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Trairi, em língua indígena significa
Seguem dois textos a partirdos quais deverão ser respondidas as questões 14 e 15.
TEXTO (1)
Escola sem partido (Eduardo Varandas Araruna)
Só poderia advir do Senador protestante Magno Malta o projeto de lei n. 193/2016 que inclui entre as diretrizes e bases da educação nacional a malsinada “escola sem partido”. Segundo o texto do projeto, a educação deverá atender a neutralidade política, religiosa e ideológica do Estado vedando expressamente qualquer menção, em ambiente escolar, acerca do que se chama “ideologia do gênero”.
Se for vertido em lei, os professores terão sua autonomia didático-pedagógica ceifada e estarão passíveis de serem representados ao Ministério Público por eventual avaliação crítica ou opinativa da disciplina que lecionam. Na justificativa do projeto, perversamente acusam-se os professores de “bullying” político e ideológico, além de violação de regras contidas no Estatuto da Criança e do Adolescente. Ademais, envolto de cinismo sem medidas, o parlamentar proponente invoca a laicidade do estado para falar de elementos como neutralidade religiosa, impessoalidade e respeito, quando tais atributos nem sempre lhe serviram de norte enquanto agente político.
[...]
Outrossim, além de representar inequívoco retrocesso eis que ressuscita a censura, o referido projeto de lei já nasce maculado de notória inconstitucionalidade, eis que fere de morte o artigo 206, da Constituição Federal, o qual consagra liberdade de aprender, ensinar, pesquisar e divulgar o pensamento, a arte e o saber.
Quando não se concorda, na condição de pai ou mãe, com o discurso deste ou daquele professor, a melhor solução será sempre o diálogo em casa e, em último caso, a mudança do estabelecimento de ensino. O sufocamento da arte de transmitir o saber um mundo desprovido de seres pensantes. Certamente, este é o objetivo da “escola sem partido”. [...] (Correio da Paraíba, 24/06/16)
TEXTO (2)
http://www.otempo.com.br/charges/charge-o-tempo-21-07-2016-1.1341098
Na sequência, apresentamos comentários a respeito das relações semânticas expressas entre as orações que formam o artigo.
( ) A oração “Se for vertido em lei”, que inicia o 2º parágrafo da matéria “Escola sem partido”,pode ser assim parafraseada: “Ao ser vertido em lei, os professores terão sua autonomia didático-pedagógica ceifada”, sem qualquer alteração de sentido.
( ) O conector eis que empregado no 3º parágrafo do texto pode ser substituído por se, por estabelecer relação de condicionalidade, obtendo-se: “[...] além de representar inequívoco retrocesso seressuscitar a censura, o referido projeto de lei já nasce maculado de notória inconstitucionalidade, se fere de morte o artigo 206, da Constituição Federal.
( ) A oração em itálico no período: “Se não se concorda, na condição de pai ou mãe, como o discurso deste ou daquele professor, a melhor solução será sempre o diálogo em casa” tem sentido equivalente à oração introduzida pelo quando, no 4º parágrafo do texto.
( ) No período “O parlamentar invoca a laicidade do estado para falar de elementos como neutralidade religiosa, impessoalidade e respeito, quando tais nem sempre lhe serviram de norte enquanto agente político”, o conector quando foi usado com valor de oposição, acrescido ao sentido temporal.
Assinale a alternativa que traz a classificação CORRETA das proposições como falsas ou verdadeiras.
Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.
A HORA DO PÂNICO
Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA
EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.
Um dos elementos de conexão oracional é o QUE, seja conjunção integrante ou pronome relativo. Após analisar o emprego dessa forma gramatical nas duas orações abaixo transcritas, assinale a alternativa que revela a classificação CORRETA desse elemento, na ordem de ocorrência.
I - “[...] Erga Omnes, expressão latina QUE significa QUE a lei vale para todos [...]”
II - “[...] Ali, disseminou-se a convicção de QUE os políticos precisavam reagir [...]”
Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.
A HORA DO PÂNICO
Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA
EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.
Analise as proposições abaixo relacionadas, que focalizam a organização sintática dos períodos e ainda algumas escolhas linguísticas, e,em seguida, assinale a alternativa que apresenta uma proposição FALSA:
Leia com atenção o texto que segue, trecho de uma reportagem da Veja, de 01/06/16, para responder as questões 8, 9 e 10.
A HORA DO PÂNICO
Na segunda semana do governo Temer, cai o primeiro ministro flagrado em aberta conspiração para boicotar a Lava-jato. E, com isso, vem a público todo um universo que estava nas sombras: os políticos estão desesperados com o avanço das investigações DANIEL PEREIRA
EM 19 DE JUNHO DE 2015, a Polícia Federal prendeu os presidentes da Odebrecht e da Andrade Gutierrez, as duas maiores empreiteiras do Brasil. Batizada de Erga Omnes, expressão latina que significa que a lei vale para todos, a ação teve o efeito de um terremoto em Brasília. Ficava claro para os políticos que ninguém seria poupado pela Operação Lava-jato, nem mesmo as figuras mais proeminentes da República. Ali, disseminou-se a convicção de que os políticos precisavam reagir, sob pena de também expiarem seus pecados na cadeia.
Listamos abaixo novas versões para algumas estruturas presentes na reportagem. Assinale a única que NÃO corresponde semanticamente ao texto:
Observe a charge abaixo, publicada em 15/10/10, e, em seguida, assinale a única afirmativa CORRETA:
http://photusfactus.blogspot.com/2010/10/censo-e-internet.html
O texto que segue, um recorte da matéria jornalística” exibida em Veja, 01/06/16, é objeto de estudo das questões 4 e 5:
..
É O DE SEMPRE
Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha, cartão-postal olímpico, agora achacam empresários da área para não incomodá-los. LESLIE LEITÃO
1-----DEPOIS DE DÉCADAS de abandono, a
2--região portuária carioca ressurgiu como um belo
3--cartão-postal debruçado sobre as águas da Baía de
4--Guanabara. Ganhou inclusive nome novo, Porto
5--Maravilha, uma área concebida para ombrear com
6--outras do gênero, como o revitalizado Puerto
7--Madero, em Bueno Aires. A urbanização daquele
8--pedaço do Centro do Rio faz parte do projeto
9--olímpico. Ali permanecerá fincada, de 5 a 21 de
10--agosto, a pira dos Jogos de 2016. O que não estava
11--previsto nas pranchetas era o recrudescimento do
12--crime a poucos meses do evento que iluminará a
13--cidade em escala global.
14--------Emoldurado por duas favelas nas quais os
15--traficantes vinham atuando de forma mais discreta,
16--em razão da presença de Unidades de Polícia
17--Pacificadora (UPPs), o Porto Maravilha passou a ser
18--cenário de quadrilhas que voltaram a agir como
19--donas do lugar, literalmente. O clima entre os empresários que
20--trabalham na região é de pavor. VEJA apurou que as gangues
21--que dominam o Complexo do Caju e o Morro da Providência,
22--vizinhos ao porto, estão exigindo das empresas uma
23--“semanada” para que seus funcionários possam continuar a ir
24--e vir sem ser incômodos. O achaque da bandidagem sai para
25--cada uma delas até 5000 reais por semana. Ninguém registrou
26--o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo.
27--“Costumamos mandar para essas favelas cestas básicas,
28--chocolate na Páscoa, presente no Dia das Crianças, mas nunca
29--os traficantes tinham cobrado dinheiro para que pudéssemos
30--trabalhar em paz”, disse a VEJA, na condição de anonimato, o
31--diretor de uma das construtoras que operam nos arredores do
32--Porto Maravilha.
33--[...]
Ar espeito das relações semânticas expressas no texto podemos afirmar que:
I - O sentido inferido da relação entre o enunciado que faz menção ao pagamento de uma SEMANADA e o outro, iniciado pela locução conjuntiva PARAQUE, relativo à permissão de trânsito livre por parte de funcionários nos morros é de CAUSA.
II - A estrutura “Ninguém registrou o caso em delegacia porque tem medo” substitui “Ninguém registrou o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo”, (linhas 25 e 26) embora provoque alteração no efeito de sentido.
III - Há uma relação de coerência entre a expressão que intitula o texto e o tema desenvolvido, porém não é uma escolha adequada para um texto da modalidade escrita formal.
Está(ão) CORRETA(S) apenas:
O texto que segue, um recorte da matéria jornalística” exibida em Veja, 01/06/16, é objeto de estudo das questões 4 e 5:
..
É O DE SEMPRE
Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha, cartão-postal olímpico, agora achacam empresários da área para não incomodá-los. LESLIE LEITÃO
1-----DEPOIS DE DÉCADAS de abandono, a
2--região portuária carioca ressurgiu como um belo
3--cartão-postal debruçado sobre as águas da Baía de
4--Guanabara. Ganhou inclusive nome novo, Porto
5--Maravilha, uma área concebida para ombrear com
6--outras do gênero, como o revitalizado Puerto
7--Madero, em Bueno Aires. A urbanização daquele
8--pedaço do Centro do Rio faz parte do projeto
9--olímpico. Ali permanecerá fincada, de 5 a 21 de
10--agosto, a pira dos Jogos de 2016. O que não estava
11--previsto nas pranchetas era o recrudescimento do
12--crime a poucos meses do evento que iluminará a
13--cidade em escala global.
14--------Emoldurado por duas favelas nas quais os
15--traficantes vinham atuando de forma mais discreta,
16--em razão da presença de Unidades de Polícia
17--Pacificadora (UPPs), o Porto Maravilha passou a ser
18--cenário de quadrilhas que voltaram a agir como
19--donas do lugar, literalmente. O clima entre os empresários que
20--trabalham na região é de pavor. VEJA apurou que as gangues
21--que dominam o Complexo do Caju e o Morro da Providência,
22--vizinhos ao porto, estão exigindo das empresas uma
23--“semanada” para que seus funcionários possam continuar a ir
24--e vir sem ser incômodos. O achaque da bandidagem sai para
25--cada uma delas até 5000 reais por semana. Ninguém registrou
26--o caso em delegacia pelo motivo de sempre: medo.
27--“Costumamos mandar para essas favelas cestas básicas,
28--chocolate na Páscoa, presente no Dia das Crianças, mas nunca
29--os traficantes tinham cobrado dinheiro para que pudéssemos
30--trabalhar em paz”, disse a VEJA, na condição de anonimato, o
31--diretor de uma das construtoras que operam nos arredores do
32--Porto Maravilha.
33--[...]
Julgue as proposições abaixo assinalando-as com (V) verdadeiro e (F) falso:
..
( ) No subtítulo da matéria, o advérbio AGORA funciona como adjunto adverbial de tempo, situando o achaque como uma prática recente, daí a inferência de que tal ação não ocorria antes.
( ) Dentre as três formas verbais: VINHAM ATUANDO (linha 15), ESTÃO EXIGINDO (linha 22) e COSTUMAMOS MANDAR (linha 27), apenas esta última sinaliza a noção de processo contínuo.
( ) O uso do substantivo RECRUDESCIMENTO (linha 11) bem como da forma verbal VOLTARAM A AGIR (linha 18) permite que se depreenda uma informação pressuposta-a de que, durante um determinado período, teria havido uma diminuição da atividade criminosa.
( ) No período “Os traficantes que atuam na região carioca do Porto Maravilha agora achacam empresários”, a oração adjetiva que atuam na região carioca do Porto Maravilha é de natureza EXPLICATIVA; pois só seria restritiva se em vez de os traficantes se apresentasse uns traficantes.
Indique a alternativa que traz a sequência CORRETA.
TEXTO 1
1--O senhor é favorável à redução da diferença do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres para três anos?
2--Defendo a ideia de que no caso da mulher haja uma pequena diferença. Agora, há algo interessante. A Constituição prevê o
3--somatório de duas condições: idade e tempo de contribuição. Está escrito lá: na Previdência, você só pode se aposentar se
4--reunir duas condições. A primeira: 65 anos, se homem, e 60 anos, se mulher. A segunda: 35 anos de contribuição, se homem, e
5--30 anos, se mulher. Agora, não sei o que aconteceu que, com o tempo, se entendeu que isso era uma alternativa e não um
6--somatório das duas condições.
Na sequência, listamos novas versões para o informe da Constituição, presente no texto que serviu de base para a questão 01. Assinale a única estrutura que apresenta uma inadequação quanto ao aspecto da concordância.
TEXTO 1
1--O senhor é favorável à redução da diferença do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres para três anos?
2--Defendo a ideia de que no caso da mulher haja uma pequena diferença. Agora, há algo interessante. A Constituição prevê o
3--somatório de duas condições: idade e tempo de contribuição. Está escrito lá: na Previdência, você só pode se aposentar se
4--reunir duas condições. A primeira: 65 anos, se homem, e 60 anos, se mulher. A segunda: 35 anos de contribuição, se homem, e
5--30 anos, se mulher. Agora, não sei o que aconteceu que, com o tempo, se entendeu que isso era uma alternativa e não um
6--somatório das duas condições.
...
Analise, no fragmento de texto abaixo transcrito, extraído da parte introdutória da entrevista com o presidente interino Michel Temer (Veja, 06/07/16), todas as situações de emprego da crase:
...
TEXTO 2:
..
1--“De segunda à sexta, o peemedebista continua morando no Jaburu, o belo palácio que Oscar Niemeyer projetou para parecer
2--“uma casa de fazenda”, e que lembra mesmo uma, mais ainda quando as galinhas que ciscam à beira do lago comparecem de
3--surpresa às reuniões que o presidente em exercício faz na sala envidraçada voltada para o jardim. Lá, em entrevista a Veja, ele
4--defendeu as privatizações de tudo “o que for possível”, revelou ser contrário à criação de normas para “disciplinar” as delações
5--premiadas, mas [...]”. Ao comentar a possibilidade de o deputado Eduardo Cunha renunciar à presidência da Câmara, contou
6--que o aconselhou a “meditar a respeito”.
Assinale a alternativa em que o uso da crase ocorre pelo mesmo motivo do uso feito na pergunta presente no Texto 1: O senhor é favorável à redução do tempo de aposentadoria entre homens e mulheres?
As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio.
O assassinato brutal de um garoto de 18 anos agora em setembro dentro do Aeroporto Internacional Salgado Filho, em Porto Alegre, Rio Grande do Sul, voltou a chamar a atenção para a principal causa de morte de homens jovens no Brasil de hoje: a violência.
Marlon Roldão Soares foi assassinado por dois jovens, que descarregaram ao menos 15 tiros na vítima. Ele se despedia de um amigo que iria viajar. O pai de Soares estava com ele. Dezenas de pessoas estavam no saguão do aeroporto no momento do crime. Até a quarta-feira, dia 21, não estava clara a causa do assassinato, que pelo padrão lembra uma execução. O jovem não tinha antecedentes criminais e não parecia ter relação com o tráfico. No entanto, o bairro em que residia, Vila Jardim, na Zona Norte da capital gaúcha, sofre com a disputa de duas facções criminosas rivais.
Esse conflito parece ter conexão com o ataque. Em um primeiro momento, a polícia trabalhava com a hipótese de um crime passional. O namoro de Soares com uma jovem de outra parte do bairro poderia ter gerado reação do grupo que “domina” a outra área. Outra possibilidade é o garoto ter sido morto por engano. O alvo seria o amigo que embarcava no aeroporto e que teria “desertado” de uma quadrilha de traficantes.
O que aconteceu excepcionalmente dentro do saguão de um aeroporto é realidade cotidiana em áreas espalhadas pelo país, territórios com “donos” que não toleram a presença das autoridades. Criam verdadeiros bolsões em que a lei parece não ter vez.
Há uma banalização da violência entre os mais novos. A cena dos garotos saindo do aeroporto, rosto limpo, dando tiros para o alto, pegando “carona” em um carro que os aguardava, sem se preocupar se estavam sendo gravados, revela um desprezo com as autoridades.
As mortes de jovens por causas violentas no Brasil, na contramão do que se passa nos países desenvolvidos, superam as causadas por acidentes automobilísticos e suicídio. É o retrato de uma guerra urbana, que provoca a morte de dezenas de jovens, principalmente garotos, todo dia. As vítimas são majoritariamente pobres, negros e habitantes de periferias.
A sensação de impunidade, a impulsividade típica dessa fase da vida, a busca pela sensação de poder, a escola pouco atraente, o mercado de trabalho retraído, os empregos mal remunerados, o dinheiro “fácil” gerado pelo crime, o uso de álcool e drogas, a ausência de projeto de vida, a desestruturação familiar, história de prisões e agressões envolvendo os pais deixam uma grande parcela da população jovem mais vulnerável às promessas e à sedução do tráfico e do uso da violência. É um ciclo complexo, difícil de quebrar. Mas, sem enfrentar suas causas econômicas e sociais, continuaremos a apenas ficar chocados, dia após dia.
(BOUER, Jairo. Disponível em: http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/jairo-bouer/noticia/2016/10/mortes-violentas-entre-os-jovens.html. Acesso em: 18/10/2016.)
Quanto à análise sintática, assinale a alternativa cujo termo ou trecho sublinhado se DIFERE dos demais.
O resultado da fórmula =CONT.NÚM(A1:A2) na célula A3 é:
1. Marca d’água 2. Espaçamento entre parágrafos 3. Orientação da página
Assinale a alternativa que indica todas as afirmativas corretas.
A fórmula que alimenta a célula A3 dessa mesma planilha com o conteúdo de ‘123456’ é: