Questões de Concurso Para professor - educação especial

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Q3334028 Pedagogia
Joana é professora de Educação Especial e atua no atendimento educacional especializado, e Marcia é professora de sala regular do 4° ano de uma escola pública. Ambas conhecem os estágios do coensino segundo Mendes, Vilaronga e Zerbato (2014), de acordo com as quais, em um dos estágios acontece a comunicação mais frequente, abertura para o diálogo, construção de nível de confiança necessário para a colaboração, da forma como Joana e Márcia já têm atuado pelo processo de coensino.

Com base nos componentes do coensino, referenciado pelas autoras, Joana e Marcia atuam no estágio
Alternativas
Q3334027 Pedagogia
A avaliação de pessoas com deficiência visual pode se dar nos aspectos clínicos, médicos e funcionais.

Pezzuto e Camargo (2012) afirmam que a avaliação funcional dos alunos com deficiência visual está baseada na observação
Alternativas
Q3334026 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Algumas pessoas com cegueira precisam de auxílio de outra pessoa, membro ou não da família, que, com ou sem remuneração, assiste ou presta cuidados básicos e essenciais às pessoas cegas no exercício de suas atividades diárias, excluídas as técnicas ou os procedimentos identificados com profissões legalmente estabelecidas.

Esse auxílio está previsto na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, Capítulo I, art. 3° , no papel de
Alternativas
Q3334025 Estatuto da Pessoa com Deficiência - Lei nº 13.146 de 2015
Legalmente, a deficiência visual é definida de acordo com a acuidade visual (quantidade de visão) encontrada na mensuração realizada com testes quantitativos para longe (Lima, 2018).

Portanto, a definição legal de cegueira é acuidade visual
Alternativas
Q3334024 Braille
De acordo com Sampaio et al (2010), para alunos com baixa visão, o aumento da quantidade de imagens no material didático é um obstáculo que precisa ser enfrentado pelo professor, que deverá encontrar formas de torná-la acessível.

Com base nesses autores, para que o livro se torne acessível, tem-se como sugestão:
Alternativas
Q3334023 Patologia
Larissa, estudante do Ensino Fundamental com 9 anos de idade, começou a relatar dificuldades para enxergar a lousa verde, mesmo com o uso de giz contrastante. Em sala com quadro branco, ela visualiza melhor a escrita quando está em preto. Por isso, tem pedido para sentar-se na primeira fileira. O professor notou que, durante as atividades de leitura e escrita, Larissa aproxima o rosto do caderno, embora consiga realizar as tarefas e não apresente problemas ao usar o aparelho celular. Ela também faz atividades de pintura, desenho e artes sem dificuldade. Larissa queixa-se nas atividades de Educação Física que exigem jogos a distância. Apesar de seus olhos aparentarem normalidade, esses sinais levaram o professor a sugerir uma consulta com um oftalmologista.

Muito provavelmente, segundo Lima (2018), Larissa estaria desenvolvendo
Alternativas
Q3334022 Braille
Com base na Lei Brasileira de Inclusão (LBI) – Lei n° 13.146/2015, art. 3° , uma lupa manual que permite o posicionamento adequado para o uso eficiente da visão e um sintetizador de voz que possibilita a leitura de um texto são exemplos, respectivamente, de
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Q3334021 Pedagogia
Embora o tamanho da fonte e o tipo do lápis ou caneta não sejam parâmetros fixos para os alunos com baixa visão, por conta das especificidades de cada um, Lima (2018) indica que um determinado tamanho de fonte e tipos de lápis e canetas atendem às necessidades visuais da maioria de alunos com baixa visão.

Assinale a alternativa que menciona, correta e respectivamente, o tamanho de fonte e o tipo de lápis ou caneta que atendem à maioria dos alunos com baixa visão, segundo a sugestão da autora.
Alternativas
Q3334020 Pedagogia
Lima (2018) traz exemplos de recursos ópticos eletrônicos e recursos tecnológicos.

Assinale a alternativa que exemplifica um recurso eletrônico para alunos com deficiência visual, com base na autora.
Alternativas
Q3334019 Pedagogia
De acordo com Sampaio at al (2010), a iluminação natural é a preferida para a maioria dos alunos com baixa visão, no entanto, em determinados momentos, é necessária uma iluminação controlada. Nesse sentido, é importante considerar que existem alguns tipos de lâmpadas que, por emitirem uma luz de tonalidade azul, oferecem menor contraste e aumentam o ofuscamento, embora não gerem calor, por isso não são adequadas para aqueles que necessitam de alto contraste.

Essa descrição refere-se às lâmpadas
Alternativas
Q3334018 Pedagogia
Segundo Sampaio et al (2010), um auxílio não óptico para alunos com baixa visão cuja função é diminuir a luz refletida sobre o papel branco (que pode levar ao ofuscamento), aumentar o contraste da linha a ser lida com o fundo e facilitar a localização e o seguimento é
Alternativas
Q3334017 Pedagogia
Matheus, um adolescente de 12 anos de idade, apresenta baixa visão decorrente de restrição do campo visual periférico. Além disso, ele enfrenta dificuldades de coordenação motora, especialmente no braço e na mão direita. Em função do seu campo visual restrito, Matheus poderia se beneficiar de um auxílio óptico para visão de perto, que facilitaria a observação de detalhes e a ampliação de letras. Entretanto, considerando suas limitações motoras, esse recurso óptico deve ser posicionado em um plano inclinado para otimizar seu uso.

Com base na análise das necessidades visuais e motoras de Matheus e em Sampaio et al. (2010), o auxílio óptico para visão de perto mais adequado seria
Alternativas
Q3334016 Pedagogia
Quanto à importância do Soroban para as pessoas com deficiência visual, com base em Sampaio et al (2010), é correto afirmar que 
Alternativas
Q3334015 Braille
Para Lima (2018), o “comportamento visual de uma pessoa expressa a habilidade visual global e resulta da interação de diferentes funções visuais que garantem o pleno desempenho visual”.

Nessa concepção, as habilidades de distinguir diferentes sombreamentos/nuances e de detectar a diferença de brilho (luminância) entre duas superfícies adjacentes dizem respeito, respectivamente, às funções visuais de
Alternativas
Q3334014 Pedagogia
De acordo com Amorim e Alves (2008), para o desenvolvimento de uma criança cega, é importante atender a suas necessidades educacionais específicas, como trabalhar os requisitos prévios para aprendizagem em braille. Para essas autoras, são necessários alguns pré- -requisitos, como noções de espaço e tempo; percepção das relações espaciais e noções básicas de tamanho e formas.

Assinale a alternativa relacionada às noções básicas de formas e tamanhos com base nas autoras. 
Alternativas
Q3334013 Braille
Examine o seguinte sinal: 
Q44.png (42×44)

O sinal apresentado, usado com números, de acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), refere-se à 
Alternativas
Q3334012 Braille
Examine a seguinte sequência de sinais: 

Q43.png (189×44)

Com base na Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), assinale a alternativa que contém a palavra referente à sequência de sinais em braille apresentada.
Alternativas
Q3334011 Braille
Examine o sinal a seguir:

Q42.png (121×40)

Tendo como referência a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), o sinal em braille apresentado corresponde a qual número?
Alternativas
Q3334010 Braille
Examine o sinal a seguir:

Q41.png (205×45)

Assinale a alternativa que descreve, segundo a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), o sinal composto em braille apresentado.
Alternativas
Q3334009 Braille
Examine o sinal a seguir:

Q40.png (149×49)

De acordo com a Grafia Braille para a língua portuguesa (Brasil, 2018), o sinal em braille apresentado refere-se à letra:
Alternativas
Respostas
4241: E
4242: C
4243: B
4244: A
4245: D
4246: C
4247: E
4248: B
4249: C
4250: E
4251: A
4252: C
4253: B
4254: D
4255: E
4256: A
4257: D
4258: C
4259: B
4260: D