresentando a seguinte definição: “compromissos a serem cumpridos pelos gestores em todos os níveis, para que os serviços produzam seguranças sociais aos seus usuários, conforme necessidades e a situação de vulnerabilidade e risco em que se encontram. Podem resultar em medidas de resolutividade e efetividades dos serviços, a serem aferidas pelos níveis de participação e satisfação dos usuários e pelas mudanças efetivas em sua condição de vida”. Essa é a definição de
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Q3344072 Serviço Social
A legislação e as normas operacionais e técnicas construídas no processo de implantação e implementação do SUAS são fundamentais para amparar a gestão desse sistema. A Norma Operacional Básica (NOB/SUAS) aponta claramente como instrumentos privilegiados de gestão: o Plano de Assistência Social , o Orçamento e a Informação.

De acordo com artigo 11 da NOB-SUAS, os parâmetros para a consolidação da gestão do SUAS são pactuados pelo(a) 
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Q3344071 Serviço Social
Publicada a PNAS/2004, seguiu-se o processo de construção e normatização do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), aprovado em 2005. O SUAS é portador de profundas alterações nas referências conceituais, na estrutura organizativa, na lógica de gestão e no controle das ações na área. As diretrizes e os objetivos da PNAS reforçam uma nova arquitetura da política de assistência social, materializada no SUAS, coerente com seus princípios organizativos: a universalidade, a gratuidade, a intersetorialidade, a integralidade da proteção social e a 
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Q3344070 Serviço Social
Cabe ao município definir, por meio de um plano municipal de assistência social, as políticas para sua área de jurisdição, em conformidade com as diretrizes gerais da Política Nacional de Assistência Social (PNAS). O órgão gestor da assistência social é o responsável pela formulação, pela implantação e pelo acompanhamento dos programas e projetos que compõem a rede de proteção social do município. O monitoramento deve ser considerado como atividade de aprimoramento dos serviços, projetos e programas, que permitirá a correção dos rumos de um plano. Informação, monitoramento e avaliação constituem-se, para a PNAS, um dos seus
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Q3344069 Serviço Social
A inserção de assistentes sociais na Política de Educação, por um lado, resulta da histórica pauta dos movimentos sociais em defesa da universalização da educação pública; por outro lado, subordina-se à agenda e aos diagnósticos dos organismos multilaterais, sintonizados às exigências do capital, quanto à formação e qualificação da força de trabalho. No entanto, o trabalho do assistente social na Política de Educação pressupõe a referência a uma concepção de educação que possibilite aos indivíduos sociais o desenvolvimento de suas potencialidades e capacidades como gênero humano, na perspectiva de fortalecimento do projeto 
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Q3344068 Serviço Social
O enfoque do trabalho do assistente social na área de saúde abrange diversos aspectos: informação e debate sobre o funcionamento das unidades; análise dos determinantes sociais das situações apresentadas pelos usuários; democratização dos estudos realizados pela equipe; análise da política de saúde e dos mecanismos de participação popular, entre outros. Consistem em orientações reflexivas e socialização de informações realizadas por meio de abordagens individuais, grupais ou coletivas ao usuário, à família e à população de determinada área programática e recebem também a denominação de
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Q3344067 Serviço Social
O Assistente Social, em seu trabalho profissional com indivíduos, grupos e/ou famílias, inclusive em equipe multiprofissional ou interdisciplinar, deverá ater-se às suas habilidades, competências e atribuições privativas, previstas em Lei. É vedado ao assistente social vincular ou associar ao seu título e ao exercício profissional as atividades de terapias individuais, grupais e/ou comunitárias. De acordo com o artigo 4° da Resolução CFESS n° 569, de 25/03/2010, o não cumprimento dessa vedação implicará, conforme o caso, na
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Q3344066 Serviço Social
As mudanças no mercado de trabalho, as tendências à diluição das fronteiras profissionais, a expansão do trabalho interdisciplinar e a emergência de processos de terceirização proporcionam rebatimentos no exercício profissional do Serviço Social. Com os processos descentralizadores das políticas sociais, crescem as demandas por ações de planejamento e gestão política, o que reforça as definições contidas na Lei no 8.662/93, que regulamenta a profissão. Nesse sentido, de acordo com o artigo 4o (I) da referida Lei, para o assistente social elaborar, implementar, executar e avaliar políticas sociais junto a órgãos da administração pública, direta ou indireta, empresas, entidades e organizações populares, constitui um (uma)
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Q3344065 Serviço Social
A violência e o abuso sexual da criança e do adolescente está envolta em relações intrafamiliares complexas. O abusador vincula sua ação à sedução e à ameaça, sendo, muitas vezes, “perdoado” pela família e pela sociedade por razões culturais e autoritárias. Conta com a complacência de outros membros da família, justificada pela relação consanguínea, pela proteção da “honra” do abusador ou pela sua preservação como provedor familiar. Trata-se do/a chamado/a
Alternativas
Q3344064 Serviço Social
No Brasil, o imaginário social a respeito do trabalho infantil ainda se apoia na ideia de que o trabalho precoce é a via para a aquisição de valores morais e para que as crianças se tornem “pessoas de bem”. Tal pensamento prescinde do significado do processo educacional, da convivência familiar e comunitária e da vivência lúdica, na construção da personalidade e identidade desses sujeitos. A sensibilização da sociedade em relação aos danos causados pelo trabalho infantil, envolvendo diversos atores sociais, é objetivo explicitado nas normativas e nos planos de enfrentamento dessa questão, prevista no eixo estratégico da promoção de ações de comunicação e 
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Q3344063 Português
São vários os motivos que levam as pessoas a viverem nas ruas. Para essas pessoas, a rua passa a ser o espaço primordial de relações pessoais e de sobrevivência, constituindo-se em local de moradia e trabalho. A dificuldade de acesso a serviços públicos de qualidade e, por vezes, a falta de respostas às necessidades e demandas, com a devida agilidade e respeito à dignidade, contribuem para que a rua se configure como um espaço de resistência. Por isso, as ações desenvolvidas no âmbito da Assistência Social devem ter como objetivo, entre outros, contribuir para restaurar e preservar sua integridade e a seu/sua
Alternativas
Respostas
14321: C
14322: D
14323: D
14324: C
14325: B
14326: E
14327: D
14328: A
14329: D
14330: C
14331: A
14332: A
14333: B
14334: E
14335: B
14336: A
14337: D
14338: C
14339: A
14340: C