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Q3432938 Administração de Recursos Materiais

Acerca do denominado estoque de ciclo, é correto afirmar que sua principal função é:

Alternativas
Q3432937 Atendimento ao Público

Na prestação de serviços públicos, o princípio relacionado à "Foco no Cliente" envolve considerações importantes para garantir a qualidade do atendimento. Assinale a alternativa que indica aspectos essenciais que devem ser observados para cumprir este princípio:

Alternativas
Q3432936 Atendimento ao Público

Assinale a alternativa que está de acordo com as práticas recomendadas para um atendimento telefônico de qualidade:

Alternativas
Q3432935 Administração de Recursos Materiais

Determinado supermercado mantém uma quantidade de produtos armazenada em seu estoque para que não tenha escassez, diante da alta rotatividade de compra daquele bem. Nesse caso, é correto afirmar que se trata de:

Alternativas
Q3432934 Administração de Recursos Materiais

Acerca das noções de estoque, assinale a alternativa que apresenta um conceito que melhor define o estoque inativo de uma instituição:

Alternativas
Q3432927 Direito Sanitário

Conforme estabelecido na Lei Federal nº 8.080, de 19 de setembro de 1990, o Sistema Único de Saúde (SUS) consiste no conjunto de ações e serviços de saúde, prestados por órgãos e instituições públicas federais, estaduais e municipais, da Administração direta e indireta e das fundações mantidas pelo Poder Público, e tem como objetivos:



I.A identificação e divulgação dos fatores condicionantes e determinantes da saúde.


II.O controle da prestação de serviços que se relacionam direta ou indiretamente com a saúde.


III.A participação no controle e na fiscalização da produção, transporte, guarda e utilização de substâncias e produtos psicoativos, tóxicos e radioativos.



É CORRETO o que se afirma em:

Alternativas
Q3432907 Arquitetura de Computadores

Para entendermos o poder dos computadores, antes necessitamos conhecer seus componentes fundamentais e como eles interagem entre si. Cada parte de um computador, desde a Unidade Central de Processamento (CPU) até os dispositivos de entrada e saída (I/O), desempenha um papel específico na execução de tarefas. Assinale a alternativas que descreve corretamente o funcionamento de um dos componentes do computador? 

Alternativas
Q3432901 Matemática

Maria e João estão vendendo ingressos para um evento beneficente. Maria vendeu 3 ingressos para adulto e 4 ingressos para criança, arrecadando um total de R$170,00. João vendeu 5 ingressos para adulto e 2 ingressos para criança, arrecadando um total de R$210,00. Qual é o preço de cada um dos ingressos?

Alternativas
Q3432707 Matemática Financeira

Paulo comprou uma mercadoria no valor de R$ 2500,00. Contudo, ele percebeu que o desconto para cliente VIP de 0,2% não havia sido dado a ele. Qual a diferença entre o valor da mercadoria com desconto e o valor da mesma mercadoria sem o desconto em questão? 

Alternativas
Q3432701 Português

Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.

Walcyr Carrasco


    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, 0 garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer”. Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix.” Aí ele frisou: "Só aceitamos pagamento em cash.” Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situação assim. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on- line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de 

gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. “Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.

Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.

"Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro." 3º§ 


A conjugação do verbo destacado, na terceira pessoa do plural do presente do indicativo, é:

Alternativas
Q3432700 Português

Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.

Walcyr Carrasco


    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, 0 garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer”. Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix.” Aí ele frisou: "Só aceitamos pagamento em cash.” Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situação assim. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on- line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de 

gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. “Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.

Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.

"Logo ao lado havia outro restaurante." § 


O sujeito dessa frase é corretamente classificado como:

Alternativas
Q3432698 Português

Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.

Walcyr Carrasco


    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, 0 garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer”. Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix.” Aí ele frisou: "Só aceitamos pagamento em cash.” Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situação assim. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on- line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de 

gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. “Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.

Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.

"[...] dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador [...]" 3º§ 


E sinônimo da palavra destacada:  

Alternativas
Q3432695 Português

Dinheiro na mão é vendaval

Notas e moedas sumiram de nossas vidas - e ninguém percebeu.

Walcyr Carrasco


    Outro dia eu resolvi ir a um restaurante no Rio de Janeiro, localizado em um bairro da Zona Sul, tradicional e elegante. Vesti uma roupa especial para a ocasião, passei um bom perfume, peguei a carteira com meus cartões, apesar de usar mais os virtuais hoje em dia. Empoderado e bem acompanhado, entrei no local, certo de que faria uma deliciosa refeição. Pedi uma mesa para dois. Quando sentamos, 0 garçom nos trouxe o menu. E perguntou: "Já conhecem o restaurante?”. Respondi: "Não, mas já há algum tempo queria conhecer”. Ele disse : "Só quero adiantar que não trabalhamos com cartões." Sorri e disse: "Tudo bem, eu faço um Pix.” Aí ele frisou: "Só aceitamos pagamento em cash.” Meu mundo desmoronou. Ele nos acompanhou até a saída. Logo ao lado havia outro restaurante. Entramos. A mesma cena se repetiu. Surpreso, soube que os dois eram do mesmo dono. Questionei como isso era possível nos dias atuais. Há muito tempo não passava por uma situação assim. O segundo garçom explicou que os dois restaurantes eram frequentados por clientes antigos e fiéis, que já conheciam as normas e sempre estavam preparados. Realmente, observei e o restaurante estava longe de parecer vazio. Corremos para um food truck, e nos resolvemos.

    Refleti que de fato eu utilizo cada vez menos dinheiro em papel ou moeda, assim como todos os meus amigos e conhecidos. Antes eu sempre tinha um trocado. Separava o dinheiro do restaurante, do táxi, da gorjeta. Sempre tinha uma bolsinha para as moedas. Hoje, basicamente, eu preciso do meu celular. Carro é por aplicativo, reservas on- line, restaurantes pagos por aproximação do celular. E a gorjeta? O exército de profissionais que dependia de 

gorjetas dançou, porque ninguém mais anda com dinheiro vivo. A não ser que se dê a gorjeta também no cartão. Mas o mundo avançou tanto na seara digital que, há pouco tempo, na entrada do Aeroporto Santos Dumont, um senhor me estendeu a mão pedindo uma ajuda. Respondi que não tinha dinheiro em mãos. “Aceito Pix”, ele respondeu. Para um amigo que queria um queijo coalho na Praia de Ipanema e estava desprevenido, a vendedora propôs, mostrando um cartão: "Aponta seu celular pra esse QR code que o pagamento vai cair direto na minha conta.” Minha reflexologista anda com uma maquininha de cobrança no próprio celular. Mas dinheiro virou algo simbólico. Obsoleto. Mesmo os grandes bancos se resolvem com cifras digitais. Imagine se todos os correntistas de qualquer banco exigirem, no mesmo dia, retirar tudo em dinheiro. O banco entra em colapso.

    As cédulas coloridas, as moedas desenhadas, o cheirinho da grana, tudo isso tornou-se raro. Uma mala cheia de dinheiro vivo hoje em dia é suspeita. No mínimo, vão achar que é propina de político. Ou algum pagamento questionável, que alguém recebe e não declara. Outro dia vi a clássica imagem de Tio Patinhas nadando em dinheiro. Hoje em dia seria impossível. O próprio Tio Patinhas teria seus apps. A canção de Paulinho da Viola intitulada Pecado Capital diz que dinheiro na mão é vendaval na vida de um sonhador. Foi premonitória. O vendaval já passou. Dinheiro na mão? Ninguém tem mais.

Publicado em VEJA de 1º de março de 2024, edição nº 2882.

De acordo com o texto, analise as assertivas abaixo: 



I. O Sistema de compras on-line para entrega em casa é mais cômodo e privilegia o pagamento via cartão ou outro meio eletrônico.

Il. A Pandemia ressaltou a comodidade e a segurança do dinheiro eletrônico e do próprio comércio on-line.

III. O Sistema de pagamento instantâneo por apps cresceu e as cédulas desapareceram.



Está(ão) CORRETA(s):

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Q3432694 Contabilidade Geral

São demonstrações financeiras, EXCETO:

Alternativas
Q3432693 Contabilidade Geral

O conjunto de bens e diretos controlado por uma empresa é: 

Alternativas
Q3432692 Administração de Recursos Materiais

No que se refere à administração de materiais, relacione as classes de materiais numeradas de 1 a 3 com suas definições. 


(1) Materiais acabados.

(2) Matérias-primas.

(3) Materiais semi-acabados.


( ) Constituem os insumos e materiais básicos que ingressam no processo produtivo da empresa.

( ) São aqueles parcialmente acabados, cujo processamento está em algum estágio intermediário de acabamento.

( ) Constituem peças isoladas ou componentes já acabados e prontos para serem anexados ao produto.


A sequência correta, de cima para baixo, é:

Alternativas
Q3432691 Administração Geral

A finalidade do controle _________________ é que os resultados daquilo que foi planejado, organizado e dirigido se ajustem tanto quanto possível aos objetivos estabelecidos previamente.


Termo que preenche corretamente a lacuna acima é:

Alternativas
Q3432689 Administração Geral

A administração estratégica se sustenta em alguns pilares básicos, tais como:


P1. Gargalos.

P2. Estratégia.

P3. Recursos.

P4. Estrutura.


É correto o que se afirma em:

Alternativas
Q3432688 Noções de Informática

Assinale a alternativa que contém um recurso com tecnologia de inteligência artificial (IA) integrado ao Windows 11. 

Alternativas
Q3432687 Noções de Informática

Por padrão, quando um usuário salva um documento no Word, o arquivo usa a extensão: 

Alternativas
Respostas
7001: A
7002: C
7003: A
7004: C
7005: D
7006: X
7007: C
7008: A
7009: A
7010: C
7011: B
7012: D
7013: C
7014: C
7015: D
7016: B
7017: C
7018: D
7019: A
7020: B