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Q3931004 Odontologia
Sobre patologia pulpar e periapical, analise as afirmativas.

I. Pulpite reversível costuma apresentar dor espontânea intensa e persistente, com piora progressiva ao longo de dias, mesmo após remoção do estímulo.
II. Pulpite irreversível sintomática tende a cursar com dor espontânea ou prolongada após estímulo térmico, com possível dificuldade de localização pelo paciente.
III. Necrose pulpar pode cursar com ausência de resposta aos testes de sensibilidade, e a periodontite apical pode associar dor à percussão e alterações radiográficas evolutivas.
IV. Abscesso periapical agudo pode envolver acúmulo purulento e edema, com sensação de dente extruído e dor à mastigação, variando com a drenagem.
V. Lesão periapical crônica costuma causar dor intensa, edema difuso e febre baixa persistente, sendo típica em dentes com necrose de longa duração.

Estão corretas as afirmativas: 
Alternativas
Q3931003 Odontologia
A abertura coronária bem planejada se reconhece por: 
Alternativas
Q3931002 Odontologia
Na clínica de urgência, após uma exodontia aparentemente simples, o paciente retorna no terceiro dia com dor intensa, odor desagradável e alvéolo com aspecto esvaziado e cobertura acinzentada. Marque a alternativa correta sobre a alveolite.
Alternativas
Q3931001 Engenharia Ambiental e Sanitária
No controle de produtos utilizados no tratamento de água potável, a efetividade do cloro depende do pH e da forma química predominante. Assinale a alternativa correta sobre essa relação.
Alternativas
Q3931000 Odontologia
Sobre métodos de diagnóstico em Endodontia, analise as afirmativas.

I. Testes térmicos e elétricos exploram resposta sensorial e ajudam a estimar vitalidade, pedindo comparação com um dente controle e leitura junto ao relato de dor e ao exame clínico.
II. Percussão e palpação sugerem inflamação no ligamento periodontal e em tecidos periapicais, correlacionando dor à mastigação com periodontite apical sintomática.
III. Radiografia periapical evidencia alterações mineralizadas e relação com estruturas, podendo subestimar fases iniciais de inflamação periapical e canais adicionais.
IV. A TCFC costuma ser escolhida como exame de imagem inicial na dor odontogênica difusa, pois evita sobreposição e dispensa correlação com testes de sensibilidade.
V. O teste anestésico por bloqueio troncular identifica o dente causal ao anestesiar um único elemento por vez, permitindo isolar a origem de dor difusa.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q3930999 Odontologia
Na rotina de diagnóstico bucal, o cirurgião-dentista cruza dados da anamnese, do exame clínico e de exames complementares para evitar decisões por impressão e para reduzir erros de interpretação. Assinale a alternativa correta sobre a integração desses elementos no raciocínio diagnóstico. 
Alternativas
Q3930998 Noções de Informática
Sobre o gerenciamento de pastas em sistemas operacionais como o Windows, analise as afirmações a seguir:

I. Pastas são estruturas lógicas utilizadas para organizar arquivos e facilitar a sua localização.
II. Uma pasta pode conter simultaneamente arquivos e outras pastas, formando uma hierarquia.
III. A exclusão de uma pasta implica, obrigatoriamente, a exclusão permanente de todos os arquivos nela contidos, sem possibilidade de recuperação.

Pode-se afirmar que: 
Alternativas
Q3930997 Noções de Informática
No contexto do sistema operacional Windows, a exclusão de um arquivo da Lixeira implica que:
Alternativas
Q3930996 Redes de Computadores
Sobre conceitos básicos de internet, julgue as afirmações a seguir como verdadeira (V) ou falsa (F) e, em seguida, assinale a alternativa que apresenta a sequência correta.

( ) A internet possibilita tanto a comunicação síncrona (em tempo real) quanto a assíncrona.
( ) Um aplicativo de e-mail corporativo tem como principal função substituir os navegadores de internet.
( ) A internet distingue-se de uma rede local por depender exclusivamente de servidores locais. 
Alternativas
Q3930995 Noções de Informática
Considere a seguinte situação no Microsoft Excel: Na célula A5, foi inserida a fórmula: =SOMA(A1:A4)

Captura_de tela 2026-03-13 111609.png (259×251)

Ao copiar essa fórmula da célula A5 para a célula B5, analise as afirmações a seguir:

I. O Excel gera um erro de referência, pois a fórmula foi deslocada para outra coluna.
II. O Excel mantém exatamente as mesmas referências de células da fórmula original.
III. O Excel ajusta automaticamente as referências, alterando a fórmula para =SOMA(B1:B4), por se tratar de referências relativas.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3930994 Noções de Informática
Sobre os componentes básicos de um computador, analise os itens a seguir:

I. Um computador pode funcionar sem sistema operacional, desde que possua hardware adequado.
II. O software atua como intermediário entre o usuário e os componentes físicos do computador.
III. O mau funcionamento de um software pode comprometer o uso do hardware, mesmo que este esteja em perfeitas condições físicas.
IV. A memória RAM tem acesso mais rápido do que os dispositivos de armazenamento secundário.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q3930993 Raciocínio Lógico
Uma empresa vai selecionar 3 colaboradores entre 10 candidatospara participar de um congresso. Entretanto, há uma condição: Ana e José são casados, e não podem participar juntos do congresso. De quantas maneiras diferentes a equipe de 3 colaboradores pode ser formada, respeitando essa condição?
Alternativas
Q3930992 Matemática Financeira
Um capital de R$ 15.000,00 é aplicado durante o mesmo período em duas modalidades diferentes:

• Aplicação A: juros simples à taxa de 2% ao mês;
• Aplicação B: juros compostos à taxa de 1,8% ao mês.

Após certo tempo t, os juros obtidos nas duas aplicações foram iguais. A equação que determina o tempo t, em meses, dessa aplicação, é dada por:
Alternativas
Q3930991 Raciocínio Lógico
Considere a proposição:
P: “Se um número é múltiplo de 6, então ele é par.”
Com base nessa proposição, analise as afirmações a seguir:

I. A recíproca de P é: “Se um número é par, então ele é múltiplo de 6.”
II. A contrária de P é: “Se um número não é múltiplo de 6, então ele não é par.”
III. A contrapositiva de P é: “Se um número não é par, então ele não é múltiplo de 6.”
IV. A contradição de P é: “Um número é múltiplo de 6 e não é par.”

Assinale a alternativa correta:
Alternativas
Q3930990 Raciocínio Lógico
Sejam P, Q e R proposições lógicas. Julgue as afirmações abaixo, classificando-as em verdadeiro (V) ou falso (F).

I. ( ) Se PQ e QR, então PR.
II. ( ) (PQ) ⇔ (~PQ)
III. ( ) ~(PQ) ⇔ (PQ)

Marque a alternativa que indica a sequência correta para I, II e III, respectivamente
Alternativas
Q3930989 Raciocínio Lógico
Observe a sequência (xn) = (1, 1, 2, 2, 4, 1, 1, 2, 2, 4, 1, … ), onde n ∈ ℕ. Qual o valor da soma x1x2 + x3 + x4 + x5 + ⋯ + x2024 + x2025 + x2026?
Alternativas
Q3930988 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Está corretamente analisado, do ponto de vista da sua formação vocabular, na morfologia da língua portuguesa, o vocábulo: 
Alternativas
Q3930987 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Todos os vocábulos destacados, nas orações abaixo, funcionam como elementos coesivos formais e apresentam, concomitantemente, uma função sintática dentro da oração que eles iniciam, EXCETO em:
Alternativas
Q3930986 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
Transpondo a oração “Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais.” para a voz passiva analítica, obtém-se a seguinte oração reescrita, adequadamente:
Alternativas
Q3930985 Português
Cadê a indignação com a emergência habitacional?

    Certos problemas urbanos deixam brasileiros indignados. Edifícios altos que mudam a paisagem do bairro. Fios elétricos aéreos e outdoors que geram poluição visual. A proliferação de Oxxos e farmácias. São posts que viralizam e temas focais de discussões urbanas em jornais e planos diretores. A indignação, no entanto, parece ignorar um problema mais grave.
    No Brasil, 16 milhões de pessoas, equivalente à população da Holanda, moram em favelas. Isso significa, via de regra, precariedade habitacional e ausência de titularidade de terra e, portanto, de infraestrutura básica e serviços públicos. Cerca de 500 mil desses domicílios não possuem sequer acesso à rede de distribuição de água. Perante o vácuo institucional, esses territórios também se tornam reféns do crime organizado. Há uma relação íntima entre (a falta de) urbanismo e segurança pública.
    Essas favelas estão na periferia de Teresina, onde centenas de casas de taipa (construídas com técnica rudimentar de madeira e barro) não surgiram no século passado, mas em 2020, durante a pandemia. Estão também no Morumbi, em São Paulo, onde apenas em Paraisópolis moram mais de 50 mil pessoas. Ou no centro do Rio de Janeiro, onde a favela do Morro da Providência, considerada a primeira do país, é solenemente ignorada há nada menos que 130 anos. A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação cuja raiz nasce da necessidade.
    Nossa política habitacional tem focado, desde a criação do BNH (Banco Nacional da Habitação) em 1964, o financiamento de novos conjuntos habitacionais. "Moradia Digna", dizia o painel mostrando o recém-inaugurado empreendimento do Programa Minha Casa, Minha Vida (PMCMV) na periferia de Imperatriz, no interior do Maranhão. A imagem que acompanhava era de casas idênticas e repetidas, com acesso precário a empregos, serviços ou redes de transporte.
    O estudo "Morar Longe", do Instituto Escolhas em parceria com o Cepesp/FGV, avalia o resultado do PMCMV mostrando que a solução tem incentivado a ocupação de áreas mais distantes do centro das cidades. Com o financiamento, esses moradores também ficam "presos" ao seu endereço por uma década, dificultando uma troca de emprego que poderia levar à mobilidade social. Mesmo com milhões de unidades entregues, entre o Censo de 2010 e 2022 o Brasil apresentou um crescimento de 43,5% na sua população morando em favelas, evidenciando não apenas a insuficiência do PMCMV como a necessidade de atuar sobre territórios já consolidados.
    Ao tomar a decisão de não fazer nada, perpetuamos as desigualdades e deixamos as portas abertas para os territórios do crime. É urgente uma reflexão profunda sobre o alvo da nossa indignação urbana.

Texto de Anthony Ling (adaptado). Disponível em https:// www1.folha.uol.com.br/colunas/caos-planejado/2025/12/ acesso em 02 de dezembro de 2025.
O vocábulo destacado do excerto: “A pobreza, aparentemente, não atrapalha a paisagem urbana, tampouco gera indignação [...].” apresenta a classificação morfológica e a relação semântica, respectivamente de:
Alternativas
Respostas
201: D
202: A
203: B
204: E
205: A
206: C
207: C
208: E
209: B
210: C
211: D
212: B
213: D
214: E
215: A
216: C
217: B
218: E
219: A
220: C