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Leia o texto a seguir para responder à questão:
Democracia digital
Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?
Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.
Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”
(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado)
Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas... (2o parágrafo)
... os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática. (2o parágrafo)
Nos contextos em que foram empregadas, as palavras destacadas expressam, correta e respectivamente, os sentidos de
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Democracia digital
Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?
Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.
Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”
(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado)
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Democracia digital
Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?
Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.
Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”
(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado)
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Democracia digital
Nas primeiras duas décadas do século 21, o desenho da sociedade e de suas instituições sofreu grandes alterações com o uso das redes sociais, da inteligência artificial e de outras ferramentas capazes de utilizar um gigantesco volume de dados na internet para os mais diversos fins. Por um lado, abriu-se caminho para vozes historicamente silenciadas, a exemplo de jovens indígenas que passaram a compartilhar sua realidade e reivindicações sem intermediários, nas redes. Por outro, pavimentou-se uma via de disseminação de fake news, polarização ideológica e discursos de ódio. Nesse cenário, de que forma a expansão das novas tecnologias vem afetando a democracia?
Autor de A democracia no mundo digital: histórias, problemas e temas, o professor e pesquisador da Universidade Federal da Bahia (UFBA) Wilson Gomes chama a atenção, primeiramente, para as maneiras como as novas tecnologias vêm sendo utilizadas em diferentes contextos geopolíticos. “A chamada democracia digital depende de uma escolha: a decisão de usar os recursos digitais – plataformas, redes, dados, algoritmos, automações – para fortalecer valores, práticas e instituições democráticas. Mas essa decisão só pode ser tomada por sociedades convictas de que a democracia é a melhor forma de governo. Quando essa convicção vacila e os regimes são atacados, os mesmos recursos podem ser empregados com igual eficácia para solapar os fundamentos da vida democrática”, alerta.
Segundo Gomes, nos encontramos diante de uma encruzilhada. “Há os que acreditam que a guerra pelos usos sociais das tecnologias foi vencida pelos inimigos da democracia – que as plataformas, os algoritmos e os fluxos digitais estão, irremediavelmente, capturados por lógicas autoritárias, mercadológicas ou identitárias intolerantes. Mas há, também, os que veem na resistência institucional, nas pesquisas emergentes, na regulação pública e nos novos experimentos democráticos digitais um caminho viável para reverter o jogo.”
(Revista E, 01.09.2025. Disponível em: https://www.sescsp.org.br/editorial/democracia-digital/. Adaptado)
Leia a tira a seguir para responder à questão:

(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)
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(Fernando Gonsales. https://www.instagram.com/p/DMcftWRuYzt/?img_index=5)
Com base nesse princípio, analise as asserções abaixo e assinale a CORRETA:
Avalie as asserções a seguir que discorrem sobre a relação entre a aprendizagem e as funções executivas.
I- As funções executivas são um conjunto de habilidades que auxiliam diretamente na aprendizagem, tornando-a possível e eficiente. Em nosso cérebro, elas gerenciam e regulam o processo de aquisição e uso do conhecimento.
II- A memória de trabalho é uma função cerebral isolada que tem pouca ou nenhuma conexão com outras habilidades cognitivas, portanto, não possui um papel ativo no processo de aprendizagem.
III- A flexibilidade cognitiva é a habilidade de suprimir distrações e impulsos para focar na tarefa. Essa função é crucial para a atenção e um pré-requisito básico para a aprendizagem.
IV- O controle inibitório permite que o cérebro se adapte a novas informações e mude de estratégia. É o que nos ajuda a alternar entre diferentes tarefas ou a encontrar uma nova solução quando a primeira tentativa não funciona.
V- A autorregulação é uma habilidade central das funções executivas, essencial para o planejamento, a tomada de decisões e a adaptação a diferentes situações. Essa capacidade permite gerenciar pensamentos, emoções e comportamentos para atingir objetivos de forma eficaz.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Analise as afirmativas a seguir e ASSINALE a que descreve um efeito comum do TDAH no desempenho escolar, considerando o contexto da educação.
Seguindo este viés, assinale a afirmativa que NÃO representa uma adaptação de pequeno porte:
Tendo em vista as teorias de Vygotsky, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
Com base nas peculiaridades desse transtorno, todas as afirmativas estão corretas, EXCETO:
Leia as afirmações a seguir sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA).
I. O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) é feito a partir da observação do comportamento da criança em diversos contextos, com o apoio de relatos dos pais e cuidadores. Para garantir a precisão, os profissionais de saúde utilizam escalas padronizadas que auxiliam na identificação de sinais de risco da condição.
II. O diagnóstico do Transtorno do Espectro Autista (TEA) se baseia principalmente nas dificuldades duradouras na comunicação e interação social e na presença de comportamentos, interesses ou atividades restritivos e repetitivos.
III. Devido aos graves prejuízos causados pela deficiência intelectual e comorbidades severas, o nível 1 do Transtorno do Espectro Autista (TEA) exige um apoio substancial e contínuo.
IV. Crianças com Transtorno do Espectro Autista (TEA) frequentemente têm respostas sensoriais atípicas, o que pode prejudicar sua atenção e regulação emocional. Elas geralmente têm dificuldade em lidar com estímulos específicos, resultando em reações intensas.
V. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição neurodegenerativa frequente, na qual os sintomas e as dificuldades do indivíduo pioram progressivamente. Na vida adulta, o TEA pode se agravar, causando déficits nas capacidades mentais e prejuízos na função adaptativa.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Analise as seguintes asserções sobre a relação entre motivação e aprendizagem na sala de aula.
I. A motivação intrínseca, que é o desejo de aprender por interesse próprio e pela satisfação do desafio, é especialmente crucial para alunos com necessidades educacionais especiais, pois fortalece a autonomia e a autoconfiança no processo de aprendizagem.
II. A motivação extrínseca, baseada em recompensas e reforços externos, deve ser o único foco para alunos com necessidades educacionais especiais, considerando a premissa de que esses estudantes não conseguem desenvolver um interesse favorável pela aprendizagem.
III. Para alunos com necessidades educacionais especiais, a motivação está diretamente ligada à personalização do ensino, em que o educador ajusta as atividades, estabelece metas alcançáveis e celebra pequenas conquistas, reforçando o esforço e a persistência.
IV. A motivação não possui relação direta com a cognição. Portanto, o desenvolvimento de habilidades de pensamento e de memorização em alunos com necessidades educacionais especiais não influencia sua vontade de aprender.
V. A motivação e a cognição são processos mutuamente interligados e dependentes. A motivação afeta como o aluno processa informações e desenvolve habilidades cognitivas. Da mesma forma, o progresso e o aprimoramento das capacidades cognitivas reforçam a motivação do aluno com necessidades educacionais especiais para continuar aprendendo, criando um ciclo positivo e fortalecedor.
Está CORRETO apenas o que se afirma em:
Considerando as disposições dessa lei, analise as proposições a seguir:
I. O profissional de apoio escolar é responsável por auxiliar o estudante com deficiência em suas necessidades de alimentação, higiene e locomoção. Sua atuação abrange todas as atividades escolares, em instituições de ensino públicas e privadas, em todos os níveis e modalidades, mas não inclui procedimentos técnicos de profissões regulamentadas.
II. Acessibilidade refere-se à garantia de acesso de pessoas com mobilidade reduzida a espaços físicos e serviços em locais públicos de uso coletivo, especificamente nas áreas urbanas.
III. Mobilidade reduzida refere-se ao grupo de pessoas que apresentam deficiência física e utilizam a cadeira de roda para locomoção.
IV. O atendente pessoal é um profissional que realiza o atendimento especializado para alunos com necessidades educacionais especiais e sua função inclui procedimentos técnicos de profissões regulamentadas.
V. Comunicação refere-se às diversas formas de interação que permitem a participação de todos, incluindo línguas como Libras, Braille, sinais táteis, textos ampliados e mídias digitais, além de linguagem simples e outras tecnologias alternativas e aumentativas.
Está CORRETO apenas que se afirma em:
A partir dessa concepção analise as afirmativas a seguir e a relação entre elas.
I. A concepção de Educação Integral busca articular o tempo e o espaço escolar com a comunidade, valorizando múltiplas dimensões do ser humano e promovendo práticas pedagógicas interdisciplinares e contextualizadas.
PORQUE
II. A Educação Integral se fundamenta na centralidade do conteúdo escolar, priorizando a preparação para o mercado de trabalho e formação propedêutica.
A respeito dessas asserções, assinale a opção CORRETA.
Considerando os princípios do planejamento escolar e a relação com os processos de avaliação e monitoramento da aprendizagem, assinale a alternativa CORRETA.
De acordo com as Diretrizes Operacionais Básicas para a Educação Básica nas Escolas do Campo, qual prática pedagógica está mais coerente com os princípios que orientam a educação do campo?
De acordo com a concepção de Celso Vasconcellos, qual alternativa expressa, de forma mais adequada, a relação entre o PPP, o plano de ensino, o plano de aula e a gestão da sala de aula?