Questões de Concurso Para técnico cultural

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Q3364727 Direito Administrativo
De acordo com o Art. 137º da Lei de Licitações e Contratos Administrativos, assinale a alternativa que apresenta uma das situações previstas para extinção do contrato, a qual deverá ser formalmente motivada nos autos do processo, assegurados o contraditório e a ampla defesa.
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Q3364723 Arquitetura de Computadores
O que é uma memória volátil?
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Q3364716 Raciocínio Lógico
O próximo número da sequência lógica 9, 10, 11, 24, 13, 14, 15, 32, 17, 18, 19, ..., é:
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Q3364714 Raciocínio Lógico
Uma agência de viagens fez uma pesquisa com seus clientes para saber se viajariam para 2 cidades, identificadas como A e B. Sabe-se que 100 clientes responderam que viajariam para a cidade A, 200 para cidade B e 50 para ambas as cidades. Quantos clientes responderam à pesquisa?
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Q3364709 Português
Assinale a alternativa que respeita as regras de acentuação:
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Q3364707 Português
Texto I

Somos Todos Africanos

Sempre que entram em crise, as civilizações começam a olhar para o seu passado buscando inspiração para o futuro. Hoje estamos no coração de uma fenomenal crise planetária que afeta todas as civilizações. Ela pode significar um salto rumo a um estado superior da hominização, bem como uma tragédia ameaçadora para toda a nossa espécie. Num momento assim radical, não é sem interesse sondar as nossas raízes mais ancestrais e aquele começo seminal em que deixamos de ser primatas e passamos a ser humanos. Aqui deve haver lições que nos podem ser muito úteis. Hoje é consenso entre os paleontólogos e antropólogos que a aventura da hominização se iniciou na África, cerca de sete milhões de anos atrás. Ela se acelerou passando pelo homo habilis, erectus, neanderthalensis até chegar ao homo sapiens, cerca de 100 mil anos atrás. Da África, ele se propagou para a Ásia, há sessenta mil anos; para a Europa, há 40 mil anos; e para as Américas, há 30 mil anos.

A África não é apenas o lugar geográfico das origens. É o arquétipo primal, o conjunto das marcas impressas na alma do ser humano, presente ainda hoje como informações indeléveis, à semelhança daquelas inscritas em nosso código genético. Foi na África que o ser humano elaborou suas primeiras sensações, onde se articularam as crescentes conexões neurais (cerebralização), brilharam os primeiros pensamentos, fortaleceu-se a juvenilização (processo semelhante ao de um jovem que mostra plasticidade e capacidade de aprendizagem) e emergiu a complexidade social que permitiu o surgimento da linguagem e da cultura. Há um espírito da África presente em cada um dos seres humanos.

Vejo três eixos principais do espírito da África que podem significar uma verdadeira terapia para a nossa crise global. O primeiro é a Mãe-terra. Espalhando-se pelos vastos espaços africanos, nossos ancestrais entraram em profunda comunhão com a Terra, sentindo a interconexão que todas as coisas guardam entre si. Mesmo vítimas da exploração colonialista, os atuais africanos não perderam esse sentido materno da Terra, tão bem representado pela queniana Wangari Mathai, ganhadora do Prêmio Nobel da Paz por plantar milhões de árvores e devolver, assim, vitalidade à Terra. Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.

O segundo eixo é a matriz relacional (relational matrix, no dizer dos antropólogos). Os africanos usam a palavra ubuntu, que significa força que conecta a todos formando a comunidade dos humanos. Quer dizer, eu me faço humano através do conjunto das conexões com a vida, a natureza, os outros e o Divino. (...)

O terceiro eixo são os rituais. Experiências importantes da vida pessoal, social e sazonal são celebradas com ritos, danças, músicas e apresentações de máscaras, portadores de energia cósmica. É nos rituais que as forças negativas e positivas se equilibram e que se aprofunda o sentido da vida.

Se reincorporarmos o espírito da África, a crise não precisará ser uma tragédia.


(Leonardo Boff, Jornal do Brasil, 2010 – Adaptado).
“Precisamos nos reapropriar desse espírito da Terra para salvar Gaia, nossa Mãe e única Casa Comum.” Justifica-se o uso da vírgula, pois:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1233279 Educação Artística
Para responder à questão, considere o livro A Educação pela Arte, de Edward Herbert Read (2001).
De acordo com Herbert Read, o objetivo geral da educação é
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1232554 Educação Artística
A inclusão da dança no âmbito escolar é defendida por vários autores e se embasa ainda mais nos Parâmetros Curriculares Nacionais. É papel da escola estabelecer os vínculos entre os conhecimentos escolares sobre a arte e os modos de produção e aplicação desses conhecimentos na sociedade. Todos os aspectos ressaltados abaixo se tornam fundamentais para essa inclusão, EXCETO:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1210865 Educação Artística
De acordo com os textos contidos na obra “Dança e Educação em Movimento”, a educação pela dança abre um espaço de reorganização corporal e criação, por meio da elaboração do pensar, do refletir, da busca de um modo de ser particular, enfim, é por meio da educação ativa que a conscientização do movimento acontece. O aprendizado tem que passar pelo corpo, para que realmente aconteça, pois ele é portador de sentido e de linguagem, e, portanto, expressivo em si mesmo. Apropriar-se da diversidade como fator de criação, investigando os caminhos da dança e da mobilidade atual, valorizar o intérprete-criador e ampliar a ação educativa e artística da dança na sociedade são as premissas de quem trabalha com dança nos tempos atuais. A partir dessa reflexão, podemos dizer que do ponto de vista da ____________ a educação pela dança se dá através da ______________.
A alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho acima é:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202572 Artes Cênicas
Dentro da história do teatro existem grandes nomes que se preocuparam com a essência do fazer teatral. Entre esses nomes, pode-se falar principalmente de Constantin Siergueieivitch Alexeiev, mais conhecido como Constantin Stanislavski. O diretor russo, fundador do Teatro de Arte de Moscou, se preocupou com o fazer teatral, principalmente sobre o trabalho do ator. A partir de diálogos entre o diretor/professor Tortsov e seus alunos, Stanislavski delineia os princípios da atuação. Assinale a alternativa que contenha um dos ensinamentos do autor, tratados em seu livro A preparação do ator.
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202531 Artes Cênicas
Ainda sobre Stanislavski e seu livro A construção do personagem, em certo momento o personagem do diretor Tortsov propõe um exercício aos atores. Com a ajuda de um pequeno metrônomo dividiu os intervalos que compõem um compasso e criou unidades fracionárias de diferentes dimensões. A partir delas, criaram inumeráveis combinações dentro de uma medida dada. Essa medida pode servir a atuação, tanto corporal quanto vocalmente. Esse trecho refere-se a um aspecto da teoria stanislavskiana, qual seja:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202518 Artes Cênicas
Em busca de um teatro pobre, livro de Jerzy Grotowski, apresenta textos organizados pelo teatrólogo de 1958 a 1962, acompanhando o desenvolvimento de seu método de trabalho que revolucionou o teatro do século XX. Sua visão sobre o trabalho do ator foi amplamente reconhecida e celebrada em várias partes do mundo teatral. No que tange a suas ideias, pode-se afirmar que:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202232 Artes Cênicas
Jean Jacques Roubine, em seu livro A Arte do Ator, apresenta o seguinte comentário sobre o trabalho vocal realizado pelo encenador polonês Jerzy Grotowski: “Um bom ator dispõe de várias ‘vozes’. A teoria grotowskiana dos ‘ressonadores’ não tem nenhuma validade científica. Ela traduz de modo metafórico uma realidade de experiência: o ator tem a sensação de que, de acordo com o impulso dado à coluna de ar que ele inspira ou expira, a sua voz passa por uma determinada parte do seu corpo que age como um amplificador e como um fator de colorido.” A seguir apresenta os vários ressonadores propostos por Grotowski. Nesse sentido, qual dos mencionados abaixo NÃO pertence à teoria grotowskiana?
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202194 Artes Cênicas
No livro Teatro das formas animadas, de Ana Maria Amaral, apresenta-se o longo percurso do teatro de bonecos e sua história como arte cênica. Aparece de modo constante uma inter-relação entre a arte dramática composta por atores e a arte de manipulação dos bonecos, permitindo vislumbrar momentos de troca entre ambas. Considerando a verdade histórica que comprova essas relações de influência entre as duas artes, assinale a alternativa INCORRETA.
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202065 Artes Cênicas
O encenador e teórico Eugênio Barba é o responsável por uma série de estudos sobre as formas de fazer teatro. Sua pesquisa estende-se sobre diversas tradições cênicas de outros continentes. Um dos seus focos principais tem sido o trabalho do ator, seus comportamentos e técnicas necessários para o domínio da expressividade cênica. O termo dramaturgia do ator há muito proposto por ele tem sido apropriado em diversos campos. Em seu livro Queimar a Casa, apresenta um significado específico de dramaturgia do ator, qual seja:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1202056 Artes Cênicas
O diretor de Cinema Carlos Gerbase escreveu seu livro Cinema: Direção de atores como um manual facilitador das relações entre diretor e ator. Todas as providências indispensáveis que precedem a rodagem de um filme são analisadas pelo cineasta, a partir do ponto de vista da atuação para o cinema. No que se refere ao planejamento dos ensaios e aos direitos e obrigações dos atores, não somente no set mas também no momento de preparação, é INCORRETO afirmar:
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1200567 Legislação dos Municípios do Estado do Rio Grande do Sul
Para responder à questão, considere a Lei Complementar nº 003, de 04.07.2006, e suas alterações posteriores, que representa o Regime Jurídico dos Servidores Públicos do Município de Cachoeirinha.
Segundo o artigo 58-A, a designação do servidor para ficar de sobreaviso depende de fundamentação do gestor da pasta, demonstrando a necessidade, o interesse e a conveniência para o Município e da anuência do Prefeito Municipal. Além disso, depende, também, da natureza do serviço prestado, que, dentre outros, deve estar relacionado com os seguintes serviços:
I. De protocolo e de arrecadação de impostos. II. De trânsito e transporte. III. De saúde. IV. De assistência social.
Quais estão corretas?
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Ano: 2012 Banca: FUNDATEC Órgão: Prefeitura de Cachoeirinha - RS
Q1195271 Artes Visuais
Para responder à questão, considere o livro Universos da Arte, de Fayga Ostrower (1983).
No livro citado, a autora refere que o elemento visual volume ultrapassa a estrutura bidimensional e o considera como “elemento mais dinâmico”. Para haver configurações de volumes, são necessários dois elementos visuais definidos como “aspectos essenciais”, quais sejam:
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Ano: 2010 Banca: CONSULPLAN Órgão: Prefeitura de São Leopoldo - RS
Q1237011 Português
A urna e a escola A parte menos informada do eleitorado é em tese a mais sujeita à manipulação. Isso é um problema para a democracia porque, segundo escreveu o cientista político Leonardo Barreto na Folha de S. Paulo, “ela é um sistema interminável que funciona na base da tentativa e erro: punindo os políticos ruins e premiando os bons”. O melhor da frase de Barreto é a classificação da democracia como um “sistema interminável”. Ela não fecha. Quem fecha, e afirma-se como ponto final das possibilidades de boa condução das sociedades, é a ditadura. Por sua própria natureza, a democracia convida a um perpétuo exercício de reavaliação. Isso quer dizer que, para bem funcionar, exige crítica. Ora, mais apto a exercer a crítica é em tese – sempre em tese – quem passou pela escola. Como resolver o problema do precário nível educacional do eleitorado? Solução fácil e cirúrgica seria extirpar suas camadas iletradas. Cassem-se os direitos políticos dos analfabetos e semianalfabetos e pronto: cortou-se o mal pela raiz. A história eleitoral do Brasil é um desfile de cassações a parcelas da população. No período colonial, só podiam eleger e ser eleitos os “homens bons”, curiosa e maliciosa expressão que transpõe um conceito moral – o de “bom” – para uma posição social. “Homens bons” eram os que não tinham o “sangue infecto” – não eram judeus, mouros, negros, índios nem exerciam “ofício mecânico” – não eram camponeses, artesãos nem viviam de alguma outra atividade manual. Sobravam os nobres representantes da classe dos proprietários e poucos mais. No período imperial, o critério era a renda; só votava quem a usufruísse a partir de certo mínimo. As mulheres só ganharam direito de voto em 1932. Os analfabetos, em 1985. Sim, cassar parte do eleitorado se encaixaria na tradição brasileira. Mas, ao mesmo tempo – que pena –, atentaria contra a democracia. Esta será tão mais efetiva quanto menos restrições contiver à participação popular. Quanto mais restrições, mais restritiva será ela própria. Outra solução, menos brutal, e por isso mesmo advogada, esta, sim, amplamente, é a conversão do voto obrigatório em voluntário. A suposição é que as camadas menos educadas são as mais desinteressadas das eleições. Portanto, seriam as primeiras a desertar. O raciocínio é discutível. Por um lado, o ambiente em que se pode ou não votar pode revelar-se muito mais favorável à arregimentação de eleitores em troca de favores, ou a forçá-los a comparecer às urnas mediante ameaça. Por outro, a atração da praia, do clube ou da viagem, se a eleição cai num dia de sol, pode revelar-se irresistível a ponto de sacrificar o voto mesmo entre os mais bem informados. A conclusão é que o problema não está no eleitorado. Não é nele que se deve mexer. Tê-lo numeroso e abrangente é uma conquista da democracia brasileira. O problema está na outra ponta – a da escola. Não tê-la, ou tê-la em precária condição, eis o entrave dos entraves, o que expõe o Brasil ao atraso e ao vexame. (Roberto Pompeu de Toledo. Revista Veja, 28 de julho de 2010, ed. 2175, p. 162. Fragmento, com adaptações)
No texto, não se provoca erro ou alteração de sentido ao se: 
Alternativas
Ano: 2010 Banca: IESES Órgão: FCC-SC
Q1235916 Artes Plásticas
O trecho seguinte é a citação de uma parte da carta escrita por Gordon Craig à Bolevaski em 1905, pedindo para a cena do assassinato do rei em Macabeth, de Shakespeare, uma iluminação específica. Após a leitura do enunciado, assinale a alternativa correta. 
Na cena do assassinato alguma coisa como isto. A fumaça da neblina se espalha lentamente durante a cena. Tente manter isto frio, estranho,  parecendo terrível. Tente espalhar a escuridão como se fosse um véu. Então, enquanto o assassinato estiver sendo cometido, [...] permita um lento mas nítido descender da sombra, não um esmorecimento da luz [...] Tente arrancar as sombras das telas nos panos de fundo, ou o que houver por trás dele. Nunca se preocupe por onde elas se enfiem, mas use-as para colaborar na irrealidade da situação. Não fabrique as sombras, deixe que elas venham se vierem e puderem, enquanto você está iluminando o todo da cena. Tente colorir cada tela do fundo com verde, azul ou cinza. Se você não conseguir, então varie as cores para que lhe sirvam, mas sem vermelho ou laranja.  (Gordon Craig. In “The Mask”, p.56)
I. Nas instruções para o desenho de cor, Craig solicita cores frias para criar o clima gélido do assassinato. Nesta situação deve ser utilizada uma iluminação com temperaturas de cores mais altas, como o azul e o verde.  II. Escuridão e sombra são utilizadas com freqüência em situações terríveis, como a de um assassinato, onde a construção de uma atmosfera de suspense e medo é necessária. Quando se trata de uma comédia a situação se transforma, uma das características mais marcantes deste gênero é a utilização de um contraste acentuado na iluminação.  III. A luz é um elemento que entra por último, e seu trabalho pode esconder ou salientar volumes, linhas e contornos dos cenários e atores. Uma iluminação bem executada é aquela que ilumina todos os elementos da cena, dando igual destaque a todos eles. 
A alternativa correta é:
Alternativas
Respostas
21: A
22: D
23: B
24: D
25: C
26: A
27: B
28: E
29: D
30: C
31: E
32: A
33: D
34: D
35: D
36: B
37: D
38: C
39: A
40: B