Foram encontradas 31.857 questões
Resolva questões gratuitamente!
Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!
“Não compareceu à audiência, porque não fora regularmente intimado; eis por que o processo foi anulado.”
A relação semântica estabelecida no plano do discurso argumentativo pelos dois empregos de “porque/por que” é, respectivamente:
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
Texto 01

Shmoo: a fofa e subversiva criatura de Al Capp
O Shmoo é uma criatura em forma de gota, toda branca, sem braços e com olhos doces. Parece, de fato, uma foca – e surgiu nas tiras de Li’l Abner (conhecido por aqui como “Ferdinando”) em 31 de agosto de 1948. Extremamente gentil, ele se multiplica, produz leite, ovos e até cheesecake, talvez inclusive um belo assado. Morre de felicidade se alguém o deseja para consumo. Sim: é um ser que oferece tudo o que o ser humano precisa — gratuitamente.
O conceito virou um fenômeno nos EUA, gerando brinquedos, colecionáveis, aparições em programas de TV e até livro infantil best-seller.
Os quadrinhos originais contêm uma crítica bastante direta ao capitalismo. Afinal, a simples existência do Shmoo ameaça o chamado deus mercado: se ninguém precisa comprar comida, roupa ou abrigo, o que acontece com as empresas? Pois é. O Shmoo foi proibido, caçado e exterminado dentro da própria história. Empresários, banqueiros e industriais decretam o “shmooicídio”.
O personagem acabou interpretado de formas contraditórias: à esquerda, como símbolo de abundância natural e cooperação; à direita, como alegoria do perigo do “estado de bem-estar”. O que ninguém negou foi o poder subversivo de um ser que oferece tudo… e não quer nada em troca.
Nascido Alfred Gerald Caplin, em 1909, Al Capp foi um dos mais populares cartunistas dos Estados Unidos entre as décadas de 1930 e 1970. Amputado da perna esquerda na infância, Capp fez da ironia uma arma poderosa, transformando as tiras de jornal em plataformas para o comentário social afiado. Criou personagens com linguajar próprio, situações absurdas com fundo político e monstros simbólicos como o Shmoo. Ele ajudou a consolidar o formato da tira diária como uma forma de arte completa e influenciou gerações de cartunistas. Foi premiado pela National Cartoonists Society, entrou para o Hall da Fama dos Quadrinhos e é referência até hoje.
Em uma entrevista, o pesquisador Denis Kitchen conta que o legado de Al Capp desapareceu, pelo menos nos EUA, porque sua carreira terminou em escândalo: ele foi revelado como um predador sexual, e isso arruinou sua carreira. “Fora dos Estados Unidos, acho que a publicação de Li’l Abner foi prejudicada pela dificuldade que é traduzir o dialeto hillbilly [caipira] dos personagens”.
Ele diz, no entanto, que acredita que a contribuição de Al Capp para a sátira política e social nos quadrinhos é subestimada. “Ele estava tão à frente da sua época que quase não há comparação. Ele tinha um excelente olho e ouvido para a hipocrisia na política e para expor as falhas da natureza humanas, e satirizava essas coisas de maneiras continuamente inventivas”, diz.
(Adaptado. Texto de Thiago Cardim. Site Gibizilla. Publicado em 20/07/2025).
–6, –12, –9, –18, –15, x, –27, –54, y ....
Sejam os polinômios P(x) = x4 + 3x2 – 7x e Q(x) = x – 2 , é correto afirmar que:
Sejam os conjuntos:
A = { -3, -2, 2, 3}
B = {1, 2, 3, 4}
C = { -4, -3, -2, -1, 0, 1
Referente às operações de conjuntos, analise as assertivas abaixo:
I. A ∪ B = { -3, -2, 1, 2, 3, 4}
II. B ∩ C = { 0, 1}
III. C – A = { -4, -3, -2, -1, 0, 1}
Quais estão corretas?
Seja o sistema de equações de 1º grau a seguir, qual é o produto entre o valor de x e y?

I. A ferramenta Localizar e Substituir permite que o usuário encontre palavras ou expressões específicas e as substitua por outras em todo o documento de uma só vez, economizando tempo em edições.
II. O recurso de Verificação Ortográfica é automaticamente desativado ao salvar o documento, devendo ser reativado manualmente quando o usuário desejar utilizá-lo novamente.
III. O Painel de Estilos permite criar, modificar e aplicar estilos predefinidos ou personalizados aos parágrafos, caracteres, tabelas e outros elementos do documento, mantendo a formatação consistente. IV. Quando ativado, o Controle de Alterações registra as modificações realizadas no documento (adições, exclusões e alterações de formatação), permitindo aceitar ou rejeitar as mudanças, sendo útil para trabalhos colaborativos.
Quais estão corretas?
De acordo com as aplicações práticas de IA generativa no cotidiano, analise as assertivas abaixo:
I. O ChatGPT pode ser utilizado para apoiar a produtividade pessoal através da criação de listas de tarefas, organização de rotinas, redação de e-mails e agendamento de compromissos.
II. Plataformas de streaming utilizam sistemas de recomendação baseados em inteligência artificial para personalizar conteúdo de acordo com o histórico de visualização e preferências do usuário.
III. Ferramentas de IA generativa podem ser utilizadas para auxiliar na aceleração e otimização de processos de trabalho, aumentando a eficiência em ambientes corporativos.
Quais estão corretas?