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Q3827276 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.

Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.

Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.

Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.

Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 

Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.

Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.

Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.

Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.

A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.

Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.

Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...

E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.

Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.

Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.

Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 

Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.

Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.

Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.

Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.

Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.

Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.

Pode ir, pássaro, volte quando quiser....

Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.

Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.

E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...

Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.

À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.

Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...


https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"Pode ir, pássaro, volte quando quiser."

Marque a alternativa CORRETA que indica a postura da menina ao libertar o pássaro.
Alternativas
Q3827275 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.

Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.

Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.

Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.

Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 

Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.

Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.

Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.

Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.

A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.

Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.

Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...

E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.

Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.

Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.

Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 

Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.

Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.

Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.

Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.

Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.

Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.

Pode ir, pássaro, volte quando quiser....

Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.

Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.

E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...

Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.

À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.

Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...


https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
'Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse."

Analise as reescritas a seguir e identifique aquela em que a substituição do termo "abandonasse" por outro vocábulo torna o enunciado INCORRETO quanto ao sentido.
Alternativas
Q3827274 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.

A menina e o pássaro


Era uma vez uma menina que tinha um pássaro como seu melhor amigo. Ele era um pássaro diferente de todos os demais: era encantado.

Os pássaros comuns vão embora, se a porta da gaiola estiver aberta, para nunca mais voltar.

Mas o pássaro da menina voava livre e vinha quando sentia saudades...

Suas penas também eram diferentes. Mudavam de cor. Eram sempre pintadas pelas cores dos lugares estranhos e longínquos por onde voava.

Certa vez, voltou totalmente branco, cauda enorme de plumas fofas como o algodão.

Menina, eu venho de montanhas frias e cobertas de neve, tudo maravilhosamente branco e puro, brilhando sob a luz da lua, nada se ouvindo a não ser o barulho do vento que faz estalar o gelo que cobre os galhos das árvores. 

Trouxe, nas minhas penas, um pouco do encanto que eu vi, como presente para você...

E assim ele começava a cantar as canções e as estórias daquele mundo que a menina nunca vira. Até que ela adormecia e sonhava que voava nas asas do pássaro.

Outra vez ele voltou vermelho como fogo, penacho dourado na cabeça.

Venho de uma terra queimada pela seca, terra quente e sem água, onde os grandes, os pequenos e os bichos sofrem a tristeza do sol que não se apaga.

Minhas penas ficaram como aquele sol e eu trago canções tristes daqueles que gostariam de ouvir o barulho das cachoeiras e ver a beleza dos campos verdes.

A menina amava aquele pássaro e podia ouvi-lo sem parar, dia após dia. E o pássaro amava a menina e, por isso, voltava sempre.

Mas chegava sempre a hora da partida. Chorava a menina e chorava o pássaro. E a menina pediu ao pássaro que não mais partisse.

Eu vou lhe contar um segredo, disse-lhe o pássaro, as plantas precisam da terra, os peixes precisam dos rios, nós precisamos do ar...

E o meu encanto precisa da saudade. É aquela tristeza, na espera da volta, que faz com que minhas penas fiquem bonitas.

Se eu não for, não haverá saudades. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e você deixará de me amar.

Assim ele partiu. A menina sozinha, chorava de tristeza à noite. E foi numa dessas noites que ela teve uma ideia malvada.

Se eu o prender numa gaiola, ele nunca mais partirá; será meu para sempre. Nunca mais terei saudades e ficarei feliz. 

Com esses pensamentos, comprou uma linda gaiola e ficou à espera. Finalmente ele chegou, maravilhoso, com suas novas cores, com estórias diferentes para contar.

Cansado da viagem, adormeceu. Foi então que a menina, cuidadosamente, prendeu-o na gaiola para que ele nunca mais a abandonasse. E adormeceu feliz.

Foi acordar de madrugada, com um gemido triste do pássaro.

Ah! Menina... O que você fez? Quebrou-se o encanto. Minhas penas ficarão feias e eu me esquecerei das estórias... Sem a saudade, o amor irá embora...

A menina não acreditou. Pensou que ele acabaria por se acostumar. Mas isto não aconteceu. O tempo ia passando e o pássaro ia ficando diferente.

Caíram suas plumas, os vermelhos, os verdes e os azuis das penas se transformaram num cinza triste. E veio o silêncio. Também a menina entristeceu.

Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... Até que não mais aguentou. Abriu a porta da gaiola.

Pode ir, pássaro, volte quando quiser....

Obrigado, menina. Eu tenho que partir. É preciso partir para que a saudade chegue e eu tenha vontade de voltar.

Longe, na saudade, muitas coisas boas começam a crescer dentro da gente.

E o pássaro partiu. Voou para lugares distantes. A menina contava os dias, e cada dia que passava a saudade crescia...

Que bom, pensava ela, meu pássaro está ficando encantado de novo... E colocava flores nos vasos à espera do seu amigo...

Sem que ela percebesse, o mundo inteiro foi ficando encantado como o pássaro. Porque, em algum lugar ele deveria estar voando. De algum lugar, ele haveria de voltar.

À noite, a menina ia para a cama com saudades, mas também com as esperanças do reencontro renovadas.

Ah! Mundo maravilhoso que guarda, em algum lugar secreto do Universo, em plena liberdade, o pássaro encantado que se ama... E que um dia, com certeza, vai voltar...


https://www.momento.com.br/pt/ler_texto.php?id=751&let=M&stat=0&ut m_source
"Não, aquele não era o pássaro que ela amava. E de noite ela chorava pensando naquilo que havia feito ao seu amigo... "

Identifique a alternativa que indica CORRETAMENTE o significado da expressão "aquele não era o pássaro que ela amava".
Alternativas
Q3827273 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol


Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...

Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.

Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.

Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.

O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.

E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.


https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo." Analise as afirmativas sobre o texto "A origem do Sol".

I. O texto apresenta uma explicação de origem mítica para o Sol, típica das tradições indígenas, em que fenômenos naturais são explicados por meio de histórias humanas e sobrenaturais.
II. Os personagens do texto são retratados como pessoas prestativas e carinhosas, mostrando uma boa relação familiar.
III. No texto observa-se traição dentro das relações familiares.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827272 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol


Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...

Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.

Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.

Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.

O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.

E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.


https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"A festa da moça nova, um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a 'moças' ou 'jovens mulheres'..."

Assinale a alternativa CORRETA que traduz a expressão 'ritual', no contexto em que foi utilizado.
Alternativas
Q3827271 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol


Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...

Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.

Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.

Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.

O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.

E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.


https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim..."

Identifique a alternativa CORRETA sobre o tema que será apresentado:
Alternativas
Q3827270 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


A origem do Sol


Essa história vem da região amazônica. Ela conta que o Sol, esse que brilha no céu, já foi um rapaz forte e muito bonito. Aconteceu assim...

Há muitos e muitos anos, houve uma festa na aldeia onde um lindo rapaz morava, a "festa da moça nova", um ritual que celebra a passagem das meninas indígenas de crianças a "moças" ou "jovens mulheres". Era dia de música, dança, bebida e comida à vontade. E todos, é claro, caprichariam nas pinturas do corpo com a tinta vermelha a base de urucum, fruto do urucuzeiro.

Pois bem, o belo rapaz quis ajudar sua tia no preparo da tinta. Entrou na mata, trouxe madeira vermelha de muirapiranga, cortou a lenha e acendeu o fogo, no qual a velha senhora pôs a ferver o urucum para que todos pudessem se pintar. Mas a tia do moço não era uma pessoa muito feliz. Era maldosa e ranzinza. O rapaz se dedicava à tarefa de buscar mais e mais lenha para o fogo e, mesmo assim, ela não parava de reclamar.

Admirado com o caldo vermelho borbulhando, ele perguntou à tia se poderia provar da tinta. A mulher impaciente disse que sim. Insistiu para ele beber uma grande quantidade, garantindo que o gosto era bom e que não lhe faria mal. No fundo, porém, ela queria que ele passasse mal, fosse embora logo e a deixasse sozinha.

O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens.

E foi assim que um jovem indígena se tornou o Sol, que aquece e ilumina o mundo todo.


https://chc.org.br/artigo/a-origem-do-sol/
"O rapaz bebeu e, conforme engolia a tinta quente, ia ficando vermelho, cada vez mais vermelho, extremamente vermelho, até que ficou em chamas! A tia, espantada, viu o sobrinho virar uma bola de fogo, subir ao céu e sumir entre as nuvens."

Após a leitura do texto sobre a origem do sol, analise as afirmativas a seguir:

I. O texto apresenta uma explicação simbólica para a origem de um elemento da natureza.
II. A tia lançou uma maldição contra o sobrinho, fazendo com que ele fosse transformado em fogo.
III. A tinta de urucum é realmente capaz de transformar qualquer pessoa em fogo.
IV. A tia pretendia transformar o sobrinho em um astro celeste; por isso, obrigou-o a ingerir o líquido.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3827269 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.

Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.

De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.

Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?

Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"

Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.

Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.

Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.

Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.

Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar."

Segundo as informações apresentadas no texto, é CORRETO afirmar que o estômago:
Alternativas
Q3827268 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.

Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.

De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.

Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?

Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"

Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.

Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.

Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.

Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.

Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Mesmo após um banquete pesado, muitas pessoas ainda conseguem comer um pouco de sobremesa. O estômago é capaz de se expandir, e alimentos macios e doces exigem pouca digestão mecânica. Os japoneses chamam essa sensação de betsubara , que significa 'estômago separado'."

A partir do texto, é CORRETO afirmar que:
Alternativas
Q3827267 Português
O texto seguinte servirá de base para responder à questão.


Por que sempre temos espaço para uma sobremesa, segundo anatomista?


Você se afasta da mesa depois do almoço de Natal, satisfeito com o excelente banquete.

Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim.

De alguma forma, não importa o quanto você tenha comido, sempre parece haver espaço para a sobremesa.

Por quê? O que há em algo doce que nos tenta a dizer "vamos nessa", mesmo quando cheios?

Os japoneses capturam isso perfeitamente com a palavra betsubara , que significa "estômago separado"

Anatomicamente falando, não existe um compartimento extra, mas a sensação de ainda ter espaço para o pudim é tão comum que merece uma explicação científica.

Longe de ser imaginário, esse sentimento reflete uma série de processos fisiológicos e psicológicos que, juntos, tornam a sobremesa excepcionalmente atraente, mesmo quando o prato principal parece ter nos levado ao limite da saciedade.

Um bom ponto de partida é o próprio estômago. Muitas pessoas o imaginam como um saco de tamanho fixo que se enche constantemente até não poder mais, como se mais uma garfada o fizesse transbordar.

Na realidade, o estômago é projetado para se expandir e se adaptar.

Ao começarmos a comer, o estômago passa por um processo de "acomodação gástrica": a musculatura lisa relaxa, criando capacidade extra sem um grande aumento de pressão.

Crucialmente, alimentos macios e doces exigem pouquíssima digestão mecânica.

Um prato principal pesado pode fazer o estômago se sentir distendido, mas uma sobremesa leve, como sorvete ou mousse, mal exige esforço do estômago, permitindo que ele relaxe ainda mais para criar espaço.


https://www.bbc.com/portuguese/articles/c4gkg0ed91jo adaptado
"Você realmente não conseguiria comer mais nada − exceto, talvez, um pouco de pudim."

De acordo com o texto, sempre há espaço para uma sobremesa. A partir disso, identifique a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3804255 Legislação de Trânsito
De acordo com as normas do Código de Trânsito Brasileiro relativas à execução de manobras, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3804254 Legislação de Trânsito
Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, deixar o condutor envolvido em sinistro com vítima de prestar socorro caracteriza infração de natureza __________, com penalidade de __________. Já deixar de prestar socorro à vítima quando solicitado pela autoridade caracteriza infração de natureza __________, com penalidade de __________. 
Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente as lacunas? 
Alternativas
Q3804253 Segurança e Transporte
Durante a condução de um veículo em via urbana, em dia de chuva intensa e tráfego moderado, o motorista observa aumento da distância de frenagem e redução da visibilidade. Considerando as técnicas de direção defensiva e a prevenção de acidentes, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3804252 Noções de Primeiros Socorros
No desempenho das atividades de motorista, o uso adequado de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) e a adoção de condutas iniciais de primeiros socorros contribuem para a redução de riscos e agravamentos. Considerando essas orientações, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3804251 Legislação de Trânsito

Conforme o Código de Trânsito Brasileiro, quando não existir sinalização regulamentadora, a velocidade máxima será de ______ km/h nas vias coletoras urbanas e de _____km/h nas estradas rurais.


Qual alternativa preenche, CORRETA e respectivamente as lacunas? 

Alternativas
Q3804250 Segurança e Transporte
A verificação periódica do veículo contribui para a segurança e para a conservação do automóvel. Considerando os cuidados básicos com nível de óleo, água, fluídos e calibragem dos pneus, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Q3804249 Legislação de Trânsito
Com base nas normas de circulação e ultrapassagem previstas no Código de Trânsito Brasileiro, analise as assertivas a seguir.

I. Ao perceber que outro veículo tem o propósito de ultrapassá-lo, o condutor que estiver na faixa da esquerda deve deslocar-se para a faixa da direita, sem acelerar a marcha.

II. É permitida a ultrapassagem em curvas e em pontes, desde que o condutor reduza a velocidade e redobre a atenção.

Das assertivas, pode-se afirmar que 
Alternativas
Q3804248 Legislação de Trânsito
Em um cruzamento não sinalizado, conforme o Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q3804247 Segurança e Transporte
Sobre as noções de mecânica básica e o funcionamento dos sistemas do veículo, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q3804246 Legislação de Trânsito
No desempenho de suas atividades, o motorista possui direitos e deveres que visam à segurança no trânsito. Considerando essas normas, assinale a alternativa correta. 
Alternativas
Respostas
2481: D
2482: A
2483: A
2484: A
2485: C
2486: A
2487: D
2488: B
2489: D
2490: C
2491: D
2492: A
2493: D
2494: C
2495: A
2496: C
2497: A
2498: B
2499: D
2500: A