Questões Discursivas

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Q2125129 Raciocínio Lógico
Na COP26, o Brasil assinou um importante acordo sobre proteção de florestas, que estabelece como meta desmatamento zero no mundo até 2030. O documento prevê US$ 19,2 bilhões em recursos públicos e privados para ações ligadas à preservação das florestas, ao combate a incêndios, reflorestamento e à proteção de territórios indígenas. Mas os indicadores mostram o Brasil na contramão das promessas. Em 2021, houve uma alta de 22% em relação a 2020, com um desmatamento de 13.235 km² de vegetação. O gráfico a seguir apresenta, ano a ano, informações acerca da área desmatada na Amazônia:
Imagem associada para resolução da questão

(Fonte: BBC - adaptado.)
Com base nas informações apresentadas, assinalar a alternativa INCORRETA:
Alternativas
Q2125128 Raciocínio Lógico

A figura a seguir ilustra um terreno e apresenta suas dimensões:

Imagem associada para resolução da questão


O proprietário desse terreno deseja cercá-lo com cinco fios de arame. Nessas condições, a quantidade, em metro, de fio de arame que deve ser comprado para cercar esse terreno, admitindo não existir perdas, é igual a: 

Alternativas
Q2125127 Raciocínio Lógico
Uma costureira tem dois tecidos medindo respectivamente 16 e 24 metros. Ela precisa cortar os tecidos em pedaços do mesmo tamanho e com o maior comprimento possível. Qual é o tamanho exato que a costureira deve cortar os tecidos?
Alternativas
Q2125126 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
Em relação à pontuação, assinalar a alternativa INCORRETA: 
Alternativas
Q2125125 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
Considerando-se as regras de acentuação, analisar os itens abaixo:
I. “Bambu” trata-se de uma oxítona, e, por terminar em “u”, não deve ser acentuada. II. “Ofício” e “Herói” são palavras acentuadas pela mesma regra. III. “Rubrica” apresenta a sílaba “ru” com maior intensidade fonética.
Está(ão) CORRETO(S):
Alternativas
Q2125124 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
 Considerando-se a relação de antonímia entre as palavras de ambas as colunas, numerar a 2ª coluna de acordo com a 1ª e, após, assinalar a alternativa que apresenta a sequência CORRETA:
(1) Vivência. (2) Desonesto. (3) Persistir.
(_) Íntegro. (_) Inexperiência. (_) Desistir.
Alternativas
Q2125123 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
De acordo com o texto, o que é o Curupira? 
Alternativas
Q2125122 Português
O Curupira perdeu a força do mito

             O Curupira é uma entidade mitológica do folclore brasileiro, tão antiga que o Padre José de Anchieta já o citava em 1560. Sua lenda alerta ao povo brasileiro sobre a proteção das matas e dos animais. Dizem que ele emite assovios horripilantes para assustar e confundir caçadores que não respeitam o período de procriação dos animais e caçam além do que necessitam para se alimentar, além de proteger as florestas dos lenhadores que derrubam árvores de forma predatória.
            O Curupira tem os pés virados para trás para confundir com suas pegadas os malfeitores que, ao segui-lo, afastam-se cada vez mais para o centro da floresta e são confundidos com ilusões que os deixam perdidos e enlouquecidos.
        No tempo de José de Anchieta, eram apenas os caçadores e lenhadores. Hoje, além deles, são madeireiros, barrageiros, mineradores, garimpeiros, agronegociadores e principalmente legisladores.
      O Curupira há muito não consegue mais confundir os garimpeiros e mineradores que, com equipamentos mais sofisticados, multiplicam por muitas vezes a velocidade de exploração dos minerais da Amazônia a ponto de suplantar a capacidade de degradação natural de seus rejeitos tóxicos, transferindo como herança para as futuras gerações verdadeiros “cemitérios” de metais pesados nas proximidades da maior bacia hidrográfica do planeta.
           Os mitos e lendas da Amazônia, tal como o Curupira, vêm sendo triturados e liquefeitos pelas serras, turbinas, fornos e engrenagens que nos últimos 50 anos promovem o “desenvolvimento” da Amazônia. Quanto mais se fala em sustentabilidade, a impressão que fica é a de que menos se pratica. Espero que haja tempo para uma reflexão da sociedade sobre o futuro que queremos, para que nossos mitos e lendas tenham algum significado para as futuras gerações.

(Fonte: EMBRAPA - adaptado.)
Sobre o texto, assinalar a alternativa CORRETA:
Alternativas
Q2104411 Raciocínio Lógico
Analise as seguintes assertivas:

I. Está nevando no Rio Grande do Sul.
II. O pão está pronto ou a carne está assando.
III. Onde está o cachorro?
IV. Faça as tarefas.

Quais contêm exemplos de proposições?
Alternativas
Q2104410 Matemática
Analise as assertivas abaixo e assinale V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) O número 1437 é primo.
( ) As frações 6/5 e 18/15 são equivalentes.
( ) O número 41/25 é escrito como 1,64 na forma decimal.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
Alternativas
Q2104409 Matemática
Marco comprou 25 euros com 5.200 pesos argentinos e Ana adquiriu 1.950 pesos argentinos com R$ 50. Quantos euros eu poderei comprar com R$ 400,00? 
Alternativas
Q2104408 Matemática
Em um aquário cabem 24 litros de água. Sabendo que ele tem o formato de um paralelepípedo retângulo, como ilustrado abaixo. Qual a medida (em cm) da altura do aquário?
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Alternativas
Q2104407 Matemática
Na cidade de Braga, durante o ano de 2022 foram coletadas 180 toneladas de lixo reciclável. Sabendo que metade desse lixo era papel e que 3/5 da quantidade restante era plástico, quantas toneladas de plástico foram recolhidas?
Alternativas
Q2104406 Matemática
Qual é o dividendo em uma divisão cujo o divisor vale 17, o quociente 13 e o resto é o maior possível? 
Alternativas
Q2104405 Matemática
Carolina vende produtos de beleza e ganha 30% de lucro sobre o total das vendas. Sabe-se que, no mês de fevereiro de 2023, ela fez um total de R$ 4.257,00 em vendas. Qual o lucro (em R$) que Carolina obteve no referido mês?
Alternativas
Q2104404 Matemática
Paulo e Ana viajaram de Braga, no Rio Grande do Sul, até Boa Vista, em Roraima, percorrendo uma distância de 4.813 km em 4 etapas, e foram registrando as quilometragens em uma tabela:

Etapa                    Quilometragem (km)     1                                 1.238     2                                 1.468     3                                   968     4                                    ?

 Quantos quilômetros ele percorreu na quarta etapa?
Alternativas
Q2104403 Matemática
A braça é uma medida antiga, ainda em uso em propriedades agrícolas. Sabendo que uma braça equivale a 2,20 m, quantos centímetros correspondem a 10 braças? 
Alternativas
Q2104402 Matemática
O diagrama abaixo ilustra a relação entre frações e decimais:
Imagem associada para resolução da questão

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do diagrama acima.
Alternativas
Q2104401 Conhecimentos Gerais
Os biomas são definidos pelo IBGE como “um conjunto de vida (vegetal e animal) constituído pelo agrupamento de tipos de vegetação contíguos e identificáveis em escala regional, com condições geoclimáticas similares e história compartilhada de mudanças, o que resulta em uma diversidade biológica própria”. Segundo o Mapa dos Biomas do Brasil, elaborado pelo IBGE e pelo Ministério do Meio Ambiente, o Brasil tem cinco grandes biomas, sendo que dois deles estão presentes no Rio Grande do Sul. Quais são eles?
Alternativas
Q2104400 Conhecimentos Gerais
Tarsila do Amaral foi uma pintora e desenhista brasileira, considerada uma das principais artistas modernistas latino-americanas, a qual deixou um grande legado no âmbito das artes no Brasil. Tarsila nasceu em 1886 e, em 2023, celebra-se a memória da artista pelos 50 anos de seu falecimento. Qual das obras abaixo é uma pintura de Tarsila do Amaral? 
Alternativas
Respostas
2861: D
2862: D
2863: C
2864: D
2865: C
2866: D
2867: A
2868: B
2869: C
2870: A
2871: E
2872: C
2873: D
2874: E
2875: B
2876: A
2877: D
2878: B
2879: C
2880: B