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Q4289663 Português
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
A compreensão adequada de um texto exige a identificação do sentido preciso que determinados verbos assumem na construção dos argumentos. Ao afirmar que A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado..., o vocábulo sublinhado é empregado no sentido de:
Alternativas
Q4289662 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
Considere o seguinte trecho extraído do primeiro parágrafo do texto: Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam... Em relação à classe gramatical e ao papel sintático-textual do vocábulo os sublinhado na frase, assinale a alternativa CORRETА.
Alternativas
Q4289661 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
Considere o seguinte trecho do texto: No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes... Com base na norma-padrão da Língua Portuguesa para a análise sintática dos termos da oração, analise as assertivas que seguem:

I. O termo No Brasil cumpre a função de adjunto adverbial, encontrando-se deslocado para o início da oração.
II. Ο verbo assume atua como transitivo indireto, introduzindo um objeto indireto encabeçado pelo vocábulo mais na função de conectivo prepositivo.
III.O núcleo do sujeito da oração é o substantivo problema, sendo o termo esse classificado sintaticamente como adjunto adnominal.

Está CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4289660 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
A adoção de arranjos tipológicos na pesquisa sobre a evasão no ensino superior visa superar a fluidez conceitual que historicamente compromete a precisão dos diagnósticos no setor. Ao exigir a incorporação explícita de diferentes dimensões à matriz analítica, a delimitação do fenômeno passa a contar com um ganho metodológico determinante. De acordo com o texto, o atributo que o objeto empírico investigado adquire no processo de especificação analítica é a:
Alternativas
Q4289659 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
No debate sobre a permanência estudantil no ensino superior brasileiro, a delimitação dos fatores associados ao desligamento discente exige o emprego de categorias analíticas precisas. Segundo o texto, a reflexão acerca dos determinantes da evasão revela-se indispensável porque permite:
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Q4289658 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
Com base nas discussões conceituais relativas à caracterização, aos determinantes e às especificidades da evasão no ensino superior apresentadas no texto, analise as assertivas que seguem:

I. A caracterização da evasão enquanto fenômeno multifacetado pressupõe o abandono de abordagens unidimensionais, exigindo a articulação de variáveis individuais, institucionais e contextuais para a formulação de diagnósticos e políticas de permanência eficazes.
II. A evasão no contexto brasileiro apresenta contornos de elevada complexidade em virtude da articulação entre dinâmicas individuaiseasdisparidades socioeconômicas e regionais que estruturam o país.

Acerca das assertivas, pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4289657 Português
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
A respeito das diferentes dimensões de granularidade do fenômeno da evasão (curso, instituição e sistema), depreende-se da análise do texto que:
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Q4289656 Pedagogia
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Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
A literatura brasileira sobre a evasão no ensino superior frequentemente emprega o termo de forma genérica, sem delimitar as especificidades do desligamento discente. Segundo o texto, essa imprecisão conceitual acarreta, principalmente, a seguinte consequência teórica e metodológica:
Alternativas
Q4289655 Pedagogia
Para responder à questão, leia o texto abaixo.


Tipos de evasão no ensino superior


    A evasão no ensino superior é um fenômeno amplamente reconhecido como um dos maiores desafios enfrentados pelas instituições de ensino e pelos sistemas educacionais em todo o mundo. No Brasil, esse problema assume proporções ainda mais preocupantes, dada a complexidade das desigualdades sociais, econômicas e regionais que caracterizam o país. A literatura especializada converge para a ideia de que a evasão é um fenômeno multifacetado, envolvendo interações dinâmicas entre fatores individuais, institucionais e contextuais. Essa complexidade se reflete tanto na diversidade de tipos de evasão quanto nos determinantes que os influenciam, exigindo abordagens teóricas e metodológicas robustas para sua compreensão.

    A análise dos tipos de evasão revela que diferentes formas de abandono ou migração no ensino superior estão associadas a causas específicas, que demandam intervenções igualmente específicas. A evasão de curso pode estar relacionada a questões vocacionais ou acadêmicas, enquanto a evasão institucional pode refletir insatisfações com a infraestrutura ou a busca por melhores oportunidades em outras instituíções. Já a evasão sistêmica, considerada a mais grave, indica uma desistência completa do sistema educacional superior e está frequentemente associada a barreiras socioeconômicas ou falta de suporte.

    Diante desse cenário, torna-se essencial compreender como o conceito de evasão tem evoluído ao longo do tempo, incorporando dimensões analíticas como granularidade (curso, instituição e sistema) e temporalidade (imediata, temporária e definitiva), juntamente a novos qualificadores para o fenômeno. Essas dimensões permitem uma caracterização mais precisa do fenômeno, superando as limitações das abordagens tradicionais que tratam a evasão como um evento uniforme. Além disso, discutir os determinantes da evasão no contexto brasileiro é fundamental para identificar os fatores estruturais e conjunturais que perpetuam as altas taxas de abandono no ensino superior.

    Uma dificuldade recorrente na literatura sobre evasão no ensino superior no Brasil é o uso do termo de forma genérica, sem explicitar com precisão a qual fenômeno específico está se referindo. A esmagadora maioria das pesquisas trata apenas da evasão de curso (e, em alguns casos, da evasão de instituição) devido à restrição de acesso a dados, ainda que essa distinção seja raramente explicitada de forma sistemática. Como resultado, fenômenos distintos acabam sendo tratados sob a mesma denominação, dificultando a comparação entre estudos e a acumulação de conhecimento no campo.

    Nesse contexto, a construção de uma tipologia de evasão constitui uma contribuição relevante ao propor uma linguagem analítica mais precisa para a literatura. Ao distinguir diferentes níveis do fenômeno, a tipologia permite que pesquisas empíricas explicitem com maior clareza qual dimensão da evasão está sendo analisada, aumentando a comparabilidade entre estudos que investigam fenômenos equivalentes e, ao mesmo tempo, evitando a comparação indevida entre resultados que se referem a processos distintos. Trata-se, portanto, de um esforço de uniformização conceitual que contribui para maior coerência teórica e empírica na análise da evasão no ensino superior.

    Além disso, a estrutura tipológica proposta cria um arcabouço capaz de dialogar com diferentes bases empíricas e acomodar outras dimensões e recortes analíticos relevantes, como forma de ingresso; participação em programas específicos; recortes de raça, gênero e origem geográfica; bem como a crescente diferenciação institucional associada à expansão e à mercantilização da oferta de ensino superior, já que é possível calcular indicadores para cada uma dessas perspectivas de análise. Ao permitir que essas dimensões sejam incorporadas de forma explícita à análise, a tipologia entrega maior transparência na especificação do objeto empírico investigado e facilita tanto a comparação entre instituições quanto a realização de sínteses e meta-avaliações no campo.


Fonte: FERREIRA, G. V.; CABELLO, A. F. Tipos de evasão no ensino superior: conceituação e proposta de estrutura taxonômica. Educ. Soc., Campinas, v. 47, e302043, 202 6 (com adaptações).
A literatura sobre a evasão no ensino superior tem avançado na superação de diagnósticos genéricos ao propor tipologias capazes de conferir maior precisão analítica ao fenômeno. Com base na evolução conceitual e nos aspectos metodológicos descritos no texto, analise as partes que seguem:

(1ª parte): A expansão e mercantilização do ensino superior impossibilitam a aplicação de indicadores padronizados de evasão entre diferentes tipos de instituições.
(2ª parte): A limitação no acesso a dados é apontada como uma das razões pelas quais a maioria das pesquisas foca majoritariamente na evasão de curso.
(3ª parte): Tratar a evasão como um evento uniforme é uma limitação de abordagens tradicionais que vem sendo superada pela inclusão de dimensões como granularidade e temporalidade.

Pode-se afirmar que:
Alternativas
Q4287976 Matemática
Em uma progressão geométrica o primeiro termo é igual a 3.072. O 10º termo é 1/4 do 9º termo. A soma do 3º termo com o 4º termo corresponde a:
Alternativas
Q4287973 Matemática

A figura a seguir apresenta um mesmo icosaedro regular por três perspectivas distintas.


Imagem associada para resolução da questão


Um designer deseja traçar todas as diagonais desse poliedro. Assinale a alternativa que indica qual a probabilidade de que a primeira diagonal desenhada por ele passe pelo centro do poliedro.

Alternativas
Q4287972 Matemática
Os eventos E1 e E2 ocorrem de forma independente com P(E1) = 1/4 Assinale a alternativa e P(E2) = 40%. que apresenta a probabilidade de nenhum dos eventos citados ocorra. 
Alternativas
Q4287967 Matemática
O número complexo Z2 é obtido após a rotação de 90º do número Z1 = i + 1, em relação a origem. Dessa forma, Z2³ é: 
Alternativas
Q4287010 História
De acordo com os estudos apresentados pelo antropólogo José Elias Borges sobre os povos indígenas que habitavam o território paraibano no período colonial, o Sertão, região que naquela época incluía o atual Cariri, era habitado principalmente por dois grandes grupos indígenas.

Assinale a alternativa que apresenta corretamente esses dois grupos
Alternativas
Q4287008 História e Geografia de Estados e Municípios

O Cartório de Registro Civil do distrito de Assunção foi instituído por meio da Lei nº 1.954, de 17 de janeiro de 1959. A referida lei, assinada pelo então governador da Paraíba, criou o distrito de Assunção, no município de Taperoá, e, simultaneamente, instituiu o Cartório Distrital.


De acordo com as informações apresentadas, a Lei nº 1.954/1959 foi assinada pelo governador:

Alternativas
Q4287007 História e Geografia de Estados e Municípios
No contexto da história política do município de Assunção, na Paraíba, após sua emancipação político-administrativa, foram realizadas, em 1996, as primeiras eleições municipais. Assinale a alternativa que apresenta o nome do primeiro prefeito eleito do município de Assunção. 
Alternativas
Q4287006 História e Geografia de Estados e Municípios
A emancipação político-administrativa de Assunção, na Paraíba, foi resultado de um processo de consulta popular realizado por meio de plebiscito em 1993. A partir desse processo, o município deixou de pertencer aos municípios de Taperoá e Juazeirinho e passou a ter autonomia político-administrativa. Em que ano ocorreu a emancipação de Assunção? 
Alternativas
Q4287005 Legislação Estadual

Com base no Capítulo IV – Da Disponibilidade e do Aproveitamento, disposto nos arts. 35 a 38 da Lei nº 147/2005, analise as afirmativas a seguir, assinalando (V) para as verdadeiras e (F) para as falsas.


( ) Nos termos do art. 35, o servidor estável ficará em disponibilidade com remuneração integral quando o cargo for extinto ou declarado desnecessário.


( ) De acordo com o art. 37, o aproveitamento do servidor em disponibilidade independe de comprovação de capacidade física e mental.


( ) Conforme o §2º do art. 37, sendo verificada incapacidade definitiva, o servidor será aposentado.


( ) Nos termos do art. 39, a substituição será remunerada desde o primeiro dia de afastamento do titular. 


Marque a alternativa que apresenta a sequência correta: 

Alternativas
Q4287004 Direito Administrativo
Com base no Capítulo III – Da Vacância, especialmente nos arts. 31 a 33 da Lei Municipal nº 147/2005 – Estatuto do Servidor de Assunção, assinale a alternativa CORRETA: 
Alternativas
Respostas
61: B
62: B
63: C
64: B
65: D
66: A
67: C
68: B
69: B
70: D
71: A
72: E
73: C
74: C
75: D
76: B
77: B
78: B
79: A
80: C