Questões de Concurso Para médico - sanitarista

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Q1287516 Direito Sanitário
Conforme o Decreto nº 7.508 de 28 de junho de 2011. Art. 13. Para assegurar ao usuário o acesso universal, igualitário e ordenado às ações e serviços de saúde do SUS, caberá aos entes federativos, além de outras atribuições que venham a ser pactuadas pelas Comissões Intergestores. A respeito dessas atribuições assinale a alternativa INCORRETA.
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Q1287515 Direito Sanitário
Conforme a Portaria nº 2.488 de 21 de outubro de 2011, das atribuições específicas do médico, assinale a alternativa INCORRETA:
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Q1287514 Direito Sanitário
Segundo a Lei nº 8.142 de 28/12/90 art 1º Complete a lacuna a seguir:
“§1° A Conferência de Saúde reunir-se-á a cada _______________com a representação dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação de saúde e propor as diretrizes para a formulação da política de saúde nos níveis correspondentes, convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por esta ou pelo Conselho de Saúde.”
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Q1287513 Matemática
Módulo é a representação matemática da distância de um número à origem da reta real. É possível caracterizá-lo por meio de variáveis, bem como analisá-lo com equações, conhecidas como equações modulares. Com relação a elas, é CORRETO afirmar que:
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Q1287512 Matemática
Para otimizar um projeto de Engenharia, um instalador de pisos deseja utilizar o mínimo de ladrilhos cerâmicos possível em seus serviços para que não haja desperdícios. Para um determinado trabalho, em um ambiente de área 3,60m x 4,50m, o instalador comprou uma quantia mínima de ladrilhos de forma que fossem utilizados completamente, ou seja, não fossem quebrados. Sabendo que os ladrilhos eram quadrados, é CORRETO afirmar que a quantia comprada foi de:
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Q1287511 Matemática
Um garoto construiu uma pista de corrida oval para três carrinhos de brinquedo elétricos. Cada carrinho anda em sua própria faixa e, com velocidades distintas, realizam o percurso. Sabe-se que o carrinho A completa uma volta em 8 segundos, o carrinho B em 12 segundos e o carrinho C em 25 segundos. Muito inteligente, o menino programou a corrida para se encerrar no instante em que os três carrinhos se encontrarem novamente no ponto de largada. Sabendo que os três carrinhos largam juntos, é CORRETO afirmar que esse novo encontro se dará após:
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Q1287510 Raciocínio Lógico
Operações de conjuntos numéricos são procedimentos matemáticos para caracterizar relações entre dois ou mais grupos de números. Considerando três conjuntos numéricos: A = {1,4,6,7,8}, B = {2,5,6,8,9} e C = {0,3,4,6,9}, é CORRETO afirmar que:
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Q1287509 Matemática
Dízimas periódicas são números racionais ( ) que representam uma sequência infinita e periódica de casas decimais. O período da dízima, então, é o grupo de algarismos que se repetem constantemente. Em 0,333 ..., o período ou parte periódica é somente o algarismo 3 e a fração equivalente ou geratriz da dízima é a fração 1/3. Com base nessa informação assinale a alternativa INCORRETA:
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Q1287508 Português
Com relação a concordância verbal, observe as frases abaixo e assinale a opção CORRETA:
I – Haviam livros e apostilas suficientes para todos. II – Devem ser quatro horas da manhã. III – Choviam todas as tardes.
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Q1287507 Português
Assinale a opção que apresenta a grafia CORRETA de todas as palavras:
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Q1287506 Português
Assinale a opção que apresenta o uso INCORRETO da crase:
Alternativas
Q1287505 Português
Indique a alternativa que apresenta a figura de linguagem aliteração:
Alternativas
Q1287504 Português
Leia as frases abaixo e indique os respectivos vícios de linguagem que ocorreram:
I – O colaborador recebeu uma crítica muito sútil. II – Me empresta o seu celular? III – O advogado conversou com o cliente em sua casa.
Alternativas
Q1287503 Português
Assinale a alternativa abaixo em que todas as palavras estão acentuadas corretamente, conforme as normas de acentuação gráfica em vigência:
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Q1287502 Português
Quanto ao uso da colocação pronominal, assinale a alternativa em que o pronome oblíquo átono foi corretamente empregado:
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Q1287501 Português
Leia o texto e responda a questão.

Sintomas de Alzheimer pioram no inverno, aponta estudo

    Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Toronto e pelo Centro de Ciências da Saúde e Sunnybrook (Canadá) e publicado na revista PLOS Medicine decidiu averiguar se os sintomas de Alzheimer pioram no inverno. De acordo com os pesquisadores, descobrir a resposta poderia ajudar a melhorar tratamentos para a doença.
    Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França. Alguns participantes foram diagnosticados com Alzheimer e outros não receberam o diagnóstico.
    Todos os voluntários passaram por testes neuropsicológicos, que incluíram uma bateria de 19 testes cognitivos. Além disso, um subgrupo de participantes foi testado quanto aos níveis de uma proteína ligada à doença de Alzheimer.
    Uma vez que os dados foram analisados, ficou claro que o funcionamento cognitivo médio era melhor durante o verão e o outono do que durante o inverno e a primavera. A diferença foi calculada como sendo o equivalente a 4,8 anos de declínio cognitivo normal.
    "Pode haver valor no aumento dos recursos clínicos relacionados à demência no inverno e no início da primavera, quando os sintomas tendem a ser mais pronunciados", explicaram os pesquisadores no estudo.
    Embora as descobertas abram espaço para uma nova arma contra a demência, os autores ressaltam que ainda serão necessários vários estudos demorados antes que possam finalmente usar os achados para melhorar o diagnóstico e o atendimento da doença.

(Disponível em >https://noticias.bol.uol.com.br/ultimasnoticias/entretenimento/2018/09/07/sintomas-dealzheimer-pioram-no-inverno-aponta-estudo.htm> Acesso em 08/09/2018. Texto Adaptado).
De acordo com o texto acima, pode-se concluir que:
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Q1287500 Português
Leia o texto e responda a questão.

Sintomas de Alzheimer pioram no inverno, aponta estudo

    Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Toronto e pelo Centro de Ciências da Saúde e Sunnybrook (Canadá) e publicado na revista PLOS Medicine decidiu averiguar se os sintomas de Alzheimer pioram no inverno. De acordo com os pesquisadores, descobrir a resposta poderia ajudar a melhorar tratamentos para a doença.
    Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França. Alguns participantes foram diagnosticados com Alzheimer e outros não receberam o diagnóstico.
    Todos os voluntários passaram por testes neuropsicológicos, que incluíram uma bateria de 19 testes cognitivos. Além disso, um subgrupo de participantes foi testado quanto aos níveis de uma proteína ligada à doença de Alzheimer.
    Uma vez que os dados foram analisados, ficou claro que o funcionamento cognitivo médio era melhor durante o verão e o outono do que durante o inverno e a primavera. A diferença foi calculada como sendo o equivalente a 4,8 anos de declínio cognitivo normal.
    "Pode haver valor no aumento dos recursos clínicos relacionados à demência no inverno e no início da primavera, quando os sintomas tendem a ser mais pronunciados", explicaram os pesquisadores no estudo.
    Embora as descobertas abram espaço para uma nova arma contra a demência, os autores ressaltam que ainda serão necessários vários estudos demorados antes que possam finalmente usar os achados para melhorar o diagnóstico e o atendimento da doença.

(Disponível em >https://noticias.bol.uol.com.br/ultimasnoticias/entretenimento/2018/09/07/sintomas-dealzheimer-pioram-no-inverno-aponta-estudo.htm> Acesso em 08/09/2018. Texto Adaptado).
Considerando a leitura do texto, a locução conjuntiva “uma vez que”, pode ser corretamente substituído por:
Alternativas
Q1287499 Português
Leia o texto e responda a questão.

Sintomas de Alzheimer pioram no inverno, aponta estudo

    Um estudo feito por pesquisadores da Universidade de Toronto e pelo Centro de Ciências da Saúde e Sunnybrook (Canadá) e publicado na revista PLOS Medicine decidiu averiguar se os sintomas de Alzheimer pioram no inverno. De acordo com os pesquisadores, descobrir a resposta poderia ajudar a melhorar tratamentos para a doença.
    Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França. Alguns participantes foram diagnosticados com Alzheimer e outros não receberam o diagnóstico.
    Todos os voluntários passaram por testes neuropsicológicos, que incluíram uma bateria de 19 testes cognitivos. Além disso, um subgrupo de participantes foi testado quanto aos níveis de uma proteína ligada à doença de Alzheimer.
    Uma vez que os dados foram analisados, ficou claro que o funcionamento cognitivo médio era melhor durante o verão e o outono do que durante o inverno e a primavera. A diferença foi calculada como sendo o equivalente a 4,8 anos de declínio cognitivo normal.
    "Pode haver valor no aumento dos recursos clínicos relacionados à demência no inverno e no início da primavera, quando os sintomas tendem a ser mais pronunciados", explicaram os pesquisadores no estudo.
    Embora as descobertas abram espaço para uma nova arma contra a demência, os autores ressaltam que ainda serão necessários vários estudos demorados antes que possam finalmente usar os achados para melhorar o diagnóstico e o atendimento da doença.

(Disponível em >https://noticias.bol.uol.com.br/ultimasnoticias/entretenimento/2018/09/07/sintomas-dealzheimer-pioram-no-inverno-aponta-estudo.htm> Acesso em 08/09/2018. Texto Adaptado).
“Para investigar se as estações afetam a demência, os cientistas mergulharam em dados de 3.353 idosos nos Estados Unidos, Canadá e França.” Sem prejuízo de sentido para o texto, a palavra em destaque poderá ser substituída por:
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Q1194648 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino 
Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada.  Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado:  — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar.  Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43:  — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia…  Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão.  E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro:  — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia…  — Encontrou? — perguntei, já aflito.  — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia.  O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho.   http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Analise as afirmativas abaixo: 
I) O conto narra a história de um retirante, muito característico na transformação econômica brasileira no tempo em que se situa o conto para o leitor. 
II) Embora o personagem não obtenha sucesso, ainda sim se trata de uma busca dos sonhos. 
III) Jovelino não representa nenhuma parte da população brasileira, é um personagem com ações e reações fictícias. 
Assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Q1194526 Português
O diamante – Crônica de Fernando Sabino Em 1933 Jovelino, garimpeiro no interior da Bahia, concluiu que ali não havia mais nada a garimpar. Os filhos viviam da mão pra boca, Jovelino já não via jeito de conseguir com que prover o sustento da família. E resolveu se mandar para Goiás, onde Anápolis, a nova terra da promissão, atraía a cobiça dos garimpeiros de tudo quanto era parte, com seus diamantes reluzindo à flor da terra. Jovelino reuniu a filharada, e com a mulher, o genro, dois cunhados, meteu o pé na estrada. Longa era a estrada que levava ao Eldorado de Jovelino: quase um ano consumiu ele em andança com a sua tribo, pernoitando em paióis de fazendas, em ranchos de beira caminho, em chiqueiros e currais, onde quer que lhe dessem pasto e pousada. Vai daí Jovelino chegou aos arredores de Anápolis depois de muitas luas e ali se estabeleceu, firme no cabo da enxada, cavando a terra e encontrando pedras que não eram diamantes. Daqui para ali, dali para lá, ano vai, ano vem, Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava. Quem me conta é o filho do fazendeiro de quem Jovelino se tornou empregado: — Ao fim de dez anos ele concluiu que não encontraria diamante nenhum, e resolveu voltar com sua família para a Bahia onde a vida, segundo diziam, agora era melhorzinha. Não dava diamante não, mas o governo prometia emprego seguro a quem quisesse trabalhar. Jovelino reuniu a família e botou pé na estrada, de volta à terra de nascença, onde haveria de morrer. Mais um ano palmilhado palmo a palmo em terra batida, vivendo de favor, Jovelino e sua obrigação, de vez em quando perdendo um, que isso de filho é criação que morre muito. Foi nos idos de 43: — Chegou lá e se instalou no mesmo lugar de onde havia saído. Governo deu emprego não. Plantou sua rocinha e foi se aguentando. Até que um dia… Até que um dia de noite Jovelino teve um sonho. Sonhou que amanhava a terra e de repente, numa enxadada certeira, a terra escorreu… A terra escorreu e aos seus olhos brilhou, reluziu, faiscou, resplandeceu um diamante soberbo, deslumbrante como uma imensa estrela no céu — como uma estrela no céu? Como o próprio olho de Deus! Jovelino olhou ao redor de seu sonho e viu que estava em Anápolis, no mesmo sítio em que tinha desenterrado a sua desilusão. E para lá partiu, dia seguinte mesmo, arrastando sua cambada. Levou nisso um entreano, repetindo pernoites revividos, tome estrada! Deu por si em terra de novo goiana. Quem me conta é o filho do fazendeiro: — Você precisava de ver o furor com que Jovelino procurou o diamante de seu sonho. A terra de Goiás ficou para sempre revolvida, graças à enxada dele. De vez em quando desmoronava, Jovelino ia ver, não era um diamante, era um calhau. Até que um dia… — Encontrou? — perguntei, já aflito. — Encontrou nada! Empregou-se na fazenda de meu pai, o tempo passou, os filhos crescidos lhe deram netos, a mulher já morta e enterrada, livre dos cunhados, os genros bem arranjados na vida. Um deles é coletor em Goiânia. O próprio Jovelino, entrado em anos, era agora um velho sacudido e bem disposto, que tinha mais o que fazer do que cuidar de garimpagens. Mas um dia não resistiu: passou a mão na sua enxada, e sem avisar ninguém, o olhar reluzente de esperança, partiu à procura do impossível, do irreal, do inexistente diamante de seu sonho. http://contobrasileiro.com.br/o-diamante-cronica-de-fernando-sabino/ 
Leia o trecho a seguir: “Jovelino existia de nômade com seu povinho cada vez mais minguando de fome. Comia como podia — e não podia. Vivia ao deus- dará — e Deus não dava.” Acerca das expressões e seu efeito de sentido apresentado no texto, assinale a alternativa CORRETA. 
Alternativas
Respostas
101: E
102: C
103: A
104: E
105: B
106: C
107: E
108: C
109: A
110: B
111: A
112: E
113: D
114: A
115: B
116: A
117: C
118: A
119: B
120: D