Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q3334008 Braille
Segundo a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), os sinais do Sistema Braille recebem designações diferentes, de acordo com o espaço que ocupam. Aqueles sinais em cuja constituição figuram os pontos 1 e/ou 4, mas não entram os pontos 3 nem 6, são chamados de sinais
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Q3334007 Braille
Segundo Domingues (2010), a disposição universal dos sinais simples do Sistema Braille estabelece sete séries que organizam todos os sinais e determina que a 3ª série seja
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Q3334006 Pedagogia
Leitor de tela que captura toda a informação textual e utiliza o sintetizador de voz para a fala, permite a utilização do Windows, de aplicativos do Office, de programas de comunicação e a navegação na internet de forma que o aluno com deficiência visual poderá ouvir o que está sendo apresentado no momento da sua navegação.

Essa descrição, com base em Lima (2018), refere-se ao
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Q3334005 Pedagogia
Domingues (2010) afirma que a alfabetização é um processo complexo e dinâmico que envolve capacidades, conhecimentos e atitudes em uma rede de interações afetivas, sociais, cognitivas, linguísticas e motoras. E, para alfabetizar uma criança com cegueira, o educador precisa compreender como se dá o processo de construção de conhecimento por meio da experiência não visual.

Na concepção dessa autora, a melhor forma de alfabetizar crianças, inclusive as com cegueira, é por meio de
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Q3334004 Pedagogia
Para promover uma educação integral com equidade, o Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), considera que as temáticas, os atendimentos e as modalidades de ensino permeiam os diversos componentes curriculares
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Q3334003 Pedagogia
O Currículo Paulista: etapa Ensino Médio (São Paulo, SEDUC, 2020), diante da perspectiva atual da inclusão escolar de estudantes nas classes comuns da Educação Básica em igualdade de condições com as demais pessoas na comunidade em que vivem, postula que é preciso levar em consideração as demandas específicas de cada um deles no contexto escolar.

Dessa forma, os conteúdos curriculares devem ser adaptados, considerando as especificidades de cada estudante, respeitando, assim, as
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Q3334002 Pedagogia
Na perspectiva de Omote (2014), a educação representa um duplo caminho no combate às exclusões e desigualdades sociais: a educação inclusiva e a formação das novas gerações. Para o autor, no caminho da educação inclusiva,
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Q3334001 Pedagogia
Para Lima (2018), a deficiência visual abrange dois grupos: cegueira e baixa visão (ou visão subnormal), sendo classificada de acordo com os critérios legal, educacional e leigo. Segundo a autora, em um dos critérios, pode haver um comprometimento do funcionamento visual de ambos os olhos, mesmo após tratamento ou correção com óculos comuns, porém as pessoas com baixa visão têm resíduos visuais em tal quantidade que lhes permite ler textos impressos ampliados ou com uso de recursos ópticos especiais.

A descrição apresentada refere-se ao critério 
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Q3334000 Medicina
Segundo Lima (2018), o glaucoma caracteriza-se pelo aumento da pressão interna do olho devido a uma anomalia na eliminação do humor aquoso. Além do aumento do globo ocular, podem ocorrer outras complicações, entre elas:
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Q3333999 Patologia
Doença que provoca degeneração da retina, inicialmente na periferia, comprometendo a visão central, e acarreta dificuldade para visão noturna, tem início, geralmente, na adolescência, apresentando baixa visão e podendo levar à cegueira na quinta ou sexta década de vida.

Essa descrição de Lima (2018) refere-se à seguinte doença ocular:
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Q3333998 Pedagogia
Amorim e Alves (2008) escrevem que a ausência da visão, por si só, não impõe limitações à possibilidade de estabelecer relações socias e interagir com o mundo, bem como não impossibilita responder aos estímulos do ambiente.

No entanto, na perspectiva das autoras, a falta da visão traz consequências para a criança cega, por exemplo:
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Q3333997 Psicologia
Ormelezi (2006, p. 83 e 84) afirma o seguinte:

    (...) a dimensão psicossocial da cegueira implica atitudes e crenças referentes a um imaginário coletivo, ao longo da história da humanidade, que são reeditadas nos mitos familiares (...). Ao pensar na cegueira, as pessoas costumam associá-la mais comumente às noções de escuridão, impossibilidade, solidão, tristeza, comiseração...

Para a autora, esse pensar na cegueira como impossibilidade está associado ao fato de que as pessoas videntes 
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Q3333996 Pedagogia
A autora Masini (2013), em seus estudos sobre o perceber de quem está na escola sem dispor da visão, destaca, com base em Merleau-Ponty, a importância da experiência perceptiva que emerge da relação dinâmica do corpo como um sistema de forças no mundo, e não da associação proveniente dos órgãos dos sentidos. Ou seja, o corpo é a fonte dos sentidos, responsável por sentir e compreender o mundo ao seu redor.

Nessa perspectiva, é a partir da experiência perceptiva que se dá a origem
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Q3333995 Pedagogia
Borges (2020) escreve que a Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva de 2008 delineou as diretrizes orientadoras para a educação especial/educação inclusiva, afirmando e delimitando os sujeitos público-alvo da educação especial e reiterando o objetivo do atendimento educacional especializado na escola.

A autora ressalta que na referida Política Nacional houve a indicação de que
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Q3333994 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008) tem como objetivo o acesso, a participação e a aprendizagem dos estudantes com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas escolas regulares, orientando os sistemas de ensino a promoverem respostas às necessidades educacionais, garantindo 
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Q3333993 Pedagogia
A Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva (Brasil, 2008) descreve o histórico de publicações e documentos sobre os direitos das pessoas com deficiências. No período entre 1970 e os anos 1990, há um documento legal que faz menção à educação como um direito de todos, garantindo o pleno desenvolvimento da pessoa, o exercício da cidadania e a qualificação para o trabalho, estabelece a “igualdade de condições de acesso e permanência na escola” como um dos princípios para o ensino e garante como dever do Estado a oferta do atendimento educacional especializado, preferencialmente na rede regular de ensino.

Esse documento legal refere-se
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Q3333992 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Para responder à questão, considere o seguinte relato de caso:


    João é uma criança de 6 anos de idade com diagnóstico e laudo médico de baixa visão por perda de campo visual, pois apresenta campo periférico de 60º. Ele faz uso do bastão para sua orientação e mobilidade. João foi matriculado na escola regular próxima a sua casa. No caminho para a escola, ele encontra calçadas esburacadas e guias não rebaixadas, o que dificulta muito sua locomoção, mesmo com o uso do bastão.
Considerando o relato do caso e de acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, João é considerado uma pessoa com
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Q3333991 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Para responder à questão, considere o seguinte relato de caso:


    João é uma criança de 6 anos de idade com diagnóstico e laudo médico de baixa visão por perda de campo visual, pois apresenta campo periférico de 60º. Ele faz uso do bastão para sua orientação e mobilidade. João foi matriculado na escola regular próxima a sua casa. No caminho para a escola, ele encontra calçadas esburacadas e guias não rebaixadas, o que dificulta muito sua locomoção, mesmo com o uso do bastão.
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, no caminho de sua casa até a escola, João enfrenta uma barreira 
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Q3333990 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
De acordo com a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, em seu art. 3° , a definição “modificações e ajustes necessários e adequados que não acarretem ônus desproporcional e indevido, quando requeridos em cada caso, a fim de assegurar que a pessoa com deficiência possa gozar ou exercer, em igualdade de condições e oportunidades com as demais pessoas, todos os direitos e liberdades fundamentais” refere-se ao conceito de 
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Q3333889 Libras
Para os alunos surdos poderem se apropriar integralmente dos conteúdos em sala de aula, é preciso respeitá-los em suas demandas linguísticas e permitir que tenham acesso aos conteúdos escolares em Libras, tendo em vista que essa é a língua passível de aquisição e que pode melhor mediar a construção de novos conhecimentos.

Nessa concepção, conforme Almeida, Santos e Lacerda (O ensino do português como segunda língua para surdos: estratégias didáticas, 2015), a língua de sinais
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Respostas
4261: B
4262: E
4263: C
4264: A
4265: E
4266: D
4267: B
4268: E
4269: C
4270: A
4271: B
4272: D
4273: B
4274: C
4275: A
4276: E
4277: D
4278: A
4279: B
4280: E