Questões de Concurso Para assistente social

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Q3649252 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
A progressão temática organiza-se, do 1º ao 4º parágrafo, na seguinte afirmação:
Alternativas
Q3649251 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Analise as afirmações relacionadas para marcar a resposta CORRETA. O emprego de léxico de biologia (“organismo”, “alimenta-se”) sugere qual efeito interdiscursivo?
Alternativas
Q3649250 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Em “um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir”, a palavra “onde” desempenha que papel?
Alternativas
Q3649249 Português
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O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Do trecho “a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia”, infere-se que
Alternativas
Q3649248 Português
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O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No recorte: “organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes”, marque a opção que expressa um pressuposto: 
Alternativas
Q3649247 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Observe com atenção o que se apresenta em cada opção. Considerando a situação comunicativa, que caracterização é mais precisa?
Alternativas
Q3649246 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
Qual opção que apresenta a classificação do gênero e da função predominante do texto?
Alternativas
Q3649245 Português
Leia o texto e responda à questão.


O cortiço: cidade em miniatura


    No cortiço, a cidade cabe em poucos metros: comércio, vizinhança, disputas e alianças dividem o mesmo corredor. João Romão, figura empreendedora e implacável, lê oportunidades onde outros veem apenas ruína. Empilha tijolos, coleta aluguel, investe cada moeda. À sua volta, o cortiço cresce como organismo que se alimenta de trabalho barato e sonhos urgentes, atraindo gente que chega de todos os cantos em busca de sossego e sustento.

    A convivência apertada produz regras próprias. A fofoca viaja mais rápido que a luz do pátio; a solidariedade aparece no remendo de uma roupa, na guarda das crianças, na partilha do sal. Mas a proximidade também acende ciúmes, ressentimentos e tragédias domésticas. As paredes finas não escondem conflitos, e a falta de privacidade mistura dramas individuais em um coro permanente, onde cada voz tenta se fazer ouvir.

    O ambiente urbano, retratado sem enfeites, revela mecanismos de ascensão e queda. Há quem avance negociando favor por favor; há quem despenque por uma escolha precipitada ou por pura falta de chance. A moral, quando aparece, dialoga com a necessidade: a virtude tem pouco espaço quando o aluguel aperta e a comida escasseia. Ao mesmo tempo, há lampejos de beleza no cotidiano duro — uma canção ao entardecer, um cheiro de café, a risada que atravessa o beco.

    Como microcosmo, o cortiço expõe desigualdades e ambições de uma sociedade em formação. O dinheiro mede lealdades, o boato governa reputações, e o progresso material convive com o empobrecimento de afetos. Ao final, a pergunta que ecoa é se a cidade, ao crescer, melhora a vida de todos ou apenas alarga os limites do lucro para alguns. Ler esse retrato é encarar a gênese de muitos dilemas urbanos que ainda nos desafiam.


Fonte: Aluísio Azevedo, O Cortiço (1890), adaptado. 
No plano global, como o texto constrói a ideia de que o cortiço condensa a cidade?
Alternativas
Q3649144 Direito da Criança e do Adolescente - Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) - Lei nº 8.069 de 1990
Assinale a alternativa correta em relação ao Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei nº 8.069/1990).  
Alternativas
Q3649142 Serviço Social
Quanto à atuação em redes de proteção e ao trabalho em rede no campo do Serviço Social, assinale a alternativa incorreta.  
Alternativas
Q3649141 Serviço Social
Sobre as políticas de acesso e permanência estudantil, assinale a alternativa correta.  
Alternativas
Q3649140 Serviço Social
A respeito da produção de documentos e da emissão de opinião técnica em Serviço Social, assinale a alternativa incorreta. 
Alternativas
Q3649139 Serviço Social
No âmbito do Sistema Único de Assistência Social (SUAS), assinale a alternativa que melhor descreve o objetivo da Proteção Social Especial de Média Complexidade. 
Alternativas
Q3649138 Serviço Social
Assinale a alternativa que corresponde ao tripé da Seguridade Social.  
Alternativas
Q3649136 Serviço Social
A intervenção profissional do/a Assistente Social é constituída e constituinte de várias dimensões. Assinale a alternativa que apresenta corretamente essas dimensões.  
Alternativas
Q3649135 Serviço Social
A família é um lócus privilegiado de intervenção do Serviço Social desde os primórdios da profissão. No início, a prática profissional foi inspirada no Serviço Social americano, particularmente no Método do Serviço Social de Caso. Esse método tinha como objetivo realizar o ajustamento dos indivíduos a seu meio, cooperando com eles a fim de beneficiá-los, mas também à sociedade em geral. Assinale a alternativa que apresenta, na contemporaneidade, os aspectos que descrevem o atendimento às famílias realizado pelo Serviço Social. 
Alternativas
Q3649134 Serviço Social
A materialização de direitos e a consolidação da cidadania, que possibilitam, aos sujeitos, graus ascendentes de autonomia, são desenvolvidas pelo/a Assistente Social por meio de três grandes processos de articulação das ações profissionais: os processos político-organizativos, os processos de planejamento e gestão e os processos socioassistenciais. Assinale a alternativa que apresenta a definição correta dos processos mencionados.  
Alternativas
Q3649133 Serviço Social
O Serviço Social da atualidade reconhece na família sua capacidade de produção de subjetividades, mas também a constituição de uma unidade de cuidado e de redistribuição interna de recursos. Ela não é, portanto, apenas uma construção privada; é, também, pública e tem um papel importante na estruturação da sociedade em seus aspectos sociais, políticos e econômicos. A partir dessa afirmativa, assinale a alternativa que apresenta o objetivo do Serviço Social junto às famílias. 
Alternativas
Q3649132 Serviço Social
As alternativas a seguir apresentam ações de Assistência Estudantil previstas pelo Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES), exceto
Alternativas
Q3649131 Serviço Social
Sobre a formulação e a avaliação de programas e projetos sociais, leia as afirmativas a seguir e assinale a alternativa correta.

I. O planejamento é muitas vezes confundido com o plano, programa ou projeto, contudo são apenas os meios pelos quais o planejamento se expressa.
II. O programa é o documento mais abrangente e geral; já o plano indica um conjunto de projetos cujos resultados permitem alcançar o objetivo maior de uma política pública; o projeto, por sua vez, é a menor unidade do processo de planejamento, instrumento direcionado às mais variadas atividades interventivas e de pesquisa nos espaços públicos e privados.
III. O planejamento estratégico já foi ultrapassado; a técnica não expressa mais as necessidades da gestão e do planejamento nos dias atuais.
IV. Eficiência, eficácia e efetividade são utilizadas no processo de avaliação de políticas sociais.

V. Validade e confiabilidade podem ser requisitos metodológicos de avaliação de projetos sociais.

Estão corretas 
Alternativas
Respostas
8601: A
8602: C
8603: D
8604: B
8605: E
8606: B
8607: D
8608: C
8609: B
8610: D
8611: C
8612: E
8613: C
8614: D
8615: A
8616: A
8617: B
8618: D
8619: A
8620: C