Questões de Concurso Para orientador educacional

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Q4303376 Matemática
O gráfico apresentado a seguir representa a evolução no percentual de matrículas em tempo integral no Ensino Médio no período de 2015 a 2025, conforme divulgado pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (INEP), com base no Censo Escolar da Educação Básica.

Gráfico 1 – Percentual de matrículas em tempo integral – Ensino Médio (classe comum/exclusiva) – Brasil – 2015 – 2025.

Q18.png (711×283)

Fonte: INEPDATA. Disponível em: https://app.powerbi.com/. Acesso em 20 de agosto de 2026.: [Adaptado de Indicadores – estatísticas gerais].

A respeito do gráfico apresentado, analise as afirmações a seguir. 

I- O gráfico apresenta uma tendência de alta ininterrupta no percentual de matrículas no Ensino Médio em tempo integral no período considerado.
II- O ano de 2022 apresentou o maior aumento no percentual de matrículas no Ensino Médio em tempo integral de toda a série histórica representada.
III- O avanço percentual nas matrículas no Ensino Médio em tempo integral ocorreu de forma estritamente linear no período considerado.
IV- O crescimento percentual nas matrículas no Ensino Médio em tempo integral foi maior na segunda metade do que na primeira metade do decênio considerado.

É CORRETO o que se afirma apenas em: 
Alternativas
Q4303375 Pedagogia
Considere os excertos a seguir, extraído da obra Ideologia e Currículo, de Michael Apple (1982). 

Excerto 1
“Muitos economistas e não poucos sociólogos e historiadores da educação têm uma forma especial de encarar as escolas. Veem a instituição de ensino como alguma coisa semelhante a uma caixa negra. Mede-se o input antes de os alunos ingressarem nas escolas, e depois se mede o output durante o curso ou quando, 'adultos', entram para a força de trabalho. O que realmente se passa dentro da caixa negra — o que se ensina, a experiência concreta de crianças e de professores — tem menos importância nessa visão que as considerações mais globais e macroeconômicas da taxa de retorno do investimento, ou, mais radicalmente, que a reprodução da divisão do trabalho” (APPLE, 1982, p.43) 

Excerto 2
“Parece haver duas formas bastante distintas em que os educadores (e os psicólogos, sociólogos e economistas) investigaram o conhecimento escolar. Uma está centrada em torno da questão do desempenho acadêmico. A segunda está preocupada menos com questões de desempenho que com o papel das escolas como mecanismos de sociabilização. 

No modelo de desempenho acadêmico, não se problematiza o conhecimento curricular. Pelo contrário, o conhecimento introduzido nas escolas é geralmente aceito como dado, como neutro, de maneira que se podem fazer comparações entre grupos sociais, escolas, crianças etc.” (APPLE, 1982, p.49)
Fonte: APPLE, Michael. Ideologia e currículo. (Carlos Eduardo Ferreira Carvalho trad.) São Paulo: Brasiliense, 1982.

Depreende-se dos excertos destacados que Michael Apple faz uma crítica às análises que reduzem a escolarização a uma perspectiva de “caixa negra” e o domínio da pesquisa sob o “modelo de desempenho acadêmico”. Sobre isso, assinale a alternativa CORRETA com relação à principal limitação conceitual e política da visão tradicional do conhecimento curricular, tal como caracterizada no excerto 1 segundo o modelo do input – output.
Alternativas
Q4303374 Pedagogia
Considerando o que preconiza a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), Lei 9.394/1996, analise as assertivas a seguir.

I- Em uma visita de acompanhamento familiar, uma assistente social toma conhecimento de que Pedro, uma criança de 5 anos de idade, nunca frequentou a escola. Ao indagar os responsáveis pelo menino, estes justificam, com razão, que pretendem matriculálo somente quando ele completar os 6 anos idade, já que então iniciará o Ensino Fundamental obrigatório, sendo a pré-escola opcional.
II- A professora Renata, diretora de uma escola municipal de Ensino Fundamental, acertou ao notificar o conselho tutelar sobre um grupo de estudantes cujos relatórios de frequência do bimestre letivo apontavam mais de 30% de faltas acima do permitido sem qualquer justificativa dos pais ou responsáveis.
III- Marcelo é um estudante do 3º ano do Ensino Médio do turno noturno de uma escola pública. Marcelo é sabatista e, por motivo de guarda religiosa que proíbe a realização de atividades escolares ou profissionais a partir do pôr do sol da sexta-feira e até o pôr do sol do sábado, apresenta um requerimento para ausentar-se de uma atividade avaliativa marcada para a noite da sexta-feira. Neste caso, a escola deve indeferir o requerimento de Daniel, já que a LDB não ampara a dispensa de avaliações acadêmicas nestes casos.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4303373 Português
Leia o Texto V para responder à questão.

Texto V
Q15.png (358×270)
Disponível em:https://cartum.folha.uol.com.br/charges/2026/04/08/laerte.shtml. Acesso em: 30 abr. 2026.

Acerca do Texto V, analise as assertivas a seguir.

I- O efeito humorístico do texto é gerado pelo aviso escrito na lua “aceitar todos os cookies”, remetendo ao fato de que a lua parece um cookie, biscoito redondo com superfície levemente rachada e gotas de chocolate visíveis.
II- O texto V sugere que, assim como o lado oculto da lua, normalmente não visto, existe um “lado oculto” na navegação da internet: termos e permissões muitas vezes aceitos sem questionamentos.
III- O texto V é uma crítica bem-humorada à privacidade digital, evocando a ideia de que a coleta de dados está presente em todos os lugares.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4303372 Português
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026 


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    A MHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

     Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas. [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

     O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

    “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant. [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
No trecho “ Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue”, a palavra em destaque é formada pela junção de:
Alternativas
Q4303371 Português
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026 


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    A MHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

     Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas. [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

     O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

    “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant. [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
Os fragmentos do Texto IV apresentam usos do se:

I- “A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.”
II- “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”
III- “Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3.”

Assinale a alternativa que apresenta a CORRETAclassificação do item, na ordem de ocorrência.
Alternativas
Q4303370 Português
Leia o Texto IV para responder à questão:


Texto IV


‘Temi que meu filho tivesse câncer cerebral, mas ele havia sido envenenado com vitamina D’


Hazel Martin

BBC News - 18 abril 2026 


    O menino Roo, de sete anos, ficou doente no início do ano passado. Sintomas como sua perda de peso e muita sede levaram seus médicos e seus pais a recear que ele pudesse ter um tumor no cérebro.

    Mas as investigações concluíram que ele havia sido acidentalmente envenenado com uma overdose de vitamina D, prescrita para tratar das suas dores crescentes.

    A concentração do frasco de vitamina D3 em gotas consumido por Roo era cerca de sete vezes maior do que o normal. Ele fazia parte de um dentre dois lotes com defeito de produção que foram distribuídos no Reino Unido.

    A dosagem levou Roo a sofrer lesão renal aguda e um especialista contou à BBC que a criança teria morrido, se tivesse levado o tratamento prescrito até o fim.

    A vitamina D é um nutriente vital que regula o cálcio e o fosfato, mantendo a saúde dos ossos, dentes e músculos. Milhões de adultos a consomem na forma de suplementos, que são vendidos nas farmácias.

    Mas, no Reino Unido, a vitamina D em dosagem mais alta, receitada pelos médicos, ainda é classificada como suplemento alimentar e não é regulamentada pelo órgão regulador britânico, a MHRA (Agência Reguladora de Remédios e Produtos para Assistência Médica, na sigla em inglês).

    O órgão britânico responsável pelo acompanhamento das vitaminas e suplementos alimentares é a Agência de Padrões Alimentares (FSA, na sigla em inglês).

    A MHRA afirma que trabalha em conjunto com a FSA para manter a segurança do público. Mas um especialista contou à BBC que o órgão regulador de remédios deveria buscar mudanças na forma de regulamentação dos suplementos vitamínicos.

     Em dezembro de 2024, Roo recebeu prescrição de uma alta dose de vitamina D3 em gotas por 12 semanas, para tentar diminuir a sua intensa dor nas pernas. [...]

    “Ele teve hipercalcemia e os médicos ficaram muito preocupados com esse nível tão alto de cálcio no sangue", conta a mãe.

    “Eles examinavam se poderia ser um tumor cerebral e estávamos meio que nos preparando para que ele fizesse uma ressonância magnética do cérebro.”

     O misterioso caso de Roo também foi analisado por equipes do Hospital Real Infantil de Glasgow, na Escócia. E uma ligação telefônica casual com um endocrinologista forneceu a peça que faltava no quebra-cabeça.

    Um colega de Manchester, na Inglaterra, havia perguntado se ele sabia de algum “lote ruim” de vitamina D3. E, com os detalhes do lote, a equipe que cuidava de Roo conseguiu identificar o frasco que o menino ainda usava para tomar as gotas todos os dias.

    “Deduzimos dali que era o seu corpo fazendo algo estranho porque, basicamente, ele foi envenenado por aquele lote ruim”, conta Hobbs-Sargeant. [...]


Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/articles/c9vl3g72rkwo. Acesso em: 24 abr. 2026.
Acerca do Texto IV, analise as assertivas abaixo.

I- O fato de a vitamina D ser tratada como suplemento alimentar pode reduzir o controle de qualidade e segurança da venda do nutriente.
II- O tumor cerebral foi um dos sintomas causados pelo elevado consumo de vitamina D.
III- O consumo excessivo de vitamina D pode acarretar em alto nível de cálcio no sangue, o que o torna tóxico ao organismo.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4303369 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (336×331)

Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026.



Q7_11_.png (307×333)

Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026. 
Considerando a leitura do Texto III, é possível afirmar que o termo “pois”, observado no fragmento “pois eu comprei o curso', introduz uma oração:
Alternativas
Q4303368 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (336×331)

Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026.



Q7_11_.png (307×333)

Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026. 
No primeiro quadrinho do Texto II, é possível observar que a expressão “mordida do leão” aparece entre aspas. Qual figura de linguagem se observa predominantemente nela?
Alternativas
Q4303367 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (336×331)

Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026.



Q7_11_.png (307×333)

Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026. 
Com base na leitura do Texto II, assinale a alternativa CORRETA.
Alternativas
Q4303366 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (336×331)

Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026.



Q7_11_.png (307×333)

Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026. 
Acerca do funcionamento da perífrase “deve ser”, presente nos Textos II e III, é possível afirmar que: 
Alternativas
Q4303365 Português
Leia os Textos II e III, a seguir, para responder à questão.


Q7_11.png (336×331)

Disponível em: ARMANDINHO. https://www.instagram.com.br/tirinhadearmandinho. Acesso em: 24 abr. 2026.



Q7_11_.png (307×333)

Disponível em: NIQUELNAUSEA. https://www.instagram.com.br/niquel.nausea. Acesso em: 24 abr. 2026. 
Acerca do conteúdo e da expressividade dos Textos II e III, analise as proposições a seguir.

I- É possível estabelecer relação dialógica entre os Textos II e III, considerando que cada texto possibilita a inferência da ingenuidade de um personagem que chega a uma conclusão equivocada.
II- Os Textos II e III apresentam diferentes temáticas, impossibilitando afirmar que há uma relação dialógica entre eles.
III- Os dois textos são tirinhas de humor que usam a ironia para fazer crítica social.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4303364 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
A função da linguagem predominante no Texto I é:
Alternativas
Q4303363 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No trecho “Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças — e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental”, é possível identificar:

I- O uso das vírgulas empregadas para marcar explicação em uma oração com valor adjetivo.
II- O uso dos dois pontos para anunciar um esclarecimento acerca do que foi dito antes.
III- O uso do travessão para enfatizar uma adição, indicando pausa menor quando comparado ao emprego da vírgula.

É CORRETO o que se afirma apenas em:
Alternativas
Q4303362 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No fragmento “Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável”, o termo destacado que pode ser classificado como:
Alternativas
Q4303361 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
No fragmento “Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida”, é possível observar que:

I- “De uso das tecnologias digitais” funciona como complemento nominal de “hábitos”.
II- “Das tecnologias digitais” funciona como complemento nominal e “digitais” funciona como adjunto adnominal.
III- “Uso” e “mental” são palavras que se formaram, respectivamente, por derivação regressiva e derivação sufixal.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4303360 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
Assinale a alternativa que melhor aponta o objetivo central do Texto I.
Alternativas
Q4303359 Português
Leia o Texto I para responder à questão.


Texto I


Excesso de redes sociais entre crianças está associado a sintomas mais graves de depressão e ansiedade


A explicação para isso, segundo novo estudo, é que o excesso desregula o sono.


Por Diego Facundini - 24 mar 2026, 10h00


    Mais de três horas por dia nas redes sociais é o suficiente para que crianças desenvolvam quadros de depressão ou ansiedade mais graves. Quando comparadas àquelas que fazem uso moderado (até meia hora por dia), o excesso de exposição às redes pode agravar a severidade dos sintomas em aproximadamente 47%, para depressão, e 40%, para ansiedade.

    É o que indica um estudo feito com mais de 71 mil crianças em escolas de Londres, na Inglaterra. Ao longo de quatro anos, pesquisadores do Imperial College London acompanharam estudantes de 31 escolas, coletando dados relacionados a hábitos de uso das tecnologias digitais, saúde mental e estilo de vida.

    Os achados, publicados em fevereiro no periódico BMC Medicine, apontam para um perigo silencioso das tecnologias digitais: seus prejuízos para o sono das crianças - e os efeitos danosos que isso pode trazer à saúde mental.

    O artigo faz parte do SCAMP(Study of Cognition, Adolescents and Mobile Phones, do inglês para “Estudo sobre Cognição, Adolescentes e Telefones Celulares”), o maior estudo investigando os impactos de longo prazo do uso de tecnologias digitais por crianças e adolescentes. 

    Desde sua fundação, em 2014, o SCAMP tem acumulado dados sobre uma série de marcadores - como o desenvolvimento cognitivo, a dieta e as rotinas de sono - relacionados à saúde física e mental de pessoas expostas às redes sociais desde a infância.

No trabalho mais recente, os cientistas comparam para a saúde mental das crianças em dois momentos: quando tinham entre 11 e 12 anos (no período entre 2014 e 2016) e, depois, quando entre 13 e 15 (entre 2016 e 2018). Ao longo do estudo, os participantes responderam questionários detalhados, com perguntas sobre estilo de vida, saúde mental e seus comportamentos diante às telas.

     Com base nessas respostas, junto aos resultados de um conjunto de testes cognitivos, os pesquisadores reuniram os dados das crianças que apresentaram sintomas depressivos ou de ansiedade – um total de 2.350 pessoas.

     Analisando a progressão dos sintomas ao longo dos anos, e olhando, ao mesmo tempo, o uso que essas crianças faziam das redes sociais, os pesquisadores encontraram uma relação entre o tempo de tela e a gravidade dos sintomas. Isto é, crianças que, entre os 11 e 12 anos, ficavam nas redes sociais por mais de 3 horas por dia tinham uma chance bem maior de chegar à faixa dos 13 aos 15 com quadros mais severos de depressão e ansiedade. Já separando entre os gêneros, essa associação se torna ainda mais forte entre as meninas.

    As redes sociais mudaram muito desde 2014 e 2018, isso é uma limitação que os cientistas não negam. O consumo mudou, as dinâmicas das plataformas mudaram e, naquela época, o formato de vídeos curtos ainda não capturava a atenção de todo mundo. Porém, a vantagem de um estudo de longo prazo é que, acompanhando os participantes por um longo período de tempo, os cientistas conseguem entender melhor quais comportamentos relacionados ao uso de telas mais influenciam na saúde mental das crianças.

    Nesse caso, um fator medido pelos questionários se sobressaiu aos demais: a quantidade de sono. Os jovens com mais tempo de tela também dormiam menos (principalmente nos dias de escola). E a falta de sono, por sua vez, é um grande fator de risco para o agravamento de transtornos da saúde mental.

    “Nossa análise mostra uma tendência clara em termos da quantidade de tempo gasto nas redes sociais e os desfechos de saúde mental. Crianças que usam aplicativos de redes sociais por mais tempo, e até mais tarde à noite, podem estar comprometendo o sono de que precisam para funcionar de forma saudável. Acreditamos que essa é a principal razão pela qual estamos observando um impacto duradouro na saúde mental delas ao longo do tempo”, afirma, em nota, a pesquisadora Mireille Toledano. [...]


Disponível em: https://super.abril.com.br/tecnologia/excesso-de-redes-sociais-entre-criancas-esta-associado-a-sintomas-mais-graves-de-depressao-e-ansiedade/. Acesso em: 16 abr. 2026.
Analise as assertivas abaixo:

I- O estudo realizado pelos cientistas evidenciou a associação entre os sintomas de depressão e ansiedade em crianças que utilizavam as redes sociais por mais de três horas diárias e o agravamento dos sintomas quando elas se tornaram adolescentes.
II- O prejuízo ao sono das crianças é o principal fator evidenciado na pesquisa para explicar a relação entre o uso excessivo das redes sociais e o agravamento dos danos à saúde mental.
III- O uso das redes sociais por menos de meia hora diária impede que as crianças tenham a saúde mental comprometida.

É CORRETO o que se afirma em:
Alternativas
Q4247891 Pedagogia
Uma escola identifica que determinado estudante falta com maior frequência nos dias em que ocorrem atividades coletivas. Em conversa reservada, ele relata evitar esses momentos devido a comentários recorrentes de colegas sobre sua origem cultural. Parte da equipe propõe trabalhar "autoestima e capacidade de ignorar provocações" com o aluno. Considerando a atuação do orientador educacional, a análise mais adequada é:
Alternativas
Q4247890 Pedagogia
Considere a seguinte situação.

Uma escola apresenta melhora na média geral de desempenho, mas a análise desagregada revela aumento da diferença entre grupos de estudantes. No mesmo período, as taxas globais de aprovação cresceram e a participação de famílias nas ações escolares diminuiu.

A respeito da utilização desses indicadores na avaliação institucional, assinale a alternativa correta.
Alternativas
Respostas
21: B
22: D
23: B
24: C
25: D
26: D
27: E
28: A
29: E
30: E
31: A
32: B
33: C
34: A
35: B
36: C
37: B
38: D
39: B
40: C