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I - É dever do servidor desempenhar, a tempo, as atribuições do cargo, função ou emprego público de que seja titular.
II - É dever do servidor fazer uso de informações privilegiadas obtidas no âmbito interno de seu serviço, em benefício próprio, de parentes, de amigos ou de terceiros, privilegiando o bem comum.
III - É dever do servidor ser assíduo e frequente ao serviço, na certeza de que sua ausência provoca danos ao trabalho ordenado, refletindo negativamente em todo o sistema.
Está correto apenas o que se afirma em
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: Texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 368.
A esse respeito, analise as asserções a seguir e a relação proposta entre elas.
I – No trecho “Era uma algazarra. Cada um pontuava como lhe desse na telha.”, a colocação pronominal se realizou de acordo com a norma-padrão
PORQUE,
II – no caso, a próclise é de rigor, pois há antes do verbo, na oração, uma palavra que atrai o pronome átono, representada pela conjunção subordinativa.
A respeito das asserções é correto afirmar que
TExTO I
“Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho. Em contrapartida, abundam os pontos de exclamação, enterrados no jornal pelo bate-estaca de colunistas fanfarrões. Adicione-se ao estrondo exclamativo o ponto final por extenso”.
TExTO II

Disponível em: <https://br.pinterest.com/pin/382806037074799131/>.
Avalie o que se afirma sobre os dois textos.
I – No Texto II, as palavras “Você” e “isto” pertencem à mesma classe gramatical; já “irônica” e “sozinha” qualificam o termo ao qual respectivamente se referem.
II – Em “Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram; ponto e vírgula que é bom, nenhunzinho.” (Texto I), o diminutivo confere um tom irônico e bem-humorado à frase.
III – Nas orações “abundam os pontos de exclamação” (Texto I) e “Descobriu isto sozinha?” (Texto II), com base na transitividade verbal, é correto afirmar que os verbos destacados são intransitivos.
IV – No Texto I, alterando-se a expressão “o ponto final” para o plural, o último período assumirá, em conformidade com a norma-padrão de concordância da língua portuguesa, a seguinte redação: “Adicionese ao estrondo exclamativo os pontos finais por extenso”.
Está correto apenas o que se afirma em
NOPRINCÍPIOERAOVERBOEOVERBOESTAVAEMDEUSEOVERBOERADEUS.”
Leia a passagem transcrita do texto, considere o gênero textual, os aspectos da textualidade e preencha corretamente as lacunas.
A intertextualidade é o diálogo entre textos. No trecho mencionado ela ocorre, inicialmente, por meio da __________ a obras de filósofos da Antiguidade e ao livro sagrado do cristianismo. Em um segundo momento, por meio de um gênero textual popular, reconhecido na expressão “Deus não escrevia certo por linhas tortas”. Todavia, nele se percebe o efeito de sentido __________ pela __________ do provérbio.
A sequência que preenche corretamente as lacunas do texto é
Além da citação, a outra marca linguística do português do Brasil presente nessa passagem do texto é, fundamentalmente, o(a)
I – Na passagem “...até os parênteses, que encapsulam outro sentido, como faz Drummond em ‘(não cantarei o mar: que ele se vingue de meu silêncio nesta concha)’”, os parênteses denotam uma pausa para separar orações coordenadas de certa expressão.
II – No trecho “...o simpático sinal de pontuação não foi usado nos últimos três dias na Folha. Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram;”, as palavras “três” e “até” foram acentuadas porque possuem o mesmo número de sílabas.
III – No período “Henry James não escrevia sem ter ao lado da escrivaninha um barril de pontos e vírgulas. Chegou à inverter a ordem de importância entre pontuação e palavras.”, de acordo com as prescrições da norma-padrão é incorreto o emprego da crase em “à inverter”.
IV – Em “Ao publicar ‘O Etna’, ensaio em forma de diálogo sobre o vulcão ‒ de autoria do cardeal Pietro Bembo ‒, Manutius teve a divina ideia de captar a elocução do distinto prelado.”, os travessões podem ser substituídos por vírgulas, sem prejuízos para a coerência e a coesão textuais.
Está correto apenas o que se afirma em
CEREJA, William Roberto, MAGALHÃES, Thereza Cochar. Gramática reflexiva: Texto, semântica e interação. São Paulo: Atual, 2013, p. 19.
A esse respeito, leia os textos a seguir.
TExTO I
“Manutius [...] criou o símbolo gráfico que marca pausa maior que a da vírgula e menor que a do ponto. Com a obra pronta, vieram as regras: o ponto e vírgula separa orações numa mesma frase; organiza listas; economiza conectivos (e) ou adversativas (mas). Permaneceu perene, porém, o preceito básico ‒ registrar um silêncio específico, advindo da linguagem oral”.
TExTO II

Disponível em: <https://twitter.com/dukechargista/status/1144638363783356418>.
No Texto I, ao se explicar a criação e as regras para o emprego do ponto e vírgula e no Texto II, quando o chargista reflete acerca da própria autoria da charge, identifica-se o predomínio de qual função da linguagem?
( ) Na passagem “Foi com tijolos textuais como esse que se construiu o saber ocidental.”, a palavra “tijolos” está empregada no sentido próprio.
( ) No trecho “Até os colchetes, mais afeitos à linguagem matemática, apareceram.”, o vocábulo sublinhado apresenta novos significados se usado em outros contextos.
( ) No período “Para Adorno, o ponto e vírgula parece ‘um bigode caído’ e passa ‘um sabor rústico.’”, identifica-se um pleonasmo e uma antítese, respectivamente.
( ) Em “Gregários, os homens adotam convenções para se comunicar e mudar...”, o termo em destaque, sem prejuízo para o sentido, pode ser substituído por “visionários”.
De acordo com as afirmações, a sequência correta é
A partir desse posicionamento do gramático, é correto afirmar que a discussão proposta por Mário Sérgio Conti no seu texto, e enfatizada especialmente no terceiro parágrafo, é objeto da
Considere o seguinte texto:
Intuitivamente, estamos sempre investigando. Toda investigação se coloca na relação teoria/realidade ou teoria/empiria. A pesquisa parte sempre de um conhecimento superficial da realidade, de uma abstração. Mas nem toda investigação pode ser considerada uma pesquisa científica e nem todo conhecimento é teórico. [...] Cada modalidade do conhecimento nos permite uma forma de apropriação do mundo. A mais elementar é a apropriação através do espírito prático, manipulador, realizado no e pelo cotidiano, pelo entendimento. A apreensão do real pela teoria é diferente de sua apreensão pela arte, pela religião, pela prática. [...] A pesquisa, na qual se faz necessário o mergulho na realidade social, é, portanto, um processo sistemático de ações, visando investigar/interpretar, desvelar um objeto que pode ser um processo social, histórico, um acervo teórico ou documental.
(GUERRA, Y. A dimensão investigativa no exercício profissional. In: CFESS/ABEPS.
Direitos Sociais e competências profissionais. Brasília: CFESS/ABEPSS, 2009, p. 707.)
Sobre a dimensão investigativa e a pesquisa no Serviço Social, assinale a alternativa correta.
Considere o seguinte texto:
Entrevista
Um instrumento técnico muito conhecido é a entrevista. [...] A entrevista implica relacionamento profissional em todos os sentidos: na postura atenta e compreensiva sem paternalismos; na delicadeza do trato com o usuário do serviço, ouvindo-o, compreendendo-o e, principalmente, enxergando-o como um sujeito de direitos. Um bom entrevistador ouve muito e fala pouco; direciona as verbalizações do usuário para os objetivos do trabalho, isto é, retoma o eixo da entrevista ao perceber que o entrevistado está sendo prolixo e repetitivo.
(MAGALHÃES, S. M. Avaliação e linguagem: relatórios, laudos e pareceres. Campinas: Papel Social, 2019, p. 57.)
Considerando as informações apresentadas, assinale a alternativa correta.