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(Alarcão, 2002; Sá Chaves, 2002.)
Trata-se de um processo de observação, reflexão e ação sobre a prática, centrado na resolução de problemas concretos, que implica uma colaboração estreita entre o observador e o observado. Nesse processo, o observador assume o papel de colega crítico, que funciona como apoio e recurso para a superação das dificuldades sentidas.
(Alarcão e Tavares, 2003.)
A observação de aulas permite aceder, entre outros aspectos, às estratégias e metodologias de ensino utilizadas, às atividades educativas realizadas, ao currículo implementado e às interações estabelecidas entre professores e alunos. A observação de aulas assume diferentes tipologias – informais ou formais – de acordo com a cultura de cada instituição e os processos estabelecidos para o desenvolvimento profissional e a avaliação do desempenho dos professores. Sobre o exposto e, ainda, considerando a prática do pedagogo na observação da sala de aula formal, está correto o que afirma em:
I. É construído na relação com os outros, ainda que se manifeste internamente; é fruto de exploração externa.
II. Influencia a vida dos indivíduos, mas também ecoa na vida em sociedade.
III. É um fenômeno psicossocial, que se assenta na intersecção dos saberes individuais e dos valores presentes na cultura na qual nos inserimos, juntamente com a influência de outras pessoas e projetos coletivos.
IV. São dimensionados pela ética e por valores morais preciosos, para a construção de uma sociedade civilizada, em que se concretiza o exercício da cidadania.
Está correto o que se afirma
(Disponível em: https://www.aen.pr.gov.br/Noticia/. Acesso em: novembro de 2024. Adaptado.)
De acordo com os canais oficiais da SEED Paraná, o principal objetivo do Programa em referência é:
I. As competências específicas são pré-requisitos para o desenvolvimento das competências gerais, uma vez que as primeiras fornecem os conhecimentos e as habilidades básicas necessárias para a construção das segundas.
II. As competências gerais e específicas se desenvolvem de forma isolada, sendo a primeira mais abrangente e a segunda mais específica ao conteúdo de cada área do conhecimento.
III. As competências gerais e específicas se complementam e se desenvolvem de forma inter-relacionada ao longo da escolaridade, com as primeiras orientando o desenvolvimento das segundas e vice-versa.
IV. As competências gerais são desenvolvidas de forma isolada no currículo e não interferem nas competências específicas, que são trabalhadas por disciplina, de acordo com os conteúdos estabelecidos pela BNCC.
V. O desenvolvimento das competências gerais no currículo escolar é integrado ao das competências específicas, de modo que as competências gerais fornecem um fundamento transversal para os conteúdos disciplinares, promovendo uma formação abrangente e contextualizada.
Expressa a dinâmica de desenvolvimento das competências ao longo da escolaridade o que se afirma em
Considere as assertivas relacionadas a Alfabetização e Letramento apresentadas a seguir. Registre V, para verdadeiras, e F, para falsas:
( ) Alfabetização e letramento são processos complexos que caminham juntos na aquisição da leitura e da escrita.
( ) A alfabetização é o aprendizado da leitura e escrita, e o letramento envolve o uso da leitura e escrita no cotidiano.
( ) Alfabetização é o ensino do alfabeto e letramento é a prática da leitura desenvolvendo a habilidade de oratória.
Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta:
De acordo com o Censo 2022, a taxa de analfabetismo entre pessoas com 65 anos ou mais foi de, aproximadamente, _________________ e para enfrentar esse problema foi aprovado pela Câmara dos Deputados o Projeto de Lei que _________________.
Assinale a alternativa que corretamente preenche as lacunas no excerto:
A democratização do acesso à educação é um princípio fundamental para a promoção da equidade e inclusão no sistema educacional brasileiro. Nesse contexto, analise as assertivas apresentadas a seguir:
I.A universalização do ensino fundamental, garantindo a matrícula de todas as crianças na faixa etária obrigatória.
II.A criação de políticas públicas que assegurem transporte, alimentação e materiais escolares para estudantes em situação de vulnerabilidade.
III.A implementação de ações afirmativas que promovam a inclusão de grupos historicamente marginalizados, como indígenas e quilombolas.
É correto o que se afirma em:
Associe a segunda coluna de acordo com a primeira, que relaciona as teorias curriculares com as características descritas:
Primeira coluna: teorias curriculares
1. Teoria Tradicional
2. Teoria Crítica
3. Teoria Pós-crítica
Segunda coluna: características
( ) Analisa o currículo como prática discursiva, enfatizando a construção das identidades e o papel das linguagens no processo educativo.
( ) Concebe o currículo como neutro e técnico, focado na transmissão de conhecimentos universais e valores previamente estabelecidos.
( ) Entende o currículo como instrumento de reprodução de relações de poder e dominação, questionando as estruturas sociais existentes.
Assinale a alternativa que apresenta a correta associação entre as colunas:
I.A adoção de políticas de combate à evasão escolar, como programas de transferência de renda vinculados à frequência escolar, é uma medida importante para assegurar a permanência dos estudantes na escola.
II.A formação continuada de professores e a melhoria das condições de trabalho docente são fatores decisivos para a qualidade do ensino.
III. A ampliação do número de escolas e vagas é suficiente para garantir a qualidade da educação básica em todas as regiões do país.
IV. O uso exclusivo de tecnologias digitais em sala de aula é o principal indicador de qualidade educacional na atualidade.
É correto o que se afirma em:
Mudanças climáticas em cena: A importância das narrativas cinematográficas para a preservação ambiental
Milene Souza
As mudanças climáticas são um tema que permeia diversas esferas da sociedade, e para a sétima arte, ele não é uma exceção. No Brasil, onde a diversidade cultural e a riqueza de paisagens naturais são frequentemente exploradas nas produções cinematográficas, os impactos das alterações climáticas começam a se manifestar de maneira preocupante.
Nos últimos meses, o Brasil tem enfrentado diversos eventos extremos relacionados à crise climática. Em janeiro de 2024, chuvas torrenciais atingiram São Paulo, resultando em inundações que deixaram dezenas de pessoas desabrigadas e causaram danos significativos à infraestrutura. Em fevereiro, o Nordeste sofreu com uma onda de calor severo, causando secas prolongadas que afetaram a agricultura e o abastecimento de água em estados como Bahia e Pernambuco.
Enquanto isso, em março, o Rio de Janeiro enfrentou deslizamentos de terra em áreas montanhosas, exacerbados por chuvas intensas, resultando em tragédias e evacuações. Em abril, chuvas intensas no Rio Grande do Sul causaram inundações, deixando mais de 1 milhão de pessoas afetadas, sendo considerada a maior tragédia climática do estado após décadas. Esses eventos refletem não apenas a vulnerabilidade das regiões brasileiras às mudanças climáticas, mas também a necessidade urgente de políticas de mitigação e adaptação para proteger comunidades e ecossistemas.
A crise climática também tem implicações econômicas para a indústria cinematográfica. Eventos climáticos extremos podem atrasar filmagens e aumentar os custos de produção, além de afetar a distribuição de filmes, especialmente em regiões vulneráveis. Festivais de cinema ao ar livre, que costumam ser populares, podem ser prejudicados por condições climáticas imprevisíveis, afetando a visibilidade de filmes e a conexão com o público.
As mudanças climáticas estão remodelando a paisagem do cinema brasileiro, desafiando cineastas a se adaptarem e a abordarem questões ambientais de maneira inovadora. À medida que o Brasil enfrenta essas transformações, a sétima arte se torna um importante veículo para a reflexão e a conscientização sobre a urgência da crise climática, incentivando a sociedade a agir em prol de um futuro mais sustentável.
A indústria do cinema tem um potencial significativo de influenciar a transição energética e ajudar a frear a crise climática no Brasil e no mundo. Com sua capacidade de alcançar e impactar grandes audiências, o cinema pode não apenas entreter, mas também educar e mobilizar a sociedade em torno de questões ambientais urgentes. Histórias que abordam os efeitos das mudanças climáticas, como secas, enchentes e desmatamento, podem sensibilizar o público para a gravidade da situação. Produções que mostram alternativas sustentáveis e práticas de energia limpa podem inspirar a adoção de soluções em nível individual e comunitário. Os filmes têm a capacidade de contar histórias que inspiram mudanças.
Produções que destacam a luta de comunidades por justiça ambiental ou a implementação de tecnologias sustentáveis podem motivar outras pessoas a agir. Narrativas que mostram como a transição energética pode ser benéfica tanto para o meio ambiente quanto para a economia podem ajudar a desmistificar a ideia de que mudanças significativas são inviáveis. O cinema pode não apenas entreter, mas também mobilizar a sociedade em prol de um futuro mais sustentável.
A colaboração entre cineastas, comunidades e especialistas em meio ambiente pode transformar a sétima arte em uma força poderosa para a mudança, ajudando a moldar um Brasil mais resiliente e comprometido com a preservação do planeta.
(Disponível em:
https://midianinja.org/mudancas-climaticas-em-cena-a-importancia-das- narrativas-cinematograficas-para-a-preservacao-ambiental/. Acesso em 02 dez. 2024. Adaptado.)