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Q3944299 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
A menção às aves migratórias cumpre qual função argumentativa no texto? Assinale CORRETAMENTE:
Alternativas
Q3944298 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
A comparação entre o vírus do Nilo Ocidental e outras doenças transmitidas por mosquitos tem como objetivo principal:
Alternativas
Q3944297 Português
MOSQUITOS: OS ANIMAIS MAIS PERIGOSOS DO MUNDO


    Tudo começou em um dia de junho de 2007, com febre súbita e vômitos intensos. David Hancock conta que deveria ter ido imediatamente ao hospital, mas achou que se tratava de alguma pequena infecção. Mesmo assim, tinha a sensação de que algo estava errado, não parecia se tratar de uma gripe.

    E realmente algo grave estava por vir. Levou dez dias para que o homem de 49 anos fosse diagnosticado. Neste tempo, ele entrou em coma, seu coração parou várias vezes, seus pulmões se encheram de líquido e seu cérebro inflamou. “Eu estava com um pé em outro mundo, podemos dizer”, conta David.

    Finalmente, os médicos conseguiram chegar a um diagnóstico definitivo: David havia sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental. Tudo por causa de uma simples picada de mosquito, bem em frente à sua casa em Glendale, uma cidade próxima a Phoenix, nos Estados Unidos.

    Diferentemente da malária, da dengue, da febre amarela e do Zika, o vírus do Nilo Ocidental não é transmitido por uma espécie de mosquito invasora, como o Aedes aegypti, mas principalmente pelo gênero Culex (pernilongo), nativo do hemisfério norte.

    O vírus do Nilo Ocidental, no entanto, é originalmente tropical. Foi descrito pela primeira vez em 1937 na região do Nilo Ocidental, no norte de Uganda, e recebeu esse nome por causa do local onde foi encontrado. Ele se multiplica especialmente bem em aves. Graças a elas, conseguiu deixar a África – aves migratórias levaram o vírus para a Europa e para os EUA. Em 1999, foi registrado pela primeira vez nos Estados Unidos. Hoje, é a principal causa de doenças transmitidas por mosquitos no país.

    Isso porque o vírus tropical encontrou o Culex pipiens, o mosquito comum. Nativo da Europa e da América do Norte, ele é um vetor particularmente eficiente para o vírus do Nilo Ocidental: quando pica uma ave infectada, absorve o vírus e o transmite para outra vítima – que pode ser outra ave, um cavalo ou uma pessoa, como foi o caso de David.

    Embora a infecção geralmente passe despercebida e sem sintomas, nos EUA cerca de 1.300 pessoas por ano desenvolvem formas graves da doença e 130 morrem. Em 18 de junho de 2007, David não teve somente febre e vômitos. Ele também não conseguia engolir. Sua esposa, Teri, o levou diretamente ao hospital. Um erro. 

    “Deveríamos ter chamado uma ambulância, assim eu teria prioridade na triagem. Em vez disso, esperamos horas na emergência, o que quase custou a minha vida”, explica David. Teri precisou voltar para casa para alimentar o cachorro. Quando voltou, descobriu que o coração de David já havia parado duas vezes, e que ele estava na UTI, com ventilação mecânica. A febre era tão alta que o quarto foi resfriado ao máximo. Os médicos achavam que ele morreria a qualquer momento.

    Teri reuniu toda a família. Seus pais, os pais de David e seu irmão Bob, que, é biólogo e, por ironia do destino, pesquisa há décadas o comportamento dos mosquitos. “Quando souberam que David tinha sido infectado pelo vírus do Nilo Ocidental, todos perguntaram: ‘Tem certeza que é o David?’”, conta Bob.

    Afinal, é Bob quem vive cercado de mosquitos e prefere estar no meio do mato estudandoos. “Eu amo meu objeto de estudo. Não pesquiso mosquitos para exterminá-los. Eles me interessam”.

    A história dos dois irmãos mostra o quão diferente podem ser os resultados de uma picada de mosquito: a maioria delas é inofensiva, e só são contabilizados os casos clínicos, “ou seja, quando alguém precisa ir ao médico ou ao hospital”, explica Bob. Ou quando a infecção é fatal. Por isso, a subnotificação de pessoas que são infectadas sem perceber é provavelmente muito alta.

    Ao mesmo tempo, os riscos são reais, assim como as consequências. Teri também ficou traumatizada e ainda chora ao lembrar dos dias em que o marido esteve entre a vida e a morte.

    “Eu teria sido perfeitamente feliz sendo apenas aquele entusiasta de mosquitos, interessado em observar os mosquitos da selva voando por aí e fazendo coisas legais”, diz ele. Mas, desde então, ele se concentrou principalmente na transmissão de doenças por mosquitos. “Eu me tornei o entomologista médico que sou hoje.”

    Em sua profissão, Bob observa atentamente as mudanças nos EUA. Por exemplo, a espécie Aedes levou dez anos para se espalhar do sul da Califórnia até São Francisco. Como bem sabemos no Brasil, esses mosquitos tropicais são potentes transmissores de doenças como dengue, febre amarela e Zika. As mudanças climáticas oferecem condições cada vez melhores para que mosquitos e vírus tropicais sobrevivam e se espalhem em regiões mais ao norte. “Não há razão para pensar que os mosquitos virão, mas as doenças não.”

    David mudou desde 18 de junho de 2007. Quando saiu do coma, não conseguia respirar nem falar sozinho. Estava muito magro e precisou reaprender a andar. Levou nove meses para voltar ao trabalho. Até hoje não consegue engolir sozinho. Teri diz que ele ficou mais introvertido, diferente do homem com quem se casou. Provavelmente devido aos danos que o vírus causou em seu cérebro.

    Mas uma coisa não mudou: David ainda é picado por mosquitos com frequência. A única coisa que ajuda é usar muito repelente. “Odiamos eles profundamente”, dizem David e Teri. Já Bob... “Eu continuo amando os mosquitos. Eles só tentam encontrar alimento e cuidar da prole. Eu poderia odiar os pássaros também, não? Afinal, o mosquito que infectou meu irmão pegou o vírus de um pássaro.”


Disponível em: <https://www.dw.com/pt-br/mosquitos-osanimais-mais-perigosos-do-mundo/a-75114552>. Adaptado. Acesso em 05 de janeiro. 2026.
Assinale a alternativa que explica CORRETAMENTE a razão pela qual o diagnóstico da doença demorou a ser estabelecido.
Alternativas
Q3943396 Segurança e Transporte
Durante a condução, o motorista percebe que o pedal do freio está com resposta diferente do normal e que o veículo demora mais para reduzir a velocidade. Em inspeções simples, sinais assim indicam necessidade de atenção, pois o sistema de freios é essencial para a segurança do condutor, passageiros e terceiros. Considerando noções básicas de mecânica e segurança, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943395 Engenharia Mecânica
Durante o trajeto, o motorista percebe ruídos ao passar por irregularidades na via e sensação de instabilidade na direção. Tais sinais podem indicar problema em sistemas importantes do veículo. Considerando noções básicas de mecânica, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3943394 Noções de Primeiros Socorros
Ao se deparar com vítima apresentando sangramento intenso após colisão, o motorista deve agir com calma até a chegada do socorro especializado. Considerando noções básicas de primeiros socorros, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943393 Legislação de Trânsito
Em determinado cruzamento, o semáforo encontra-se intermitente e há agente de trânsito organizando o fluxo por meio de gestos. Nessa situação, o motorista deve interpretar corretamente os sinais para garantir segurança e fluidez. Considerando a sinalização de trânsito prevista no Código de Trânsito Brasileiro, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3943392 Mecânica de Autos
Durante a vistoria diária, o motorista percebe que um equipamento elétrico da garagem (carregador, extensão ou tomada) apresenta aquecimento e sinais de mau contato. Há pessoas circulando e o local pode ter umidade, especialmente em dias de chuva. Para evitar choque elétrico e incêndio, é necessário adotar cuidados imediatos e buscar suporte adequado. Diante desse cenário, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943391 Noções de Primeiros Socorros
Em caso de vítima inconsciente após acidente, o motorista deve verificar sinais vitais até a chegada do socorro especializado. O método conhecido como ABC orienta etapas iniciais de avaliação. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943390 Segurança e Transporte
Em uma garagem municipal, o motorista ajuda a organizar o fluxo de veículos e pessoas durante a saída para as rotas. Em dias de maior movimento, é comum haver pressa, circulação de pedestres entre veículos e manobras em espaço reduzido. Para reduzir riscos, o servidor deve adotar medidas simples e contínuas. Considerando boas práticas de prevenção de acidentes no trabalho, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943389 Noções de Primeiros Socorros
Em um acidente com queda de motociclista, o motorista chega primeiro ao local e precisa agir com prudência até a chegada do socorro. O cenário tem fluxo de veículos e a vítima relata dor intensa e dificuldade para se mover. Em primeiros socorros, atitudes apressadas podem piorar lesões, especialmente em suspeita de fratura ou trauma. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943388 Segurança e Transporte
Em dia de chuva, o motorista percebe a pista com acúmulo de água e tráfego contínuo. Nessas condições, pequenos erros aumentam o risco de perda de controle, especialmente em velocidade inadequada e com pneus em mau estado. A direção defensiva orienta condutas preventivas e corretivas para reduzir acidentes. Considerando aquaplanagem e fundamentos de prevenção, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q3943387 Segurança e Transporte
Em uma rota urbana, o motorista observa diferentes placas e precisa tomar decisões seguras, sem depender de interpretações baseadas em experiências próprias. A sinalização de trânsito organiza a circulação e orienta condutas. Para reduzir infrações e riscos, é importante reconhecer o tipo de placa/sinalização (Coluna I) pelo objetivo principal (Coluna II). Nesse contexto, associe as sinalizações (Coluna I) às suas respectivas finalidades (Coluna II).

Coluna I
1.Regulamentação. 2.Advertência. 3.Indicação. 4.Sinal sonoro (buzina) como comunicação no trânsito.
Coluna II

(__)Informa serviços, destinos, locais e orientações de percurso.
(__)Estabelece obrigação, proibição ou permissão ao condutor.
(__)Alerta para condição potencialmente perigosa na via.
(__)Serve para alertar e comunicar, sem substituir a atenção e a condução prudente.

Assinale a alternativa que apresenta a ordem de associação CORRETA, de cima para baixo.
Alternativas
Q3943386 Segurança e Transporte
Um motorista relata que, após abastecimento, o veículo apresentou perda de potência e funcionamento irregular. Em rotinas de condução, reconhecer sinais básicos do motor ajuda a evitar agravamento do problema e reduz risco de pane em local inadequado. Mesmo sem desmontar peças, o condutor pode adotar medidas seguras e comunicar o setor responsável. Considerando funcionamento básico de motores e segurança, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943385 Legislação de Trânsito
Um motorista foi orientado a manter em ordem sua documentação e a do veículo, pois a rotina inclui deslocamentos em vias urbanas e rurais. Em fiscalizações, a falta de documentação pode gerar medidas administrativas e dificultar o serviço. Considerando as obrigações de porte de documentos e deveres do condutor no trânsito, assinale a alternativa INCORRETA. 
Alternativas
Q3943384 Legislação de Trânsito
Em uma via urbana, o motorista precisa respeitar regras sobre pedestres, circulação e comportamento seguro, principalmente em áreas de maior movimento. O respeito a essas regras reduz acidentes e facilita a convivência no trânsito. Analise as afirmativas a seguir, relacionadas ao Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

I.A circulação de veículos, como regra, ocorre pelo lado direito da via, salvo exceções sinalizadas.
II.O condutor deve manter atenção especial ao aproximar-se de locais com travessia de pedestres.
III.O uso de buzina pode substituir a redução de velocidade em locais de risco, desde que feito com antecedência.
IV.Em manobras, a sinalização e a execução segura devem ser priorizadas para evitar surpresa a outros usuários.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q3943383 Legislação de Trânsito
O motorista realiza deslocamentos em diferentes tipos de vias dentro do município. De acordo com a classificação funcional das vias urbanas prevista no art. 60 do Código de Trânsito Brasileiro (Lei nº 9.503/1997 - CTB), conhecer essa divisão auxilia na adequação da velocidade e da conduta. Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943382 Segurança e Saúde no Trabalho
Durante a rotina de trabalho, o motorista realiza o transporte de materiais em veículo oficial do município. Antes de iniciar o deslocamento, verifica a necessidade de ajustar e fixar adequadamente a carga na carroceria, observando que alguns objetos possuem superfícies ásperas e exigem esforço físico para posicionamento correto.
Considerando medidas de prevenção de acidentes no ambiente de trabalho, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943381 Segurança e Transporte
Durante a partida, o motorista percebe dificuldade para ligar o veículo, luzes do painel com brilho fraco e sinais de baixa energia. Esses sintomas podem estar ligados a componentes do sistema elétrico, que inclui itens responsáveis por armazenar energia e por recarregar durante o funcionamento do motor. Considerando noções básicas de mecânica, complete corretamente a frase a seguir:

"O componente que armazena energia para a partida e alimentação inicial dos circuitos é a (o) __________; já o componente que recarrega o sistema durante o funcionamento do motor é o (a) __________."

Assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q3943380 Administração Pública
Durante a execução de suas atividades, o motorista municipal recebe orientação formal e legítima da chefia imediata, compatível com suas atribuições e com a organização do serviço, para alterar temporariamente sua rota, a fim de atender demanda emergencial de outro setor da Prefeitura. A determinação não apresenta ilegalidade nem desvio de função, tratando-se de necessidade administrativa.
Considerando conhecimentos básicos inerentes ao exercício do emprego público municipal e à organização administrativa, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Respostas
2261: B
2262: C
2263: B
2264: E
2265: B
2266: B
2267: D
2268: A
2269: D
2270: B
2271: C
2272: D
2273: D
2274: D
2275: A
2276: B
2277: A
2278: E
2279: C
2280: C