Questões de Concurso
Para fiscal municipal
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Um funcionário da Prefeitura de Santa Bárbara/MG deseja aplicar a seguinte configuração em um parágrafo do Word 365 em sua configuração padrão:

Quantas dessas configurações pertencem à formatação de parágrafo, e não à de fonte?
I. O Linux é um sistema de código aberto, enquanto o Windows é proprietário.
II. O Windows permite alterações diretas no código-fonte por qualquer usuário, diferente do Linux.
III. Distribuições Linux, como Ubuntu e Fedora, são populares em servidores, enquanto o Windows é mais comum em desktops.
IV. O Linux possui uma interface gráfica única e padronizada, enquanto o Windows possui várias versões gráficas diferentes.
Está correto o que se afirma em:
Em novembro do ano passado foi realizada a reunião da cúpula de líderes do G20. Assinale países sede de tal evento;
Observe a lógica abaixo e assinale a alternativa que preenche corretamente o espaço em branco:

Com base nos dados apresentados no gráfico, qual foi o total aproximado de vendas de chinelos no segundo semestre de 2024?
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025
Leia o texto a seguir para responder à questão.

Córrego Cercadinho, entre os bairros Havaí e Estrela Dalva, que recebe despejo de esgoto, em Belo Horizonte. — Foto: Guilherme Bergamini/ALMG
Minas Gerais foi o estado brasileiro com maior número de internações hospitalares relacionadas à falta de saneamento básico em 2024, com 47.612 casos. Em todo o país, mais de 344 mil brasileiros precisaram se hospitalizar em virtudes dessas doenças.
Entre as doenças que levaram mais pessoas aos hospitais mineiros, as transmitidas por insetos vetores — especialmente a dengue — são as principais responsáveis pelo índice elevado.
Ao longo de 2024, foram 35.590 internações motivadas por doenças causadas por inseto — cerca de 75% do total registrado no estado. A taxa é de aproximadamente 22,3 internações para cada 10 mil habitantes, bem acima da média nacional, de 16,2, e do Sudeste brasileiro, de 13,1.
Os demais casos de hospitalização por saneamento deficitário foram por doenças de transmissão oral-fecal (11.073), seguida pelas relacionadas à falta de higiene (806), pelas transmitidas pelo contato com a água (100) e, por fim, as geohelmintos e teníases, causadas por parasitas intestinais transmitidos pelo contato com solo contaminado ou alimentos mal higienizados (43).
Minas Gerais também foi destaque negativo nos números de mortes causadas em virtude das doenças relacionadas à ineficiência de saneamento básico.
O estado registrou 1.778 óbitos por essas enfermidades em 2024, sendo 1.174 por doenças transmitidas por inseto vetor, 537 de transmissão fecooral, 60 por contato com a água e 7 por geohelmintos e teníases.
No índice de mortalidade, Minas Gerais ficou atrás apenas de São Paulo, que registrou 2.464 óbitos ao longo de 2024.
https://g1.globo.com/mg/minasgerais/noticia/2025/03/20/minas-gerais-liderainternacoes-doencas-falta-saneamento-estudo.ghtml Acessado em: 26/05/2025