Questões de Concurso
Para médico cardiologista
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DC – Débito cardíaco
PCP – Pressão de capilar pulmonar
RVS – Resistência vascular sistêmica

Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que apresenta o diagnóstico mais provável.

Paciente do sexo masculino, 56 anos de idade, tabagista, hipertenso e dislipidêmico, deu entrada na emergência com precordialgia em aperto, com três horas de duração, irradiada para membro superior esquerdo, contínua, sem fatores de melhora e piora. Submetido a ECG que se encontra a seguir. Com base nessa situação hipotética, assinale a alternativa que indica o diagnóstico e conduta mais apropriado para esse caso.
A dor quebra a unidade vivida do homem, transparente para si mesmo enquanto goza de boa saúde, confiante em seus recursos, esquecido do enraizamento físico de sua existência, desde que nenhum obstáculo se interponha entre seus projetos e o mundo. De fato, na vida cotidiana o corpo se faz invisível, flexível; sua espessura é apagada pelas ritualidades sociais e pela repetição incansável de situações próximas umas das outras. Aliás, esse ocultar o corpo da atenção do indivíduo leva René Leriche a definir a saúde como “a vida no silêncio dos órgãos”. Georges Canguilhem acrescenta que ela é um estado de “inconsciência em que o sujeito é de seu corpo”.
(Adaptado de: BRETON, David Le. Antropologia da Dor, São Paulo, Editora Fap-Unifesp, 2013, p. 25-6)
Os segmentos acima expressam, respectivamente,
A dor quebra a unidade vivida do homem, transparente para si mesmo enquanto goza de boa saúde, confiante em seus recursos, esquecido do enraizamento físico de sua existência, desde que nenhum obstáculo se interponha entre seus projetos e o mundo. De fato, na vida cotidiana o corpo se faz invisível, flexível; sua espessura é apagada pelas ritualidades sociais e pela repetição incansável de situações próximas umas das outras. Aliás, esse ocultar o corpo da atenção do indivíduo leva René Leriche a definir a saúde como “a vida no silêncio dos órgãos”. Georges Canguilhem acrescenta que ela é um estado de “inconsciência em que o sujeito é de seu corpo”.
(Adaptado de: BRETON, David Le. Antropologia da Dor, São Paulo, Editora Fap-Unifesp, 2013, p. 25-6)