Questões de Concurso Para supervisor de ensino

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Q3455414 Matemática
Entre outros ingredientes, uma receita de bolo que serve 4 pessoas mostra que são necessários 250 g de farinha de trigo, 180 g de açúcar e 120 g de chocolate em pó.

Para fazer um bolo para 30 pessoas utilizando essa mesma proporção, qual será a massa total desses 3 ingredientes, em quilogramas?
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Q3455411 Matemática
Para uma festa, apenas 18 convidados confirmaram pre­sença até a data solicitada, de modo que, para os organizadores, 144 brigadeiros seriam suficientes. Ao se aproximar o dia do evento, no entanto, outros convidados manifestaram sua participação, totalizando 63 confirmações.

Considerando a mesma razão inicial e que os brigadeiros são vendidos em pacotes com 50 unidades, para ser suficiente, a encomenda de brigadeiros deve aumentar em 
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Q3455409 Matemática
Uma pessoa precisa tomar três tipos de remédios, em cápsulas, sendo que um deles é de 3 em 3 horas, outro é de 6 em 6 horas e o terceiro é de 8 em 8 horas. O médico recomendou que, no início do tratamento, todos os remédios deveriam ser tomados ao mesmo tempo, e o tratamento seria encerrado quando os três remédios fossem tomados juntos pela quarta vez.

Nessas condições, é correto afirmar que o número total de cápsulas que essa pessoa precisa tomar é igual a
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Q3455407 Português
Leia o texto a seguir:

     Nas redações de jornais, para se preencher uma vaga de emprego, geralmente se recorria __________ indicação de alguém da própria equipe. Até porque nos currículos se podiam ler ________ vezes pérolas como _________ que pesquei um dia: “Conhece, de perto, Elizabeth Taylor”. Em certos momentos penso que deveríamos ter contratado aquele camarada.

(Humberto Werneck, Esse inferno vai acabar. Adaptado)

As lacunas devem ser, correta e respectivamente, preenchidas por:
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Q3455405 Português
A norma-padrão de regência verbal foi plenamente respeitada em: 
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Q3455402 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão:


Roupa em fase de crescimento


    Não me impressiona tanto a notícia de que uns alemães puseram para andar no mercado um sapato capaz de acompanhar, até o limite de dois centímetros, o crescimento dos pés da garotada. Se me permitem, minha mãe fez melhor, ou fez antes, sem a pretensão de revolucionar o que quer que fosse.

    Naquele tempo, a década de 50 (do século 20, por favor), não se usava comprar roupa pronta. Não que não existissem lojas de roupa. Era mais econômico mandar fazer. 

    Havia sempre na cidade uma pessoa jeitosa que costurava “para fora” e à qual se podia encomendar quase todo o guarda-roupa familiar a ser acondicionado, aliás, num guarda-roupa, trambolho que provinha, esse sim, de alguma loja, pois não se disseminara ainda a prática de embutir armários. Acontecia também de se convocar a tal pessoa para se instalar, de mala, cuia, tesoura e agulha, na residência da família, e ali pedalar, dias a fio, uma máquina de costura.

    Em nossa casa costumava pousar a bem-humorada Noésia, exímia na arte de produzir himalaias de roupa. Foi Noésia quem confeccionou as prodigiosas calças que não paravam de espichar. Mas foi mamãe quem garimpou, sabe Deus em que atacadista, a peça de linho cinzento com que elas foram feitas. Deixa que eu dou jeito, dona Wanda, dizia Noésia a cada nova temporada em casa e, pela enésima vez, tome encurtar as barras.


(Humberto Werneck, O espalhador de passarinhos & outras crônicas. Adaptado)
O cronista se dirige aos leitores no trecho:
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Q3455400 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade. 

    Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.

    Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.


(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
Considere as passagens a seguir:

•  “… a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres.” (2° parágrafo)
•  “… expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado…” (3° parágrafo)

As palavras destacadas podem ser, correta e respectivamente, substituídas por:
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Q3455399 Português
Leia o texto a seguir para responder à questão.


    A leitura nos convida a conhecer a experiência de homens e mulheres, de nossa época ou de épocas passadas, de diferentes lugares, transcrita em palavras que podem nos ensinar muito sobre nós mesmos. E os textos que alguém nos passa, e que também passamos a outros, representam uma abertura para círculos de pertencimento mais amplos, que se estendem para além do parentesco e da localidade. 

    Vou citar Albert Camus, um escritor que conhecia bem a pobreza e que escreveu: “A pobreza e a ignorância tornavam a vida mais difícil, mais insípida, fechada em si mesma; a miséria é uma fortaleza sem ponte levadiça”. A imagem de uma fortaleza sem ponte levadiça nos lembra o quanto a reclusão e o isolamento são, em geral, o destino que cabe aos pobres. Pois o que também distingue as categorias sociais, não esqueçamos isso, é o horizonte, o espaço de referência daqueles que as compõem. Alguns podem ver mais longe que outros, pensar suas vidas em uma outra escala. E o horizonte de muitos habitantes da zona rural, de condição modesta, como também o horizonte popular urbano, foi, por muito tempo, e ainda o é com frequência, a família, os vizinhos, “nós”. Enquanto o resto do mundo é visto como “eles”, com traços bem mal definidos.

    Mas, às vezes, existem pontes levadiças. Camus, assim como outros escritores nascidos em famílias pobres, expressou sua gratidão por um professor e por uma biblioteca municipal que o haviam ajudado a descobrir que existia algo além do espaço familiar. Para ele as pontes levadiças foram esse professor e essa biblioteca. Cito-o novamente: “No fundo, o conteúdo dos livros pouco importava. O importante era o que sentiam ao entrar na biblioteca, onde não viam a parede de livros negros mas sim um espaço e horizontes múltiplos que, desde a entrada, lhes tiravam da vida estreita do bairro”.


(Michèle Petit, Os jovens e a leitura: uma nova perspectiva. Adaptado)
Assinale a alternativa em que palavra destacada foi empregada em sentido figurado.
Alternativas
Q3455396 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


Q1_4.png (592×190)

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Em “… mas a Sra. acha mesmo que eles vão querer?” (3o quadro), a palavra destacada pertence à mesma classe da destacada em:
Alternativas
Q3455395 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


Q1_4.png (592×190)

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Na fala do 3o quadro, a expressão “vão querer” pode ser corretamente substituída, sem alteração do sentido original, por: 
Alternativas
Q3455393 Português

Leia a tira a seguir para responder à questão.


Q1_4.png (592×190)

(Bill Watterson. Disponível em: https://www.estadao.com.br/cultura/quadrinhos/)

Considerando as informações verbais e não verbais da tira, é correto afirmar que, no 2o quadro, a professora 
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Q3424279 Pedagogia
Zieger, (in Rangel, 2013), em seu artigo: os saberes e fazeres da supervisão educacional: perspectivas teórico- -práticas, analisa contribuições de diversos outros autores sobre esse tema: Silva Jr. (1984), Rangel (1990), Ferreira (1997), Alonso (2008), Alarcão (2007) entre outros. Nesse seu texto, Zieger observa que “Rangel oferece uma visão ampla dos fazeres da supervisão, sem se descuidar dos eixos básicos de sua ação no cotidiano da escola”, os quais incluem “formação docente continuada, entre outros aspectos da abrangência _______________________ da ação supervisora”.
Assinale a alternativa que completa, corretamente, a lacuna do texto.
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Q3424278 Pedagogia
Um dos focos de atenção na atuação da supervisão de ensino deve ser a equipe escolar, visando auxiliar os diretores de escola, os coordenadores pedagógicos e os professores a pensarem estratégias que possibilitem a construção, pela escola, de uma “cultura organizacional colaborativa”. Para Libâneo (2018), tal cultura “será síntese dos elementos que asseguram a relação entre a organização escolar e o desenvolvimento pessoal e profissional dos professores: o projeto pedagógico-curricular, a gestão, a organização e a articulação do currículo e a
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Q3424277 Português
Em uma reunião com os supervisores de uma diretoria de ensino do interior paulista, a dirigente Sandra aborda a importância da formação continuada, fundamentada nas ideias de Alarcão, (in Rangel, 2005), a qual destaca a relevância dessa formação ocorrer na escola, “muito ligada às situações concretas que nesta se desenvolvem. A escola assume-se, assim, como centro de formação de seus próprios profissionais, o que não implica a inexistência da relação instituição de formação/escola, mas obriga que essa relação esteja sendo
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Q3424276 Pedagogia
A formação continuada da equipe escolar é objeto de reflexão de estudiosos da educação e, mais especificamente, da área da supervisão escolar, dentre os quais, Isabel Alarcão. Essa autora, (in Rangel, 2005), destaca o processo formativo, cuja prática e reflexão precisam ser acompanhadas por formadores experientes, que detenham simultaneamente as competências de treinadores, companheiros e conselheiros. A ideia de Alarcão é combinar “ação e reflexão sobre a ação, ou seja, reflexão dialogante sobre o observado e o vivido, segundo uma metodologia
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Q3424275 Pedagogia
Ao abordar a função do supervisor Zieger (in Rangel, 2013), cita seu outro trabalho (Zieger, 2003), no qual ressalta que “coordenar grupos humanos é tarefa desafiadora, que exige competência técnica e sensibilidade”. Ela enfatiza, ainda, “que existe uma busca por gestores/supervisores educacionais dinâmicos, com ‘domínio de planejamento
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Q3424274 Pedagogia
Os supervisores de uma Diretoria de Ensino da capital paulista realizaram uma sessão de estudos para refletirem sobre o apoio adequado aos educadores que exercem as funções de direção, vice-direção e coordenação pedagógica, no sentido de desenvolverem um trabalho em equipe, uma gestão participativa. Essa reflexão fundamentou-se na obra de José Carlos Libâneo (2018), que apresenta os múltiplos aspectos da organização e gestão da escola. Em relação aos propósitos dos supervisores, o autor destaca que, “o trabalho em equipe apenas ganha sentido
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Q3424273 Pedagogia
A Secretaria da Educação do Estado de São Paulo organizou um seminário para os supervisores de ensino com a finalidade de propiciar uma melhor compreensão sobre o contexto da escola, e de seu trabalho educativo, que envolve relações com os diversos órgãos e setores do sistema de ensino ao qual pertencem. Uma das autoras destacadas nesse evento foi Lilian Zieger, in Rangel (2013), em que aborda “os saberes e fazeres da supervisão educacional: perspectivas teórico-práticas.” A referida autora ressalta que a ação supervisora exerce importante intermediação nos processos de implantação de mudanças relativas a normas e políticas nacionais, estaduais e municipais, cuja complexidade “requer uma visão sistêmica de seu alcance e suas condições de viabilidade e interesse. Por isso, os profissionais da educação necessitam de uma atitude constante de estudo, pesquisa e visão crítico-social, a fim de ampliar o olhar sobre a escola e as inter-relações de
Alternativas
Q3424272 Português
Atualmente há uma multiplicidade de demandas a serem atendidas pelo supervisor de ensino, por isso, é relevante que ele aprenda a fazer uma boa gestão do tempo. Essa temática faz parte da obra da Harvard Business Review (2022). Para os autores “você pode aprender a organizar suas tarefas por ordem de prioridade, fazer planos, ser mais eficiente e alinhar seus cronogramas a seus objetivos. A gestão do tempo não é uma habilidade inata; você pode aprendê-la e aprimorá-la com
Alternativas
Respostas
341: C
342: E
343: D
344: D
345: B
346: B
347: A
348: A
349: D
350: A
351: B
352: D
353: A
354: A
355: E
356: C
357: E
358: B
359: D
360: A