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Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
I. Atendimento preferencial imediato e individualizado junto aos órgãos públicos e privados prestadores de serviços à população, incluindo o acesso à rede de serviços de saúde e de assistência social locais.
II. Destinação privilegiada de recursos públicos nas áreas relacionadas com a proteção à pessoa idosa.
III. Priorização do atendimento da pessoa idosa por sua própria família, em detrimento do atendimento asilar, exceto dos que não a possuam ou careçam de condições de manutenção da própria sobrevivência.
Quais estão corretos?
O acolhimento é um processo que implica na responsabilização do trabalhador/equipe pelo usuário, desde a sua chegada até a sua saída, ouvindo sua queixa, considerando suas preocupações e angústias (1ª parte). Para isso, deve-se fazer uma escuta qualificada que possibilite analisar a demanda e buscar a atenção integral, resolutiva e responsável (2ª parte). Esse conceito é uma diretriz da Política Nacional de Humanização (3ª parte).
Quais partes estão corretas?