Questões de Concurso Para assistente administrativo

Foram encontradas 42.576 questões

Resolva questões gratuitamente!

Junte-se a mais de 4 milhões de concurseiros!

Q2291446 Noções de Informática

Imagem associada para resolução da questão



Analise as afirmativas a seguir.


I. Para colocar negrito nas palavras Word, podemos utilizar o botão Imagem associada para resolução da questão ou as teclas CTRL + N.


II. A palavra “estilizar”, riscada ao meio, indica que o texto foi excluído/removido pelo corretor ortográfico; não se trata de uma configuração de formatação. 


III. O número 2013 na segunda linha pode ser formatado pelo botão Imagem associada para resolução da questão ou pelo botão Imagem associada para resolução da questão


IV. O espaçamento duplo entre linhas foi configurado pelo Quebras de linha no botãoImagem associada para resolução da questão 


Está correto o que se afirma apenas em

Alternativas
Q2291445 Noções de Informática
No Windows, tanto arquivos quanto diretórios desempenham um papel importante na organização e gerenciamento de dados. É possível manipular os arquivos e as pastas com as opções de: criar; mover; copiar; excluir; e, renomear. O que ocorre com um arquivo selecionado, quando a combinação de teclas Shift + Delete é pressionada no Sistema Operacional Windows 10?
Alternativas
Q2291444 Matemática
Em um escritório trabalham os seguintes profissionais: 5 advogados; 6 contadores; e, 8 auxiliares técnicos. Para compor as equipes de trabalho, são necessários 2 advogados; 3 contadores; e, 6 auxiliares técnicos. Desse modo, a quantidade de equipes distintas que podem ser formadas com tais profissionais pertence a qual dos intervalos a seguir?
Alternativas
Q2291443 Matemática
Em um escritório trabalham 8 contadores; durante 6 horas por dia são consumidos 6,4 kWh de energia. Se forem contratados mais 2 contadores que consomem energia de forma semelhante aos demais e a carga horária de trabalho diário neste escritório for ampliada para 8 horas, a quantidade de energia consumida no período de 30 dias está compreendida entre:
Alternativas
Q2291442 Matemática

Considere a seguinte estrutura lógica:


• Todo contador possui graduação.

• Márcio não é contador.

• João não possui graduação.

• Pedro é contador.


Com base nessas proposições, pode-se concluir que:

Alternativas
Q2291441 Matemática
Um empresário, com divergências contábeis nos demonstrativos de sua empresa, precisou contratar um advogado e um contador para resolverem a situação. Ao todo, ele gastou R$ 5.600,00 com honorários dos profissionais, sendo que o honorário do advogado custou 4/5 do honorário do contador. Assim, pode-se concluir que a diferença entre os honorários dos dois profissionais contratados é um valor compreendido entre:
Alternativas
Q2291440 Matemática
Considere a seguinte sequência, em que X é um de seus elementos:

1, 2, 6, X, 88, 445, 2.676, 18.739, ...

Sabendo-se que existe uma estrutura lógica na construção dessa sequência, qual é o valor de X?
Alternativas
Q2291439 Português

Leia a tirinha a seguir.


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://i.pinimg.com/originals/7f/15/a9/7f15a968d8fbf06b82a89b1acb8d2857.jpg.)


O sentido presente na tirinha é o conotativo – sentido que se dá a uma palavra

Alternativas
Q2291438 Português

Soneto de Fidelidade

(Vinicius de Moraes.)


De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento


E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

No trecho “Eu possa me dizer do amor (que tive): Que não seja imortal, posto que chama”, a locução conjuntiva empregada fora do contexto formal é a locução conjuntiva
Alternativas
Q2291437 Português

Soneto de Fidelidade

(Vinicius de Moraes.)


De tudo ao meu amor serei atento

Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto

Que mesmo em face do maior encanto

Dele se encante mais meu pensamento.


Quero vivê-lo em cada vão momento

E em seu louvor hei de espalhar meu canto

E rir meu riso e derramar meu pranto

Ao seu pesar ou seu contentamento


E assim, quando mais tarde me procure

Quem sabe a morte, angústia de quem vive

Quem sabe a solidão, fim de quem ama


Eu possa me dizer do amor (que tive):

Que não seja imortal, posto que é chama

Mas que seja infinito enquanto dure.

No trecho “E rir meu riso e derramar meu pranto”, a figura de linguagem presente é: 
Alternativas
Q2291436 Português

Observe a tirinha a seguir:


Imagem associada para resolução da questão


(Disponível em: https://2.bp.blogspot.com/-Vqw8KwCCOC4/XLjokZ43SBI/AAAAAAAAcSc/6LysMhdDDv4cx_D7maxTcfYNl8rGKrOgCLcBGAs/s1600/Armandinho_tirinha_vendo_por_do_sol.png.)


O efeito de sentido encontrado na tirinha é:

Alternativas
Q2291435 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.





(Disponível em: https://1.bp.blogspot.com/-y6nDD4pknSI/YT43hzDR2tI/AAAAAAAAOD4/tA0R7L-zZyAJNh4YF8-TXImj6JAD_jI5ACLcBGAsYHQ/ s320/DOLCE.jpg.)
O uso da crase na expressão “à toa” presente na tirinha está:
Alternativas
Q2291434 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.





(Disponível em: https://1.bp.blogspot.com/-y6nDD4pknSI/YT43hzDR2tI/AAAAAAAAOD4/tA0R7L-zZyAJNh4YF8-TXImj6JAD_jI5ACLcBGAsYHQ/ s320/DOLCE.jpg.)
É possível inferir que o sentido de humor expressado na tirinha se dá pelo fato
Alternativas
Q2291433 Português

Leia a tirinha a seguir para responder à questão.





(Disponível em: https://1.bp.blogspot.com/-y6nDD4pknSI/YT43hzDR2tI/AAAAAAAAOD4/tA0R7L-zZyAJNh4YF8-TXImj6JAD_jI5ACLcBGAsYHQ/ s320/DOLCE.jpg.)
As locuções adverbiais presentes no primeiro quadrinho são:
Alternativas
Q2291432 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
No fragmento “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade [...]” (4º§), o sujeito da frase é:
Alternativas
Q2291431 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
No fragmento “Isso tem um reflexo pequeno, mas importante, [...]” (6º§), a conjunção “mas” é
Alternativas
Q2291430 Português
Tecnologia na Educação: como ela pode favorecer a aprendizagem?

Recursos tecnológicos devem ser usados com intencionalidade pedagógica e de forma significativa para promover a criação e a experimentação dos alunos.

    À primeira vista, os números sobre tecnologia no ambiente escolar impressionam: segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) de 2019, divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2020, 88,1% dos estudantes brasileiros têm acesso à internet e 81% das escolas públicas do país possuem laboratórios de informática.
    No entanto, um olhar mais atento revela um problema muito mais profundo: na Educação Básica, enquanto 4,1 milhões de estudantes da rede pública não têm acesso à conectividade, apenas 174 mil alunos do setor privado não possuem conexão à rede. A desigualdade não para por aí, evidenciado-se também quando o recorte é geográfico. Nas regiões Norte e Nordeste, o percentual de alunos de escolas públicas que utilizam a internet cai para 68,4% e 77%, respectivamente.
     Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, uma das competências gerais da Educação Básica estabelecida pela Base Nacional Comum Curricular (BNCC).
   “No período da pandemia, vimos que nossos alunos de escolas públicas não têm acesso à conectividade”, aponta Débora Garofalo, diretora de Inovação na empresa Multirio, vinculada à Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro (RJ). “Esse cenário mostra a importância de fomentar políticas públicas para o ensino das tecnologias e para a garantia da democratização do acesso a esses estudantes.”
      Diferentes aspectos da tecnologia educacional.
   Garantir a universalização é, porém, só o primeiro passo. Conforme explica Paulo Blikstein, professor da Universidade de Columbia, nos Estados Unidos, e diretor do Transformative Learning Technologies Lab, “você pode colocar internet em todas as escolas e isso não quer dizer que a aprendizagem vai melhorar”.
    Para mostrar a dimensão do desafio no Brasil, o professor diferencia três camadas envolvidas quando utilizamos o termo tecnologia educacional. “Uma primeira camada são as tecnologias que chamamos de ‘infraestrutura’: conectividade, existência de computadores, equipamentos etc, que são pré-requisitos para fazer as outras coisas. A segunda é o que a gente denomina de ‘tecnologias de ensino’, isto é, tudo que otimiza o ensino mais tradicional, como softwares de correção e otimização de textos e aulas de reforço em vídeo. Seria um uso para otimizar a escola, mas do jeito que ela já é. Isso tem um reflexo pequeno, mas importante”, diz.
    E, finalmente, há a terceira camada, em que de fato ocorre uma mudança revolucionária no processo de ensino e aprendizagem: o uso das chamadas tecnologias de criação e experimentação, baseadas em metodologias ativas de aprendizagem como laboratórios makers e softwares de simulação de ciências, entre outros. “O que o mundo está fazendo é esta terceira camada, que é mudar a cara da escola, ter mais horas para testar teorias, por exemplo, com os alunos em laboratório”, afirma Paulo.

(Por: Thais Paiva. Em: 10/10/2023.)
Podemos afirmar que no fragmento “Apesar dos avanços rumo à inclusão feitos nos últimos anos, o retrato trazido pelo estudo evidencia os muitos desafios que as escolas públicas enfrentam para implementar um currículo alinhado à cultura digital, [...]” (3º§), há uma oração subordinada adverbial
Alternativas
Q2291118 Legislação Federal
Um profissional pretende atuar como representante comercial autônomo; contudo, possui dúvidas sobre representação comercial mercantil. Considerando a situação hipotética apresentada, podemos afirmar que a representação comercial autônoma pode ser exercida por 
Alternativas
Q2291117 Arquivologia
Uma arquivista de determinado museu histórico é responsável pelos documentos antigos e valiosos. Sabe-se que a preservação, a conservação e a restauração são processos diferentes e ela deverá garantir a qualidade de toda a documentação. Considerando o cenário apresentado, são procedimentos adequados a serem executados pela arquivista: 
Alternativas
Q2291116 Administração Geral

Na tentativa de identificar os fatores relacionados à criação de equipes eficazes foi construído um modelo com o quadro a seguir: 

Imagem associada para resolução da questão

(ROBBINS, 2005, p. 216.)


Em relação à temática, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

( ) As equipes se diferem quanto à sua forma e estrutura; o modelo busca uma generalização em relação aos diversos tipos de equipes.

( ) O modelo corresponde a um roteiro especializado que pode ser aplicado a toda e qualquer equipe.

( ) O modelo parte da premissa de que as equipes são geralmente preferíveis ao trabalho individual e, muitas vezes, a criação de uma equipe eficaz é resolver com perfeição o problema errado.

( ) A eficácia equivale ao conjunto de medidas objetivas da produtividade da equipe, avaliação dos executivos em relação ao desempenho da equipe e medidas agregadas da satisfação dos seus membros.


A sequência está correta em 

Alternativas
Respostas
15841: A
15842: D
15843: D
15844: C
15845: A
15846: B
15847: A
15848: D
15849: C
15850: C
15851: C
15852: C
15853: C
15854: B
15855: D
15856: D
15857: B
15858: D
15859: D
15860: C