Questões de Concurso Para auxiliar de consultório odontológico

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Q4085884 Raciocínio Lógico
Em uma caixa existem 10 cartões numerados de 1 a 10. Se são retirados ao mesmo tempo dois cartões da caixa, qual a probabilidade de a soma desses cartões ser ímpar? 
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Q4085883 Matemática
Em uma fábrica de arame, reduziu-se o comprimento do rolo de arame de 40 metros para rolo de arame de 30 metros, mas manteve o valor original. Nessas condições sobre o preço do metro de arame, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q4085882 Matemática
Um restaurante faz seus pratos de acordo com o gosto do cliente, oferecendo três tipos de salada, e 10 tipos diferentes de misturas: arroz, feijão, ovos, carne de porco, carne de vaca, linguiça, queijo, carne de frango, batatas e salame. Se o cliente pode escolher o tipo de salada e 1, 2 ou 3 misturas diferentes, qual o número de possibilidade de compor seu prato? Assinale a única alternativa correta.  
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Q4085881 Matemática
O preço de revenda de um produto decresce de acordo com a função D = k. xt . Hoje um produto vale 3.750 reais, mas foi comercializado a 3 anos atrás por 30 mil reais. Depois de quanto tempo, aproximadamente, contados a partir do início, poderia ser vendido por 6 mil reais? Dados: log 25 = 2,32.
Alternativas
Q4085880 Matemática
A teoria dos números figurados foi elaborada pela primeira vez por Pitágoras de Samos e relaciona geometria e álgebra de modo a estabelecer relações entre essas duas áreas. A seguir são apresentados os números triangulares, dados pela sequência numérica (1, 3, 6, 10, ...). Qual seria o centésimo número da sequência dos números triangulares?
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Q4085879 Matemática
Distribuindo-se 100 reais entre 100 pessoas de modo que cada homem receba 3 reais, cada mulher 2 e cada criança cinquenta centavos, quantos são os homens, quantas as mulheres e quantas as crianças? Assinale a alternativa que corresponde ao número de soluções para o problema.
Alternativas
Q4085878 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
Uma expressão, no último parágrafo, revela ao leitor que a imagem de decadência pode ser algo percebido somente pelo narrador. Pode-se afirmar que essa expressão é:
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Q4085877 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
Considere o fragmento do texto: “...a vila tinha apenas uma rua”. Considerando a estrutura sintática, essa sentença pode ser classificada como:
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Q4085876 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
A frase “Lá estão os coqueiros” é formada pelas seguintes classes de palavras respectivamente:
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Q4085875 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
Observe a colocação pronominal destacada nos fragmentos:
“Chamavam-lhe, por ironia, a Rua do Meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado.” Em relação à colocação dos pronomes, em destaque, junto aos verbos temos respectivamente:
Alternativas
Q4085874 Português
TEXTO II

        Leia o texto II, atentamente, e responda às questões relacionadas a ele.

UM RIO CHAMADO TEMPO, uma casa chamada terra (Mia Couto)

        [...] Até há pouco tempo a vila tinha apenas uma rua. Chamavam-lhe, por ironia, a rua do meio. Agora, outros caminhos de areia solta se abriram num emaranhado. Mas a vila é ainda demasiado rural, falta-lhe a geometria dos espaços arrumados. Lá estão os coqueiros, os corvos, as lentas fogueiras que começam a despontar. As casas estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado. [...]

        Dói-me a ilha como está, a cada decadência das casas, a miséria derramada pelas ruas. Mesmo a natureza parece sofrer de mau-olhado. Os capinzais se estendem secos, parece que empalharam o horizonte. À primeira vista, tudo definha. No entanto, mais além, à mão de um olhar, a vida reverbera, cheirosa como um fruto em verão: enxames de crianças atravessam os caminhos, mulheres dançam e cantam, homens falam alto, donos do tempo.

(COUTO, Mia. Um rio chamado tempo, uma casa chamada terra. São Paulo: Companhia das Letras, 2003, p. 27-28. Fragmento).
Releia: “As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronado.”
Os vocábulos exaustas e desmoronado são adjetivos. Eles se referem aos seguintes termos no texto:
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Q4085873 Português
Sobre a relação entre os elementos verbais e não verbais na construção da tirinha, pode-se afirmar que há entre eles:
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Q4085872 Português
A palavra “porque”, presente no segundo quadrinho da tira, contém:
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Q4085871 Português
A ideia central do Texto I está presente na seguinte frase:
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Q4085869 Português
Em todo ato comunicativo estão envolvidos um emissor, um código, um canal, uma mensagem, um contexto e um receptor. Conforme o tipo de comunicação entre os interlocutores, um dos elementos desse processo é enfatizado. Marque a alternativa que apresenta esse elemento:
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Q2102856 Odontologia
 São etapas do processo de processamento do filme radiográfico, exceto:
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Q2102855 Odontologia
São chamadas popularmente de “motorzinho do dentista”. Estamos falando de: 
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Q2102854 Odontologia
Não é função do Auxiliar em Saúde Bucal: 
Alternativas
Q2102853 Odontologia
Para o processo de esterilização à vapor utiliza-se qual liquido? 
Alternativas
Respostas
1181: B
1182: B
1183: A
1184: A
1185: A
1186: D
1187: C
1188: B
1189: D
1190: C
1191: B
1192: D
1193: C
1194: A
1195: B
1196: A
1197: A
1198: B
1199: C
1200: D