O sono faz parte da vida. É uma necessidade como
beber água, se alimentar, ir ao banheiro, respirar. Ele é
fundamental para a nossa existência. O impacto de noites
mal dormidas gera distúrbios e desequilíbrios no corpo
humano.
Com a correria do dia a dia, o sono pode ser visto
como algo trivial, sem medirmos as consequências de sua
falta. No Brasil, conforme pesquisa realizada em 2020, 65%
dos brasileiros afirmam ter baixa qualidade de sono.
Dormir pode parecer uma tarefa simples: deitar a
cabeça no travesseiro e fechar os olhos. Mas o nosso corpo
não para, e muito menos o nosso cérebro. O sono tem três
fases. A primeira fase é bem leve, durando
aproximadamente 10 minutos. Ainda é possível acordar
facilmente. A respiração fica mais lenta, e é geralmente
quando as pessoas experienciam a sensação de “estar
caindo”. Na segunda fase, o sono ainda é leve, mas o corpo
já se encontra relaxado, embora a mente possa estar atenta.
Na terceira fase, os músculos relaxam completamente, e o
corpo fica menos sensível a estímulos externos. O sono é
mais profundo nessa fase.
Todos estão sujeitos a apresentar problemas
relacionados ao sono em algum momento da vida. E,
embora existam alguns distúrbios mais conhecidos, como a
insônia e a apneia, eles representam apenas a ponta de um
iceberg muito maior. Isso porque fatores como estilo de
vida, rotina, contexto social, prática de atividade física,
alimentação, aspectos emocionais e presença de doenças
clínicas e mentais exercem influência direta sobre a
qualidade do sono.
Fonte: Futuro da Saúde. Adaptado.
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