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Q4069968 Matemática Financeira
Considere as seguintes informações sobre Contas a Receber de um ente hospitalar:

• 06/10 – Emissão de duplicata no valor de R$ 1.200,00 com vencimento de 50% à vista, 25% em 30 dias e 25% em 90 dias, sem acréscimo de juros;
• 17/10 – Emissão de duplicata no valor de R$ 1.000,00 com vencimento à vista e desconto de 10%; e,
• 28/10 – Emissão de duplicata no valor de R$ 800,00 com vencimento de 60% em 30 dias e o restante em 60 dias.

De acordo com as informações, os valores de Contas a Receber nos meses de novembro e dezembro serão, respectivamente: 
Alternativas
Q4069967 Técnicas em Laboratório
Sobre os anticoagulantes empregados em amostras de sangue para a realização de análises, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) O EDTA é um anticoagulante usualmente escolhido para ser utilizado em sangue total ou plasma.
( ) O tubo que contém citrato trissódico deve ser produzido para que aspire uma solução de 9:1, ou seja, 9 partes de sangue adicionadas a 1 parte de solução de citrato.
( ) O tubo contendo fluoreto/oxalato é um tipo de anticoagulante utilizado mais comumente em exames de teste de coagulação.
A sequência está correta em
Alternativas
Q4069966 Técnicas em Laboratório
Sobre o hematócrito, marque V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.
( ) É a porcentagem do sangue formada por células (eritrócitos), contidos em uma certa quantidade de sangue total.
( ) É determinado pela centrifugação da amostra de sangue contida, exclusivamente, em um tubo não calibrado ou graduado, pois o volume é medido com uma régua milimétrica.
( ) Quando os valores do hematócrito está superior ao volume dos valores de referência são indicativos de policitemia, onde, neste caso, a viscosidade sanguínea é igual à viscosidade da água; fato que faz com que o sangue tenha um fluxo mais rápido.
A sequência está correta em
Alternativas
Q4069965 Noções de Informática
A memória de um computador nada mais é que um circuito “eletrônico” ou um “meio magnético”, com capacidade de armazenagem de dados, os quais são imprescindíveis ao processamento: dados de entrada, programas, sistemas operacionais, arquivos, softwares de aplicação, de suporte e básico, e instruções gerais para um bom funcionamento do computador. Considerando que há diferentes tipos de memórias, entre elas, as de leitura, relacione adequadamente as colunas a seguir.

1. PROM.
2. EPROM.
3. EAROM.
4. EEPROM.

( ) O conteúdo poderá ser modificado por meio de processos elétricos.
( ) Pode ser programada através de um equipamento específico e gravada uma única vez.
( ) Pode ser gravada, apagada e regravada, usando equipamento específico. Para apagar, deve-se usar luz ultravioleta.
( ) Pode ser gravada, apagada e regravada.

Para apagar, deve-se aplicar uma certa carga de voltagem aos pinos de programação, ou seja, é programável eletricamente. A sequência está correta em
Alternativas
Q4069964 Banco de Dados
“O modelo conceitual é uma descrição do banco de dados que registra que dados podem aparecer no bando de dados, mas não registra como eles estão armazenados a nível de SGBD.” Sobre o modelo entidade-relacionamento (ER), assinale a afirmativa INCORRETA.
Alternativas
Q4069963 Noções de Informática
O atendente de emergência de determinado hospital notou que o navegador Chrome do seu desktop estava muito lento e demorando para iniciar. Para solucionar o problema, foram executadas algumas ações. Assinale a INCORRETA.
Alternativas
Q4069962 Sistemas Operacionais
O sistema operacional, um programa especial que acorda a máquina e faz com que reconheça a CPU, a memória, o teclado, o sistema de vídeo e as unidades de discos, oferece ao usuário a facilidade de se comunicar com o computador. Ao receber um documento com algumas definições com a tarefa de classificá-las; analise-as.

I. Sempre permanece na memória do computador (residente). Contém o código de baixo nível que se comunica com o hardware: gerencia a memória e os dispositivos; mantém o clock do computador; inicializa aplicativos; e, gerencia o compartilhamento de recursos computacionais.
II. Programa que possibilita ao usuário acessar recursos do sistema operacional, através do terminal ou da interface gráfica. Faz a ponte de comunicação entre o núcleo do sistema operacional e o usuário/aplicações/programas.

As afirmativas se referem, respectivamente, a:
Alternativas
Q4069961 Arquitetura de Computadores
Barramento é o elemento responsável pela interligação dos demais componentes, conduzindo de modo sincronizado o fluxo de informações de uns para com os demais componentes como dados, endereços e sinais de controle. Em relação aos tipos de barramentos, assinale a alternativa INCORRETA.
Alternativas
Q4069960 Português
Tentação


   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

   Na rua vazia as pedras vibravam de calor – a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.

  Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.

  Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

  A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

   Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava‐o sob os cabelos, fascinada, séria.

   Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos.

   Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe‐se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe‐se também que sem falar eles se pediam. Pediam‐se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

   Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

   Mas ambos eram comprometidos.

   Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

   A dona esperava impaciente sob o guarda‐sol. O basset ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou‐o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê‐lo dobrar a outra esquina.

Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


(Clarice Lispector. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Adaptado.)
Em “Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.” (9º§), o sintagma assinalado expressa ideia de:
Alternativas
Q4069959 Português
Tentação


   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

   Na rua vazia as pedras vibravam de calor – a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.

  Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.

  Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

  A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

   Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava‐o sob os cabelos, fascinada, séria.

   Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos.

   Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe‐se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe‐se também que sem falar eles se pediam. Pediam‐se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

   Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

   Mas ambos eram comprometidos.

   Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

   A dona esperava impaciente sob o guarda‐sol. O basset ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou‐o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê‐lo dobrar a outra esquina.

Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


(Clarice Lispector. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Adaptado.)
No trecho “Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento.” (4º§), o sinal indicativo de crase foi empregado adequadamente. Tal fato NÃO ocorre em:
Alternativas
Q4069958 Português
Tentação


   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

   Na rua vazia as pedras vibravam de calor – a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.

  Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.

  Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

  A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

   Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava‐o sob os cabelos, fascinada, séria.

   Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos.

   Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe‐se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe‐se também que sem falar eles se pediam. Pediam‐se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

   Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

   Mas ambos eram comprometidos.

   Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

   A dona esperava impaciente sob o guarda‐sol. O basset ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou‐o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê‐lo dobrar a outra esquina.

Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


(Clarice Lispector. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Adaptado.)
No excerto “Ele fremia suavemente, sem latir.” (6º§), o termo destacado pode ser substituído, sem modificação semântica, por:
Alternativas
Q4069957 Português
Tentação


   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

   Na rua vazia as pedras vibravam de calor – a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.

  Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.

  Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

  A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

   Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava‐o sob os cabelos, fascinada, séria.

   Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos.

   Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe‐se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe‐se também que sem falar eles se pediam. Pediam‐se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

   Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

   Mas ambos eram comprometidos.

   Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

   A dona esperava impaciente sob o guarda‐sol. O basset ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou‐o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê‐lo dobrar a outra esquina.

Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


(Clarice Lispector. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Adaptado.)
Trata-se de um paradoxo a seguinte citação textual:
Alternativas
Q4069956 Português
Tentação


   Ela estava com soluço. E como se não bastasse a claridade das duas horas, ela era ruiva.

   Na rua vazia as pedras vibravam de calor – a cabeça da menina flamejava. Sentada nos degraus de sua casa, ela suportava. Ninguém na rua, só uma pessoa esperando inutilmente no ponto do bonde. E como se não bastasse seu olhar submisso e paciente, o soluço a interrompia de momento a momento, abalando o queixo que se apoiava conformado na mão. Que fazer de uma menina ruiva com soluço? Olhamo‐nos sem palavras, desalento contra desalento. Na rua deserta nenhum sinal de bonde.

  Foi quando se aproximou a sua outra metade neste mundo, um irmão em Grajaú. A possibilidade de comunicação surgiu no ângulo quente da esquina, acompanhando uma senhora, e encarnada na figura de um cão. Era um basset lindo e miserável, doce sob a sua fatalidade. Era um basset ruivo.

  Lá vinha ele trotando, à frente de sua dona, arrastando seu comprimento. Desprevenido, acostumado, cachorro.

  A menina abriu os olhos pasmada. Suavemente avisado, o cachorro estacou diante dela. Sua língua vibrava. Ambos se olhavam.

   Entre tantos seres que estão prontos para se tornarem donos de outro ser, lá estava a menina que viera ao mundo para ter aquele cachorro. Ele fremia suavemente, sem latir. Ela olhava‐o sob os cabelos, fascinada, séria.

   Os pelos de ambos eram curtos, vermelhos.

   Que foi que se disseram? Não se sabe. Sabe‐se apenas que se comunicaram rapidamente, pois não havia tempo. Sabe‐se também que sem falar eles se pediam. Pediam‐se com urgência, com encabulamento, surpreendidos.

   Eles se fitavam profundos, entregues, ausentes de Grajaú. Mais um instante e o suspenso sonho se quebraria, cedendo talvez à gravidade com que se pediam.

   Mas ambos eram comprometidos.

   Ela com sua infância impossível, o centro da inocência que só se abriria quando ela fosse uma mulher. Ele, com sua natureza aprisionada.

   A dona esperava impaciente sob o guarda‐sol. O basset ruivo afinal despregou‐se da menina e saiu sonâmbulo. Ela ficou espantada, com o acontecimento nas mãos, numa mudez que nem pai nem mãe compreenderiam. Acompanhou‐o com olhos pretos que mal acreditavam, debruçada sobre a bolsa e os joelhos, até vê‐lo dobrar a outra esquina.

Mas ele foi mais forte que ela. Nem uma só vez olhou para trás.


(Clarice Lispector. Felicidade Clandestina: Contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998. Adaptado.)
A ideia central, o mais relevante de um texto ou de outra manifestação do pensamento, é a base que sustenta e defende o autor e que lhe permite contar o que deseja. É possível depreender que a ideia central do texto é: 
Alternativas
Q2190961 Contabilidade Pública
Norma Brasileira de Contabilidade NBC TSP Estrutura Conceitual, de setembro de 2.016, fornece orientação na seleção da base de mensuração para ativos e passivos. Com relação as bases para a mensuração do Ativo, analise os itens a seguir:
I. Custo histórico. II. Custo de cumprimento da obrigação. III. Valor de mercado. IV. Custo de reposição ou substituição. V. Preço líquido de venda. VI. Preço presumido. VII. Valor em uso.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2190960 Contabilidade Pública
Com base nas definições dadas pela Norma Brasileira de Contabilidade NBC TSP Estrutura Conceitual, de setembro de 2.016, faça a associação da demonstração contábil na coluna A, com o texto referente à mesma, na coluna B.
Imagem associada para resolução da questão


Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de classificação.
Alternativas
Q2190959 Contabilidade Pública
A Norma Brasileira de Contabilidade NBC TSP Estrutura Conceitual de setembro de 2.016, estabelece os conceitos que fundamentam a elaboração e a divulgação dos Relatórios Contábeis de Propósito Geral das Entidades do Setor Público (RCPGs). analise as afirmativas abaixo e dê valores Verdadeiro (V) ou Falso (F).
I. Os relatórios contábeis de propósito geral das entidades do setor público devem ser elaborados com base no regime de caixa.
II. O objetivo da elaboração e divulgação da informação contábil é fornecer informação para fins de prestação de contas e responsabilização (accountability) e tomada de decisão.
III. As características qualitativas da informação incluída nos relatórios contábeis de propósito geral das entidades do setor público são a relevância, a representação fidedigna, a compreensibilidade, a tempestividade, a comparabilidade e a verificabilidade.
IV. Nas demonstrações contábeis os saldos devedores ou credores das contas retificadoras devem ser apresentados como valores redutores, das contas ou do grupo que lhes deram origem.

Assinale a alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo.
Alternativas
Q2190958 Contabilidade Pública
Com relação aos Restos a Pagar, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Q2190957 Direito Administrativo
A lei nº 14.133 / 21, também chamada a nova lei das licitações, prevê as seguintes modalidades de licitação:
I. Pregão. II. Concorrência. III. Convite. IV. Concurso. V. Leilão. VI. Tomada de preços. VII. Diálogo competitivo.

Estão corretas as afirmativas:
Alternativas
Q2190956 Direito Administrativo
Os normativos legais para licitações e contratos administrativos no Brasil tem gerado algumas polêmicas. Assinale a alternativas correta.
Alternativas
Q2190955 Administração Financeira e Orçamentária
A Lei Complementar 101 / 2000, ou lei de responsabilidade fiscal, define gastos para com o pessoal para os três Poderes e para os entes federativos. Os gastos máximos com pessoal devem equivaler a uma porcentagem da receita corrente líquida. Assinale a alternativa correta com relação aos percentuais exatos.
Alternativas
Respostas
201: D
202: C
203: B
204: A
205: A
206: A
207: B
208: B
209: A
210: D
211: D
212: D
213: B
214: D
215: B
216: A
217: D
218: B
219: C
220: A